Uma das fotografias do belo livro Tarkóvski - Instantâneos, publicado pela Cosac Naify.
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Uma das fotografias do belo livro Tarkóvski - Instantâneos, publicado pela Cosac Naify.
Estas imagens são da coluna de Millôr Fernandes na revista O Cruzeiro, de 1958 e 1961, respectivamente. "Foi nesse período que Millôr abraçou o estilo de 'escritor sem estilo' que jamais abandonaria. Sua afiada verve textual era acompanhada por um grafismo caracterizado pelo uso da garatuja; vez por outra, o verbo cedia lugar a um texto exclusivamente visual, como no caso do cego 'admirando'a paisagem" Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil. pgs. 289 e 290.
Uma das imagens do belo conto "Nossa expedição", publicado em Contos de lugares distantes, de Shaun Tan
Eric é um estudante de intercâmbio, cheio de dúvidas. Ele está no conto homônimo, de Shaun Tan, publicado em Contos de lugares distante.
Em Contos de lugares distantes, do australiano Shaun Tan, as imagens fazem totalmente parte da história e, por vezes, são o desfecho do conto, no lugar das palavras. Esta imagem ilustra o conto "O búfalo do rio", o primeiro do livro. No total, são 15 histórias.
"Região é [uma revista, da década de 1940] de Pernambuco e tem em seu conterrâneo Cícero Dias um colaborador constante, como nesta capa da número 10, na qual um único desenho domina todo o espaço, e os textos são impressos diretamente sobre ele" Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pg 239.
As memórias de Cícero Dias (1907 - 2003) estão reunidas em uma obra publicada pela Cosac Naify chamada Eu vi o mundo, alusão à sua obra mais famosa, Eu vi o mundo... ele começava no Recife. Estas memórias recuperam a infância no engenho Jundiá, a vida boêmia no Rio de Janeiro; a forte amizade e o debate com as principais personalidades artísticas européias da época.
É hoje o lançamento oficial do livro "Linha do tempo do design gráfico no Brasil", organizado por Chico Homem de Melo e Elaine Ramos. O evento será às 19h30, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Confirme sua presença: http://on.fb.me/zMFN46
"Millôr Fernandes é um criador peculiar. Sua coluna de humor na revista O Cruzeiro, intitulada Pif Paf e assinada com o pseudônimo Vão Gogo, remonta à década de 1940. Afiado nas palavras, autor de tiradas antológicas, sempre ilustrou seus textos com um desenho que remete à garatuja infantil. Em 1964, a coluna transformou-se em revista, tendo sido publicadas escassas oito edições. O projeto gráfico é de Eugênio Hirsch, também autor da capa do número 1." Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pg 397.
É carnaval! "A Revista da Semana durou de 1900 a 1959 – quase seis décadas! Sua linguagem gráfica foi variando ao sabor dos tempos, ora adotando um padrão fixo, ora mudando de edição para edição. Nestes dois números, o título participa ativamente da cena; é especialmente saborosa a solução da serpentina que desenha as letras, passa pelas mãos do Arlequim e continua a brincar ao redor dos personagens." Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pg 136.
É carnaval! Apresentamos quatro capas sequênciais, criadas por J. Carlos, para a revista Para todos... em 1927, contando uma história relacionada ao carnaval e seus personagens. Duas das imagens estão nos livros Linha do tempo do design gráfico no Brasil, de Chico Homem de Melo e Elaine Ramos (org.). O conjunto é apresentado em O design brasileiro antes do design, de Rafael Cardoso (org.)
Capa da revista Bravo! [n. 3], de 1997. Criada por Noris Lima, com ilustração de Rico Lins.
"Noris Lima, um dos destaques do design de revistas da década [de 1990], opta por um projeto movimentado, que seja estimulante e ao mesmo tempo indique um olhar culturalmente educado" Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 678 e 679.
Em destaque, Clarice Lispector. Conheça mais sobre a escritora na biografia Clarice,, de Benjamin Moser.
Semana de arte moderna. 1922. "Clássicos modernistas": Programa e catálogo, por Di Cavalcanti; Capa do livro Paulicea desvairada, de Mario de Andade, atribuída a Guilherme de Almeida; Capa da 1° edição de revista Klaxon (autor não identificado). Conheça mais sobre estas imagens em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 120, 121 e 125.
Capa do tabloide Raposa, n. 8, 1978. Criação de Oswaldo Miranda, o Miran. “Miran é o designer brasileiro com maior reconhecimento internacional, atestado por uma extensa fieira de prêmios expressivos e por reproduções de seu trabalho em publicações de circulação mundial. (...) Na segunda metade da década de 1970, Miran torna-se responsável pelo Jornal de Humor, uma seção semanal, dentro do Diário do Paraná; mais tarde, o JH se transforma no tabloide Raposa. Essas foram as principais plataformas de lançamento de seu trabalho. Contando com a colaboração de redatores que eram parceiros de fato, as páginas criadas por Miran são antológicas." Chico Homem de Melo em em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 511 e 513.
"Bea Feitler estava na época no auge de sua carreira nos Estados Unidos. Assinar o 'planejamento visual' daquele que é uma espécie de livro oficial dos Beatles é um atestado de seu prestígio – creditado logo abaixo do título, aliás. Bea era designer da Harper’s Bazaar, e o livro de fato respira ares de revista. Na capa, o retrato de Paul McCartney feito por Andy Warhol ocupa todo o campo, atravessado pela faixa que contém o título. A inclinação da faixa dinamiza ainda mais o movimento sugerido pelo plano magenta que simula o efeito de papel recortado." Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 572 e 573. Esta capa de livro é de 1982. 23 x 30,5 cm.
Vale lembrar que os Beatles são tema de duas outras publicações da Cosac Naify: Um dia na vida dos Beatles e The Beatles - A história por trás de todas as canções.
"As edições de Para Todos... feitas por J. Carlos tem um lugar reservado no patamar mais alto do design brasileiro". Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 140 e 142. Esta capa de revista é de 1927. 23,5 x 32,3 cm.
"A capa de Calabar: o elogio da traição foi proibida pela censura, assim como o título da canção. A criação da artista Regina Valter fala de insurgência e clandestinidade; além disso, coloca a onda de grafite urbano que surgia na época como uma estratégia legítima de discurso visual. O disco acabou sendo lançado com uma capa inteira branca; a original sairia somente na década seguinte". Chico Homem de Melo em Linha do tempo do design gráfico no Brasil, pgs. 444 e 445. Esta capa de disco é de 1973. 31 x 31 cm. (Fotografia: Gianfranco)
Revista Sports - São Paulo, ano 2, numero 12, junho de 1921. Elaine Ramos e Chico Homem de Melo, organizadores do livro Linha do tempo do design gráfico no Brasil, comentaram sobre esta e outras imagens no programa Metrópolis, da TV Cultura. Confira.