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@comealongsloan
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“O que li é realmente frustrante e me dá vontade de…AGH!” Disse frustrada, marrotando o jornal e atirando para o chão, irritada com tudo que tinha lido naquele momento “Como é presidente! Os trouxas estão cegos ou coisa parecida?”
“I know, I know...”, a auror estava por dentro de todos os acontecimentos que estavam acontecendo no mundo trouxa, e das consequências que tais ações tinham para o mundo bruxo. Aquilo era simplesmente terrível, sem contar que fazia com que Sloane se questionasse a respeito de seu posicionamento a respeito de seu posicionamento a respeito daquele conflito. “Essa é a única explicação possível para justificar tudo isso que está acontecendo”.
Actress Shelley Hennig is photographed by Laura Thompson for NY Daily News on October 8, 2016 at Comic Con in New York City.
theauror-rookwood:
⚡ o homem engoliu em seco. Archibald tinha planejado o que iria dizer assim que visse Sloane. iria pedir desculpas pelo modo que tinha agido. iria admitir que tinha exagerado naquela discussão. mas no momento em que colocou os olhos nela, as palavras sumiram de sua boca. encara-lá era mais difícil do que tinha imaginado. e como era previsto, Sloane não iria deixar barato — e uma das coisas que Archie mais admirava na mulher, era sua personalidade forte. — sim, Sloane. nós temos muito o que conversar e não trate como esse assunto estivesse encerrado. — falou. se o clima continuasse daquela forma, logo os dois estariam brigando novamente. era preciso que Rookwood deixasse seu orgulho de lado, pelo menos por alguns instantes. — não quebro brigar ou discutir com você novamente. na verdade, vim aqui para pedir desculpas. — comentou. — foi errado da minha parte mexer nas suas coisas sem sua permissão. foi errado eu tentar me intrometer no seu trabalho, colocando a minha vida pessoal no meio das suas coisas. mas, o meu maior erro foi ter dito coisas tão duras para você naquela noite. — admitiu. o auror tinha pensado naquela briga por mais tempo do que gostaria. seus pensamentos sempre iam para Sloane. e foi assim que ele percebeu que deveria tomar uma atitude, fazer algo para concertar as coisas. e ali estava ele pedindo desculpas para a mulher. — vou compreender se você nunca mais quiser olhar na minha cara, mas você precisava escutar tudo o que eu tinha para dizer antes de tomar uma decisão dessas.
Enquanto Archibald falava, Sloane sentiu um aperto em seu coração ao relembrar da discussão que tinham tido há algumas semanas atrás, aquilo tinha sido de partir o coração; pelo jeito que as coisas andavam entre os dois, a bruxa chegou a idealizar um possível relacionamento sério com o mais velho, mas o que aconteceu foi totalmente diferente do que eles estavam esperando. “Eu não tenho nada mais a falar sobre isso”, por ter crescido em uma casa cheia de homens, Sloane tinha aprendido a lutar pelo o que queria e foi assim que a bruxa adquiriu sua personalidade forte; ela batia o pé sempre que acreditava em alguma coisa, e costumava ser bastante cabeça dura. E era exatamente o que estava acontecendo naquele momento. Ela já tinha falado tudo que precisava dizer para Archibald, de forma que era vez dele tomar alguma atitude. “Ainda bem que você reconhece todas essas coisas, apesar de não mudar em nada o que você fez. E caso você queira saber, o caso foi arquivado. Logan foi encontrado morto e sua filha não está sendo mais investigada”, ela sabia que não tinha necessidade de falar para o bruxo os detalhes do seu caso, afinal de contas aquele era seu trabalho e dizia somente a ela, mas depois de tudo que tinha acontecido até que não parecia uma má ideia atualizá-lo a respeito do caso. “Olha, que tal você entrar pra gente discutir melhor tudo isso? Está ficando frio”, sugeriu. Sloane sabia que devia tratar a situação com cautela, pois não queria ser magoada novamente pelo homem, mas também precisavam conversar sobre o que tinha ocorrido para colocar um fim naquela situação estranha, Sloane não poderia ignorá-lo para sempre.
flintwaillie:
’ —— Você não provou ainda, provou? Porque acredito que quando fizer, vai querer me deixar gastar sim. Pra nós.’ foi o que Anne declarou, atirando um sorriso para a bruxa antes de novamente levar a colher a boca. O caldo era delicioso e a morena não conteve o zumbido de aprovação. ’ —— Eu iria adorar. O casamento seria baseado em comida, existe coisa melhor?’ subiu as sobrancelhas, esticando então o recipiente para a amiga. ’ —— Vamos, prova um pouco desse, está muito bom. Acho que vou almoçar aqui todos os dias’ e teria que fazer a melhor amiga ir consigo. Não teria muito controle sobre as compras, com certeza acabaria querendo mais que o necessário. Sloan, por sua vez, tinha mais facilidade em lhe ajudar com limites.
“Sei que comida pode ser algo tentador, ainda mais quando é uma comida maravilhosa, mas não posso me dar o luxo de gastar tanto. Eu mal tenho estabilidade emocional, e não posso perder a minha financeira também”, falando daquele jeito Sloane estava dando uma leve exagerada em sua situação financeira; ela não estava quebrada e tinha uma quantidade razoável de galeões guardados em seu cofre, mas ainda assim não significava que ela podia esbanjar como se não existisse amanhã. Era necessário que alguém estabelecesse alguns limites e, naquele dia, Sloane estava decidida a ser essa pessoa responsável. “Sinceramente, não consigo pensar em nada negativo em uma relação dessas. Você sempre teria um monte de comida à sua disposição”, brincou com Anne/Aillish. “De tanto que você está falando dessa comida eu me sinto na obrigação de provar e, se realmente for bom, podemos combinar de almoçar regulamente”.
@shelleyhennig: That’s it? That’s your tweet?
⚡ Archie estava decidido a colocar um fim na briga que tinha tido com @comealongsloan. fazia algumas semanas desde que tinha discutido com a bruxa — e olhando agora, ele conseguia perceber como tinha sido injusto com Sloane. a bruxa apenas estava fazendo o seu trabalho. ele que fora infantil e imaturo demais ao tentar interferir. Rookwood sabia que tinha errado ao mexer nas coisas de Sloane. ao se interferir no trabalho dela. porém, no momento da raiva, era como se não tivesse conseguido pensar com clareza. e agora ele estava sendo obrigado a deixar seu orgulho de lado para pedir desculpas. Archibald aparatou até a porta da casa da colega e bateu na porta. demorou muitos minutos até que a porta se abriu. — sei que você não quer me ver a qualquer custo. mas preciso conversar com você. ainda temos alguns assuntos pendentes que precisamos resolver.
Naquela noite Sloane tinha combinado de se encontrar com seu irmão mais velho, Bellamy, para eles comerem um bom risoto, tomar uma taça de vinho e conversar sobre a vida (de acordo com a última carta que tinha recebido de seu irmão, a bruxa ficara com a impressão de que ele tinha algo de importante para falar com ela e Sloane estava ansiosa para descobrir o que se tratava aquilo). Então, quando escutou a batida na porta, a Robards correu para poder atender. “Bellamy, é impressionante como você sempre chega atrasado nos compromissos...”, ela estava pronta para falar para seu irmão como ele precisava ser mais responsável, mas assim que olhou com mais atenção percebeu que se tratava de Archibald Rookwood. “It’s you..”, fazia um tempo desde de que tinha brigado com o homem e ela estava se saindo muito bem em ignorá-lo (exceto durante o trabalho em que precisava conversar com ele em alguns momentos), de forma que não esperava vê-lo tão cedo. “Nós temos um assunto pendente para resolver? Mas que estranho, Rookwood. Da última vez que você esteve aqui, me lembro de você terminado tudo que existia entre a a gente, ou seja, não existe um nós, e nenhum assunto pendente para tratar já que você deixou bem claro sua posição”.
teddyrems:
Assentiu ao ouvir a mulher e sorriu, pois gostava de pessoas tanta eficiência, Teddy poderia ser um bom auror, mas sempre deixava passar algumas coisas, quando tinha alguém trabalhando com ele, esses detalhes eram notados com devida importância. “Rookwood, Strain Wood e você.” Assentiu, revirando os olhos ao perceber o mais importante. “Se você topar, claro.”Mas Sloane deu a resposta que tanto esperava, com um sorriso nos lábios, Teddy queria resolver logo a questão e não conseguiria sozinho, sabia muito bem que só estava no caso por ser influente e que se fosse tão eficiente teria conseguido muito mais no primeiro interrogatório com o atacante, não que se cobrasse muito, mas sabia que todos esperavam dele uma eficiência maior do que a de sua mãe quando fazia parte do departamento de segurança do ministério. “Certo, agora você tem carta branca pra continuar a investigação, por enquanto eu sou a pessoa responsável a ter contato com o atacante, tô pensando em colocar isso pro Rookwood também.” Ergueu a mão na direção dela para fortalecer o acordo com um aperto de mão. “Seja bem vinda a equipe e eu espero que se dê bem com o caso. Apesar de terem me colocado a frente, eu quero que saiba que todos trabalham igualmente comigo, terá espaço o suficiente para trabalhar na estação de polícia.”
Desde o momento em que tinha decidido se tornar auror, seguindo os mesmos passos de seu pai (o famoso Gawain Robards), Sloane estava esperando por uma oportunidade tão boa e tão grandiosa como aquela; a bruxa queria ajudar as pessoas, fazer coisas que mudassem o mundo bruxo para melhor, e finalmente a chance que tanto esperava tinha caído em seu colo. Será que era errado se sentir tão animada com aquilo? Ainda mais que algumas pessoas tinham se esquecido durante o ataque? A bruxa tinha empatia pelas pessoas que sofreram com o ataque e que estavam com medo do que poderia acontecer, mas ao mesmo tempo sentia-se empolgada por poder trabalhar em um caso tão grande e importante como aquele (o maior de sua carreira, até então). “Certo, Lupin. Vou continuar com as investigações, mas com certa discrição para não levantar nenhum tipo de suspeita, e vou te enviar todo material que conseguir”, e para concretizar aquele acordo, de que iriam trabalhar juntos naquele caso, Sloane apertou a mão do bruxo. “Eu agradeço pelo convite e pela oportunidade, e te garanto que vou dar o meu melhor durante essa investigação. Quero muito descobrir algumas respostas, assim como você”.
Hm… Olhe, apesar de você falar que não é nada demais, eu não posso simplesmente dar uma olhadinha nisso pra você. Eu sinto muito, mas preciso insistir que você vá até o hospital. Eu não posso, quer dizer, nenhum medibruxo pode, passar um diagnóstico assim no meio da rua e eu nem sou formada ainda. – como se uma chave girasse em sua cabeça, Alice fora capaz de adotar aquele tom de voz profissional, calmo e seguro que tanto praticara. Contudo um interlocutor um pouco mais atento facilmente perceberia o seu embaraço mal e porcamente escondido. Era de seu feitio falar demais em situações de nervosismo e ser abordada assim de forma inesperada era o suficiente para mexer com ânimo da jovem bruxa.
Fazia algumas horas desde que Sloane estava no Hospital de Monstrose tentando arrancar algumas informações importantes sobre o caso que estava trabalhando, e a situação parecia apenas piorar. “Tem certeza que você não pode fazer nada a mais? Apenas preciso de uma informação de um paciente que está aí. Se não me engando, ele está localizado no quarto andar, no departamento de Danos Por Magia”, aos poucos a Robards estava perdendo as esperanças. Ao mesmo tempo em que precisava ver Graham Macmillan com urgência (uma das pessoas que estava sendo investigado no caso em que estava trabalhando), também não podia dar muitos detalhes sobre o que tinha que fazer já que seu trabalho exigia certa dose de descrição. “É um assunto referente ao Ministério da Magia”.
’ —— Acho que vou gastar todo o meu dinheiro nessas barraquinhas.’ sendo esta a terceira vez que passava na feirinha, não seria mesmo uma surpresa se enfiasse a mão no bolso e encontrasse-o vazio. Particularmente, a culinária brasileira conseguiu atrair a morena que encontrava-se na prova justamente de um caldo quente. Segundo a bruxa que vendia, caldo de caranguejo. levou bons cinco minutos para falar o nome, mas era uma delícia. Bem melhor do que beber para tentar esquecer os problemas em casa; comer, pelo menos, não lhe traria mal. ’ —— Se essa comida não foi feita por algum ser divino, eu acho que quero casar com a pessoa que fez.’
ou dê like para um starter com o ailish!
Sloane soltou uma risada ao escutar o que seu amigo Aillish, ou no caso, Anne (já que o bruxo fazia uso da Poção Polissuco para trabalhar na Morgana’s Kingdom e em outras situações do dia a dia), tinha falado. “Não vai não”, por serem melhores amigos, Sloane sempre fazia questão de ajudá-lo, ou quem sabe colocar um pouco de juízo na cabeça do bruxo e aquilo era um sentimento mútuo. “Por mais que essa comida esteja maravilhosa, não vou deixar voce gastar todos seus galeões com isso. Contudo, se casar com a pessoa que fez essa comida divina, te dou meu maior apoio”.
Saiu do laboratório do curso, carregando mais coisas que seus braços conseguiam carregar, isso era certo, mas precisava levar tudo aquilo para casa, e não havia outro jeito. Não conseguiu dar muitos passos até perceber que aquilo nunca ia funcionar, e então parou no corredor, se tentasse se mexer novamente, uma caixa com um pequeno pote em cima certamente cairia no chão, o que fez Rowan soltar um gemido frustrado. – É isso que acontece quando você é um idiota, Parrish.
"Ei, você precisa de alguma ajuda?”, ofereceu ajuda para o rapaz após presenciar o que tinha ocorrido. Por mais que Sloane estivesse com o dia corrido e com algumas coias para fazer, ela não conseguia ignorar quando alguém precisava de ajuda.
Desconfiado, Albus continuou olhando a pessoa na sua frente. Era difícil o convencer a fazer algo que ele realmente não queria, mas admirava a perseverança dx outrx enquanto insistia. “Não, eu não vou ser cobaia de um novo feitiço, desculpa.” Murmurou, voltando a olhar para o jornal que tinha em mãos, dando um gole em sua butterbeer. “E porquê eu?”
Sempre que Sloane falava sobre o seu trabalho, as situações em que ela se envolvia, era impossível não se empolgar. Ela gostava de contar o máximo de detalhes possíveis e de falar das reviravoltas que aconteciam e, às vezes, podia ficar maçante. E enquanto contava uma de suas histórias para Albus Potter, Sloane teve a impressão de que o garoto tinha se dispersado. “O que?! Não, Potter! Não tem nada disso”, explicou rapidamente para evitar qualquer tipo de confusão. “Eu não estava falando em te usar como cobaia, e sim estava contando da vez que usei o feitiço Vermillious pela primeira vez. O feitiço é mais útil do que podia imaginar, então recomendo que você tente usar esse vídeo algum dia”.
Phoebe Tonkin as Hayley Marshall in TO 4x01
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fletchercass:
’ —— Como é que você me diz uma coisa dessas assim sem aviso algum?’ ofegou com um certo drama, a destra indo para o peito. Na tentativa de ser discreta, Cassidy não olhou para a direção que Sloan parecia ter visto o homem. ’ —— E se ele só estiver intrigado com minha fantasia? Sloan! Eu estou há um dia sem quebrar a cara, é o meu recorde. Mas ele é bonito?’
A bruxa deu uma leve risada da reação do amigo, Cassidy tinha aquele jeito meio dramático e que sempre arrancava algumas boas risadas de Sloane. “E como você esperava que eu te falasse isso?”, não havia outra forma melhor de dar aquele aviso, sem contar que ela tinha sido discreta ao comentar com Cassidy. “Cass, você sempre chama atenção onde vai e isso é independente de sua fantasia, então pode ficar tranquilo quanto isso”, Sloane não era a melhor pessoa para reconhecer flertes ou coisas do tipo, mas aquele caso estava descarado demais para ela não reparar. “Ele é alto, moreno e têm olhos verdes, ou seja, é muito gato pra você deixar essa oportunidade passar”.
flintwaillie:
’ —— De preferência com mais álcool e mais bocas pra beijar?’ indagou à amiga, o sorriso travesso esticando seus lábios. A sua versão adolescente tinha aproveitado bastante no quesito relacionamentos. Pouquíssimos foram sérios. Mas no álcool tinha um certo atraso. Com Sloane por perto, a diversão seria garantida, ainda mais por poder matar a saudade que sentia da mesma. ’ —— Finalmente você conseguiu uma pausa. Eu já estava começando a me sentir abandonado.’
“Bocas para beijar eu não posso garantir, mas o álcool é definido”, a vida amorosa de Sloane estava sendo um verdadeiro desastre ambulante. Para começar, seu ex-namorado, Ryan, tinha a traído há alguns anos atrás, e para completar toda a tragédia ela tinha dado um jeito de acabar de ver com sua one night stand Archibald Rookwood (ou melhor, o homem que tinha acabado com tudo devido o seu jeito grosseiro). Então, levando em conta o seu histórico de relacionamentos e o caso mais recente, envolvendo Archibald, Sloane apenas queria passar o mais longe possível dos homens ou de possíveis relacionamentos. “Mas se bem que é mais provável que você arrume mais contatinhos do que eu, Aillish. Inclusive, tenho uma cantada perfeita e que combina exatamente com sua fantasia: 14 milhões de futuros e em todos eles eu me vejo com você”, estar junto do amigo era como tirar um peso dos ombros de Sloane. Ela sempre conseguia rir e se divertir ao lado dele, sem contar do carinho que tinham um pelo outro. “Eu nunca vou te abandonar por nada desse mundo, Aillish”.
wxlftrix:
“E tem outras que eu preferia não saber.” abaixou o tom de voz e bufou fracamente. Nunca sabia como agir com Robards pois não era do tipo que criava caso do nada, mas também não conseguia pensar em nada que colocasse a morena em seu favor. “Na verdade vim na esperança de encontrar uma pessoa, mas acho que ela não está aqui.”
A bruxa sabia muito bem como observar os sinais que as pessoas mandavam, ela sabia quando não era bem vinda numa situação e claramente conseguia perceber que Astrid não estava nada a vontade com sua presença, mas apesar do clima estranho em relação a outra a Robards simplesmente não conseguia ser grossa ou fria com ela; sempre optava por uma abordagem mais engraçada. “Se quiser posso te fazer companhia”, sugeriu numa tentativa de ser legal com a Rookwood, e o fato de não terem nenhuma outra relação profissional facilitava. “Pense nisso como um recomeço, sem todo esse lance da investigação”.