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Samuel Martín Rivera // Christmas Festival Outfit
“#” for cell phone headcanons about our muses
- what your muse’s name is in mine’s phone
eli 👊🏻
- what your muse’s picture is in mine’s phone
- what your muse’s ringtone is in mine’s phone
Imagine Dragons - Warriors
- my muse’s last text to your muse
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:23]: hey bro
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:23]: eu fiquei com uma medgata ontem, foi ótimo
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:23]: ela pediu meu número, mas você sabe como eu sou
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:24]: e o seu número foi o primeiro que veio na minha mente
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:24]: aí você que sabe o que fazer com esse contato kkkkkk
[ 📲 to ‘ eli 👊🏻 ’ 11:24]: de nada
“What a pretty sight”
Samuel tinha se levantado da cama para vestir sua cueca quando ouviu o comentário feito atrás de si. Virou-se em direção a Jesus, com um sorriso convencido tomando conta dos lábios “Sí, lo sé! Posso inclusive dizer que escuto bastante isso” deu uma piscadela, rindo logo em seguida, enquanto vestia o resto de suas roupas. “Agora eu tenho que ir. Se quiser se divertir de novo, bem... aí eu penso no seu caso” finalizou, dando um último sorriso antes de sair pela porta do quarto.
“#” for cell phone headcanons about our muses (veronika e teresa)
veronika:
- what your muse’s name is in mine’s phone
vee 💥
- what your muse’s picture is in mine’s phone
- what your muse’s ringtone is in mine’s phone
Bebe Rexha - You Can't Stop The Girl
- my muse’s last text to your muse
[ 📲 to ‘vee💥’ 23:54]: vim aqui aleatoriamente falar
[ 📲 to ‘vee💥’ 23:54]: que acabei de perceber que você tem um péssimo gosto pra homens
[ 📲 to ‘vee💥’ 23:55]: acho que é por isso que somos só amigos, a gente não se atrai pq você só atrai coisa ruim!
[ 📲 to ‘vee💥’ 23:55]: preciso nem falar do seu caso atual né? foge que ainda dá tempo ein kkkkk
——————
teresa:
- what your muse’s name is in mine’s phone
maria santinha
- what your muse’s picture is in mine’s phone
- what your muse’s ringtone is in mine’s phone
Taylor Swift - All You Had To do Was Stay
- my muse’s last text to your muse
[ 📲 to ‘maria santinha’ 19:02]: ei santinha, tô precisando de uma ajuda sua aqui...
[ 📲 to ‘maria santinha’ 19:02]: tem como você vir no meu quarto?
[ 📲 to ‘maria santinha’ 19:34]: tess?
[ 📲 to ‘maria santinha’ 20:26]: hello?
[ 📲 to ‘maria santinha’ 22:03]: você por acaso tá ignorando minhas mensagens???
( ✉ → mensagem para Samu ) you never meant anything to me, anyway.
( ✉ → mensagem para Logan ) uau, e isso deveria me atingir de alguma forma?
( ✉ → mensagem para Logan ) o que rolou foi um erro, um surto sei lá
( ✉ → mensagem para Logan ) realmente não significou nada
( ✉ → mensagem para Logan ) que tal a gente esquecer isso e você ir ser insuportável bem longe de mim?
( ✉ → sms ) i dropped my pzziza o nt eh floror im fuckgin pissed
( ✉ → sms ) voce pediu pizza e nem me chamou??
( ✉ → sms ) e ainda por cima tem cara de ter bebida envolvida
( ✉ → sms ) quem devia estar puto sou eu! a pizza ter caído no chão é puro carma kkkkkk
hxlyxjesus:
Ele duvidava que houvesse qualquer tempo suficiente que o fizesse se acostumar com a temperatura grotescamente gelada da água que envolvia o corpo pouco protegido, mas mesmo assim não se apressou em deixar a piscina. Podia observar no rosto do amigo o sorriso satisfeito que a vitória perpetuava, e então foi inevitável acompanhá-lo na risada, mesmo que o alvo desta fosse ele mesmo. “Eu vou lembrar, pode ter certeza.” Afirmou, mergulhando uma vez mais apenas para que pudesse arrumar os cachos, colocando-os para trás antes de ir até onde Samuel se acomodava. “Porque eu também sei ser alguém sem coração, parce.” Avisou, o que na realidade era uma grandesíssima mentira. Se havia alguém mais tapado e facilmente manipulável que ele no campus, ainda faltava conhecer. Mas não custava tentar melhorar sua reputação, huh? E podia muito bem começar naquele momento. A ideia veio à mente tão rápido quanto o venezuelano agiu, e assim não pensou duas vezes antes de agarrar o braço de Samuel e puxá-lo para dentro da piscina também. Ele podia ser menos rápido, mas certamente se orgulharia de ser um pouco mais forte. “Ah, nossa. Era você ali? Me desculpa, cara, eu tropecei.” Falou, com uma falsidade forçada quando o amigo enfim emergira.
O sorriso satisfeito continuava no rosto de Samuel enquanto observava o amigo nadar em sua direção. A reação alheia à sua provocação fez parecer com que aquela situação nem estava tão ruim assim, ou talvez o outro simplesmente não se importasse com aquilo tudo. Não era um comportamento que o espanhol entendia, visto que no lugar do outro ele estaria revoltado em ter que submeter a tal situação. Ao ouvir o que Jesus dizia, Samu franziu o cenho sem entender muito bem o que aquilo poderia significar. O conhecia o suficiente para saber que ele não era uma pessoa ruim ou rancorosa, uma coisa que o músico era até capaz de admirar. Porém, só conseguiu perceber as verdadeiras intenções dele segundos antes de ser puxado para dentro da piscina, sentindo o choque da temperatura extremamente baixa da água em contato com a sua pele. Emergiu rapidamente, olhando para Jesus com um olhar fulminante, não acreditando que aquilo tinha realmente acontecido. “ JESUS! TU HIJO DE PUTA! ” gritou em reação à raiva que sentia naquele momento, tremendo com o frio que agora se fazia ainda mais presente. Não importa quanto tempo ele passe em Zurique, nunca iria se acostumar com aquele clima “ Caralho, você é inacreditável. Eu ganhei a aposta, o que eu tô fazendo aqui dentro?! ” tentou se acalmar um pouco, dando um soco não tão forte no ombro do outro “ Você vai me pagar, vou me lembrar muito bem do que você fez. Só espera ” cruzou fortemente os braços como se de alguma forma aquilo fosse ajuda-lo a se aquecer.
czpitolina:
“É assim que você quer ficar o dia todo? Sentado nesse enorme sofá parecendo um Papai Noel enquanto os seus duendes trabalham por você?” A brasileira arriscou brincar com o outro, sentando-se ao seu lado ao que colocava a caixa com decorações no chão. Permitiu-se alongar um pouco; estava carregando caixas sabe-se lá desde quando e precisava descansar. Vinte e dois anos com costas de velha, mas adorava ser prestativa. “Bom, eu não vou te forçar a nada. Não é do meu feitio, sabe? Mas eu posso te convencer com essa carinha aqui.” Os lábios da Giordano se curvaram um biquinho enquanto a mesma arqueava as sobrancelhas; ato que colaboraria para sua carinha de cachorrinho que caiu da mudança.
“Já viu papai noel mais gostoso? Acho que não né” Curvou os lábios em um sorriso largo enquanto via a outra se aproximar e sentar-se ao seu lado. A atitude tomada por Capitu não era exatamente uma coisa que o espanhol esperava, alguém que fosse conivente com seu descaso com os preparos natalinos, mas aquilo não seria algo que ele iria reclamar. Estendeu os braços pelo encosto do sofá em uma tentativa de ficar mais confortável, e lançou um olhar divertido para a morena. “Precisa de mais do que esse seu rostinho bonito para me fazer levantar desse sofá agora. É mais jogo você ficar aqui comigo, aproveitando o momento”
alcidamo:
Observando-o, ali de perto, Alcidamo conseguia entender onde estava sua cabeça quando resolvera seguir em frente com os flertes, até então inofensivos, tempos atrás. Conseguia apreciar os traços fortes que formavam o rosto de Samu e a confiança que praticamente exalava dele. “Hm”, comentou, espreguiçando-se lentamente. “Eu tava aqui antes, lembra?”, colocando um braço para dar apoio à cabeça e o outro tateando o corpo em busca de seu maço, era a imagem de tranquilidade. “Ah, não tenho dúvidas de que alguém está precisando, a questão é: não sou particularmente animado com o Natal, nem tenho vontade em ajudar”, finalmente tirou um cigarro, levando-o aos lábios, sem pressa em acendê-lo, “e quanto à você? escapando de memórias indesejadas ou é a pura preguiça que te levou a sentar no meu colo?”
Samuel não costumava se irritar muito fácil, na maioria das vezes levava tudo na brincadeira e não se importava tanto coma opinião alheia. Mas aquela situação era diferente, apesar do tanto que os dois se deram bem no início, o rumo que as coisas levaram não agradavam nem um pouco o espanhol. Ser tratado com tal indiferença era uma coisa que ele não suportava. “Eu não me importa que você tava aqui antes, na verdade. Eu já deveria saber que você não ajudaria, não dá pra contar com você pra nada mesmo” deu de ombros, colocando as mãos nos bolsos do moletom que vestia. Apesar de todo o ódio, lá no fundo ainda existia um desejo que Samu tanto tentava reprimir, mas por vezes era impossível pensar em certas coisas. “Sei lá o que eu tava pensando cara, esquece isso” comprimiu os lábios, sabendo exatamente o que procurava com aquilo. “Mas você não gosta mesmo do natal? Nem um pouco?” Tentou mudar de assunto para alterar o rumo de seus pensamentos
vxtiello:
Um lugar muito melhor, pensou ela enquanto se esforçava no sorriso simpático. Ah, como a ceia de natal poderia ser bem melhor ser a maioria das pessoas ali. Precisaria ela das duas mãos e dedos para contar com quantas pessoas realmente gostaria de desfrutar da noite de natal com? Provavelmente não. Por isso, simplesmente sorriu, sem responder de forma falsa a perguntar lhe feita. “Talvez porque seja tradição precisamos fazer isso agora? Não podemos adiar o natal, então não podemos adiar a decoração.” Explicou de forma óbvia com um dar de ombros. “Bem, se prefere se abster da ajuda, poderia pelo menos ajudar depois com o almoço, afinal, quem trabalha merece agrados.” E ela se agradaria com qualquer meia refeição que ele pudesse preparar com a fome que já estava, “Diga isso a todos os processos do estágio que me esperam sempre antes das sete da manhã. Além disso, tudo o que estamos fazendo é um descanso… da faculdade e das aulas.”
“Verdade, acho que o povo daqui sempre fica animado pra arrumação logo cedo né. Eu acho que não precisa de tanta pressa, mas fazer o que” respondeu, deu de ombros. Não era como se o espanhol odiasse o natal, já que, apesar de tudo, sempre aprendeu a valorizar o feriado, fazendo com que ele lhe remetesse a boas lembranças, principalmente com a sua irmã. E aquilo não mudou com a ida à fraternidade, a tradicional festa natalina é algo que Samuel realmente adora. Porém, o garoto simplesmente não estava no clima para os preparativos, e o seu descaso realmente era capaz de irritar qualquer um. “Bem, mas parece que vou ter que sair mais tarde pra buscar a árvore junto com a Eva, tão me enchendo o saco com isso. Mas vou daqui a pouco. Infelizmente não é hoje que vão comer minha deliciosa comida ” assentiu, com um sorriso divertido nos lábios
veefalch:
“Samuel, se ninguém escolher trabalhar no frio por aqui vai todo mundo virar vagabundo, né?” Ergueu uma sobrancelha e um sorriso nos lábios, voltando sua atenção para separar as bolinhas que lhe haviam pedido. “Gostar eu gosto mesmo mas assim? Eu sou sincera e fico puta, você sabe.” Deu de ombros já que era a única expressão que ele iria conseguir ver por estar de costas pra o rapaz. “Well, disso não posso discordar.. Então vai por mim?” Pediu, virando um pouco de lado para conseguir olhar pra ele de novo e sorrir.
“Você por acaso tá insinuando que eu sou um vagabundo? Olha só ein, Também sei de podres seus e posso usar! ” riu, enquanto observava a amiga trabalhar na tarefa que lhe foi atribuída. “Sim, eu sei bem. Você me agrediu com uma bolinha agora há pouco, não tem prova maior” pegou uma bolinha que ainda estava próxima a ele e arremessou levemente contra o ombro da outra “Ir por você? É serio que você tá usando seu rostinho bonito pra tentar me convencer” desviou o olhar, logo depois revirando os olhos “Tá, eu vou. Mas não fica convencida por que eu teria que ir de qualquer jeito” argumentou com um sorriso em seus lábios
emxmuller:
Estou com pressa porque tenho problemas maiores com os quais me preocupar além da decoração de Natal, pensou consigo. Os acontecimentos recentes em sua vida fizeram com que uma voz tenha surgindo em sua mente, negativa e irritante, sempre com comentários e negativos, pessimistas e depreciativos. Não sabe dizer se ela sempre esteve ali, adormecida, ou se apenas acabara de ser criada por suas inseguranças. “Quanto mais gente ajudar, menos a gente trabalha e mais rápido termina tudo.” Disse, negando-se a reproduzir a fala daquela voz. Gostaria que todos cooperassem e que aquilo chegasse ao fim. Ao vê-lo se aproximar, sorriu com sinceridade e alívio, feliz por ter conseguido convencê-lo a issoi. “Agradeço a gentileza.” Falou com doçura. Com cautela, desceu a escada, degrau por degrau. A última coisa que precisava naquele momento era se acidentar, ir parar no hospital e ter seu segredo revelado a todos. Assim que pousara em segurança no chão, virou-se novamente para Samu. “Precisa enganchar esse fio naquele ganchinho ali.” Apontou, dando-lhe as direções.
“Disponha, mi amor” sorriu enquanto a observava descer as escadas, logo tomando o lugar dela, subindo lentamente os degraus com a peça decorativa em mãos. “Eu nunca te perguntei, mas você gosta do natal? Tipo a decoração, a festa, os presentes... Tem gente aqui que realmente odeia” puxou assunto enquanto se concentrava em encaixar o fio no gancho que ela tinha indicado. Samuel tinha um pouco de medo de altura, mas não deixava transparecer. Na verdade, dificilmente deixaria claro um defeito seu. “Prontinho, a faixa é realmente bonita” comentou, grato por finalmente poder descer daquela escada.
moncoeurexplained:
“Saiba que eu nem cogitei a possibilidade de você não ajudar…” Marin comentou com um pequeno sorriso, entregando uma travessa de biscoitos natalinos, para que o outro rapaz fosse distribuir com os outros. “Pode começar pelos biscoitos, por exemplo.” Ela comentou, sentando-se próximo aos pés do rapaz, no braço que sobrava do sofá.
“Ah, qual é Marin! Ninguém nessa fraternidade quer me deixar em paz mesmo!” fez uma careta, olhando para os biscoitos que a outra carregava. “E eu lá vou dar uma de garçom pras pessoas aqui? Tô afim não” espreguiçou-se no sofá, enquanto a olhava sentar-se ao seu lado “Pô, tô de boa aqui, tem mais ninguém pra fazer isso não?”
evabosch:
Um semblante desacreditado surgiu no rosto da holandesa, seguido por um sorrisinho de canto enquanto balançava a cabeça em negativa para a fala de coragem do rapaz. “A gente consegue, mas é mais fácil se você colocar todos esses músculos pra trabalhar” o tom bajulador se fez presente, logo que ela cruzou os braços já impaciente. Pressionou os lábios e encolheu os ombros com o comentário seguinte, afinal sabia que não esperariam nada menos dela como nova líder da fraternidade, ainda que desempenhasse esse papel antes mesmo de ser oficialmente seu. “Ok, eu encomendei uma faixa natalina pra colocar na entrada junto com um papai noel maior, mas agora acho que seria interessante colocá-lo perto da chaminé e não na entrada? Ai você precisa testar lá em cima pra eu ver o que fica melhor, só isso.” explicou gesticulando com as mãos como se costume, já começando a direcionar os passos para o lado de fora. O tom tranquilo e despreocupado fazia parecer que não havia nada demais no trabalho que havia colocado para Samuel.
“Muito orgulho dos meus músculos sim, obrigado por reparar” sorriu largamente para a outra, com um ar presunçoso. Notou a impaciente dela, e não era para menos, o jeito do espanhol era capaz de irritar a maioria da fraternidade. Mas o mesmo não conseguia evitar, e sentia uma certa graça em irrita-la, mesmo que um pouquinho. Ela era a líder do seu grupo na fraternidade, mas Samuel nunca tendeu a obedecer ordens dos outros. “Já te disseram que você é muito mandona, chefinha?” disse em um tom irônico, mas não tirou o sorriso do rosto. “Tá bom, posso fazer isso. Quanto antes eu fizer isso, mais cedo vou me livrar... Mas não abuse da minha boa vontade.”
hxlyxjesus:
Jesus soltou o ar com alguma impaciência, mesmo que não chegasse a sentir qualquer raiva verdadeira. Não era a pessoa mais competitiva (o que provavelmente já deixava claro o quão péssimo advogado seria se seguisse os passos do pai), e por isso encarava a situação com um aborrecimento quase que teatral e nada sincero. Claro que tampouco podia dizer que pular na água da piscina em uma época tão fria o deixava animado, mas o que podia fazer além de uma anotação mental de não mais contar com a própria habilidade na corrida? Alias, nem sabia de onde tirara a brilhante ideia de que podia mesmo vencer x outrx naquele pequeno trecho percorrido. Se por um lado Guzman era razoavelmente atlético, também era pesado demais para gozar da agilidade dos membros do corpo; seus talentos se baseavam um pouco mais na força e resistência, e menos na rapidez. “Eu sei que você podia escolher o que quisesse, mas não tem outra ideia não?” Ainda insistiu, esperançoso, enquanto a brisa do fim da tarde já batia em seus braços desnudos. Oh, como ele sentia falta do calor da América Latina. “Está bem, está bem.” Ergueu as mãos em rendição, retirando então as vestes do corpo e jogando no chão ao lado de qualquer jeito. Tomou fôlego antes de finalmente pular de uma só vez na piscina; se os músculos quentes pela corrida pudesse falar, xingariam até as três últimas gerações de seus antepassados. Já emergindo, tirou o excesso de água da frente do rosto. “Lembre-me de não apostar mais nada com você. Seu coração é mais gelado do que essa água filha da puta”
O espirito competitivo de Samuel estava mais satisfeito que nunca naquele momento. Fazer apostas poderia ser considerado algo simples, divertido na maioria das vezes, mas o espanhol não poderia levar algo mais a sério. A autoconfiança e a cobrança eram suas características inerentes, não aceitaria perder de modo algum. Por isso, superar o amigo naquele momento foi capaz de suprir seu ego, que precisava ser alimentado constantemente. Pular na piscina no frio que fazia naquela época do ano certamente era uma consequência cruel, mas fazer o que. Trato é trato. Um sorriso largo não saia do rosto de Samu enquanto os dois iam em direção à piscina. “Ninguém mandou apostar comigo, mi amigo. Agora tem que aguentar. Anda, pula logo!” Vendo Jesus se desfazer de suas vestes, o músico não poderia deixar de reparar no corpo do outro. E a vista era maravilhosa, tinha que admitir. Mas logo gargalhou alto com a reclamação do venezuelano ao pular na piscina. “É bom mesmo, lembre-se bem deste momento” respondeu satisfeito, sentando-se na beira da piscina, porém não se atrevendo a colocar os pés na água.
alcidamo:
Com um suspiro exasperado, o italiano permaneceu com os olhos fechados, embora a sombra de um sorriso se fez presente em seus lábios. “Acho que irresistível é o adjetivo que você estava procurando”, o tom de voz veio acompanhado com uma provocação leve, embora Alcidamo não tivesse nenhuma intenção de seguir em frente com o flerte - uma noite havia sido o suficiente, de qualquer jeito. “Clima natalino, bagunça e pessoas tentando dar ordens. Tem receita melhor pra estragar o humor de alguém?”, com cuidado, levantou a ponta do capuz, espiando o outro com um movimento óbvio, “ah, esqueci de você. É, meu dia não para de melhorar”.
E lá se ia o pouco de simpatia que poderia ter pelo garoto naquele dia, o tom convencido e arrogante usados pela outro eram capazes de irrita-lo fortemente. O tom de flerte usado por Logan já não teriam mais efeito sobre o espanhol, fechou-se para aquela possibilidade desde o que aconteceu meses antes. “Não mesmo, insuportável é a palavra que mais define mesmo” retorquiu com aspereza, perguntando-se o por quê dele ter deitado no colo alheio minutos antes, o desgosto agora tornando-se claro. “O natal aqui costuma ser ótimo, mas quanto às ordens eu tenho que concordar contigo. Pelo menos nisso” Revirou novamente os olhos ao ouvir o último comentário proferido pelo outro “Então que tal ver por aí se alguém tá precisando de você? Com certeza é melhor do que ficar aqui comigo”