“DESDE quando você pareceu querer estrangular o pobre menino.” Acusou-o, com certo tom de brincadeira, deixando que o sorriso travesso que sempre estava presente lhe entregasse. “Um vocal bom, você quis dizer.” Misty gostava de pegar no pé de Toni; assim como no de qualquer outra pessoa com quem tivesse o mínimo de intimidade. “Néctar?” Abaixou-se para pegar a garrafa no chão, deixando que a blusa um tanto curta do acampamento levantasse o suficiente para a tatuagem que tinha em seu quadril aparecesse; uma letra cursiva finíssima que escrevia i am my own muse, o lema que levava, do mesmo jeito que sua mãe.
'sinto-me injuriado.’ riu com a própria escolha de palavras. ‘você, mais do que ninguém, saberia que eu só faria isso se fosse justo. e me pareceu bem justo.’ argumentou no mesmo tom de brincadeira. até ser atingido por mais uma. ‘e eu não sou bom o sufiiente para você?’ uma sobrancelha arqueada e ele riu novamente. haviam dois tonis, aquele toni para todos e o toni para poucos. ‘whisky?’ retrucou, erguendo o cantil na direção dela, oferecendo. filhos de hermes eram os seus preferidos, adorava quando contrabandeavam coisas a seu favor. e nesse caso, seu favor significava seu vício. ‘i am my own muse.’ leu sem problema algum com sua própria indiscrição. ‘quase o meu you are art.’ assinalou mostrando a tatuagem no pulso.