Contos Gays Urbanos - Tunnel (on Wattpad) https://my.w.tt/Qqzxgr8XX1 Contos curtos que relatam as aventuras sexuais, relacionamentos e descoberta gay.
seen from United States
seen from Australia
seen from Japan
seen from China
seen from Australia

seen from Australia
seen from Spain
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from New Zealand
seen from China
seen from United States
seen from Australia
seen from China

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from Israel

seen from United Kingdom
Contos Gays Urbanos - Tunnel (on Wattpad) https://my.w.tt/Qqzxgr8XX1 Contos curtos que relatam as aventuras sexuais, relacionamentos e descoberta gay.
Grupinho do colégio
Tinha começado a estudar no colégio novo já há alguns dias, e tudo ainda era novidade para mim. Eu trocava ideia com algumas pessoas da sala, mas coisas bem diversas, relacionadas às aulas, professores, enfim.
Um dos grupinhos era formado por uns meninos que pareciam ser os bagunceiros da sala. Apesar de serem taxados como "mau exemplo", eles eram muito gatos, e tinham fama entre as meninas.
Depois da aula de educação física, eles estavam conversando e resolvi me enturmar. O assunto era uma brincadeira- estavam apostando quem conseguia trocar de cueca sem abaixar a bermuda. Marcos, o líder, me pergunta se eu conseguia, e disse que sim, logo de cara. Rafael ficou me olhando com cara de deboche, achando que o novato aqui estava blefando. E a verdade era que eu não sabia se conseguia de fato (sic). Mas, queria tentar, pra virar amigo deles!
Marcos então se adiantou, puxando uma cueca vermelha por baixo daquele shorts azul suado do uniforme, tão logo ele fez o movimento e sua cueca já estava na mão.
Vamo lá... Com certa dificuldade, comecei a puxar a minha, pensando que poderia até rasgar. Já estava imaginando a zueira que fariam o ano inteiro sobre isso! Mas minha perna se esticou um pouco e passou, daí foi só puxar pela outra.
- Olha só, o novato manda bem mesmo! Os quatro deram uma risada, seguindo de uns tapas nas costas.
- Agora, vamos trocar de cueca. Você veste a minha, e eu visto a sua.
Peguei a cueca vermelha dele (puta vontade de cheirar, mas disfarçei). Enquanto tentava vesti-la:
- Pensando bem, vou dar a sua pro Rafael.
Rafael pegou minha cueca, aproximou de seu rosto e cheirou com vontade, fechou até os olhos, para imaginar meu pau... Bem na frente da sua cara? 😳
Os meninos então o zuaram, daí percebi que ele era o "viadinho" do rolê. Então, peguei nas mãos dele, que ainda segurava minha cueca, aproximei do seu rosto e roubei um beijo. Ele correspondeu na hora, e daí virou beijaço.
Entendi que Rafael estava afim de mim, mas precisou dos amigos para tomar aquela iniciativa.
Soneto dos Rapazes Apaixonados
Tirou a camiseta e reparou que eu olhava,
Dentro de um olhar sincero há milhares de palavras;
O convite de amizade disfarçada de desejo,
Surgiu daquele momento fúlgido como um relampejo.
Dois pares de tênis masculinos largados na porta,
Dois jardineiros para regar a nossa horta,
Escondidos no armário como se cometera um crime,
Só estavam se amando e o amor era sublime.
O espelho presenciava os dois fazendo a barba,
Ouviu pensamentos, deduziu quanto era o peso,
Pareciam livres juntos, mas viviam juntos presos.
Selvagens enjaulados por uma conduta social.
O amor, no truque brilhava como relampejo,
Fechavam as cortinas para soltar os seus desejos.
Inebriante Matheus
Estava andando de patins no Parque Ibirapuera quando parei para relaxar um pouco e recuperar as energias, deitado na grama quando fui surpreendido por um cachorro que corria atrás da sua bolinha e desviando seu percurso, veio me cheirar, abanando o rabo e lambendo meu rosto, provavelmente farejou a minha cachorra já que antes de sair de casa, eu me despeço dela e por isso demonstrava tamanha animação. Logo seu dono, demonstrando certo constrangimento, o chamou:
- Duke, volta aqui! Desculpa moço, ele nunca faz isso...
- Tudo bem, ele é bonzinho. Respondi, enquanto passava a mão na cabeça dele.
- Prazer, meu nome é Matheus, desculpa o incomodo.
- Prazer, Arthur! Fica tranquilo.
Nos despedimentos daquele encontro casual e após andar mais um pouco de patins, fui para casa, tomei um banho e enquanto descansava no sofá, resolvi postar no INSTA as fotos que havia tirado e ao usar a # do Parque, fiquei curioso e resolvi dar uma olhadinha nas postagens e dentre umas e outras, me deparo mais uma vez com os dois, numa postagem com a legenda “Duke aprontando no parque e me deixando constrangido”, eu curti a foto e passei a seguir o @ dele.
Depois de uma semana e meia curtindo as postagens e vendo seus ‘stories’, mandei uma mensagem perguntando como estava o Duke e disse que eu era o rapaz do parque, ele logo se lembrou e respondeu que o Duke estava bem, a partir daí começamos a conversar moderadamente, um comentava as postagens do outro e logo surgiu uma amizade virtual sadia.
Certa noite fui á uma casa noturna com uns amigos e enquanto estava na parte superior a pista, debruçado na grade, enquanto eles se pegavam lá embaixo, fui surpreendido por um rapaz que por trás me abraçou e disse ao pé do ouvido:
- Hoje eu to sozinho, sem o Duke.
Minhas pernas deram uma tremida, meu coração meio que disparou, mas corajosamente me virei, olhei pra cima, por que ele era bem mais alto que eu e com aquele sorrisinho malandro de leonino ele me puxou junto a ele e me beijou. Nosso primeiro beijo teve gostinho de menta e a música de fundo era “all the lovers” da Kylie Minogue.
Ficamos durante a noite toda naqueles sofás vermelhos, conversando, nos beijando abraçadinhos e bebendo uns drinks, perto das 4:00hs da manhã nos despedimos ,fomos para casa e continuamos nos falando durante toda semana.
Na sexta feira ele postou que iria ficar sozinho em casa e eu o convidei para sair, mas ele disse que não estava afim e preferia que eu fosse ficar com ele e poderia dormir lá, já que seus pais só voltariam no domingo à noite e ele não queria ficar sozinho, aceitei o convite e combinamos de jantar às oito e eu levaria duas pizzas pra gente e ele topou.
Chegando lá, ele me recebeu no portão, o Duke logo me reconheceu e descemos as escadas juntos, colocamos as pizzas na mesa, matamos a saudade com um abraço bem apertado, jantamos e fomos para o sofá jogar um pouco. Não levo jeito pra games e ele me massacrou em todos os jogos, até que eu peguei o jeito e ganhei dele, mas isso já se passavam da meia noite, cansado nos espreguiçamos e ele deitou no meu colo enquanto assistíamos a um filme interessante que estava passando, era bom estar com ele, nós dois nos sentíamos a vontade.
Cochilamos.
Quando acordamos de madrugada, meio doloridos com a TV ligada, levantamos rapidinho e puxamos o sofá e voltamos a deitar, mas agora abraçadinhos e totalmente no escuro, ele deu uma cheirada no meu pescoço e o beijou, apagamos e só fomos acordar no outro dia com o Duke pulando em cima da gente pedindo comida.
Levantamos, tomamos café e passamos o dia juntos, parecia que nos conhecíamos há muito tempo e enquanto preparávamos algo para comer, ele perguntou se eu poderia passar a noite com ele outra vez e eu prontamente aceitei, mas sugeri que fossemos passear um pouco e ele topou. Ao entardecer fomos dar uma volta pela Paulista, acabamos assistindo uma peça de teatro e bebendo algo depois e partimos para casa dele, levamos um ossinho que compramos no caminho para o Duke e fomos tomar um banho.
- Você vai tomar banho comigo hoje? Perguntou Matheus me prensando na parede.
- Olha, eu sou bem tímido. Respondi.
- Eu sei bobo, mas vem cá, vamos tirar essa camiseta. Disse ele enquanto tirou a minha e posteriormente tirou a dele.
- Calma. Complementou ao sentir meu coração bater rápido e minha respiração ofegante.
- To calmo. Respondi.
Tomamos banho, trocamos carícias, melhor banho, mas não excedemos. O uso da água era consciente, nos secamos e fomos pra cama. Nus, aos beijos, trocando carícias há mais de 24horas, os dois leoninos exalavam mais calor que o normal.
Matheus começou beijando meu pescoço e continuou beijando meu corpo descendo até o peito, barriga, pernas, me virou de costas e com a língua massageava meus glúteos que se contraiam de tesão, levemente me dava mordidas, subindo pelas costas e mordendo meu pescoço onde a sensibilidade era maior. Eu gemia de prazer, mas sentia a necessidade de dominá-lo e sutilmente trocamos de posição, agora eu que pilotava a cena, senti cada milímetro de seus lábios, o perfume da barbinha, seu cheirinho me excitava, ele soltava gemidos incontroláveis a cada passada de língua que percorria seu corpo, os mamilos, seu abdômen e ao sentir seu membro duro e pulsando de tesão, massageei sua glande com meus lábios, minha língua percorria todo seu membro da base ao topo, lubrificado pelo mel natural que ele mesmo exalava, iniciei um delicioso oral, mamava gostoso, com a maior vontade do mundo, seu cheiro me excitava e minha respiração ofegante, juntamente com toda a massagem que meus lábios proporcionavam o fizeram chegar a um inebriante orgasmo, enquanto reverberava o êxtase, ele me apertava, nosso lábios praticamente grudaram, abraçados ficamos e após todo o relaxamento dos nossos corpos, literalmente apagamos e dormimos durante toda aquela noite, praticamente colados um no outro.
Leandro e os Thiagos
Toda vez que Leandro ia ao mercado ao lado do prédio no qual morava era bem atendido pelo funcionário que lá trabalhava, mas no decorrer dos meses ele começou a perceber uma atenção maior desse funcionário, que ao ver Leandro entrar na loja, parava tudo o que estava fazendo e ia atender o jovem rapaz de maneira doce e gentil.
Certa tarde, logo após o término de seu expediente no mercado, Thiago colocou a mochila nas costas e se dirigiu ao ponto de ônibus para seguir rumo à escola, chegando ao local encontrou Leandro que estava a caminho do centro da cidade, onde, logo mais tarde, encontraria um antigo amigo que conhecera há alguns anos atrás e estava de passagem por São Paulo após voltar definitivamente para Rio Grande do Sul, local onde mora toda sua família.
- Oi! Tudo bom? Perguntou Thiago.
- Tudo e você? Respondeu retoricamente Leandro que interiormente aliviou-se ao encontrar um conhecido para fazer-lhe companhia no escuro da iniciante noite que se formava.
- Estou bem, indo para escola, mas como é sexta feira, nem vamos entrar e você, estuda a noite também?
- Não, vou encontrar um amigo num barzinho no centro. Respondeu Leandro.
- Aí sim! Sorte desse seu amigo, queria muito uma companhia para hoje. Concluiu Thiago, despretensiosamente.
- Se quiser, pode ir comigo, é um amigo que não vejo há muito tempo e geralmente ele aparece acompanhado. Concluiu Leandro.
- Sério!? Eu aceito! Como se chama esse seu amigo? Perguntou Thiago.
- Mesmo nome que você.
Os dois seguiram papeando por todo o percurso, apesar de não se conhecerem intimamente, pareciam se conhecer há anos, Leandro contente pela recente companhia e Thiago feliz, pois lá no fundo, questionava-se se Leandro sabia o seu nome ou de alguma forma se interessaria por ele. Ao chegar no barzinho encontraram Thiago Gaúcho que estava sozinho e não aparentou contentamento ao ver Leandro acompanhado inicialmente, os dois no passado tiveram um lance, mas se tornaram apenas amigos e Leandro sabiamente superou o lance e recordava-se do Gaúcho apenas como amigo.
Os dois Thiagos foram apresentados e no decorrer da noite se deram bem, mas demonstraram certa disputa para ver qual deles levaria o prêmio para casa. Leandro não deu importância para os dois, estava feliz por reencontrar um velho amigo e feliz por estar fazendo outro e no fundo gostava e se sentia bem com ambos. O tempo foi passando e o que o relógio perceptivelmente há poucos minutos marcavam 20:00 horas, naquele momento os ponteiros já apontavam o nascimento de um novo dia e inevitavelmente os três se prepararam para irem embora, mesmo não querendo. Nesse momento, Thiago Paulista se levantou e foi ao banheiro, e, aproveitando a situação, Thiago Gaúcho aproximou-se de Leandro, o convidou para passar a noite com ele e finalizou a proposta com um breve beijo, logo que avistaram o paulista sair do banheiro se distanciaram e com sua chegada o Gaúcho, desta vez, fora ao mictório e novamente Leandro fora surpreendido, desta vez por Thiago Paulista, que inicialmente o beijou e após o ato, o convidou para passar a noite com ele, Leandro confuso², disse que iria pensar. Pagaram a conta do bar e saíram, já ao lado externo e menos barulhento, Leandro chamou os dois para conversar.
- Seguinte, os dois me convidaram para passar a noite, gosto dos dois e não quero chatear nenhum, por isso vamos deixar para uma próxima vez, melhor eu ir para casa.
Nesse momento, os ‘Thiagos’ se olharam e vendo que ambos perderiam a guerra, o Gaúcho, mais sábio que o outro, sugeriu algo mais ousado:
- Passa a noite com nós dois então.
- Ótima ideia! Concluiu o paulista.
Leandro hesitou em responder prontamente a proposta, mas não havia motivos contrários para não aceitar.
- Aonde? Respondeu Leandro.
Seguiram para um hotel, o melhor que havia na região e decidiram pernoitar por lá, no caminho compraram lanches e bebidas e os Thiagos assinaram um acordo de Paz e estabeleceram então uma parceria, sábia parceria, onde todos sairiam ganhando.
O clima de brincadeira incentivado pela ideia ousada do menàge e pela bebida logo envolveu os três que ao chegarem no quarto tiraram as roupas e fizeram guerrinha de travesseiros, no chuveiro jogavam água um no outro e dentre uma brincadeira e outra, ereções começaram a se manifestar e logo estavam se beijando, um acariciando o outro, delicadamente respeitando o limite um do outro e estabelecendo Leandro como o centro da situação.
O paulista puxou Leandro para perto e o beijou, com a outra mão, puxou o gaúcho junto aos dois e entregou os lábios do jovem para que ele pudesse saboreá-lo, depois de alguns minutos observando os dois, entrou em cena e logo estavam os 3 se beijando, acariciando um ao outro, até os Thiagos se beijaram. Dentre longas carícias e beijos intercalados, Leandro, após beijar o corpo do paulista, desceu lentamente tocando com seus lábios o corpo do gaúcho e começou um delicioso sexo oral, enquanto o gaúcho e o paulista se beijavam, Leandro se deliciava com dois paus pulsantes de tesão por ele, ora mamava um, ora mamava outro, ora brincava com sua língua que majestosamente deslizava entre uma glande e outra, provocando gemidos e arrepios em dois Thiagos aos mesmo tempo.
O tesão era tanto que o paulista não se conteve, pegou Leandro no colo, o jogou na cama, o colocou de quatro e após morder aquela bundinha gostosa e lamber aquele rabinho que de tesão piscava constantemente, o penetrou e com várias bombadas levou o jovem a loucura, o mesmo era penetrado pelo gaúcho que cuidadosamente o segurava e preenchia aquela boca com seu falo grande e grosso. Os dois trocaram de lado, Leandro pedia mais, gostou da experiência, mamou o paulista com vontade até sentir a explosão em sua boca, continuou mamando até o paulista se contorcer de tesão quando o gaúcho, que bombava fortemente por trás o encheu de leite após um orgasmo sonoramente alto, suas pernas tremiam, após o ato deitaram os três na cama, mas não sossegaram, os dois beijavam Leandro e o masturbaram ao mesmo tempo, o jovem logo veio ao orgasmo e somente após isso, eles relaxaram maravilhados com a foda memorável que tinham feito.
- Vou vir mais vezes ver vocês, comentou o gaúcho.
Ofegante os três caíram na gargalhada.
Pela manhã, repetiram a dose...
Coincidências...
Eu estava separando algumas mercadorias da loja para enviar aos clientes e recebi uma mensagem de um amigo me chamando para sair com ele e uns conhecidos dele, resolvi aceitar, empacotei os produtos e segui para correio para enviá-los. Quando estava na fila, o carinha que estava na minha frente recebeu um telefonema e pelo que inevitavelmente eu ouvi, ele teria que sair às pressas dali e durante aquele silêncio pós-ligação-tensa, me ofereci para despachar a o pacote dele e enviaria o comprovante por e-mail, surpreso ele agradeceu, me entregou o pacote e um cartão com o número do celular dele e disse:
- Manda o comprovante pelo ‘whats’, por favor! Muito obrigado!
- Pode deixar. Respondi.
Voltei para casa, dei uma geral nas minhas coisas e fui tomar um banho para sair com meu amigo, me lembrei do comprovante e enviei a mensagem para o carinha do correio, cujo nome era Raphael, que me respondeu agradecendo a gentileza.
Fomos num barzinho próximo à Rua Augusta , sentamos numa mesa localizada na área externa e em meio ao papo fui abordado por um rapaz:
- Não acredito que te encontrei aqui! Você é o menino que me ajudou com as correspondências, acabei de falar de você para um amigo. Disse Raphael.
- Obrigado, se eu soubesse tinha trazido o comprovante aqui. Respondi.
- Quero te apresentar um amigo. Volto logo.
Expliquei o que havia acontecido para o pessoal da mesa e o assunto “coincidências” tomou a mesa com dezenas de historias e pontos de vista e logo Raphael voltou para apresentar o amigo e se juntaram à nossa mesa:
- Esse é o Wesley, meu amigo, esse é o Júnior, o garoto que me ajudou nos correios hoje. Raphael nos apresentou.
O olhar junto ao toque de mãos quando nos cumprimentamos fora o suficiente para dar o Click e despertar algo que ambos sentiram, ambos se surpreenderam ao sentir e ambos não sabiam explicar, mas gostaram muito de sentir.
Quando fomos embora Wesley me passou o numero dele e pegou o meu, na manhã seguinte acordei com uma mensagem não lida de Bom dia, que quando foi lida, causou bem-estar.
Trocamos algumas mensagens durante a semana e marcamos de sair na quinta-feira à noite, fomos ao mesmo bar da semana anterior, conversamos e ele ao notar minha resistência a me soltar, me convidou para ir a um lugar mais tranquilo, aceitei, entramos no carro e seguimos em direção a um lugar mais tranquilo, ele parou numa rua, atrás de um condomínio, estacionou o carro e quando eu perguntei se ele morava ali, ele sorriu e disse:
- Parei o carro para te pedir um beijo, já que você demonstra gostar, mas não responde a nenhuma das minhas investidas. Disse Wesley.
- Prefiro transparência. Respondi enquanto me virava e de joelhos em cima do banco, como um moleque levado, segurei nos seus ombros e o beijei.
Depois de um beijo longo e gostoso, quando nossas mãos safadinhas já haviam seguido o baile por nossos corpos e ao constatar uma boa ereção velada por uma calça social, ao pé do seu ouvido, sugeri que fossemos para um lugar mais calmo ainda...
- Vamos para o meu apartamento, moro sozinho, não costumo levar ninguém, mas estou muito afim de você. Sugeriu ofegantemente.
- Se quiser podemos ir para um motel, também estou afim de você. Completei.
Seguimos para o apartamento dele, subimos e mesmo com câmera, ele me agarrou no elevador, provavelmente era efeito do vinho, entramos no apartamento dele, ele ligou o abajur e não paramos, enquanto nos beijávamos, eu retirei o seu blazer, desabotoei sua camisa, a retirei, segui retirando seu cinto, enquanto beijava e mordia seu peito, que era um pouco peludo o que me dava mais tesão ainda, desci mordendo sua barriga, percebi que ele sentia um grande tesão e continuei, me sentei no sofá que estava próximo e ele de pé na minha frente me olhava com aquela cara de homem com tesão, abri o zíper, o pau saltou para fora, deu duas debicadas para a direita e eu aparei com a língua, levemente acariciei seu falo com os lábios que pulsante demonstravam grande arrojo, em movimentos leves e contínuos minha língua dançava a valsa da alegria e meus lábios orquestravam a suíte perfeita que percorria entre as bolas, base e glande que brilhava ao externar o mel que possuía e em poucos minutos jorraria em grandes quantidades o sêmen , após um inebriante orgasmo.
Sentamos no sofá por alguns minutos para recuperar a energia e ele sugeriu que tomássemos um banho, topei e fomos para a cama, ele se deitou, me puxou para junto a ele e após uma longa e gostosa conversa, dormimos.
Os Três Rapazes.
Denis tinha 18 anos e morava num condomínio de prédios, seu corpo era lisinho e ele possuía aquela bundinha arrebitada que os caras piram de tesão, prestes a completar dezenove uma amiga lhe provocou perguntando quando ele iria arrumar uma namorada e Denis começou então a refletir sobre o assunto e relembrar as experiências que tivera com um amigo da escola e outras experiências que tivera com um primo, Denis passou a reparar mais nos garotos a partir desse dia quando despertou seu desejo de ficar com eles novamente.
Certo dia, junto com as correspondências recebidas por ele mesmo, verificou que uma não pertencia ao seu endereço e resolveu ele mesmo entregar em um dos apartamentos cinco andares abaixo do seu, como havia chegado da faculdade resolveu aproveitar o pique e desceu prontamente, chegando no apartamento destinado, reparou que havia barulho de vídeo game e risadas vindas lá de dentro, provavelmente o Eduardo mencionado na correspondência era um dos que estavam interior do recinto, uma certa timidez se manifestou naquele momento, mas ele não sucumbiu e tocou a campainha, sem pausar o jogo os meninos pediram para entrar e ele entrou, meio sem jeito.
Já com o jogo pausado, ele só entregou a correspondência e disse que recebeu por engano, Eduardo recebeu a carta e gentilmente agradeceu Denis, oferecendo uma cerveja e o convidando para jogar com eles, que recusou dizendo que não bebia, mas ajudou Eduardo a passar aquela fase, logo se enturmou com Eduardo e Vinicius, dois dos três moradores que residiam naquele apartamento que era dividido por três amigos e funcionava como uma pequena republica.
- Senta ae, fica a vontade. Disse Vinicius, um rapazinho forte, de vinte e quatro anos que tem um par de olhos azuis de derreter qualquer um.
- Não quero atrapalhar, respondeu Denis sem jeito.
- Que nada, já é da turma. Disse Eduardo, voltando da cozinha com um refrigerante para o menino, entregando a latinha pra ele e o puxando para o meio do sofá.
- Não tinha ideia de que tinha uma republica aqui, nunca tinha visto vocês. Comentou Denis.
- Ah, mas eu já te vi várias vezes. Disse Vinicius.
- Ele é gamado em você completou Eduardo.
- Tá doido, vai deixar o menino sem graça, Eduardo. Respondeu Vinicius arremessando uma almofada.
Denis abaixou a cabeça com um sorriso tímido e o rosto corado que brevemente foi levantado por Vinicius que se aproximou, o puxou pelo queixo e o beijou suavemente. Embora tivesse gostado e por alguns segundos, retribuído, um pouco assustado, Denis se levantou, tímido, pediu desculpas e foi para a casa dele.
- Quem deixou o menino tímido foi você, disse Eduardo ao amigo.
Quando eram Sete e meia da noite, o interfone toca e a irmã de Denis o chama em seu quarto:
- Denis, um tal de Eduardo no interfone.
Denis seguiu para a cozinha, atendeu Eduardo e anotou o numero do celular dele para que pudessem conversar pelo ‘whasapp’, pouco tempo depois de adicionar Eduardo, Vinicius apareceu para conversar com ele e o convidaram para descer novamente ao apartamento, insistiram, pediram desculpas, mas Denis disse que não tinha problema, ele estava apenas confuso e finalizou informando aos dois que após a janta ele desceria lá outra vez.
Denis desceu eram quase nove horas da noite e os dois estavam o aguardando, ambos na mesa terminando uns trabalhos da faculdade e o apartamento ligeiramente mais limpo e organizado, foi a vez de Denis descontrair:
- Passou o furacão da limpeza aqui?
Os dois riram e foram para o sofá junto com Denis, conversaram sobre curtirem meninos e Eduardo perguntou se podia beijá-lo também, Denis mais corajoso tomou a iniciativa e o beijou, Vinicius se aproximou e os três começaram a se beijar, camisas iam sendo tiradas e jogadas ao chão, sem suor algum, os três exalavam banhos tomados e um misto de perfumes masculinos com testosterona aromatizava a sala previamente preparada para presenciar o amor a três que ocorreria por lá.
Com uma mão Denis acariciava a barriga de Vinicius, enquanto beijava Eduardo e com a outra mão apalpava lentamente o membro rígido de tesão que Eduardo possuía dentro da bermuda, os três estavam bastante excitados. Os dois por estarem pegando o guri que tanto um quanto o outro desejavam e Denis por ter o prazer e a surpresa de conhecer dois carinhas que estavam super afim dele, que moravam no mesmo prédio e por fim realizar a fantasia que povoava seu imaginário durante alguns meses.
O clima esquentou quando Denis se virou para Vinicius e com habilidade abriu sua calça jeans e colocou-se de joelhos para iniciar um gostoso oral, Eduardo e Vinicius se beijavam enquanto Denis alternava, sua língua e respiração ofegante deslizava entre um membro e outro, cada um com sua peculiaridade, ambos pulsavam tesão, mas o primeiro orgasmo fora protagonizado por Vinicius que continuou em cena beijando Denis enquanto o mesmo era penetrado por Eduardo.
Depois daquela noite, a amizade entre os três só aumentaram, na verdade entre os quatro, o outro morador chegou só mais tarde e Denis já tinha subido para casa dele, algumas histórias contarei em próximos contos.
Jóia rara
Estava andando pela Paulista e parei para ver a vitrine de uma loja, já havia anoitecido, mas ainda não passava das oito horas, quando um jovem senhor puxou assunto comigo:
- Os importados não são mais baratos como antes...
- Verdade, nossa moeda tem que valorizar mais, eu amo esses hidratantes, mas mesmo com essa leve alta, vale a pena compra-los.
- São ótimos, eu mesmo uso vários... Meu nome é Augusto e o seu?
- Júnior, muito prazer!
- Passeando por aqui, Júnior?
- Estou, o clima tá bom, vim comprar um perfume e resolvi dar uma volta, depois do horário de pico a Paulista é melhor ainda.
- Já tá usando o perfume? Porque dá pra sentir seu perfume daqui. Ele completou.
- Esse que comprei ainda não, mas tá bom o aroma? Respondi quase gargalhando.
- Dá vontade de levar pra casa e não largar mais esse cheirinho.
Jovem senhor ousado! Deu aquela cantada na maior cara dura, quase me deixou encabulado.
- E você? Passeando por aqui ?
- Estou indo pra casa, moro aqui perto, estou te observando há um tempo, não resisti e vim conhecer.
- Nossa! O que o motivou? Por que é inusitado, pode ser assustador ou estimulante uma atitude dessas.
- Atração, você tem um charme único, é exótico, não percebeu a sua volta, mas eu notei vários carinhas te paquerando.
- Eita! Nem percebi e to achando que isso é xaveco seu...
- Eu te convidaria para ir pra minha casa, mas acho que você aceitaria beber algo antes, num bar.
- Sim, mas se o senhor estava indo pra casa e mora perto, posso acompanha-lo e no caminho vamos conversando mais.
Fomos, Augusto era um senhor de 50 anos, pouco forte, pouco grisalho, com barba e estilo de executivo, por dentro era um eterno jovem, ativo e interessante. No caminho fomos conversando e além de confiança ele passou maturidade e bom humor.
Chegando na sua casa, ele me convidou para entrar, eu aceitei e aquele portão de madeira escondia uma casa enorme por dentro, os cachorros dele logo vieram me cheirar e brincar comigo e ele comentou:
- Eles gostaram de você, é um bom sinal.
- Eu amo animais. Respondi enquanto jogava a bolinha para eles pegarem.
Enquanto fiquei no quintal, ele entrou e pegou duas bebidas e trouxe para bebermos juntos.
- Quer nadar comigo hoje? Ele perguntou.
- Não, nem trouxe sunga, eu nem sabia que eu ia estar aqui. Respondi
- Você tem compromisso hoje? Dorme aqui e não precisa de sunga, somos grandinhos.
- Tentação esse convite... mas acabei de te conhecer...
- Escute a voz da experiência, garoto e aproveite o momento. Ele completou.
Uma hora depois estávamos os dois, nus, mergulhando na piscina naquela noite calorosa de 28graus, ao som de um pop eletrônico e alguns drinks, apostando quem pulava mais alto e depois de alguns saltos e mergulhos, fomos para a beirada beber e acabamos nos beijando, molhados e quentes.
Ele se sentou na beirada e eu dentro da piscina continuava a beijá-lo e dentre uma carícia e outra, proporcionei a ele um delicioso sexo oral.
Quase em êxtase ele me chamou para entrar:
- Vamos tomar uma ducha e ir para o quarto, quero você pra mim hoje.
Tomamos uma ducha, eu mais tranquilo, ele com o volume que não diminuía.
- Olha como você me deixa garoto! Impressionante!
Fomos para o quarto, os amassos começaram desde a escada , quando subimos ele me pegou no colo e me levou até a cama, me colocou com cuidado e delicadeza e começou a beijar meus pés, uma de suas fantasias era essa e com o mesmo hidratante que eu estava vendo na vitrine ele me fez uma massagem incrível, massageando todos os pontos tensos do meu corpo, fazendo me relaxar por completo, dentre toques e beijos, algumas mordidas apimentavam aquela transa, devorou-me gostosamente naquela cama durante uma boa parte da noite. A cada toque na minha pele, o tesão aumentava, a cada gemido de prazer que ele dava o meu aumentava e com mais atitude montei no seu colo e após o encaixar de nossos corpos e os movimentos harmônicos daquela transa perfeita, chegamos ao nosso climáx juntos.
Todo mês Augusto me manda flores, ora Lírios, ora Rosas, mas em todo cartão ele escreve a mesma coisa: “ – Aguardo nossos finais de semana ansiosamente, você é minha jóia rara.”