Meu lar, meu Olimpo, minhas Deusas
Fecha o laptop, expediente encerrado, foco na preparação.
Preparar algo para comer, colocar a mesa, separar abridor de vinho, colocar as taças. Quanto tempo falta? 40 minutos.
Bom, vou fazer um sanduíche para todos nós, metade deles com azeitonas, pois no primeiro encontro eu roubei a última azeitona da pizza e Cléo ficou possessa.
Estou aqui de novo, porque a inspiração vem naturalmente, exala paixão, excitação e mexe com minha criatividade.
Fechei o pão, enrolei no papel alumínio e olhei para o celular:
“Chego em vinte minutos”, metade do tempo passou, parecia que tinha demorado uma hora.
A ansiedade toma um pouco da mente. Fui tomar meu banho, colocar minha roupa e tirar o sanduíche do forno.
O tempo foi certeiro, em três minutos tudo começaria de novo.
Olhei para tela do meu celular e tinha um “chegamos”.
Sim, no plural. “Mozão, como é na tua casa, vamos mais discretas”.
Abri a porta e já elaborei a primeira pergunta retórica, “como ser discreta quando você é uma tremenda gostosa?”.
Pois é, não tem como. Detalhe, ela não estava só.
Subimos Cléo, eu e Talita.
Ah, perdão a má-educação, Talita é amiga de Cléo, “minha melhor amiga” segundo minha deusa morena.
Ela trouxe uma loira do tamanho dela, em termos de altura, quase semelhante, duas baixinhas bem gostosas!
“Sejam bem-vindas”, elas entram na minha casa, comentam sobre as plantas, se aconchegam e trato de servi-las.
Prato na mesa, vinho na taça e tudo o mise-en-scène está concluído.
Cléo é amorosa, faz esforços para lembrar cada detalhe de momentos anteriores e ela consegue, ela toca, ela te derruba antes de qualquer roupa tirada.
E Talita? Do mesmo jeito, atenciosa, interessada na tua vida, quer interagir, quer conversar e com um olhar de “quero que você me coma”.
Estamos alinhados, porque é isso que estou querendo.
A playlist é uma aleatoriedade sem fim!
Sou convidado para mostrar se sei dançar forró.
Desafio aceito e o cheiro, o toque, a sensualidade acompanha em qualquer movimento. “Sou muito dura?”, Cleo me pergunta.
Não meu amor, você dança muito bem, como tudo que vc se propõe a fazer. Claro que ganhei uns beijos e, de banda de olho, olho para a loirinha sentada no sofá admirando tudo.
Está na hora de fazer isso o Olimpo que te falei no título.
Cleo começa a tirar a roupa, Talita a acompanha.
E eu? Claro que vou fazendo a mesma coisa.
Uma vez com o colo desnudo, pergunto se minha morena continua com os mamilos muito sensíveis e ela afirma com a cabeça. “Pode deixar, mozão. Cuido bem deles...” e fui com uma língua delicada, mordiscadas sutis e muito carinho para ouvir uma respiração prazerosa.
Ao mesmo tempo, sinto beijos no meu pescoço, braços me entrelaçando e o tato de outro colo nu me tocando.
Eu tenho certeza que Baco, Dionísio ou Afrodite estão nos felicitando neste exato momento.
As meninas me levantam, puxam minha calça, tiram minha cueca e começam um dueto carnal e profundo.
Há uma sincronia natural entre as duas, elas conseguem se entender pelo pensamento, pelo olhar ou, até mesmo, pelas chupadas.
Não bastasse toda essa ousadia, Cleo molha meu pau de vinho e vai caprichando cada vez mais.
Ela se dedica, Talita se levanta, começa a me beijar e eu querendo sentir os peitos dela.
Minhas mordidinhas seguidas de uma respiração mais profunda, umas lambidas e uns pelos se arrepiando. É isso que me move!
Essa energia para que todos curtam, sintam e se entreguem.
Eu pergunto se podemos ir para o quarto.
Chegando lá, Cleo se deita como se fosse um lugar que ela já fosse íntima. Ingenuidade minha em achar que o efeito da minha casa é exclusivo.
É na cama que ela nos conquista, é na cama que ela causa a palpitação, é por conta da cama que eu estou aqui de novo.
Hora de retribuir a chupada!
Começo, gemidos e carinho na minha nuca, ao meu lado, a maravilhosa loira puxa um brinquedinho e começa a se estimular enquanto eu me preocupo com a morena.
Coisa linda é proporcionar prazer para uma, espiar os movimentos de clímax da outra. Quando vou usar a mão, Cléo dá um toque “Mozão, com essa língua você não precisa de mais nada”.
Recado entendido, eu me preocupo em fazer o que sei.
E fiz, e ouvi gemidos altos e limpos, um prazer genuíno.
Eu tento descrever, mas só minha pele e minha memória sabem o que é esta mulher.
Troca de papéis, hora de conhecer a buceta de Talita.
Linda, cheirosa e bem rosinha. Mesma coisa, caio de boca e, enquanto isso, Cleo resolve brincar também enquanto assiste tudo.
Talita é maravilhosa, me guia e se solta. Para quem gosta de dar prazer, como eu, dividir a cama com essas duas mulheres é muito mais que pecado, é a satisfação comprovada em sons e fluídos sexuais.
Pergunto a Talita se posso comê-la, ela responde que quer muito isso.
Em paralelo, Cleo está lá, vendo tudo de camarote e continua se tocando o tempo todo, sem parar. Divino, para todos os lados e eu sou um titã buscando satisfazer essas duas deusas.
Visto a camisinha e Talita monta em mim.
Passaram-se minutos intensos de uma cavalgada de especialista, domínio completo na arte de montar em um pau e saber enlouquecer o sortudo da noite. Ela se deita, joga o peito na minha boca, se levanta, muda a posição das pernas. Seis, sete, oito minutos dela sentando no meu caralho e tudo muito intenso, muito gostoso!
Uma mulher esplendorosa, um sexo maravilhoso, um toque sensível e a vontade daquilo durar uma eternidade só aumenta.
Na hora de mudar de posição, jogo a camisinha fora e Cleo resolve se dedicar em me preparar para ela.
Eu nem sei quanto tempo eu passei comendo Talita, foda-se, foi uma delícia, só queria repetir. Mas agora era hora de focar na minha primeira deusa.
Aliás, invertemos o papel, ela fez outro boquete duradouro e delicioso. Enquanto isso, Talita senta na minha cara e me dar o presente de continuar chupando aquela vagina deliciosa e muito linda!
Fiquei ali o tempo necessário, usufruindo da mistura de sensações ao me concentrar em proporcionar o melhor prazer oral que posso fornecer e desfrutar da arte de uma felação de quem tem vocação em fazer isso.
Sério, o boquete de Cleo, assim como o de Talita, é de outro mundo e não precisa se acanhar.
Uma vez que fiquei completamente duro, Cleo colocou a camisinha com todo cuidado e sentou também.
Enquanto eu continuava chupando Talita, era a vez de Cleo desafiar a física, a anatomia, meus hormônios e me proporcionar a melhor experiência possível.
Depois de muito montar no meu caralho, ela ficou de quatro e falou “vai do jeito que eu gosto até o fim”.
Quem sou eu para negar um pedido da dessa deusa?
Se Cleo pede parar você gozar, você só tem uma obrigação.
Coloquei meu pau dentro dela, ela se posicionou pronta para chupar Talita.
Aquilo é uma obra de arte, é um desenho de galeria, é o sexo que todo mundo fantasia. Ali, naquela cama, era a realidade.
Usei toda minha força, minhas pernas começaram a ficar bambas.
Vozes pedindo mais, enaltecendo minha determinação e afirmação que era daquele jeito que ela gostava.
Vai, vai, vai! Isso, tá chegando! Ahhhhhhhhh! Obrigado Cléo, obrigado Talita. Delícia, desejo realizado e eu só pensava em fazer “de novo”.
Olhei para o relógio, faltava apenas quinze minutos. Droga! Isso é muito pouco! Sem problemas.
Cleo pede um café e vamos todos para a cozinha, completamente pelados e íntimos.
“Parece uma cena de filme nacional” informa a deusa morena.
Sim, meu mozão, parece mesmo, assim como uma homenagem a Baco.
O primeiro café teve o filtro rompido, coloco outra água, sento no banco e me interesso em conversar com as meninas.
Nossa, uma pena que os horários são determinados, elas dão aulas de vida! Muito educadas, inteligentes e interessadas em fazer cada minuto com elas, segundo o acordado, ser especial.
A conversa com elas é tão boa quanto os momentos na cama.
Elas são profundas, elas são especiais e tudo aquilo que vivenciamos é épico.
Uma recepção, uma comida, uma garrafa de vinho, carícias, felação, penetração e muita interação.
Eu realmente não faço ideal como é deve ser a vida de um ser mitológico, mas eu posso falar que essas duas Deusas fizeram do meu lar, um Olimpo.