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Harry Potter (Minor Characters): Dedalus Diggle
w-slinkhard :
Ded, você não precisa ser popular, é algo completamente desnecessário. De que adianta viver rodeado de gente e só poder contar com dois ou três amigos de verdade? Prefiro ficar só com esses do que ter um monte e não saber exatamente em quem poder confiar. E além do mais, você é super legal, ok? E conversa com boa parte da escola. Hey, as vezes a gente só não escolhe pra quem vamos olhar de uma maneira diferente, tá? Se pudesse, teria escolhido você com cem por cento de certeza e não certos…Deixa isso pra lá. E claro que deve ter alguma garota por ai que te olhe desse jeito, talvez só não esteja prestando atenção…Vocês raramente entendem os sinais, não importa o quanto inteligentes são ou dizem ser.
Mais alguma frustração guardada que queria compartilhar? Estou disponivel para ouvir.
É que ser popular parece ser tão mais legal. Olha quantas pessoas te admiram ou contam com você. As pessoas geralmente contam comigo para ajudar em alguma matéria. Converso com boa parte, mas é como se eu fosse invisível. Dedalus who? Ninguém sequer deve saber meu sobrenome. Alias, as coisas mudaram um pouco por causa da Kendra, e antes que você pergunte, entre nós, é mentira, tá? Ela estava com mais problemas do que eu. Parece que é pior para uma garota e ela realmente queria alguém para poder mentir com ela, então eu menti. Você não vai ficar brava, né? Sobre eu ter mentido que eu e a Kendra fizemos aquilo. Foi por ela, e não por mim, juro. Wendy agora você tá com pena de mim. Não queria que desse esse discurso de irmã mais velha e mais sábia. Se alguém desenhar os sinais na minha frente ai sim ficarei surpreso.
Sim, então, não sei o porquê de ter mudado, mas não entendi seu novo estilo de cabelo? Por que você mudou? Tá querendo impressionar alguém?
w-slinkhard :
Não sei se vai contar muito se ele souber que a garota sou eu, provavelmente vai saber que é apenas você tentando comprar uma oferta de paz e não que está tentando me convidar pra sair ou algo do tipo. Ded, eu sei que você não é igual ao Dearborn, ok? Não precisa se explicar. Sei que não está andando comigo e com Cordelia por isso, sei que talvez seu irmão esteja insistindo que você tente conquistar alguma garota com sapos de chocolate, mas sei que não está fazendo isso comigo. We are like siblings, right?
Eu também prefiro pessoas como nós dois, salva algumas exceções como a própria Cordelia. I missed you too.
É que ele adora colocar coisas na cabeça da minha mãe. Falando que ela não terá netos vindo de mim. Que ele vai ter que gerar toda a próxima geração Diggle. Ele é um péssimo exemplo, sabia? Apesar de eu acreditar que ele seja alguém incrível. Acho que talvez seja por isso que me aproximei do Korey e do Sirius. Eles são parecidos com meu irmão. São populares, e legais. Enquanto que eu sou o grande amigo de todas vocês, não que eu esteja reclamando, mas nenhuma garota aqui me olha de maneira diferente. É um pouco frustrante, ás vezes, vocês preferem garotos como o Dearborn que com todo respeito, é um grande idiota, do que garotos que lhe tratam bem. I know and I love you too.
Desculpe, isso foi apenas várias frustrações guardadas por tempo demais. Acho que precisávamos conversar a um longo tempo.
w-slinkhard :
Isso é verdade, mas não significa que você tem que me dar um chocolate toda vez que fizer besteira e quiser pedir desculpas. E seu irmão não vai gostar de saber que anda usando os chocolates que ele te manda pra isso. Mas não ouviu…Já deveria ter me acostumado com isso. Eu sei que Sirius Black se aproximar querendo amizade é algo impressionante, principalmente quando são com pessoas como nós dois.
Quebrar regras não é bom, Dedalus. Causa consequências terríveis, você sabe disso. Tudo bem, não precisa pedir mais desculpas, já te perdoei, ok?
Na verdade, se meu irmão souber que é para uma garota capaz dele enviar alguns extras. Não que eu esteja usando para te convencer a alguma coisa que ele esteja sugerindo ou que eu tenha algum tipo de intenção maliciosa. Só deixa para lá. Ele gosta que eu ande com garotas bonitas, e encantadoras. Não que eu ande com vocês só por causa disso, e eu realmente não estou me ajudando. Desculpa, eu fico nervoso. Se valer de algo eu prefiro pessoas como nós dois.
Que bom, pois eu realmente estava sentindo sua falta.
w-slinkhard :
Você sabe que não pode ficar sempre comprando uma oferta de paz com chocolates, né?
Vai acabar falindo assim, Ded. Mas ok, vou te dar um desconto e mais uma vez comprar sua oferta de paz. E você não foi o único que exagerou da última vez, então…Me desculpe.
Você sempre fica mais feliz com um chocolate no meio.
Esses foram o quê meu irmão mandou para mim. Eu deveria ter te ouvido. É só que eu fiquei um pouco impressionado com alguém como Sirius Black querendo fazer amizade comigo. Sem contar que Luke também foi bem convincente nessa história de quebrar as regras. Agora eu só sinto muito, esta bem?
Uma oferta de paz? Eu trouxe chocolate, e um pedido de desculpas. Eu exagerei um pouco por causa da última vez. Você tinha razão. Você está sempre certa.
w-slinkhard:
Você fala como se eu não apreciasse as suas invenções, Ded. Quando na verdade, todo ano meu presente de aniversário pra você são peças fundamentais pra maioria das suas invenções. A questão é só que eu me preocupo com você usando elas por ai para coisas erradas e acabar se ferrando por conta disso. E principalmente por conta do Black, que mal consegue prestar atenção em uma aula de História da Magia sem dormir ou fazer alguma piadinha sem graça.
Bom, os fogos de artificio com seu nome são realmente minha marca de assinatura. Eu só peguei uma detenção durante todos os meus anos aqui, uma detenção, não é como se eu fosse virar um delinquente ou entrar em uma gangue. Com Benjy ao meu lado duvido muito que isso possa acontecer. Eu ainda sou um aluno responsável. As piadas dele são boas, e todo mundo gosta dele. Queria que mais pessoas pudessem gostar de mim assim.
Não faça essa cara. Eu ainda continuo te perturbando por boa parte do tempo, mas é legal sair com o Sirius. Ele realmente aprecia minhas invenções, sabia? Não do jeito sarcástico, mas hoje sou exclusivamente seu. Mesmo que seja só para ficar ao seu lado enquanto você estuda.
just wasting time trying to prove who's right | Dedalus&Wendy
Naquele dia Wendy não tinha visto o melhor amigo, no máximo nas aulas e mesmo assim não chegaram a conversar muito. Mas se Dedalus estava sumido, isso só poderia significar que por algum motivo ele havia se metido em problemas e ganhara mais uma detenção pra coleção dele. Por mais que a morena sempre apoiasse o melhor amigo em todas invenções malucas e todo ano no aniversário dele mandasse presentes que seriam usados nisso, ela não podia apoiar que ele fosse contra as regras da escola e acabasse se metendo em confusão e era por isso que ela sempre estava atrás dele e o alertando para evitar tudo aquilo. O problemas era que Ded estava começando a não ouvi-la, era como se Wendy não fosse mais a voz da consciência dele, toda a história de ter outras pessoas confiando nas invenções dele mesmo que fossem para usa-las em coisas clandestinas, faziam com que ele acreditasse ainda mais em si mesmo.
Após as aulas, ela havia decidido ficar no salão comunal fazendo suas tarefas e esperando o retorno do melhor amigo, passou horas envolvida nos deveres, mas cada barulho de passos entrando no cômodo ela desviava o olhar dos livros para a direção do barulho, mas nunca era Dedalus. Aquilo estava começando a preocupa-la, onde ele havia se metido? O cansanço já era evidente e por mais que Cordélia tivesse mandado a garota ir descansar, Wendy foi teimosa dizendo que não sairia dali até o garoto aparecer e que descansar não era uma opção naquele momento. Só que o cansanço lhe venceu e ela acabou se deixando levar, deitou a cabeça em cima dos livros mesmo, não pra dormir e sim pra descançar por alguns minutos. Estava quase dormindo quando sentiu alguém tocar seu ombro e murmurrar. Aquela voz, Wendy poderia reconhecê-la mesmo se ficasse anos sem ouvi-la.
Abriu os olhos e levantou a cabeça, encarando o garoto com uma expressão que era a perfeita mistura entre seriedade e preocupação. Demorou um segundo examinando-o, vendo se não estava machucado ou algo do tipo, mas ele só parecia cansado, o que diminuia a preocupação dela. – E qual é a explicação? Você some o dia inteiro, aparece agora com essa expressão de cansaço…Espero que a explicação seja boa, porque eu passei o dia inteiro sentada aqui preocupada esperando você chegar. – Disse mantendo a expressão séria. Pela a cara de Dedalus, Wendy já sabia o que estava por vir. Sabia que ele tinha se metido em confusão, mas queria saber o que ele havia aprontado, queria detalhes.
Aquele definitivamente não havia sido um dia bom. Dedalus sempre foi um aluno muito responsável. Quando a questão eram seus deveres e o que ele deveria fazer para melhor, por isso toda aquela situação claramente não condizia com sua personalidade. Até mesmo um pouco de nervosismo passava por ele antes de contar para Wendy o que realmente tinha acontecido. Ele não conseguia entender como deixara ser pego pelo professor. Ele jurava ter feito a melhor escolha, e não era como se eles tivesse machucando ou atrapalhando algum aluno. Ele estava simplesmente fazendo um explosivo. Algo para distração. Por ser um dos alunos que quase sempre estava com a cara enfiada nos livros era fácil para Dedalus entender que muitas vezes os estudos o sufocavam. Ele queria se distrair também, e sabia que se fosse algum outro professor ou até mesmo o diretor do castelo ele não estaria em tantos problemas. Sem contar que aquele tipo de atividade deveria ser até mesmo mais incentivada já que acabava unido a magia bruxa com objetos trouxas. Não era aquilo que o castelo estava adotando nos últimos anos? Por isso que não fazia sentido o professor ter ficado tão nervoso com Dedalus.
De toda forma o que estava feito não poderia ser mudado, por isso tentou ver como explicaria aquela situação para Wendy. Já imaginando toda a replica da mesma. Assim como ele, ela parecia estar cansada. Dedalus deveria ter deixado ela descansar, mas de toda forma, ele poderia ao menos tentar driblar aquilo. “Que tal conversarmos amanhã? Você parece cansada.” Fora sua primeira e única tentativa de enrolar o assunto, mas a expressão séria de Wendy deixou bem claro que se ele não falasse seria muito pior para ele. Com isso o mesmo suspirou, e sentou-se a mesma ao lado da amiga. Tentando pensar em maneiras de amenizar o ocorrido. “Você sabe que eu gosto de tentar criar coisas novas e objetos novos. Eu estava, depois da aula, quase conseguindo criar um explosivo. Dessa vez ia funcionar. Pode perguntar tanto a Korey quanto ao Sirius, mas o professor Clarke apareceu.” Suspirou lembrando-se de seu objeto que fora confiscado e todo o trabalho que teve havia se perdido.
“Desculpa por ter te preocupado. Ele me fez ficar o dia inteiro organizando e tirando o pó dos livros dele. Minha alergia atacou e tive que passar na enfermaria. Não fique brava ou faça bico. Ah, não cruze os braços também. Se fizer algum desses saberei que estou encrencado.” Suplicou com os olhos piscando, e então lembrou de sua arma secreta em seu bolso. Ele realmente já estava acostumado com aquele tipo de situação e ele não gostava de ter Wendy brava com ele. Pegou de dentro de seu bolso um embrulho. Tirou de dentro do embrulho uma tortinha de maçã fresquinha que ele havia pedido aos elfos se tinha sobrado algo do jantar. Já que não pode por conta da detenção. “Sei que você gosta delas. Então guardei para você.” Ele também havia pegado uma para Cordélia, mas a mesma não parecia estar por ali, e Dédalus sabia que ela não se importaria, pelo menos não muito, se ele comesse. “Quer comer primeiro e depois me dar a bronca? Já sei que ela vem de toda forma.” Derrotado tentou salvar a si mesmo com comida e com um sorriso sincero para ver se conseguia amolecer a amiga.
People like us often choose the wrong road | Ded & Korey | October 2014
Uma vez, Isla dissera a Korey que na Slytherin não era incomum um jogador de quadribol se machucar e ser substituído por um tempo indeterminado. Dissera que as pessoas que tinham dinheiro também possuíam aquele tipo de poder dentro da Casa, conseguiam tudo o que queriam com o nível de importância de seus nomes e conta bancária no Gringotes. Korey sempre acreditara em sua namorada e ainda não tinha nada contra a Slytherin, afinal, cada um tinha seu próprio modo de resolver problemas. Também não era como se quisesse muito um posto no quadribol para sair derrubando outros de vassoura ou entalando-os em boxes alheios, sabia respeitar os limites, aprendera aquilo dois anos depois de ter entrado na escola. Conseguira um total de quinze detenções apenas em seu primeiro ano por violência excessiva ou coisa do tipo, em seu segundo ano foram mais vinte e, depois de uma longa conversa com o diretor, ficara decidido que seu limite seria cinco por ano e não mais. Caso contrário, seria convidado a se retirar do castelo. Crescido pulando de escola trouxa em escola trouxa, sendo expulso diversas vezes, Korey nunca passara em uma escola como Hogwarts, ele sequer ficava dois anos na mesma turma, fatos que o fez ver a importância daquele local. Olhar em volta e ver as mesmas pessoas, dormir no mesmo dormitório e aprender mágica, a real mágica, não os truques baratos de filmes hollywoodianos o fez considerar a possibilidade de ficar ali, continuar pegando o mesmo trem todo ano letivo e continuar os estudos. Mesmo que suas notas continuassem miseráveis, não se tratava de falta de empenho, pelo menos.
“Você deve ser um bom amigo, Ded, as pessoas devem gostar mesmo de serem suas amigas.” Comentou com um sorriso no rosto enquanto tentava anotar mentalmente o que o outro fazia em seu caldeirão, depois de alguns segundos já se distraía com a luminosidade que a ponta de seu cigarro fazia no gramado. Era alguém bem distraído, não conseguia ficar focado por mais de um minuto em algo sem que olhasse ou pensasse outra coisa bastante aleatória. Pensara logo em seguida em suas próprias palavras, falara aquilo porque considerava Diggle alguém bastante amigável, com todo aquele porte sou-legal-seja-meu-amigo, não havia como deixa-lo de lado ou destrata-lo. Considerando que a maioria dos Ravens eram antipáticos ou consideravam-se superiores suficiente para não dirigirem a palavra com pessoas abaixo da média como Korey. Realmente, aquele devia ser o primeiro Ravenclaw que dera importância em lhe dirigir a palavra ou que via depois do toque de recolher. “Tudo bem, tudo bem, amigas. Eu também tenho minhas próprias amigas, a Glenda, por exemplo, ficaria bastante feliz se eu estourasse fogos de artifícios em seu nome.” Pensara na amiga e seu eterno mau-humor abrindo um enorme sorriso se os fogos mostrassem a letra sua música favorita e também estourassem no seu ritmo. Seria um espetáculo e tanto para dois zé-ninguéns daquele castelo, daria o reconhecimento de Chittock e seu talento enorme. Sua amizade com Glenda devia ser igual a Dedalus com suas amigas, era algo que não passava da amizade em momento algum. “Quer dizer, primeiro ela me bateria, depois comemoraria.” Brincou. Passou a queimar algumas folhas com o fogo do isqueiro e parou quando o outro lhe dera as instruções.
Inclinara a cabeça pensativamente até lhe responder: “Um leão, um leão bem grande que poderia soltar um rugido, mas acho que o som chamaria atenção demais.” Apagou o cigarro no chão e jogou a bituca dentro da bolsa para jogá-la fora mais tarde, não deixaria sujo o campo onde sua Casa mais fazia sucesso. “Poderia estourar essas maravilhas na final do quadribol, o que acha? Quando o James arrasar o time oposto em poucos minutos, seria genial um grande leão no céu no final da partida. Ou um leão com um texugo, cobra ou águia na boca, dependendo de quem for nosso oponente.” Animou-se, mas logo se tocara que dissera águia na boca, ofensa ao Raven logo a sua frente. “Nah, acho que não, você não torceria pra Gryff se fosse um jogo contra sua Casa. Mas vamos testar o leão, vamos.” Fechou os olhos imaginando o animal de sua casa com total riqueza de detalhes, concentrou-se como pode por alguns minutos e, quando abriu os olhos, pode ver a forma do leão formada na fumaça da poção que se tornara um tanto avermelhada. “Do que precisamos agora, mate?”
A empolgação de Korey era o gás motivante para Dedalus. O mesmo sempre acabava tendo muita vontade de fazer as coisas, mas conforme levava adiante suas ideias seus projetos não se prosseguiam. Não era cabível ainda para um aluno ficar fazendo experimentos como Dedalus gostava de fazer. Muito menos ficar explodindo salas e caldeirões. A sorte do mesmo era que Dedalus não era de gastar muito dinheiro, por tanto todo o dinheiro do mesmo era gasto em materiais e eventualmente caldeirões novos. De toda forma ele havia descoberto que poderia salvar caldeirões se antes de terminar a poção passasse para um outro recipiente antes de realmente tentar usar o feitiço no caldeirão. Isso o economizou muito dinheiro conforme os anos foram se passando e algumas vezes quando ele conseguia fazer alguma de suas engenhocas funcionarem ele ou as dava de presente para alguém ou alguém querendo comprar aparecia. De toda forma ele fazia aquilo como hobby, e não como uma profissão. Dedalus gostava de estudar, e de ir para a prática nos feitiços. Seu problema era claro sua timidez, e quando ele ficava travado demais em alguma coisa usava como válvula de escape seus fogos e explosivos. Com o passar de um tempo mais pessoas foram descobrindo sobre a habilidade do mesmo, e pediam por algumas coisas. Dedalus sempre que podia tentava ajudar, mas algumas vezes ele nem mesmo conseguia. O ravino precisava de mais tempo para poder dedicar-se completamente as suas criações. Então eventualmente com o passar dos anos tivera que fazer a escolha de ou seguir querendo trabalhar mais com poções ou se aperfeiçoar nos feitiços e ataques. Graças a Cordélia fora possível se especializar em ataques e feitiços.
Um sorriso tímido e bem envergonhado aparecera no rosto do ravino com as palavras de Korey, e então Dedalus tentou se recuperar procurando algo legal para dizer sobre o grifano também. “Nem todo mundo. Há alunos que me acham irritante, mas claramente, não da para agradar todo mundo. Acho que só tento fazer o que é certo e seguir em frente. Algumas pessoas se sentem incomodadas com isso ou querem que faço coisas para ela, mas no final eu acabo me pegando ao ideal que não posso me sucumbir a elas.” Tentou se explica não muito claramente, mas em sua mente lembrava dos alunos que queriam obrigá-lo a fazer seus deveres. Ou que queriam usar os objetos do mesmo para fins que Dedalus sabia que não eram bons. A índole do menino sempre fora muito clara. O problema e Dedalus era sua confiança cega em quase todas as pessoas. Era muito difícil alguém ter a indiferença de Dedalus, pois ele realmente tentava ao minimo respeitar todos os alunos. Todos possuíam dificuldades e problemas. Dedalus era um que sabia muito bem disso, pois tinha seus fracassos e todas as coisas que o deixavam para baixo. Se ele não gostava de ser definido por essas coisas, por que aceitaria outras pessoas se definirem por isso? Então ele sempre tentava acreditar no melhor de todos. Muitas vezes acabava se surpreendendo com isso enquanto que outras se machucando. “Você também é um bom amigo, Korey. Está sempre rodeado de pessoas legais. Sem contar que está aqui agora ajudando um garoto louco a criar fogos de artificio.” Deu risada quando se deu conta de toda situação que estavam, mas de toda forma ele não se importava. Só teria um grande problema em acordar cedo na manhã seguinte para a aula. “Acho que temos algo em comum entre a Glenda e Wendy. Ela me mataria, mas ficaria feliz internamente, Ruim com elas, pior sem elas. Acho que esse é o nosso lema. E isso posso afirmar com a boca cheia, pois todas as garotas aqui me veem como um amigo. Então acho que não tem alguém mais enfiado na friendzone nesse castelo do que eu.” Ele não se incomodava de ter tantas amigas, mas era engraçado já que vários garotos de fora perguntavam o relacionamento de Dedalus com suas amigas.
Toda a ideia de Korey sobre o que eles colocariam em prática dos fogos fora algo bem animador para Dedalus. Ele não queria decepcionar o menino de forma alguma. Claro, ele ficava um pouco apreensivo com a dimensão, mas não poderia reclamar. “Eu não me incomodo de fazer um leão desde que você acione ele se ganharem. Em todo caso farei uma águia bem grande para Gwen, pois eu ainda tenho amor a mim e uma pequena esperança de fazer parte do time. Ela é bem pequena, mas tudo bem.” Reclamou, ser o reserva de todos os reservas era algo que muitos odiariam, mas Dedalus não se importava em fazer o trabalho pesado ou auxiliar seus amigos pegando vassouras ou toalhas. O que ele gostava era de fazer parte do time, e muitas vezes também participar dos treinos. “Não se anime tanto. Esses anos as apostas estão na Lucinda e na Gwen. Não é um bom ano para Hufflepuff ou Gryffindor no Quadribol. De toda forma, vou fazer o que quer, pois podem usar depois em festas e tudo mais. Poderia fazer um para cada casa e quando tivermos uma festa coletiva usar todos. Acho que até Dumbledore iria curtir. Ele já havia visto alguns fogos meus e ele sempre da uma risadinha educada.” Lembrava-se de quando fizera um durante um feriado que ficara no castelo e o professor acabou encantado. Terminara a poção e passara para uma vasilha que havia comprado que era muito mais resistente que qualquer caldeirão. Em uma daquelas lojas bruxas que se achavam de tudo. “Está pronto agora só imagine o leão. Com todos os detalhes que quer. Algo bem forte. Depois mire a varinha na poção e fale: Explodium.” Comentou e abriu espaçou para que o mesmo estivesse a vontade para fazer sua parte.
(flashback) The sky is made of cotton candy | Dedalus&Fayllin
Fayllin balançava seu corpo para frente e para trás, ela tinha receio de falar onde realmente iria, afinal todo mundo implicava com a Lula, e ela nunca tinha feito nada a ninguém, pelo menos ela achava assim. A loira se sentia em uma balança não sabia o que fazer, estava dividida, em sua cabeça estava equilibrada, se colocasse em um porcentagem diria que estava em 50% as opções.
Suas mãos suavam, era péssima em contar qualquer mentira porém insista nesse fato, o dia estava perfeito, não tinha o que reclamar eram poucos os dias que amanhecia daquela maneira, casais andavam de mãos dadas, pessoas liam livro na sombra da árvore era o que faria se não houvesse uma missão a ser comprida e mais uma vez lembrou-se que tinha que dar uma resposta para o menino a sua frente.
“Tenho que parar de me distrair desse jeito, perco o foco acho que Sirius estava certo em dizer isso, foco Fayllin, respira fundo” apertou a alça de sua bolsa, já tinha se esquecido até que a levava, afrouxou a gravata vermelha de sua casa, aquele momento aquilo estava a irritando ao extremo, resolveu tirar e amarrá-la em seu pulso, olhou a borboleta branca que passava por ali e desejou ser ela por um momento, pois simplesmente poderia sair voando levemente e graciosamente por ali, esses dois adjetivo eram coisas que a mesma achava que não possuía. Apesar do calor, não estava insuportável, passava uma brisa a todo momento e agitava as folhas das árvores e a mesma pensava se o Salgueiro Lutador estaria irritado ou aliviado.
A menina resolveu encarar Dedálus, até então não havia tido coragem de fazê-lo, mas se arrependeu de tal fato o menino era mais alto que ela, o que não era muito difícil, então colocou suas mãos nos ombro do moreno e o empurrou levemente um pouco para a direita até a cabeça do mesmo tampar o círculo fumegante que ficava no espaço, deu um sorriso sem graça para o menino, não queria mentir para ele, o mesmo era muito bacana, coçou atrás de sua cabeça. Ela não iria mentir para ele, talvez ele não achasse tão estranho, assim afinal Fayllin só ira alimentar a Lula com as comidas servidas no café da manhã.
- Não estava tentando te enganar - Fayllin fez um sinal com as mãos até notar que o Dedálus havia a chamado de criatura pequena - Hey eu sou pequena, mas não são uma criatura, não é? Você é grande mais não é dois, não – brincou, a menina tinha ficado em dúvida ”Será que humanos são criaturas?” se perguntou, balançou a cabeça odiava ficar em dúvida, suspirou – Não é que não confio em você Ded… Tudo bem eu te chamar assim? – não esperou a resposta do mesmo e prosseguiu – Eu estou levando essas guloseimas para a Lula – mostrou a bolsa com a comida furtada da mesa do café da manhã – Antes que você fale qualquer coisa – a menina fez um sinal de pare com a mão – Ela nunca fez nada para ninguém e ela gosta de mim de verdade, e eu gosto de conversar com ela, talvez ela seja um pouco rabugenta mal humorada, mas ninguém é obrigado a ficar contente todo dia não é mesmo? Então eu levo comida para deixá-la mais alegre e ela realmente ADORA – falou tudo em um folego só, a menina enquanto falava gesticulava de uma forma nervosa, e quando terminou seu discurso olhou finalmente para o menino.
Ele já imaginava que a situação de alguma maneira acabaria errada quando vira a cara de culpada que a menor estava fazendo. Dedalus era muito bom em ler as pessoas, por isso não estava surpreso quando a mesma contara tudo que estava fazendo. Mesmo que Faylinn tivesse disparado sem parar enquanto explicava a situação Dedalus tentava entender o que a mesma falava. Fora algo complicado uma vez que ela falava muito rápido, mas pode entender que era sobre a Lula e alimentar. A junção desses dois era uma péssima ideia provado que Dedalus estava certo sobre suas dúvidas de comportamento da menina.
Não que ele fosse severo ou fosse brigar com ela. Nada daquilo, ele mesmo quebrava a regra. Só que a Lula era realmente perigosa. Mesmo que a menina falasse que não, Dedalus já havia experimentado várias vezes enquanto andava perto daquela região a visão da Lula se irritando com alguns alunos que só estava assim como ele observando o lago. Ela era uma criatura instável, por mais que Faylinn falasse o contrário. Dedalus não deixaria Faylinn se aproximar da Lula.
Respirou fundo, tentando imaginar como faria aquilo. Faylinn por mais que fosse só um ano mais novo muitas vezes lembrava Dedalus de uma criança. Mesmo que eles não fosse tão conhecidos as muitas vezes que ele via Faylinn perambular pelo local sempre o lembravam de suas primas. Sem contar no brilho dos olhos dela ao conseguir alguma coisa. A menina fora de grande ajuda para ele quando precisou testar seus últimos fogos, então ele também se via no dever de protegê-la. Ele sempre sentia aquele dever de proteger as pessoas, e era por isso que estava treinando mais feitiços e deixando seus explosivos de lado. Ele queria melhorar naquilo. Ele gostava da sensação de quando podia ajudar alguém. Por isso estava tentando bolar alguma ideia para fazer com que a menina se conscientizasse da situação.
A teimosia da menor era também um marco da mesma, e isso deixava bem claro para Dedalus o como ela fazia parte da Gryffindor. Também lembrava de vê-la com Sirius algumas vezes e isso fazia entender o como ela não tinha senso nenhum de perigo. Seria mais fácil se tivesse alguma amiga mais racional como Cordélia ou Wendy para ajudá-lo a tirar aquela ideia de Faylinn. Percebeu que a altura dos dois era gritante quando a menina tentou movê-lo para tapá-la do sol. Ela era mesmo alguém inocente e ingenuo, não que ele fosse alguma vez diferente, mas por ser um pouquinho mais velho ele conseguia ver isso também. Sem contar que Faylinn conseguia ser ainda muito infantil, mas não em um sentido pejorativo e sim pela delicadeza de seus atos por realmente acreditar que por exemplo a Lula não iria machucá-la.
“Todos nós somos criaturas, Fay. Pensei que já me conhecesse o suficiente para chamar de Ded. Não precisa ter vergonha.” Brincou enquanto bagunçava um pouco o cabelo da mesma. Era como se estivesse perto de alguma irmã menor. O que seria um pouco impossível, pois ele era o irmão menor. Então do mesmo jeito que David tratava ele, ele tentaria tratar Faylinn. Claro, as partes boas de David, pois seu irmão conseguia ser um idiota várias e várias vezes. “Fay, por mais que suas intenções sejam boas, e acredito que são sinceras. Você não pode confiar na Lula. Eu já a vi agindo, e hoje ela está bem por você levar guloseimas. Só que nem sempre vai poder escapar com doces, e ai ela se revoltará sem contar que esses doces devem fazer muito mal para ela. Por mais que ela goste isso vai acabar matando-a, e você não quer matá-la, né?” Lembrou-se de quando queria dar doce para seu cachorro e sua mãe brigou com ele por conta disso. Até mesmo da vez onde quisera colocar comida demais para seu peixe e o mesmo morreu. A mesma forma como sua mãe lidou com ele estava tentando passar para a menina. “Você pode conversar com ela. Na areia. Me prometa que não fará nada estupido. Promessa com o dedinho, e com as duas mãos na frente para não cruzar.” Por conta de suas primas ele sabia lidar com meninas, ainda mais aquelas como Faylinn inocentes de todas as outras coisas.
Don’t worry I’ll lie for you | Dedalus&Kendra
Quando Dedalus a indagou sobre que tipo de sexo ela estava falando, Kendra franziu a testa. Como assim, qual? Não era como se Hogwarts fosse o lugar com maior discussão de gênero no mundo. Por um momento, pensou que Dedalus pudesse estar tirando uma com a cara dela, como os outros Ravenclaw que tanto se divertiam se aproveitando de uma certa ingenuidade intelectual que Kendra ainda tinha. Mas notara em Dedalus algo sincero em seus olhos e seu jeito de falar, como se estivesse fazendo um tremendo esforço simplesmente para ajudá-la no meio daquilo que era uma crise desnecessária. E então, sorriu, com um sentimento que era um conforto agradável que nunca havia sentido antes. Dedalus era seu amigo, ainda que não fosse o melhor amigo, ainda que não fossem parceiros de crime, e ainda que as poucas vezes que se falassem fosse durante os jogos - ela sempre abria uma exceção para ele vir até a cabine acompanhar os comentários - ou algo como “pode passar as batatas, por favor?”, ele era seu amigo - É sexo, Ded. Tipo… Só sexo, sabe? Fazer sexo? - Tentou explicar, a voz levemente arrastada, porém bem mais tranquila do que anteriormente - Pelo jeito, todo mundo pensa nisso menos você. That’s cool - Sorriu de canto, empurrando-o de leve com o ombro.
“Sexo é algo importante e não tem que ser banalizado desse jeito”, a frase dele soou em seus ouvidos e a fez balançar a cabeça positivamente. Sexo era importante. Ainda que ela fingisse que não, ainda que ela fingisse que entendia alguma coisa - balançando a cabeça afirmativamente para Carlotta quando ela contava alguma história, ou fingindo não estar certamente perturbada por alguns relatos detalhados demais de seus companheiros de casa - e que era algo como tomar banho ou acordar de manhã, não era. Era algo importante, que ela queria fazer com alguém importante. Mas nunca seria ela a dizer aquilo em voz alta, não queria que suas amigas pensassem que ela não era legal o suficiente, ou entendida o suficiente - É idiota, eu sou idiota, esquece isso. Tô me saindo pior do que aquela moda de ombreiras, foi mal - Balançou a cabeça negativamente, antes de virar o resto do conteúdo em seu copo. Não sabia bem o que tinha lá dentro, mas as cores variadas provavam que era pelo menos três bebidas diferentes. E mais uma vez, as batidas na porta se repetiram, fazendo-a rolar os olhos e jogar a cabeça para trás mais uma vez - Deveríamos montar um clube. Tem até clube de Gobstone. Um clube de virgens não seria problema. Aposto que Dumbledore se juntaria a nós. Ele tem cara de quem ainda é virgem. Imagina, 300 anos de virgindade? Deus me livre, não sei se aguento a tiração nem por mais dez minutos…
Mais batidas, mais risadas. Kendra grunhiu, irritada. Preferia ficar ali trancada o resto da noite logo para não ter que encarar os rostos dos idiotas do lado de fora - O que eles acham que estamos fazendo? Estamos aqui há dez minutos, francamente, dá pra fazer alguma coisa em dez minutos? - Perguntou bufando. Não é como se ela fosse fazer sexo selvagem com ele dentro de um armário de limpeza, apesar de que os boatos diziam que era um lugar altamente frequentado - Oh, vida cruel, vamos logo explicar essa hist- - E então, Kendra teve um insight, como se de repente, Dedalus tivesse apresentado a melhor solução da vida deles. Kendra não precisava perder a virgindade dela. Só queria ser deixada em paz. E que melhor forma de fazer isso do que fazendo as pessoas acharem que ela havia transado? Assim, ela não ia precisar fazer com qualquer um, e ninguém mais a importunaria. Perfeito - Ded! - Colocou o braço na frente dele, impedindo-o de passar, e virou-se para ele com um sorriso animado - I’ve just got an ideia. The best one ever.
O ravino sempre tivera aquele instinto de proteger as pessoas. Ainda mais aquelas próximas a ele. Ele queria continuar protegendo-as, por isso tentou o máximo possível deixar suas poções explosivas de lado para se focar cada vez mais em DCAT. Algumas vezes ele era a zoação, pois não conseguia empenhar uma varinha para atacar um rosto amigo. Era impossível para o menino aquilo. Com a ajuda de Cordélia ele estava tentando fazer o possível e o impossível para rever aquela situação. Quando vira Kendra tão tristonha imaginava que algo estava errado, e por isso fora tentar ajudar a amiga por mais estranho que parecesse. Aquela festa, que ele havia ajudado a organizar, estava bem mais animada do que do Slug. Apesar de ter ficado muito animado com o convite de Cordélia, claro, depois que ele certificou que não seria um estorvo para a Bulstrode. Seus planos agora eram convencer Wendy a ficar naquela festa e se divertir um pouco, mas eles haviam mudado um pouquinho e ele nem se importava. Wendy provavelmente não ficaria brava se ele tivesse ficado ali ajudando Kendra, o máximo que aconteceria era a mesma ficar com ciumes e descontasse nele do mesmo jeito, mas para aquele ciumes ele já estava acostumado e até gostava de provocá-la quando ela falava. Por mais que levasse alguma livrada depois. “Eu sou realmente uma exceção. Todos pensando em sexo e eu só explodindo caldeirões. Basicamente um outcast esse seu amigo aqui.” Brincou para ver se ainda conseguia animá-la um pouco era muito difícil vê-la assim. Afinal ela sempre estava tão alegre.
Percebera que seu discurso não sairia tão bem, pois ao invés de incentivar Kendra a deixar todas aquelas ideias para trás ele na verdade estava levando-a a pensar mais nisso. Mesmo longe de todas as conversas e olhares ela ainda sentia muito peso em seus ombros. Deveria ser difícil ser uma garota adolescente. Muitos zoavam Dedalus pelo tempo que passava com as meninas, e por ter mais amigas mulheres do que homem. Ele sentia que deveria cuidar delas, e ajudá-las quando idiotas apareciam. Razão para estar ali com Kendra. Só que ele não ligava para sexo ou para o que falavam sobre ele. Já ouvira diversos comentários muito ridículos quanto aquilo sobre ele, e aprendera a simplesmente ignorar. Quem importava sabia o que estava acontecendo o que meia duzia de pessoas estavam falando era irrelevante para o ravino. O problema era que Kendra não parecia estar assim tão disposta a deixar tudo de lado. A menina sempre se importara muito com sua imagem. Tanto no quesito comportamento quanto beleza. Razão para que a mesma sempre fosse chamada para os eventos. Tentava pensar um pouco nas amigas de Kendra e lembrara que ela andava com várias Gryffindor que possuíam outro tipo de comportamento. Talvez ela estivesse sobre pressão dessas meninas ou algo assim. “Não sei o que são ombreiras, mas eu geralmente uso um chapéu engraçado. Nada pode ser pior do que isso.” Tentou com cuidado dar um abraço de consolo na mesma assim como dava em uma prima menor. Afagando os cabelos e tentando relaxar um pouco. “Acho que seria meio complicado formar um clube assim, a menos que queria fazer algo como um celibato e do mesmo jeito acho meio complicado fazer isso em Hogwarts.” Brincou, e queria afastar aquela ideia o máximo possível.
Pode ouvir um barulho desagradável do lado de fora, e então ele notou a gravidade da situação. Todos já estavam comentando. Ele conseguia até mesmo ver a notícia. Revirou os olhos, as pessoas realmente não tinham nada melhor para fazer do que ficar esperando coisas dos outros. Suspirou não sabendo como lidar com aquela situação. “Não me pergunte eu não sei nada sobre esse assunto. A especialista entre nós dois ainda é você.” Piscou enquanto ria para a menina. Queria poder fazer alguma coisa para animá-la ou mudar a situação da mesma só não sabia o que fazer. Ele era um menino afinal e ficaria muito desrespeitoso para Kendra todos aqueles rumores. Por mais que ela não se importasse com a imagem, ele se importava com a dela. O que era bom era que a maioria de pessoas ali estava bêbada e provavelmente não se lembrariam de nada no dia seguinte. “Eu já disse que eu tenho medo? Quando seus olhos começam a brilhar assim? Eu sei que já estou em problemas, mas pelo menos você se animou. O que eu tenho que fazer?” Ele tinha muito medo do que viria nas seguintes palavras da Cooper, mas faria tudo para vê-la animada assim novamente.
Moodboard: Dedalus Diggle and Cordelia Bulstrode.
Kendy moodboard (01/-)
s-trxelawney:
Xeno vive me dizendo algo parecido, talvez vocês dois estejam certos. A questão é que quando você está aereo geralmente está planejando algo novo pras suas invenções e eu apenas pensando mesmo.
Oh, você está exagerando, Dedalus. Na verdade tudo que eu falo ou penso é estranho, poucos pessoas apreciam o estranho.
Xeno, hum? Vocês dois estão sempre andando juntos deveria ouvir ele, ou me ouvir. Porém acho que confiaria mais nas palavras deles já que anda mais com ele, e acho que dei um nó na sua cabeça? Apenas escute o que nós falamos. Aposto que seus pensamentos geralmente são mais produtivos que minhas invenções.
Eu sou estranho, quero dizer, estou acostumado com estranho e você não tem nada de estranho.
w-slinkhard:
E desde quando você ouve as coisas nos corredores e acredita? Deveria mesmo. Mas que história é essa que agora as pessoas comentam nos corredores sobre eu convidar o Caradoc pra alguma coisa? De onde eles estão tirando isso? Eu não ia brigar com você por causa de uma pergunta. Não, Ded. Eu disse isso era mais uma dos motivos pra não convida-lo e não o motivo, tenho uma lista gigantes de motivos pelos quais Dearborn não é uma boa pessoa para convidar pra qualquer evento ou qualquer coisa. Você nunca me envergonhou em nenhum dos eventos que fomos juntos.
E olha que já fomos em tantos eventos juntos que perdi as contas. Espero que continue sendo uma honra durante todo o baile, nunca se sabe o que pode acontecer. Não vai me trocar por uma das suas crushes?
Eu não sei? Desde o momento que eu acho que você fritou um dos muitos neurônios ai de cima por ter uma crush pelo Dearborn. Sinceramente, Wen, pensei que você era a racional do grupo. É que eu também não gosto de discutir esse assunto. Prefiro na verdade acreditar que ele nem existe. You deserve better than Caradoc. Alias, você também namorou o Fabian, não foi? Wen você realmente precisa escolher caras melhores. I wan’t see you happy, okay?
Alguma crush? Wendy você esqueceu que eu sou provavelmente o cara mais friendzonado de toda a nossa casa? Todas as garotas aqui me tratam como grande amigo, e eu não tenho problemas com isso. Pois as respeito da mesma forma, mas não é como se eu realmente tivesse essa oportunidade. Please Wendy, don’t be silly, I wouldn’t change you for the whole world.