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@cleverstacy
Peter and Gwen being adorable in photobooth ^^
And what makes me a good person? → @Wonder Spider
A princesa guerreira, durante toda sua vida, havia sido preparada para apenas um único objetivo: guerra. Crescera em um ambiente paradisíaco, isto é um fato; mas também crescera com espadas em punhos, alto conhecimento sobre artes marciais e armamentos tanto brancas quanto de fogo. Sua super força, agilidade, cura sobre-humana, etc., eram apenas detalhes que complementavam a poderosa Mulher Maravilha — assim como uma armadura complementa um guerreiro —. Então, estar no calor de uma batalha fazia Diana se sentir como se estivesse em casa, e mesmo a situação do planeta Terra estar deplorável pelas invasões interdimensionais ou galáticas, lutar contra os gigantes de gelo não fora exatamente um problema. Ela dava seus gritos de batalha, movimentando-se como uma exímia guerreira, e golpeava qualquer inimigo a sua frente com a espada afiada em mãos. O laço era lançado vez ou outra; inquebrável, puxava os gigantes sem se partir uma única vez, atraindo os mais covardes para sua lâmina. Tal como desferia golpes, golpes também lhe eram desferidos. Wonder não podia evitar certos ataques, porém podia fazer algo muito melhor: revidar — e fazia exatamente isto —. Entretanto, nem todos os movimentos realizados em batalhas são esperados.
Em um momento qualquer, após cerca de horas de luta, Diana não sentia-se nenhum pouco cansada — graças aos seus poderes regenerativos, é claro —. Dividia o campo de batalha com alguns heróis que não recuaram por nenhum momento ou chegaram a um tempo atrás, fazendo com que a amazona admirasse imensamente a coragem deles. Porém, de modo repentino e sem aviso prévio, a princesa guerreira foi atingida por algo invisível; mais propriamente dito, uma magia. As resistências de controle sobre si própria foram quebradas como vidro, fazendo com que a maldição lhe impregnasse com facilidade. A amazona ficou apenas parada no ar com a sensação abrupta de que algo invadia sua alma (sem ter certeza do quê) que ia moldando-a sem percepção. Era como se seus olhos estivessem sendo abertos para a realidade do mundo, como se novos ideais se formassem em seu âmago, e uma visão que parecia soar verdadeira fosse lhe dada. Contudo, o momento flutuando no ar a tornou um alvo fácil para um golpe do gigante de gelo mais próximo, no qual veio com tanta força que a lançou longe — literalmente — fazendo seu corpo se arrastar pelo concreto. Diana gemeu de dor, mas quando finalmente tivera sua jornada interrompida pela massa inercial haviam apenas arranhões em suas coxas. Seu olhar subiu diretamente para o gigante que desferira o golpe, e um sorriso surgiu em seus lábios; um tanto cruel. Pegou seu laço preso na lateral de seu quadril — já que a espada tinha caído no meio do caminho —, voando na maior velocidade que alcançava até o bicho, e envolveu com o objeto magico toda a extensão de seu pescoço. Diana voou para o chão mesclando sua força nos braços com a raiva repentina que tinha surgido, jogando o gigante de gelo de um lado para o outro, cima para baixo, o fazendo atingir tudo que podia. Nesse meio tempo, conseguiu recuperar a espada caída para rasgar a criatura em pedaços suficientes para não se contar. A amazona riu ao notar que o gigante que abatera estava travando batalha contra outro herói ou vilão; não sabia se ele(a) estava irritado(a) por causa disso, então apenas se limitou a dizer: “Oh, eu salvei sua vida, né? De nada." Diana não sabia, mas a magia que lhe acertava era uma ilusão de ser uma pessoa melhor, enquanto seus defeitos eram alimentados para causar desequilíbrio. O ver dela não era mais equivalente ao ver dos outros.
Em momentos de luta, e de batalha nunca se olhava para trás ou pensava em desistir. Pelo menos era isso que Gwen sempre acreditou. Se ela estava ali colocando todo o seu aprendizado e toda a sua coragem para lutar no que acreditava que era correto, então não tinha como voltar atrás. Em sua mente, ela tinha que lutar por aqueles que não estavam ali junto a ela. Ou contra aqueles que queriam desistir tudo que ela acreditava. Tinha que lutar contra tudo de errado que estava acontecendo naquele mundo. Era estranho sentir aquilo, mas sempre tinha a impressão que aquele mundo não fazia sentido. Como se algo estivesse errado. Poderia ser com ela, ou com as coisas a sua volta, mas havia muita coisa que não se encaixavam. Como o fato de que ela e o Peter tivessem sido picados e ambos ganhados poderes de aranha ou o fato de todos de repente concordaram que Lex Luthor seria um ótimo líder, e agora Loki se encaminhava por aquele caminho. Como as pessoas poderiam ser tão cegas para não verem o que estava bem na frente delas. Gwen conseguia enxergar que algo estava errado, mas não conseguia enxergar o "O quê" talvez por estar muito próxima do que estava acontecendo, mas tinha certeza que algo estava errado. A garota, sim em sua cabeça Gwen não passava de uma garota com vontade de enfrentar o grande e terrível mundo, mas ela não desistiria assim tão fácil. Ela ainda tinha todos os seus movimentos para mostrar antes que aquela noite acabasse.
Então assim como todos os outros heróis investiu contra os gigantes com o máximo de força que via em seus olhos. Gwen queria mostrar que havia aprendido muita coisa junto com Barbara. Nos inúmeros jogos de Target, sem contar que ela havia aprendido muitos golpes de luta. Barbara era um outro assunto que a garota não gostava de pensar naquele momento. Sua mentora, não parecia mais estar disponível. Não importava quantas vezes, Gwen ligasse ou tentasse falar com a mesma. Sempre acabava tendo que deixar a mensagem na caixa postal. A primeira havia sido coisas simples como "Me liga." ou "Quando vamos treinar novamente?", e então ficou começando a achar que havia feito algo estupido e errado. "Fiz algo?" ou "Nós estamos bem?" Depois chegou a acreditar que Barbara estivesse um pouco mal, então começou a mandar mais mensagens. "Está precisando conversar?" ou "Estou aqui." Então o celular já estava cheio de mensagens da garota, e Gwen teve a impressão que a mesma estava ignorando ou fingindo que ela não existia. Gwen Stacy não conseguia suportar coisas assim. Por isso tinha que focar-se agora em seu treinamento individual. Tentar conquistar as coisas sozinhas, uma vez que já não tinha uma amiga. Gwen já não havia feito tantos assim uma vez que havia brigado com o líder Steve Rogers na frente de todos e desafiado a autoridade do mesmo indo para a batalha quando o mesmo tinha deixado bem claro que ela não era mais bem vinda. Gwen não ligava, não lutava para seguir ordens de alguém. Lutava, pois sabia que precisavam de heróis e que precisavam dela. Não importava se sua mão ainda ardia pelo tapa que havia dado em Steve, ou pelo fato de seu corpo ainda estar destruído por conta da tortura que sofreu do Red Hood. Gwen Stacy estava acima de tudo aquilo e lutava para mostrar que ela era uma sobrevivente. Ninguém precisava saber o que havia acontecido e o quanto que ela havia se machucado. Ela estava pronta para lutar novamente, mesmo que as pessoas falassem que não. Porém era muito mais fácil pensar do que realmente fazer tudo o que ela queria, pois naquele momento não estava se dando muito bem com Gigantes do Gelo. Ladrões em Nova York, ela conseguia aguentar. Afinal eram humanos. Gigantes modificados que poderiam matá-la em um piscar, nem tanto. Era por isso que poderia estar morta, se não fosse um raio de esperança. Abriu os olhos quando percebeu que não era realmente o seu fim, e que havia sido salva. " Obrigada, obrigada. Diana, realmente você salvou minha vida. Posso fazer algo para ajudá-la? Adoraria lutar junto a você." Acabou confessando, mesmo que Diana já soubesse que Gwen era mais do que uma fã dela por conta da última vez. Os olhos de Gwen brilhavam enquanto via a amazona lutar, e imaginar que poderia estar ao lado dela. Lutando pela mesma causa. Querendo ser como ela. Era um sonho, era algo que sempre quis. Alguns sonhos poderiam tornar-se realidade. Pelo menos era isso que ela queria acreditar.
Sábias palavras garota. Mas por um lado tem razão, essa está sendo uma das melhores, mas também as piores.
E é um prazer ter alguém do meu lado, prazer em conhecê-la Gwen, sou T’Challa.
Meu namorado, ex-namorado...prometeu para o meu pai que ficaria longe de mim. Ele não tinha esse direito, mas ainda assim é uma promessa difícil para ele. Ainda mais quando sou persistente. A sua também é algo do gênero, ou é mais do tipo "Vou fazer você ser orgulhoso de mim."
T'challa? Nome interessante. Não muito comum, mas enfim. O que faz T'challa?
Eu prometi pra alguém que não iria agir sozinho, mas está sendo difícil demais de ficar só sentado aqui.
Algumas promessas são mais difíceis de se manter, mas são as melhores.
Não precisa estar sozinho, agora estou aqui também. Gwen Stacy.
It's hard look into your eyes and lie, you know? || Gwebs
Barbara, na maioria das vezes, sabia quando as pessoas estavam mentindo em sua face, aprendera notar alguns sinais quando era mais nova os aprimorando quando ainda treinava com Bruce, apesar de que o fato de Gwen Stacy ser uma péssima mentirosa deixava as coisas ainda mais fáceis. Aquilo não estava a ajudando a acalmar os seus nervos, longe disso, o quanto mais evasiva Gwen era mais vontade ela tinha de ir até Jason e arrancar as palavras dele a força.
"Stacy, você tem que confiar em mim" o tom em sua voz tinha uma certa urgência "Você precisa me falar o que aconteceu com você na festa do Luthor". Ela iria acabar com Laurel depois, como a amiga poderia ter guardado algo daquele tipo pra si, sabia como Barbara importava-se com Gwen. E Jason. Deve ser por isso que ela escondeu de você, Gordon. Respirou fundo, forçando-se a relaxar, tentando deixar o assunto em particular momentaneamente para o lado, mesmo que sua vontade interior fosse de quebrar pelo menos uma costela de Jason Todd, Gwen ainda precisava dela ali, lidaria com aquilo depois.
"Olhe para mim, Gwen Stacy, aquele velho que deveria fazer parte do mostruário de um museu não tem o direito de dizer se você deve ou não estar aqui" apesar de simpatizar um pouco com o homem, havia de confessar que o modo arcaico que ele tratava certos assuntos a incomodava, querendo ou não, muitos que estavam ali e juntaram-se a causa não eram os soldados perfeitos - não era nem se quer soldados - mas isso não diminuía o valor de cada um ali e o papel que representavam "Se você quer isso então o faça, não importa o que ele ou qualquer outro fale, você escolheu estar aqui, você teve a coragem e iniciativa que muitos não tiveram, portanto, você merece estar aqui" devolveu o sorriso para a loira, sabia que não era tão agradável e que possuía mais jeito com palavras quanto Laurel, mas acreditava que pessoas mereciam segundas chances caso estivessem dispostas a enfrentar as consequências que elas traziam - fora por isso que criara o Birds of Prey - e não era por causa de um pequeno erro que Gwen merecesse tal julgamento, mesmo que isso quase lhe custou a vida.
"Friends" concluiu, sua postura já estava mais relaxada e o sorriso permanecia em seu rosto "Agora eu realmente preciso sair daqui, tem um café aqui perto, deixe-me pagar um pra você para concretizar nossa amizade" as duas poderiam aproveitar um pouco de ar livre e sair do ambiente pesado que o lugar sempre trazia.
Não sabia o porquê de estar tão receosa para contar para todos o que realmente havia acontecido com Jason. Ela era uma sobrevivente e não precisava esconder aquilo, mas ao mesmo tempo que ela não queria aparecer que havia sido o membro fraco da equipe que precisou ser salva, pois não tinha como escapar do mesmo. Ainda assim a garota tinha construído o muro e não sabia como reagir. Sem contar pelo fato de tantas pessoas serem tão ligadas ao Red Hood como ela descobriu depois.
Conforme Barbara falava a garota conseguia ver como a garota realmente se importava com ela e sentia-se cada vez mais culpada, mas sabia que não podia. Barbara era muito próxima de Jason para saber daquilo, então ela tinha que ficar ali com suas blusas de manga comprida cobrindo os machucados e gorro para cobrir a cicatriz que possuía na cabeça. Era difícil uma vez que estavam chegando em uma época quase de calor. Ela poderia contar que estava doente, mas de qualquer jeito sabia que em alguma hora tinha que contar a verdade para a garota, mas o quanto pudesse enrolar com aquilo ela o faria.
Ficou feliz em achar mais alguém ao seu lado quando assunto era o Capitão. Tinha respeito por toda a história do mesmo, mas não achava que ele era o melhor líder quando o assunto era os refugiados. Sem contar que eles agora precisavam de alguém que entendesse que nem tudo era a base da força. Qual era a diferença entre eles e o Lex Luthor uma vez que o comportamento de ambos os grupos era igual. Como eles poderiam dizer seus heróis se estavam cometendo crueldades no mesmo nível que "os caras do mal" não era justo. Por isso que a garota não sentia-se confortável ali seguindo as ordens do mesmo. Se fosse por ela era muito melhor se tivessem um líder que tivesse princípios, pois eles lutavam pela coisa certa, ou seja, eventualmente eles acabariam ganhando já que o bem sempre vence. Porém quando eles misturavam o bem com o mal, não sabia se eles ainda manteriam aquela ideologia. Gwen já sabia que provavelmente seria expulsa daquele grupo, mas queria ter certeza que ainda teria bons amigos no fim do dia, mesmo que para isso tivesse que mentir para os mesmos para protegê-los, e era por isso que tinha segurado a decisão de não contar para Babs sobre o que Jason realmente havia feito com ela. Era melhor para a Batgirl daquele jeito.
Sorriu com a resposta da ruiva e assim que a mesma saiu não conseguiu evitar de dar uma de idiota como Peter sorrindo bobamente como se tivesse acabado de ganhar um presente. Concordou com a ideia da mesma. "Somente se você me deixar pagar os donuts, afinal, filhas de policias tem que manter a tradição." Piscou para a mesma enquanto segurava no braço dela seguindo a mesma para onde elas estavam indo.
Então Oliver Queen está morto e ninguém procura saber onde está o corpo dele? E o luto é por Lex Luthor. Grande sociedade.
Digamos que nem todos aqui são tão sábios, mas se precisar de ajuda eu ajudo a procurar o corpo do Ollie. Ele merece isso.
Say you’ll see me again Even if it’s just in your wildest dreams
Wait, the worst is yet to come || Gwim
Gwendolyn Maxine Stacy mais conhecida como Gwen, codinome Spider-Woman. 19 anos, humana com mutação genética. Gwen era o tipo de garota que Tim precisava, esperta, a garota era uma gênia e Tim gostava de estar junto de uma pessoa assim, além disso ele, na verdade, o mundo poderia fazer proveito do poder da garota, Tim esteve estudando a garota por meses assim como os outros integrantes do futuro Teen Titans, precisava encontrar Ravena e Mutano urgentemente. O mundo havia parado com a noticia da morte de Luthor e com a mudança de cargo passando para Loki o poder de comandar os estados unidos. Mas Tim sabia que era só apenas uma questão de tempo para que alguém substituísse Luthor após sua morte, como dizia sobre a lenda da Hidra de Lerna, se você cortar uma cabeça duas nascem no lugar. E Loki valia por 5 Luthor’s. O deus era poderoso e era a ultima coisa que os E.U.A precisava. Tim então soube que era a hora de chamar Gwen para o seu grupo e não demorou muito para que o mesmo pegasse um dos seus celulares descartáveis e o utilizasse para mandar uma mensagem para a loira. Esperava profundamente que a loira atendesse ao seu pedido já que assim como a inteligência dela e o poder seria de grande ajuda.
Tim usou um dos seus esconderijos para o encontro, sabia que ninguém iria lhes perturbar lá, era um antigo depósito, cheio de pichações por vândalos, oque poucos sabem é que aquele depósito era terreno dos Wayne. Bruce havia abandonado o lugar, o mesmo iria demolir e construir mais uma de suas empresas ali no local mas antes disso Tim pretendia fazer bom uso do local. O garoto se escondeu entre as sombras, num lugar alto, pois se não fosse a loira que aparecesse ali Tim poderia usar o bom e velho elemento surpresa, então se escondeu em uma base de concreto . Tim gostava de saber que ainda existiam pessoas inteligentes como ele por ai, a inteligência era uma das coisas que mais atraia Tim em Gwen, além é claro da garota ser loira, Tim sempre teve uma queda por loiras. Tim pode ouvir passos se aproximado da entrada e entre a escuridão Tim pode enxergar a super-heroína vestida com o seu uniforme.
- Fico feliz que tenha vindo, Gwen… - afirmou o garoto enquanto planava com as suas asas até o chão, por um momento entre a escuridão o garoto parecia a forma de um morcego, oque era interessante já que a ultima coisa que o rapaz queria era se parecer com o Batman. - Oque você acha de mudar o mundo?
Aquele lugar na cabeça de Gwen parecia ser o lugar perfeito para uma emboscada ao mesmo tempo que parecia ser o local que o grande grupo de heróis se reuniam para bolar um grande plano e ninguém imaginar a presença deles ali. Parecia bastante com a Resistência. Lembrava-se de quando havia ficado em um lugar abandonado como aquele e ninguém mais do que Diana Prince havia aparecido, por isso Gwen não tinha receios a entrar em lugares escuros e afastados. Apesar de ter um pouco de medo, mas o sentido aranha dela dizia que tudo estava bem e o sentido geralmente estava errado. Era bom ter aquela sensação para já se preparar caso algum ruim venha a acontecer. A cabeça da loira ainda doía por conta do frio, e por causa de Oliver. Ela não conseguia imaginar como seria sem ele, ela ainda sentia falta do mentor e também amigo. Ela enxergava ele como amigo, apesar dele várias vezes dizer para ela que estava sendo estúpida em se espelhar em alguém como ele. Gwen ainda naquela situação acreditava que não havia cometido um erro. Estava grata por ter tido pelo menos um pouco de tempo ao lado do grande Arqueiro Verde, e faria de tudo para honrar a memória do mesmo. Para isso tinham que derrotar Loki e trazer a paz de volta.
Não demorou muito, na verdade, não demorou nada para grandes asas aparecerem em sua visão. Fazendo uma queda perfeita ao chão. A loira acabou bastante impressionada com tudo aquilo, lembrou bastante de como o Batman havia aparecido algumas vezes e até mesmo podia ver a marca dele ali, mas não poderia esperar nada menos do Red Robin. O garoto havia sido um Robin dele e deveria ter aprendido inúmeras coisas sem contar que ele ainda possuía todo aquele ar sério do mesmo, apesar de ser um pouco mais descontraído. Lembrava-se da noite quando ficaram pesquisando qualquer ameaça estranha que pudesse estar sobrevoando. Depois da quarta caneca de café, e de ser mais de três horas da manhã. Qualquer pássaro era motivo para os dois estranharem e pensarem que seriam atacados, só para confirmarem que era uma ave e acabarem rindo. Sabiam que tinham que ficar focados, mas algumas vezes eles precisavam daquele tempo para relaxar.
Assim que o garoto nivelou-se ao por os pés no chão, Gwen pode encará-lo e mesmo que não fosse dar oi ou qualquer outra coisa, pois pode notar que o assunto era urgente decidiu ouvir o garoto. - Estou bem por estar aqui também, e o quê? - Ficou um pouco confusa com as palavras do garoto. Mudar o mundo? Ela adoraria, ainda mais para concertar alguns erros, mas sabia que não era desse tipo de mudança que ele estava falando. - Você sabe que se for para ajudar, pode contar comigo para basicamente qualquer coisa. - Confirmou esperando que explicasse melhor o que tinha em mente.
You just need to know that I'll be there for you || SpiderCanary
"Meus pêsames""Eu sinto muito""Fique tranquila, ele está em um lugar melhor" essas foram as palavras que circulavam pelos ouvidos e mente de Laurel. Ela sabia que não adiantava tentar pensar em outra coisa, nem mesmo fingir um sorriso e dizer obrigada. Estava em um funeral, o que mais ela esperava? Era isso que teria de ouvir, era isso as pessoas iriam dizer. As vestes pretas cobriam seu corpo, e isso era sinal do seu luto. Os olhos estavam cheios d’água, observando sem parar o túmulo já fechado, onde o corpo de Oliver Queen jazia. E junto com uma morte, vinham as milhares de pessoas que fingiam se importar, para dar algum tipo de apoio. Ela sabia que Oliver iria mandar todas embora, deixando apenas as pessoas que se importavam de verdade.
Laurel havia chegado a seguinte conclusão: não se morre com dignidade. Você pode ter tido uma vida fantástica e cheia de vitórias, mas quando sua hora chegava, quando você estava finalmente sem vida, não havia dignidade. Você tem tão pouca dignidade, que é jogado em uma caixa de madeira e jogado em um buraco de terra. Quando morto, é tão insignificante e tão inútil, que até formigas podem andar sobre a terra, e você tem que ficar apodrecendo sob ela. Você fica tão frágil e ridículo, que seres microscópicos se alimentam de você. Aqueles pensamentos a faziam se perguntar se valia a pena. Valia a pena você ter uma vida cheia de sucessos, de dignidade, de respeito, se quando uma coisa tão patética quanto a morte acontece, você simplesmente é transformado em nada. Isso fez a garota dos olhos azuis, que agora estavam mais voltados pro vermelho, rir baixo. Ela balançou a cabeça negativamente, não acreditando naquilo. Oliver tivera uma grande vida, muito mais espetacular e muito mais intensa do que a maioria das pessoas comuns. Porém, teria uma morte inteiramente normal. Sem nada de especial. Houvera um velório, um discurso, choro, lágrimas, e como qualquer outra pessoa, ele seria lembrado por alguém. Laurel iria se lembrar dele.
Alguém se aproximou. Alguém que ela sabia que não estava ali por obrigação, que não estava ali de falsidade. Sabia que Gwen estava sofrendo tanto quanto ela. E após algumas palavras trocadas, sabia que ela sabia mais sobre o que estava sentindo do que si própria. Deixou-se ser guiada pela loira, em direção a um café como havia sugerido. O silêncio que prevaleceu durante aqueles minutos seguintes foram bons, para que a cabeça de Laurel tentasse se acertar. Ela ainda se sentia confusa, com a cabeça latejando, com o corpo gélido e pálido, como um cadáver. Quando Oliver morreu, não levou consigo só seu corpo e alma, mas uma parte de Laurel também. Mas de certa forma, ele continuaria um pouco vivo, na lembrança dela, de Gwen, de seus parceiros, e de todas as pessoas que idolatraram ele e acreditaram nele até seu último suspiro.
Os passos foram precisos, calmos, a coluna estava erguida, o óculos de sol nos olhos, afastando não só a luz, mas também os olhares das outras pessoas, que a encaravam pelos olhos vermelhos e inchados. Quando finalmente chegaram no café, um local mais afastado, não muito movimentado e , graças a Deus, sem nenhum tipo de televisão ou rádio, Laurel sorriu para Gwen e se sentou em uma das mesas, subindo o óculos de sol para a cabeça, limpando os olhos por um momento. Assentiu para a loira, sorrindo de leve a observando ir pegar o café. A heroína abaixou a cabeça, apoiando a mão e os braços na mesa, e a lateral do rosto sobre o braço, deitando na mesa de lado, fechando os olhos. Ela engoliu em seco, deixando que seus pensamentos fossem guiados para onde quisessem, mesmo que aquilo fosse lhe machucar. Os pensamentos correram para a noite de ano novo, quando ela tentou falar o que sentia, depois para quando estava com T’Challa, chorando, por causa dele. Não importava se Oliver tivesse a feito chorar, se ela tivesse sofrido com ele e por ele, não importava quão difícil fosse o relacionamento deles. Ela tinha o amado.
Enquanto esperava o café ficar pronto e tentava não encarar diretamente Laurel. Lembrava-se de como era estar na pele da mesma. Tudo o que mais desejava era paz e silêncio. Claro, alguns dias buscava pelo conforto de algumas pessoas, mas no dia em que colocaram seu pai em um caixão e ela teve a certeza que nunca mais veria o homem havia sido uma imagem cruel para qualquer um. Aquela era a pior parte de qualquer funeral. A parte da despedida. Quando você tem a certeza que nunca mais vai ver aquela pessoa, pois o caixão se fechou. O momento que você quer pedir para ser aberto novamente só para poder dar uma ultima olhada já que você sabe que é a última vez. Ninguém nunca sabe quando é a última vez que se está com alguém.
Olhando para si mesma usando as mesmas roupas do funeral de seu pai. Gwen sentia todo aquele peso sobre ela. Se ela soubesse que seu pai ia sair e nunca mais voltar aquela noite, o que ela teria feito? Trancado ele dentro de casa e proibido que fosse fazer seu trabalho e ajudar outras pessoas? Ela não era egoísta para fazer aquele tipo de coisa. Teria falado novamente que o amava? Ela sempre contava para o pai o que sentia. Não havia nada que ela não tivesse feito para demonstrar para o homem que ela o amava, a não ser mentir para ele sobre ser uma heroína e sobre Peter. Sabia que tinha de ter contado aquilo e agora era tarde demais. Algumas coisas que guardamos algumas vezes ficam conosco para sempre. Aquela informação torturava a mente da loira. Talvez seu pai tivesse tido um pouco mais de paz se ela tivesse contado. Porém havia uma diferença entre ela e Laurel, além das obvias. Ela havia dito para seu pai que ela amava. Ele morreu com Gwen tendo a certeza disso. Mesmo que todos ali tivessem a certeza que ambos se amavam. Laurel parecia remoer aquele sentimento. Não conseguia imaginar como era estar no mesmo lugar que ela. Morrer sem falar para Peter que a amava. Ou estar brigada com ele, o que realmente acontecia o tempo inteiro.
Os cafés ficaram prontos e Gwen pegou as duas canecas. Uma em cada mão. Nada melhor do que se afogar em uma boa dose de café preto puro e quente. As canecas eram enormes do jeito que a maioria de policiais tomavam. Gwen estava acostumada a ir naquele local quando seu pai a levava para a escola quando era menor. Eles fingiam tomar café normal com sua mãe já que a mesma não deixava Gwen tomar café por ser jovem demais, mas o pai nunca via problemas naquele hábito. Achou melhor estar em um ambiente mais aconchegante e familiar como aquele era para ela. Suspirou ao ver o estado da incrível Black Canary. Pegou o lugar na frente da mesma e soltou um suspiro. Lembrava-se de não estar muito melhor que a garota, mas ainda assim alguém tinha que segurar as pontas.
Empurrou uma das canecas para frente induzindo a loira a tomar alguma coisa. Tinha quase certeza que a garota não havia comido nada a um bom tempo já que a mesma havia ficado sem comer. - Pedi a coisa mais doce que eles tinham. Acho que daqui a pouco vão trazer alguns donuts. Você precisa de açúcar e não tem nada melhor do que café essa hora. - Tomou a iniciativa de começar a tomar alguns goles do mesmo. Tinha esquecido como era o gosto do mesmo já que aquele lugar não era cinco estrelas ou qualquer coisa do gênero. O café era lamacento e não tinha um gosto bom, mas ainda assim era o único lugar perto da onde eles moravam, da delegacia e da escola. Fez uma cara de repugno enquanto tomava e era até um pouco engraçado. - Meu pai costumava me trazer aqui quando eu era menor. Tinha esquecido o quão terrível era o gosto desse café. - Talvez até ajudasse ter algum assim tão ruim na boca. Aquele gosto amargo para afastar a mente do que estivesse perturbando. Deu outro gole e esperou que Laurel tivesse alguma reação sobre o que estava acontecendo ou sobre o que tinha falado.
I don't like following your rules || CaptainSpider
Steve bufou, como se estivesse juntando uma carga de fúria há anos e expelisse-a toda de uma vez em um nervoso suspiro. — Você prefere ficar em pé? — A pergunta não soou como uma pergunta. — Você vê o seu problema, senhorita Stacy? Você não consegue seguir nem a porra de uma simples ordem! — Esbravejou, socando a mesa atrás de si. Seu rosto estava começando a ficar vermelho. De costas para a loira, ele respirou fundo, seu tom de voz ainda mais grave. — Os seus caprichos, senhorita Stacy, te levaram a ser capturada. As coisas já estavam muito difíceis sem as suas intervenções nas missões, mas você não consegue se segurar, não é mesmo? Você não aguenta, precisa meter o dedo em tudo. E no fim, ainda sou o babaca. — Balançou a cabeça negativamente. Girou o corpo para encontrar os olhos de Gwen. — Eu estou tentando segurar as pontas por aqui, senhorita Stacy, mas você precisa colaborar. O anarquismo que você causou em uma mera missão pode levar todos os nossos planos para o ralo! “Pensando em salvar um amigo”, honestamente, quem você pensa que é? O mundo todo precisando de nós e você se rendendo ao seu egocentrismo, a senhorita é tão narcisista quanto o Caveira Vermelho. — Disse tudo no seu tom mais imponente, se aproximando de Gwen.
Quando ela havia decidido seguir Bruce sabia que todo aquele furacão alguma hora iria chegar, mas não conseguia entender como Steve podia ser tão idiota. Ela havia cometido um erro. Havia arcado com as consequências e ninguém tinha nem mesmo visto o quão machucada ela estava. Isso porque não estava bem reclamando. Era o que ela tinha que aceitar por ser imprudente e seguir seu coração, mas em nenhum momento ela via-se arrependida. Em nenhum momento ela pensava em voltar atrás das ações que havia tomado. - Eu sigo ordens de pessoas que dão ordens que fazem sentido. - Resmungou para baixo, mas sabia que o capitão havia escutado e era verdade. Ela sempre obedecia Barbara, ou Oliver. Até mesmo Bruce, sendo que ela nem recearia com uma ordem de Diana. Ela só não conseguia aceitar ordens que ela sabia que não faziam bem ou que eram erradas. - Já disse que sei que o que eu fiz foi errado, mas não me arrependo. Capitão. - Sua última palavra era quase como se fosse um cuspe. Gwen que não perdia a paciência facilmente já estava quase perdendo a cabeça. Gwen estava tão horrorizada com tudo que o homem havia dito que nem mesmo teve tempo de pensar antes de agir quando ele a chamou de narcisista e egoísta. Logo Gwen Stacy. A garota acabou proferindo um tapa bem na bochecha esquerda do mesmo. Um tapa que ardeu em sua mão e que esperava que ficasse vermelha por um tempo. - Não me importo com quem você seja. Não vai me tratar desse jeito. Fui imprudente, mas fiz porque me importo com as pessoas. Fiz porque seus planos são doentios e não tratam do efeito colateral. Fiz pois você é um idiota que não enxerga nada além da sua vingança e que para matar Luthor estava disposto a sacrificar um dos nossos. É por isso que sou tão imprudente. Se ser humana significa ser imprudente e egoísta eu não ligo e muita gente também não deveria ligar. - Já estava pronta para dar o fora dali, pois não era idiota de brigar com alguém tão grande quanto Steve, mas já que ninguém tinha coragem de dizer aquilo para o homem ela tinha e havia dito agora encarava com olhos vermelhos de raiva ansiando pela resposta do homem.
You just need to know that I'll be there for you || SpiderCanary
Não importava o quanto que Gwen fechasse os olhos e abrisse novamente era como se nunca acordasse daquele pesadelo. Oliver Queen estava morto. Não era aquela morte falsa para despistar os caras maus. Oliver Queen estava realmente morto e a garota não sabia mais o que fazer. O mundo havia literalmente explodido em caos. Problemas atrás de problemas e nenhum lugar mais parecia seguro. Não existia mais segurança se nem mesmo Lex Luthor pode se salvar do que estava vindo como eles poderiam? Gwen sempre foi do tipo que acreditava que o bem vencia o mal, mas a morte de Oliver era a prova que nem sempre sua mente estava certa. Ela o via como mais do que somente outro vigilante e almejava algum dia poder estar no mesmo patamar que ele assim como muitos outros heróis que havia conhecido. Ela estava ali de preto novamente. Aquela cor parecia estar pregada nela, pois as mortes somente se acumulavam agora. O frio agora só fazia-se mais presente por causa dos homens de gelo e Gwen sabia que não podiam ficar por muito tempo ali, pois seriam vitimas fáceis, mas deviam tudo aquilo a Oliver Queen.
Todos ali pareciam estar sofrendo. Queria poder ter tido a oportunidade de conhecer mais o homem que tanto admirava. Ao mesmo tempo que muitas pessoas estavam ali sofrendo outras agiam de maneira estranha como Barbara que simplesmente havia abandonado o lugar. Gwen quase foi atrás da ruiva, mas não sabia o que fazer. Talvez aquele fosse só o modo da ruiva de lidar com as perdas. Gwen achava melhor a garota lidar sozinha com aquilo, pois não sabia o que dizer para ela. Sem contar que em sua cabeça havia uma pessoa que precisava mais de sua ajuda. Laurel. A loira estava rodeada de pessoas e Gwen entendia muito bem como era estar no lugar dela. Como era odiar estar cercada de todas aquelas pessoas e querendo estar apenas sozinha com a pessoa. Como era querer gritar até que ficasse silêncio. Calar a mente de todos os pensamentos. Gwen havia sentido tudo aquilo e muitas vezes ainda sentia.
Com o tempo algumas pessoas foram indo embora ou se afastando. A loira percebeu que era a hora certa de se aproximar da incrível Black Canary. Sabia que não deveria estar fazendo aquilo, mas desejou suas palavras e percebeu que a loira precisava mais de sua ajuda que pensava. Acabou agarrando a mão da mesma com a intenção de tirá-la daquele local. Laurel sugeriu que fossem tomar café e Gwen apenas concordou guiando a loira para longe de todas aquelas pessoas. Sabia que estar rodeada não faria bem para a garota, e mesmo que Gwen fosse quase como uma estranha para ela era até melhor. Estar com um estranho era melhor do que estar com um amigo que entendia a situação, pois o amigo iria querer consolar e falar tudo que estava bem. Enquanto que o estranho somente ajudaria. Gwen estava fazendo aquilo naquele momento. Tirando Laurel de todo o caos e simplesmente dando um tempo para a mente da garota descansar em paz afinal ela deveria estar um caco.
Levou-a até um café mais afastado. Um lugar que ela tinha certeza que não tinha tv ou que ninguém ficaria comentando sobre o que estava acontecendo. Sem contar que nenhum homem de gelo deveria ir em um lugar tão comum quanto aquele. Algumas vezes era bom ser uma nova yorkina e conhecer todos os lugares sujos e como reconhecer outros quando estava fora de casa. Era quase como um super poder que havia sido extremamente útil naquele caso. Respirou fundo enquanto entravam. - Não precisamos conversar. Apenas se afaste de tudo você precisa desses minutos. Vou pegar café para gente se quiser ir relaxando um pouco. - Apontou as mesas para Laurel ir enquanto a mesma fazia o caminho para pedir cafés quentes. Não falaria se aquele fosse o desejo da loira assim como daria conselhos de como lidar com a perda se fosse ainda o que a mulher queria. Não importava, Gwen estava ali apenas para ajudá-la, não importava como.
Wait, the worst is yet to come || Gwim
Nada daquilo fazia o minimo de sentido para a loira. Estava tão certa que Luthor era o culpado por tudo aquilo não acreditava como de um dia para o outro toda a sua realidade poderia mudar em poucos segundos. Assim como Luthor havia aparecido morto um novo tirano, ainda pior havia aparecido para tomar seu lugar e esse Gwen poderia sentir com seu sentido aranha que era ainda pior que Luthor. Loki tinha o olhar travesso pelo que mostrado durante o programa de tv. Junto com tudo aquilo houve um outro choque para a loira. Oliver Queen. Ela não via aquilo vindo de maneira nenhuma já que Oliver era uma das pessoas que ela mais se inspirava entre os heróis ele era um dos poucos que a tratava como uma aventureira e a encorajava a fazer o que sentia. Sem contar que ele também havia ajudado-a com uma ou duas coisas e agora estava ali sem saber direito o que fazer. Não aguentava perder mais uma pessoa e não podia ficar parada por muito tempo em um lugar, pois a qualquer momento um dos monstros do gelo poderiam aparecer.
Estava usando sua teia para fazer uma vigilância pela cidade para tentar ajudar as pessoas com os monstros ao mesmo tempo que tentava fugir dele quando algo em seu bolso vibrou. Não esperava ninguém mandando mensagem durante aquela situação por isso ficou um pouco receosa com o que poderia ser. Não poderia ter mais azar do que aquilo. Uma mensagem de um número desconhecido. "Senhorita Stacy sua presença está sendo requisita em devido endereço anexado se apresse. Red Robin." Gwen nunca havia tido mais do que quatro conversas com o garoto, o achava bastante inteligente para a idade e sempre tentava ajudá-lo em seus planos quando lhe era permitido. De todo jeito achou melhor não discutir já que agora todos precisavam de ajuda. Fez o caminho do endereço anexado e viu-se em um esconderijo mais abandonado que nunca tinha visto antes. Franziu a sobrancelha por dentro da máscara temendo que aquilo fosse uma armadilha.
- Red Robin? Tem alguém aí? - Perguntou um pouco mais baixo, pois sabia que se gritasse ou fizessem muito barulho aquelas rochas poderiam ceder. Não poderia contar com tanto azar seguido. Não sabia o que estava acontecendo com o mundo lá fora, mas muita coisa já não fazia mais sentido para Gwen. Morrer sufocada por pedras seria apenas uma delas e Gwen tinha a certeza que não queria morrer tão cedo. Então apenas adentrou o lugar e deu passes mais leves para ver se conseguia achar o garoto que procurava por ela.