Heil to Pluto and Proserpine
You would turn the wolves on the one you love If they needed blood and you couldn’t run fast enough And it’s something that I guessed about you, love It’s not new, JUST YOU HOW YOU ARE.
@putaodacara
Interview Vampire Daily
macklin celebrini has autism

ellievsbear
KIROKAZE
Cosimo Galluzzi

No title available
Color Me Curious
Game of Thrones Daily
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
I'd rather be in outer space 🛸
Sweet Seals For You, Always
RMH

bliss lane

Product Placement
Xuebing Du
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Monterey Bay Aquarium
h

Andulka
art blog(derogatory)

seen from Morocco

seen from United States

seen from France

seen from India
seen from Philippines
seen from United States
seen from Colombia
seen from France

seen from Russia

seen from South Korea
seen from Bangladesh
seen from United States

seen from United States

seen from Switzerland
seen from Canada
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Türkiye
seen from Thailand
seen from Singapore
@deathflxwer-blog
Heil to Pluto and Proserpine
You would turn the wolves on the one you love If they needed blood and you couldn’t run fast enough And it’s something that I guessed about you, love It’s not new, JUST YOU HOW YOU ARE.
@putaodacara
❃ ✞ Tell me what is the output of insanity? ❃ ✞
O delírio compôs a íris diabólica; carbonizando a psiquê deturpada com a cólera automática. A fúria penetrou a corpulência masculina, tornando-o sustentáculo da violência. As labaredas de lume era o conjunto de sílabas que saíam dos lábios femininos, o combustível necessário para preservar o incêndio fora a hipocrisia alheia. A abundância de dissimulação na pronúncia feminina fê-lo rir, o ato deveras patológico a análise ordinária. Pois a única composição era o escárnio e a avareza, cujos ingredientes eram de maior incidência em seu caráter tirânico. A ordinária diferença, entretanto, era a potência designada ao destinatário. À sua fúria era sinônimo de morte, pois quando alguém tem a ousadia de testar o delgado cordel de sua paciência, Patrício devolvia com a conduta animalesca e cruel. Ninguém era digno de julgá-lo, pois este fora o único princípio retratado a ele. A clemência era um vocábulo de existência duvidosa, portanto, era ilógico ficar à mercê da insensatez próximo a ele. Há sim a essência calculista em sua psiquê; porém, há circunstâncias que a lógica é difícil de ser cultivada. Portanto, o ímpeto é a única saída. Dominic poderia ser chamado de bomba relógio; contudo, a verdade é que ele era a verdadeira pólvora. À sua bomba relógio jaz diante de seus olhos, a garota que honrava o termo incompreensível. Ela não ostentava de uma ordem cronológica de fatos, ou seja, não era possível interpretá-la de acordo com as evidências do ambiente circundante. Pearl o havia atacado de súbito, tornando-o posteriormente vil. A escória da raça humana, porém, não era de todo algo fictício. Ele fora o príncipe do dissimulo por uma década; portanto, não seria àquela garota a afetá-lo. A farsa que há na psiquê da Pringsheim era infinitesimal comparada a própria, então ela não usufruía de plenos atributos para sensibilizá-lo a empatia. Detinha, porém, de um cerne cioso pela outra. Porventura, ocasionado por uma provável Síndrome de Lima. Mas caráter patológico algum era superior a própria razão, pois ele diferente dela ostentava de um equilíbrio emocional. Espólio drenado de cada vítima sua; afinal era através do pânico alheio que fora possível conceber o equilíbrio. Todavia, o auto domínio era posto à prova na companhia feminina, pois ela deveria ser o seu paradoxo. Não o seu acréscimo. Pois dois hipócritas em convívio seria sinônimo de extermínio múltiplo. O triunfo era uma nirvana usufruída por uma única criatura; ou seja, ele mesmo. Porém, quando a tragédia há de acontecer o seu desprestígio seria compartilhado com o próximo. Isto é a prima seria o sustentáculo do ultraje, em conclusão de que tudo tem um preço. Ela seria o seu álibi, o artefato empregue para conquistar à sua inocência perante o júri. Pois ele não poderia, em hipótese alguma, ser preso. Seria um martírio ser condenado, portanto, se há alguém de natureza inútil ao encaminhar dos princípios familiares era Pearl. Examinou-a em silêncio, a ausência de uma acústica ofensiva em seus próprios lábios era a evidência de seu desgosto para com a outra. A carência de respeito em relação a ele era óbvia, pois mais uma vez ela fora possessa pela inópia de valores de etiqueta. Vê-la dar as costas a ele - mesmo que por míseros instantes - fê-lo contrair os punhos em fúria. “Ich verlange, dass Sie aufhören zu fluchen meine Muttersprache mit , um Ihre Heuchelei!“Proferiu de forma ácida e aguda, proferindo os vocábulos de modo superior. “Por favor, quem é você para me julgar? A culpa não me corrompe, pois não há margem para arrependimentos em minha conduta. O único equívoco que cometi, porém, foi de acreditar que você tem pleno equilíbrio mental. Mas vejo que você está à mercê de uma demência. Eu não tenho obrigações para com você, mas estou fazendo o possível para mantê-la segura. Você, porém, faz de tudo para se prejudicar. O seu desequilíbrio não me afeta, mas no momento em que você põe a minha imagem em risco.” O sorriso satânico retornou a compor a face masculina, respirando fundo para expelir os próximos vocábulos. “Você irá passar a compreender e sentir o que o seu noivo sentiu, Pringsheim. Portanto, sugiro que não teste a minha paciência.” O sorriso se desfez de modo tardia, conservando a película totalitária em seu cerne. A questão levantada pela outra fê-lo pensar. A mísera ideia de contemplá-la morta originou um desconforto no macho, guiando-o a acompanhar o passo a frente que ela havia dado. Os poucos centímetros de distância tornou possível acompanhar a respiração alheia, expondo mais uma vez o movimento maquiavélico de seus lábios. Os dígitos masculinos elevaram-se para tocar a face feminina, tangenciando a área lateral do semblante da prima com ternura. O ato era deveras hipócrita, mas a possessão para com a outra eliminava a tendência a violência ao contemplá-la. Tão frágil e vulnerável. “És cega?” Articulou deslizando as digitais de forma sedutora pelos lábios femininos, tecendo a epiderme que constituída o pescoço alvo da fêmea para envolvê-lo. Mas não com a intenção de machucá-la, apenas de usufruir o efeito ocasionado pelo seu toque na corpulência alheia. “Você já está morrendo aos poucos. Eu tenho poderio sobre você, afinal o seu caráter está corrompido pela hipocrisia.” Preservou a mão direita sobre o pescoço alheio, deslizando-a para chegar ao local em que o coração feminino estava protegido. “Questione-se sobre qual será o resultado caso você me desrespeite.” Retirou a mão do seio feminino de súbito, retornado a amparar a mão ao lado do próprio corpo. “A morte física não é o único óbito que existe, minha cara. Mas não aconselho que me subestime, pois você não faz ideia do que sou capaz.”
“My Hypocrisy? Patricio, zu stoppen, anderen die Schuld und zu schikanieren.” Ela exasperou, ao ouví-lo. Foi sua última frase, porém, antes de deixá-lo dizer as palavras frias que definitivamente conseguiam ter algum efeito em sua psiquê transtornada. Talvez fosse por causa do álcool e dos remédios psicoativos que ingeria, mas Pearl não estava se sentindo em um um de seus melhores momentos. E Patricio estava piorando a situação, com todas as suas camadas de morbidez e apatia. Queria gritar com ele, mas tudo que ele recebera em troca da jovem foi um olhar gélido, dotado de transtorno e um silêncio carnívoro, conforme falava. Deixou-o falar, encarando e processando todas as falas dele, aproveitando que estavam sozinhos e perto do fundo do labirinto. As ameaças dele não faziam, porém, o mínimo efeito de Pearl. Ela conhecia de uma maneira completamente excitante os sentimentos do primo por ela. Era quase um jogo usar isso contra ele, mas ela não podia evitar. Não quando ele explicitara tão abertamente aquela ameaça vazia. Um sorriso petulante cresceu nos lábios de Pearl contra sua vontade. Achara cômico, na verdade, o modo como ele lhe ameaçara. “Eu vou sentir, Pat? Mesmo? Será que você consegue me fazer sentir alguma coisa?” Provocou-o, em uma tonalidade obscura enquanto brincava com a sua ciência do fato de que ele possuía o mínimo de preocupação com sua pessoa. Ou não teria ido atrás de si naquele labirinto. Possivelmente, porém, poderia ser tudo ilusão de sua cabeça. Mas Pearl queria provar para si mesma que possuía um ponto. E assim como Patricio estava brincando com as palavras, colocou-se no direito de fazer a mesma coisa. Ele merecia, afinal, ser jogado do precipício com ela, pois ambos estavam na mesma beirada. “Vamos lá, Pat. Ou você não tem coragem de tentar? Me faça sentir alguma coisa.” Disse, antes de adquirir o silêncio novamente como uma arma. Nenhum movimento fora feito por si, a não ser encarar as íris carnívoras do rapaz que estava diante de si. Ambos possuíam uma certa escuridão que os corrompia e Patricio não estava errado. Do momento em que pisara os pés na casa dele ela já sabia seu destino, apenas não queria admitir. Seus lábios ficaram entreaberto conforme ele tocava sua pele alva e nua de seu pescoço, um leve arrepio começando desde a base de sua coluna que eriçou todos os pelos de seu corpo. Foi impossível conter um breve arquejo que escapou de seus lábios ao sentí-lo apertar sua traqueia, mas ele não possuía a intenção de machucá-la, ou Pearl estaria sendo asfixiada naquele momento. Os dedos dele traçaram um caminho em direção ao seu coração e Pearl não duvidava dele caso ele tentasse rasgar sua pele e dilacerar seu órgão vital naquele momento. “Você está certo. Mas será que você sabe do que eu sou capaz?” Não, não era uma ameaça. Tampouco um aviso. Era uma pergunta retórica. Ignorando qualquer tipo de perigo pré existente, Pearl deu um passo na direção do parente, quebrando qualquer tipo de espaço existente entre os dois. De modo imprudente, aproximou sua face da dele e iniciou um beijo, colocando em seus lábios toda a raiva que sentia daquele ser corrompido que jazia à sua frente, envolvendo a nuca dele com seus dígitos. Um simples e voraz beijo para selar o fato de que um estava à mercê do outro, independente do que fizessem.
❃ ✞ Tell me what is the output of insanity? ❃ ✞
O acúmulo de obstáculos carnívoros em seu campo de visão era o ultraje; a ostentação do espírito vitalício em carcaças corpóreas constituídas de júbilo. O êxtase alheio era a razão de sua repulsa, a ânsia embriagante por estar à mercê de um território desconhecido, cujo perímetro era frequentado por pessoas ordinárias e superficiais. Não era possível julgar o caráter pela aparência, mas era razoável fazer uma análise através da agitação ocasionada por ruídos acústicos que qualquer outro ser chamaria de música. Pois seria uma ofensa a Beethoven denominar de melodia o sonido tóxico do ambiente. O asco era praticamente tangível em sua face, pois a musculatura facial estava contraída em uma carranca visível a qualquer ser. O porquê de estar frequentando o baile? A criatura ruiva que jaz há poucos centímetros de distância de si, pois não poderia deixá-la em hipótese alguma solitária. O falatório desgovernado na área fê-lo respirar fundo, inebriando o perfume deleitoso de sua prima. O único aroma agradável à sua pessoa, pois o cheiro de álcool era uma memória esplêndida a matança. Ingerir a substância alcoólica era um ato simbólico; uma espécie de catalisador para revigorar o seu espírito carnívoro. Era deveras tentador recolher a taça de vidro entre os dígitos, pois a vinil hipótese de dar gênese a carnificina fê-lo expor um sorriso delicado nos lábios. O ato fora firmado através da cólera; moldado a melancolia e estruturado pela aversão. O nuance melancólico; todavia, era uma dedicatória à sua indiferença para com os outros. O desperdício da existência de vida em cada corpulência, pois vê-los decrépitos inundados pelo próprio escarlate vitalício seria um colírio para os olhos. Contudo, a custosa realidade era contrária ao seu desejo. Poderia dar jus a película homicida e originar o terrorismo em cada centímetro da mansão; porém, a morte não deveria ser sinônimo do ímpeto. Ao menos o óbito cujas raízes são moldadas pelas mãos mortíferas, pois para Patrício era necessário haver um por que para originar o ataque certeiro. A ordinária presença na cerimônia do inverno - leia-se pandemônio segundo a ótica do homicida - era justificável ao seu raciocínio, afinal não poderia deixar o seu despojo a salta. Pearl não era à sua propriedade, contudo, tratava-a como um bem material ao seu império de luxúria e cólera. Ela possuía uma dívida para consigo, contudo, não possuía o interesse monetário com ela, a única relevância era preservá-la imaculada e a salvo. Caso contrário, não teria manchado o tecido de suas vestes com o sangue indigente do noivo da mesma. Portanto, era explícito de que ela deveria estar à sua mercê até quitar a dívida. Pois ostentava de uma filosofia específica para com devedores, a única saída a um devedor era aniquilar o verme. Todavia, matá-la não estava em seus objetivos. Ela era uma companhia agradável ao carrasco, logo o convívio entre ambos era uma moeda de troca aos favores entregues à prima. Até porque não tratava-se de um verme, mas de sua prima. Ou seja, havia parcela de sua descendência para com a outra. Dessarte, não valeria à pena eliminá-la. Entretanto, o juízo disfuncional de Patrício sussurrava para silenciá-la, pois as palavras ásperas e aleatórias da ruiva o trouxera para a atmosfera física. Abstraiu-se da metafísica para estar à deriva de um desequilíbrio, pois ouvi-la recitar sobre o crime do passado fê-lo retirar as mãos do paletó para contraí-las em punho. A saída rápida e brusca da outra fora calculista, um ato deveras inteligente da outra. Caso contrário, os próprios dígitos teriam envolvido os braços finos da ruiva para fazê-la ser consumida pela verdade à força. Desconhecia de qual demência psicológica embriagava a parente, porque ela parecia estar cega perante as consequências. O sorriso mortífero reapareceu em seus lábios, delineando-os com perfeição ao patentear a fúria com uma ação tão fictícia quanto o ânimo dos indivíduos que estavam na área. Ninguém pode ser tão feliz, mas de infelicidade ele bem compreendia. Pois haveria consequências a ação da ruiva, porque deixá-lo com palavras na ponta da língua era uma ofensa. Patrício massageou as têmporas, retornado a ocultar as mãos sicárias. A íris acompanhou a trajetória da ruiva, seguindo-a para poder acompanhá-la. Desviou-se com certa arrogância das criaturas, mantendo-se há poucos metros de distância dela. A atenção fora direcionada a mansão após ver que ambos estavam do lado de fora, decorando mentalmente o trajeto para retornar a área. Porém, o lugar para onde Pearl fora guiada era o labirinto. Um palavrão deslizou pelos lábios no idioma natal, pondo-se a andar na direção da outra para envolver com a mão direita o braço fino e delicado da ruiva. A atenção fora direcionada a mansão após ver que ambos estavam do lado de fora, decorando mentalmente o trajeto para retornar a área. Porém, o lugar para onde Pearl fora guiada era o labirinto. Um palavrão deslizou pelos lábios no idioma natal, pondo-se a andar na direção da outra para envolver com a mão direita o braço fino e delicado da ruiva. “Bitte sagen Sie mir . Schnelles Denken Sie , bevor Sie sagen Gräueltaten?”Articulou entre dentes, impondo força no aperto a medida que cada sílaba abandonava os lábios raivosos. “Você não mede as consequências.” Abandonou de forma ríspida o braço alheio, movendo os dígitos em direção aos fios de seus cabelos. “És tão ingênua a ponto de proferir idiotices.” Forjou uma risada maquiavélica em seus lábios, examinando-a após fitar as órbitas femininas. “Denuncie-me e você passará o resto da vida na cadeia. Porém, não fará a mísera diferença. Você já é uma decepção aos seus pais e aquele seu irmão problemático. Se acredita que irá me afetar, sinto-lhe em dizer que está à mercê da alienação.” Cuspiu as palavras certeiras para afetá-la, olhando-a com um olhar debochado. “Eu não sou o seu proprietário, tampouco o seu cúmplice. Mas você me deve respeito.” Deu um passo à frente, controlando-se para não empurrá-la. “Se não fosse por minha pessoa você estaria morta agora. A única errada da situação é você, logo sugiro que honre à sua inteligência.”
Desejava estar sozinha no início do famigerado labirinto, assim seria mais fácil embrenhar-se no meio dele e tudo que havia reservado para os possíveis visitantes. Pearl não se assustava fácil - havia enxergado um assassinato com seus próprios olhos -, o que poderia haver de tão perturbador ali? Exato. Mas talvez, não fosse necessário armadilhas e pegadinhas para assustá-la. Bastou um apertão em seu braço para ter a certeza de que havia sido seguida. Virou-se obrigada para ficar de frente com o rapaz, enxergando o mesmo fogo que outrora ardera em suas íris, nos olhos dele. Ambos possuíam os olhos verdes, mas ode Pearl possuíam uma tonalidade musgo, parecida com o pigmento encontrado nas folhas de suas famigeradas plantas. Os de Patricio eram gélidos, mas ferozes. Podia crer que seria consumida pelos vítreos olhos dele caso o encarasse por muito tempo. No entanto, as palavras era fogo e a fizeram baixar a cabeça, sentindo a raiva consumí-la, a violência inerente fazê-la ter vontade de desferir-lhe um golpe para acordá-lo para a realidade. Patricio vivia em seu próprio mundo e parecia esquecer-se que haviam outros ao seu redor. No entanto, ela ainda conseguia enxergá-lo através de todas aquelas camadas de ácido, para afastar a todos. Patricio era uma apenas um garoto quebrado, assim como ela. Mas não tinha o mínimo objetivo de consertá-lo, pois era fato que a personalidade dele lhe era interessante. Não quando ele queria brincar porém, de dono e propriedade. Aquilo lhe tirava do sério. "Und Sie denken, bevor Sie sie zu begehen?" Não sabia, porém, porque estava sendo hipócrita. As palavras simplesmente deixavam seus lábios em um fluxo incontrolável. Assim, com a raiva, a vontade de chorar crescia. Era algo genuíno, as lágrimas brilhando nos cantos dos olhos de Pearl. Mas ela forçou-as a não caírem, pois não queria soar patética por chorar devido a um sentimento tão efêmero. Ela respirou fundo e assim que ele largou seu braço, virou-se para ficar costas a Patricio, não querendo que ele enxergasse-a enquanto tentava se recompor. O motivo da discussão era irracional, mas desde quando sentimentos deveriam ser racionais? Não o eram. Matemática era racional, a raiva não. "Eu não meço as consequências? Claro. É mais fácil colocar a culpa em outrém." Disse de maneira ácida enquanto virava-se para Patricio, dando um passo na direção do rapaz. "Te afetar? Eu não preciso fazer isso, você o faz sozinho." A verdade é que sim, pretendia afetá-lo. Para que ele percebese o quão transtornada a personalidade incógnita dele a fazia sentir. "Vai me matar também se eu não respeitá-lo, Patricio?" Dessa vez sabia que estava o provocando, puxando-o de encontro ao precipício que se encontrava. Pearl, porém, não queria pular sozinha. Havia desenvolvido um vício perigoso, doentio em Patricio. Não era saudável, definitivamente. E por saber que estava errada, e ele certo, manteve-se finalmente, em silêncio. Encarando as órbes vítreas dele temendo quebrar o contato visual e perder o equilíbrio tênue que possuía naquele momento.
❃ ✞ Tell me what is the output of insanity? ❃ ✞
@putaodacara
A verdade era que Pearl não estava em um momento feliz. Na verdade, toda aquela aglomeração de pessoas dentro da mansão estava lhe dando náuseas. Eram pessoas demais, não deveriam ter convidado todo mundo. E de certa maneira, todo aquele luxo lhe trazia à tona a ostentação de sua família e seu noivo morto. Os olhos esverdeados acompanhavam as pessoas se movimentando pelo salão. Pearl, porém, estava cheia da possessividade que outro depositava em si. Um dos motivos que contribuíam para sua falta de paciência naquele momento devido ao transtorno que sua própria mente se encontrava. Puro caos, como se as trevas tivessem tido o prazer de invadí-la naquele inverno. E era sempre assim, o frio trazia à tona uma das piores partes da personalidade e das emoções da ruiva. "... Chega, verflucht*! Você gosta de reclamar da minha irresponsabilidade, mas é uma grande heuchler*!" Ela esbravejou, ficando de frente para ele. As órbes verdes estavam tomadas por uma onda tenebrosa de raiva, advinda de tantas pessoas em um mesmo lugar e de algumas taças de bebida que ingerira mais cedo sem a companhia do primo. "Oder sollte ich erwähnen, die kleinen Zwischenfall in Ihrem Haus? Ich glaube , als mich unverantwortlich, Vetter. So viel wie es war für die Verteidigung, ich war nicht ich jemanden umgebracht." A garota começou a conversar com o rapaz em um perfeito alemão. Nunca proferiria aquil oque carregava consigo na língua nativa. E apesar de crer que fossem os únicos fluentes na língua, sussurrou as palavras, enquanto colocava uma mão no peito dele. "Ich bin nicht deine." Por fim, ficou em silêncio, sentindo o sabor amargo das palavras que deixaram sua boca em um ato de completa impulsividade e transtorno. A Pringsheim não esperou pela reação do mais velho, pois no instante seguinte virou-se, segurando sua carteira entre os dedos. Com cuidado, para não tropeçar nos sapatos altos ela rumou para fora da mansão, pegando uma taça de champanhe de um dos garçons antes de se encontrar no ar puro. Seus olhos captaram a vastidão da escuridão sendo quebrado pelos pontos iluminados da casa e de vários postes colocados de propósito por ali. Sozinha, Pearl finalmente sentiu um alívio mental. Entretanto, ainda estava transtornada. Ela estava irremediavelmente procurando por algo para tirar sua atenção das imagens sanguíneas da morte do seu noivo. E de como apreciara o escarlate correndo por seus dedos. E ainda mais, a atração que sentira por Patricio naquele momento, ao vê-lo tão extasiado quanto ela. Não queria pensar naquilo. Colocou uma mão em seu colar que possuía um pingente oco, com uma verdadeira rosa dentro, para acalmar-se. Não foi o suficiente. Talvez, Patricio estivesse atrás dela. Ou talvez estivesse completamente sozinha. Não se importou, pois seu ato seguinte foi caminhar em direção ao labirinto, desejosa de encontrar algumas flores nos muros do mesmo. Sabia, porém, das armadilhas colocadas pelas irmãs zbz ali, mas não se importou. Ela só queria uma distração momentânea.
Não faz muita diferença. Talvez seja apenas de alguém esquecido, não de um terrorista ou químico do mal.
Mesmo assim ainda existe o talvez de ser um objeto esquecido por um químico do mal.
Ah, desculpe, eu não sabia que era seu. Eu estava juntando para levar aos achados que perdidos, mas, bem, como você é a dona… Aqui está.
Eu não me lembro de tê-lo deixado cair. Todavia agradeço por sua gentileza, é muito nobre da sua parte, a maioria das pessoas pegaria para si.
Por favor, deixe-me colocar à sua acetilcolina em prática, Pearl. Não há a existência de uma mãe em minha história. Porventura, em um universo alternativo em que ela não é um conjunto de ossos em um necrotério ela teria recitado essa informação. Mas como essa hipótese não é possível, não ela não me disse isso. Porém, o que vai fazer a respeito? Vai tentar extrair uma toxina de uma rosa morta? … Tão poético.
... Eu não havia notado que era você. Realmente foi insensível da minha parte, mas conhecendo-te como conheço tenho a mais breve noção de que não faz a mínima diferença. Não é necessário, Patricio, ela já estava envenenada no momento em que nós dois tocamos nela. Poético? Sim. Você sabe o quanto eu aprecio a literatura.
— Ah, mas essa é a parte mais divertida! Adoro correr um perigo. Se eu passar mal, okay, eu até curto uma dor. Se for veneno, tudo bem, também. Provavelmente só vou voltar pro meu habitat natural.
Interessante, Bells. Bom saber das suas tendências masoquistas, isso dá a uma garota todos os tipos de ideias.
Opa, melhor nem falar porque ai ela vai te chamar de assassina.
Claramente eu sou a nova Poison Ivy ou a Sra. Lovett de Sweeney Todd.
É perigoso tocar num lápis?
Bom, nunca se sabe.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
PEARL PRINGSHEIM tem VINTE anos e é uma aluna de BIOLOGIA do ensino superior na Academia Godness. É a reencarnação de PROSERPINA, uma divindade da mitologia ROMANA. Dizem que é muito parecida com HOLLAND RODEN e atualmente está INDISPONÍVEL para aplicações.
GOSTOS
Tim Burton, Shakespeare, botânica, romãs, rubis, netflix, game of thrones, a entrevista com o vampiro, O morro dos ventos uivantes.
DESGOSTOS
Mesquinhez, coisas mornas, cinza (a cor), cinquenta tons de cinza, John Green, Nicholas Sparks, indecisões.
BIOGRAFIA
Providos de grande poder monetário devido as grandes extensões de terras alemãs que possuíam, na condição de fazendeiros e produtores de diversos produtos agrícolas. Era essa a descendência de Pearl. De nacionalidade alemã, seu pai era um ariano puro, enquanto sua mãe uma estrangeira que viera estudar genética nas famigeradas universidades alemãs. Não que os Pringsheim prezassem a pureza da linhagem, mas não ficaram felizes ao ver seu filho tendo um relacionamento com uma estrangeira, cuja qual, ainda era universitária e dona de pouca quantidade monetária. Afinal, o mundo dos colonos girava através dos euros. Porém, eles precisaram aceitar o fardo da jovem universitária que não tardou para engravidar da jovem e bela Pearl. Diferente do que pensavam, seu nascimento trouxe alegria para os colonos, um divertimento devido à sua doce personalidade infantil e as sua feições extremamente belas. A criança aos poucos tornou-se uma criatura amada dentro do casarão, mimada pelos pais e avós que nem imaginavam os transtornos que estavam escritos no papel do destino. A jovem comemorava o aniversário de quatro anos quando a mãe descobriu uma segunda gravidez. Fora festejado, especialmente quando descobriram ser um herdeiro masculino das terras alemãs. Pringsheim gastavam seus euros sem ter muita consciência de que um dia, até mesmo a mais longínqua das fortunas teria um fatídico fim. Esbanjavam e ostentavam o patrimônio que possuíam com sua filha, colocando-a em escolas de línguas adicionais, aulas de ballet e tudo o mais para estimulá-la. O mesmo seria feito com o bebê, se ele não tivesse nascido defeituoso aos olhos da família rica. O irmão possuía autismo, a doença dos gênios. O pais passaram a esnobá-lo, a sentir asco do próprio filho e o mesmo poderia ser dito dos avós. A única que restara para os cuidados mais delicados e emocionais do irmão, fora Pearl. E a conexão entre os dois fora esplêndida, sendo ela uma das únicas a acreditar na genialidade do pequenino e o estimulando quando podia. Porém, o irmão não fora o único a demonstrar traços de patologias mentais. Se fossem retiradas todas as cortinas de seda que recobriam o luxo dos grandes fazendeiros, enxergariam a podridão que acontecia naquela família. O avô abusava constantemente da mãe de Pearl que notara desde quando era uma criança. O pai era extremamente ingênuo em relação a isso e nem ao menos se dava conta. E a avó era uma megera para todo o resto dos funcionários, tratando-os quase como escravos em um ato medievo. A bipolaridade de Pearl fora facilmente explicada, quando teve seus primeiros surtos. Traumas infantis que rondavam em sua mente foram o gatilho para essa patologia. E uma das única pessoas capazes de acalmá-la era seu primo Patrício. Tão rico quanto ela, não havia nenhum interesse monetário entre os dois, além da mais pura conexão desde que o pai do garoto morrera e logo antes de ele conseguir sua emancipação das fazendas dos Pringsheim. Pearl já estava saturada de toda a merda que acontecia dentro de sua casa, com seu irmão tornando-se apenas uma vítima da mesquinhez alheia. A gota d’água, porém, foi a falência familiar. Pela ostentação que possuíam, facilmente o dinheiro se esgotou e passaram a entrar em uma forte decadência. Como consequência, usaram Pearl como moeda de troca e arrumaram-lhe um noivo rico para salvar as finanças familiares. A garota não aceitou. Um surto da bipolaridade e ela impulsivamente recolheu todas as suas roupas e na calada da noite fugiu para qualquer lugar. Não aceitava ter um noivo que não fosse escolhido por si mesma, um alguém cujo qual sentia asco só de pensar por ser interesse monetário. O primeiro lugar onde se mirou viajando, foi a casa de Patrício. E ele somente soube do ocorrido quando ela parou na porta dele, com mala e uma expressão chorosa em sua face. Acolhida pelo primo que morava sozinho, viu-se em uma situação melhor. Não monetária, mas talvez psicológica. O outro era paciente consigo, apreciava sua presença. Bastou, porém, algumas semanas para que os atritos acontecessem e os surtos de Pearl começarem a dar as caras. Nada, porém, era suficiente para quebrar a conexão estabelecida entre eles. A não ser, talvez, o noivo arranjado louco e furioso. Em uma fatídica noite, o noivo irrompeu pela mansão de Patrício quando este estava fora na intenção de matar Pearl. Ele quase conseguiria se o primo não tivesse chegado no momento exato e degolado o suposto assassino. Foi a primeira vez em sua vida que o sangue lhe fascinara com vivacidade. E enxergou o mesmo prazer doentio no olhos dele. Esse, porém, foi o primeiro segredo que ambos guardavam juntos. E em estado de choque, Pearl aceitou a não contar uma vírgula do que acontecera naquela noite. Com o sumiço da filha e do suposto noivo, os pais dela a procuravam incansavelmente. Ela, porém, pedira para Patrício afirmar que não estava com ele. Queria que pensassem que estava morta, era muito melhor para todos - especialmente para ela -. O incidente com o ex-noivo ainda lhe dava fortes pesadelos e Pearl precisava de alguma maneira sair daquele país. Foi quando a carta do instituto chegou até ela e a oportunidade chegara. Conversou com o primo recluso que por influência da Pringsheim se viu rumando em direção à Itália, deixando para trás sua mansão. Assim, o curso escolhido, biologia, fora para seguir uma de suas paixões infantis: flores. Sempre fora apaixonada por elas e poder estudá-las em uma possível especialização lhe agradava, mesmo que infortunadamente se relacionasse com sua família. Quando chegou ao local ela finalmente teve coragem de ligar para os pais e alertá-los onde estava e o que estava fazendo, antes de desligar e avisá-los para não a seguirem. Caso contrário, ela sumiria novamente e dessa vez, sem notícias.
PSICOLÓGICO
IMPULSIVA → Sua personalidade é definida através dos estados de humor em que se encontra seu transtorno. Quando Pearl encontra-se no humor eufórico, um de seus primeiros traços é perder a sua prudência. A impulsividade toma conta e isso é um grande fator de risco, já que a expõe a situações irracionais e impensadas. A impulsividade a torna alguém imprevisível, porém, uma grande parcela tende a gostar do jeito insano de Pearl quando ela está nesse humor, uma vez que pode ser extremamente inusitado. IMPETUOSA → Apesar de ser uma pessoa de fácil convívio em determinadas situações, fazê-la perder a cabeça é fácil. Basta provocá-la o suficiente para falar a fundo sobre seus problemas e verá Pearl se transformar de uma personalidade amábil para um humor extremamente negro. Isso tem por consequência um lado extremamente vingativo de Pearl, dotado de ameaças que não são completamente vazias. DÓCIL → É inegável a sua doçura. Apesar de possuir uma personalidade forte, um tanto sombria até, Pearl sabe dosar esse seu lado. É de seus traços mais marcantes, pois faz dela uma pessoa agradável de se estar por perto, devido à fala mansa e a sensibilidade que possui em determinados momentos.
TRIVIALIDADES
Membro da Zeta Beta Zeta.
Participa da Equipe de Esgrima, Clube de Jardinagem e Clube de Literatura.
Colega de quarto de Isabelle Lampetia.
pearl pringsheim snowball outfit
they wonder why the queen was more feared than the king. she answered that it was because a queen wasn’t only the king’s bride. she was a new storm coming to life, something as beautiful as it is lethal.« a queen’s lips are a sin you can never repent for and her tongue, a hell you never come back from.
— Sinto minha vida ameaçadíssima, você está certa.
E porque seria uma ameaça? Eu só estou preocupada com o fato das pessoas confiarem tanto uma nas outras que vão mexendo em tudo que encontram por aí. Por exemplo, você pegando essa xícara de café... Vai saber o que colocaram dentro dela?
Não se o objeto não for uma mina terrestre.
É mesmo? E for um simples caderno de anotações coberto por substâncias nocivas a sua saúde? Nunca se sabe onde e porque eles deixam essas coisas por ai.
Acho que você está ferrada.
Será que é necessário mostrar o caminho da enfermaria pra ela ou ela sabe onde fica? Porque essa flor que ela acabou de tocar... Ela é tóxica.
Mamãe não lhe ensinou que é perigoso tocar nas coisas alheias?
Incubus
Essa é uma pergunta inapropriada, mas já que passou da meia noite... Exijo que me trate muito bem, é necessário possuir certa lábia e não falar apenas sobre coisas fúteis e definitivamente que não seja uma pessoa mesquinha e superficial. Aliás, me comprar flores é uma boa maneira de fazer isso acontecer. De preferência rosas negras.