Uma boate bem badalada da cidade estava realizando festa para o finde com tema bem sugestivo: Nude. Será que a galera vai poder tirar a roupa e ficar pelada na pista? Logo pensei. Não era beeem isso, mas, ainda sim, abria uma lacuna de possibilidades.
De acordo com a descrição do evento, a ideia era que você poderia utilizar apenas 3 peças de vestuário para participar! Então, optei por um conjunto de regata, bermuda e... chinelos. Cueca já não dava mais pois ultrapassava o conjunto kkkk. Meus amigos que estavam comigo ainda zuaram, dizendo que eles não iam conferir se estávamos exatamente com o conjunto apropriado, mas foda-se, eu estava inclusive curtindo a ideia. Fora que sentia uma puta liberdade de estar com o pau solto e balançando com espaço de sobra.
E não é que chegando lá vemos uma galera super básica e com looks de balada tradicional?! Eu vou te contar, de nude ali só a cor do batom da moça que estava na minha frente da fila. Haviam dois organizadores à caráter (que sorte), uma moça com blazer vermelho e entreaberto, mostrando que não usava sutiã, e um rapaz com roupão e chinelos.
Ao passar pelo segurança, acreditam que ele ainda quis me barrar, por estar de chinelos e bermuda?? Aí a organizadora veio e falou pra ele: tá liberado, é a temática da festa. Ô glória senhor, agora posso entrar e pagar meu mico? Porque acho que só eu e os organizadores entenderam a proposta, kkkkk!
Acho que o tinha pra dar errado, acabou dando muito certo. De fato, era uma festa como todas as outras, e se vi mais alguém de chinelos foi muito. Já havia uma galera por lá, e logo eu e companhia caímos na pista. Uma era a Cassandra com seu peguete, conhecendo uma festa “alternativa”, nosso motorista curioso, rs, e seu primo Daniel, que tava super afim de um romance comigo, sendo que eu queria só sarro de leve. É, acontece.
Enquanto Cassandra dava uns pegas no boy, eu já olhava para os lados enquanto curtia a música, e Daniel foi pro bar, trazendo uma cerveja e ficando mais reservado em uma mesa do fundo. Ele estava mais como observador, ou então muito afim de um lance comigo, ainda que eu não desse muita bola.
Na verdade, desde que chegamos, já tinha mirado em uma gay que estava se jogando no meio da pista. Não sei se estava sóbria ou alucinada, mas dançava independente e completamente imersa nas batidas, como se não houvesse amanhã. Sei lá tenho uma atração estranha por pessoas enigmáticas, e de alguma maneira ele me atraiu. Como quem não quer nada, fui me aproximando, até ficar atrás dele.
Não rolou troca de olhares, porque a besha não olhava para um ponto fixo. Inclusive daquela noite só me lembro dela dançando sem parar. O contato que rolou foi outro... Como que uma fêmea sentindo um cortejo do macho, ela agachava levantando o bumbum, propositalmente encostando na parte frontal da minha bermuda. Esses movimentos foram se repetindo, de modo que minha vara começou a inchar.
Então o garoto, sentindo aquele volume que socava na sua rabeta dançante e insaciável, ficava ainda mais eufórico e agitado, e, enquanto ele se liberava, eu sentia confiança para pegar em sua cintura e tentar domá-lo. Por vezes o puxei para perto da vara, como que mantendo-o ali possuído por um macho dominante. E o safado correspondia, rebolando e agachando até dobrar no chão. Em algum momento ele se virava e nos beijávamos, com um fogo insaciável de desejo.
Isso sem trocar nenhuma palavra. Eu já não sei se a gente ainda dançava, ou se aquilo tinha virado uma espécie de dança do acasalamento, pois, não fossem aquelas roupas, eu já teria penetrado aquela raba com muito amor e tesão. Eu estava de chinelos e bermudão, sem cuecas, igual um cafuçu que baixou naquele bairro nobre pra encontrar o princeso playboyzinho.
Mas engana-se quem pensa que isso rendeu. Foi muito gostoso, mas, depois de um tempo, acho que o local foi ficando cheio e não saíamos do meio, ele bem louco pra lá, eu saí pra trocar ideia com os meus, e a festa seguiu. Eu observava nos olhos de Daniel sua cara de impressionado, visto que também não me reconhecia, mas estava adorando porque estava entregue e tudo simplesmente aconteceu.
E quem disse que acabou? O boy continuou por lá, enquanto outro rapaz me puxou. Ele era mais alto e parrudo que eu, com um corpo de urso lisinho e bem gostosinho. Com esse já rolou um papo e encostamos numa parede. Rapaz... Ele passou a mão dentro da minha bermuda, e, quando sentiu minha cabeça quentinha e molhadinha, ficou louco. Na certa, já devia ter visto o showzinho que eu tinha dado com o outro boy, e quis tirar casquinha.
Foi então que me deixei levar, enquanto ele discretamente batia uma punheta gostosa pra mim. Ao fundo, vi que Daniel me observava e isso só aumentava meu tesão. Eu estava sentindo que ia explodir, daí sussurrei no ouvido dele pra pegar leve, só que ele manteve o ritmo e não consegui segurar. Todo aquele leite que vinha sendo acumulado foi ordenhado, escorrendo pela perna e pela grande mão daquele ursinho, que me deu um beijo carinhoso antes de se despedir.
A noite foi rendendo, enquanto ficávamos mais ao fundo agora bebendo e curtindo o som. Daniel ainda tentava algo comigo, mas não adiantava. Estava muito na vibe de curtir o momento, sem ter que construir nada, apenas deixar rolar. Achei que ele entenderia, até o momento em que fomos embora e pegamos o carro. Minha amiga na frente com seu boy dirigindo, enquanto eu no banco de trás com o Daniel.
O desejo que ele vinha guardando se aflorou, e ele começava a dar umas investidas, enquanto ia me fazendo de difícil. Daí ele quis sentir meus pêlos por debaixo da bermuda, no que acabei deixando. Só que a mão boba foi descendo e descendo, até que ele começa a massagear meu mastro, que foi reagindo. Os dois na frente estavam tão cansados que não devem ter notado (capaz), mas Daniel que se certificar de que eu voltaria limpinho, nem que pra isso ele tivesse que limpar meu pauzão com a própria boca. E assim ele fez.