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qual futuro você vai criar? http://bit.ly/inspiratrampos
O semestre começou e você não tem a menor ideia do que vai prestar de vestibular? Tá mais perdido que cachorro quando cai do caminhão de mudança? Dá uma olhada no Manual do Candidato da Fuvest aquihttp://www.fuvest.br/vest2015/manual/fuv2015.manual.pdf Quem sabe você não consegue ter uma ideia melhor de quais cursos podem combinar mais com você?
...termino uma prova dois minutos antes de acabar o tempo.
Texto da Fabiana, que está passando por uma mudança de carreira também. Vale a pena conferir o blog dela! :) "Quando eu era criança dizia que aos 25 anos estaria casada e com dois filhos. Não consigo me lembrar do que “gostaria de ser quando crescesse” porém me recordo de ter repetido uma série de vezes que com 25 anos estaria casada e com filhos. Minha avó gostava muito de me ver dançando e dizia que eu seria uma grande dançarina de programa de televisão. Hoje, mais velha, acho que ela queria dizer Chacrete, mas prefiro não saber! Ela era a única que arriscava um chute, eu mesma não sabia de nada! Mafalda, Susanita e um choque de realidade! De fato, aos 25 me casei. Aos 26 me divorciei. Aos 27 me casei novamente e ainda não tenho filhos. E durante esses dez anos, dos 25 aos 35 eu não pensei muito em construir uma carreira. Cada vez que eu ia atrás de alguma pós graduação ou MBA na área de TI eu ficava com uma preguiça absurda só de pensar na grade curricular, numa sala cheia de gente discutindo o mundo corporativo e no tempo que eu ia perder estudando coisas que eu não acredito nem na eficiência e nem na eficácia: Gerenciamento de Projetos, Gestão Estratégica de Pessoas, PMBOK, PMI, baaaahhh! Eu tinha uma única certeza: aquela não era a vida que eu queria para mim. Um dia conto para vocês como fui parar no mundo de tecnologia da informação sendo que sou formada em Comércio Exterior… Durante esse tempo vi meus amigos da faculdade crescerem profissionalmente. Na minha cabeça ascensão profissional era obrigatória e, sucesso, um dever. Então, ao invés de focar onde que eu deveria ir simplesmente entrei para o mundo da competição colocando a ambição no topo. Como trabalhei a maior parte do tempo como autônoma não determinei que seria gerente de projetos ou sócia de consultoria, determinei que eu seria absurdamente competente, uma consultora de supply chain incrível e bem paga. Me dêem os parabéns, pois eu consegui me tornar super competente e ter um retorno financeiro master em uma carreira que para mim não fede e nem cheira! Me lembro o dia que percebi que estava indo contra meus valores, foi como se uma bigorna tivesse caído na minha cabeça. A verdade dói. Trabalhei em um projeto em que a minha mesa ficava muito próxima da sala de reunião de um gerente e pude ouvir, sem querer, a reestruturação de uma equipe de suporte. Na ocasião estavam optando por manter pessoas boas e razoáveis que recebiam um salário baixo e dispensando pessoas muito boas que recebiam mais. O que estava em jogo ali não era a qualidade do atendimento e sim o quanto podiam economizar. Aquilo me fez pensar que, não importava o quanto uma pessoa haveria se esforçado e investido em sua carreira dentro daquela corporação, na hora dos cortes ninguém lembrava mais quem havia ficado até mais tarde ou desenvolvido um bom projeto. Aquilo acabou comigo. Chegar a conclusão de que está tudo errado e reconhecer que se escolheu a profissão errada não é tarefa fácil. A primeira sensação é de bagunça, caos, desespero e descontrole. Perceber que se investiu tanto tempo em uma carreira sem a menor ideia de onde se estava indo e, pior, que é preciso começar tudo do zero, de novo, pode dar uma desanimada. Precisamos ter clareza do que se quer e trabalhar para chegar lá. Pensar na idade também pesa: 35 não são 25. Quero ter filhos e como vou coordenar essa reestruturação toda é um caso a se pensar. Quebrar todas essas crenças é um trabalho diário que não acaba nunca. Por isso decidi experimentar. Me dar esse presente de saborear sensações diferentes fazendo coisas que nunca fiz, como o projeto fotográfico, o coaching e o trabalho voluntário. Roman Krznaric no livro “Como encontrar o trabalho da sua vida” diz que “nossa visão de mundo é uma camisa de força psicológica que nos impede de ir atrás de novas possibilidades”. Eu desamarrei essa camisa de força. O importante agora é seguir em frente e fechar os olhos pras coisas maravilhosas que o mundo tem pra me dar. Se eu consegui ser uma consultora de TI tão incrivelmente boa e bem paga e sem gostar do que faço, acredito que tudo posso encontrando minha paixão e me dedicando a ela!"
José- Economia, Daministração de Empresas, Contabilidade
Formação Profissão atual?
Atualmente não estou formado em nenhum curso, porém já iniciei graduação em economia, administração de empresas e pensei muito no direito. Porém, não segui nenhum destes caminhos.
O que vc se imaginava fazendo quando escolheu essa profissão?
Eu imaginava algo muito parecido com o que eu faço! Eu gosto muito do meu trabalho atual, estou trabalhando num escritório de contabilidade e sou o responsável pela abertura das novas empresas, alterações de contrato social, encerramento de empresas, análise de documentos para licitações públicas, acompanhamento de regularidades fiscais, atendimento a novos clientes, etc.
O que ninguém te contou quando vc estava escolhendo sua profissão?
Não imaginei que fosse me encaixar tão bem no escritório, é uma atividade que exerço com muita facilidade e que com o passar dos anos, tornou-se algo muito simples para mim, sempre aparecem novos desafios, algumas mudanças nos processos, mas por ser algo que eu gosto de fazer, me adapto facilmente aos novos meios.
Alguma dica de backstage?
Se você não gosta do seu emprego, saia! Conheço inúmeros amigos que são COMPLETAMENTE INSATISFEITOS com seus trabalhos atuais, e às vezes por medo não conseguem pedir o seu desligamento, acabam tornando-se profissionais frustrados e sem expectativa de crescimento, pois não dão o seu melhor no emprego atual, consequentemente se tornam “somente mais um” dentro da organização. Para mim, foi uma experiência nova que me trouxe ao escritório onde, ao longo destes sete anos e meio de trabalho, me capacitaram a exercer minha profissão atual e, por sorte, para mim foi algo muito gratificante.
O que vc teria feito de diferente?
Teria terminado pelo menos uma das faculdades para que eu pudesse já ter feito alguma pós graduação/especialização na minha área de trabalho, por causa desse arrependimento/necessidade, este ano me matriculei na ESAMC e farei um curso tecnológico de Gestão Financeira, o que irá abrir várias oportunidades para cursos de pós graduação na minha área de trabalho.
Ama o que faz?
Amar é uma palavra muito forte, mas me sinto muito confiante e feliz com as atividades que exerço no escritório.
Se ganhasse na loteria, qual seria sua ocupação?
Depende muito do valor, ele seria suficiente para aposentadoria? Caso a resposta seja positiva, eu com certeza investiria o dinheiro e conheceria o mundo. Se a quantia fosse apenas suficiente para quitar um financiamento imobiliário, ou algo do tipo, com certeza continuaria exercendo a minha atividade atual, mas com a possibilidade de investir parte dos meus rendimentos..
Martha- Administradora de Empresas, Sonhonomista, Desvendadora, Criadora, Realizadora
Minha profissão foi escolhida naquele momento. Tinha por volta de 9 anos e guardava todas as moedinhas e meu tio me falou: a Martha vai ser administradora. Não sabia o que era aquilo, mas se tinha a ver com lidar com dinheiro eu estava dentro. Aos 18 estava eu entrando na faculdade.
Desde a escola, até a faculdade, os adultos no geral não gostavam muito de perguntas mais profundas. Os professores, raros, que estimulavam na faculdade a reflexão, a descoberta, autonomia e autodidatismos eram logo banidos pelo sistema, pelos próprios alunos que estavam na inercia e iam reclamar na diretoria da faculdade. Esta, querendo agradar sua fonte monetária, fazia algo que logo o professor mudava muito ou saia da faculdade. Eu lamentava.
Sempre fui muito questionadora e adoro as descobertas. Foi então que entrei para empresa júnior logo no início. Uma das melhores escolhas da minha vida, não ganhava nada, mas me sentia muito realizada, tinha espaço para criar, tinha apoio dos mais velhos para poder errar e para ter uma estrutura. Usávamos nosso poder, poder que foi dado o jovem para criar seus sonhos!
Lembro o primeiro dia que entrei num escritório, fiquei maravilhada. Uma empresa, que sonho! E lá estava eu estagiando em uma empresa grande, na área de Recursos Humanos. Adorava, tinha muita autonomia, mas me cobrava muito, cobrava uma perfeição, que não existe porque nunca é superada, não pelos outros, mas por si mesma. Buscava reconhecimento e para isso fazia tudo que me pediam e um pouco mais, criava agora não por um propósito, mas para atender expectativas. Mudei de área, para finanças, afinal queria lidar com dinheiro e parecia ser uma área mais reconhecida do que RH. Detestei. A saída foi fazer um intercâmbio, afinal o inglês era uma pendência no currículo. E lá na Inglaterra me cobrava de falar a língua, não aguentei e fui à Itália, onde voltei a experienciar a vida.
Na volta, com inglês mais afinado, comecei meu estágio numa consultoria de grande porte. Tudo muito solto, se aprende muito, mas a um custo que não se mede o preço: tempo e saúde. Quando me dei conta, não conseguia levantar da cama e pedi demissão.
Já me questionava de ver as pessoas se matando de trabalhar para serem avaliadas pelos chefes. E perguntava a elas: e se seu marido te avaliasse? E sua saúde, como está?
Passei a atuar como autônoma e foi um grande período, em que fazia o que gostava, mas achando que podia fazer tudo, acabei me distraindo. Foi quando recebi um convite para cobrir uma licença maternidade na empresa que estagiei e acabei ficando.
Descobri uma doença, inflamação no intestino e aí já não podia mais negar, algo estava muito errado na minha vida. Fui a cada área da minha vida me questionar, me isolei e tive forças para ir a todo canto do Brasil, pessoas, médicos, terapeutas... Mudei como atuava no meu trabalho, deixei de pegar as responsabilidades que não eram minhas, deixei de cobrar tanta perfeição. Fiquei mais leve e nada mudou do lado de fora.
A grande virada da minha vida foi descobrir que nada fora me satisfaria. Nenhum modelo, nome, profissão... Eu vim criar o meu mundo dos sonhos, e acreditem, é possível. Quando abrimos as portas, começamos a encontrar muitos parceiros. Foi então que resolvi sair do trabalho novamente, só que agora com um propósito muito claro: criar um mundo de verdade, amor, clareza e realização. Meu projeto atual é a SONHONOMIA, criação da Nova Economia baseada na realização de Sonhos. E enquanto construo ele, compartilho na página do face “Descobertas e Desfrutares”, alguns textinhos que fizeram parte desta jornada que continua a cada dia!
Com todo meu amor
Martha, Sonhonomista, Desvendadora, Criadora, Realizadora!
Textos Descobertas e Desfrutares
Nosso Google interior: a resposta nossa de cada dia A primeira vez que ouvi que cada um tem a resposta para seus sonhos e questões foi quando conheci o conceito de Coaching e me apaixonei. Tenho praticado me fazer perguntas e notado cada vez mais que todos nós temos um Google interior. Todas as respostas estão dentro de nós, e nos é mostrado de todas as formas: sonhos, uma pessoa na rua, um pássaro, no silêncio interior, sensação, toda forma de expressão. Esperar o download completo da resposta é sábio, porque ela vem na hora certa. Algumas vezes queremos respostas rápidas e interrompemos o download, aceitando no lugar a resposta que vem da mente/razão, ou da Globo, ou de uma pessoa próxima. É preciso perguntar, confiar, esperar, ficar atento para a resposta verdadeira, que vem de você...e aí este encontro com a verdade e a descoberta traz uma alegria indescritível! Usemos nosso Google Interior!
Os Currículos do Novo Tempo: sua expressão única neste mundo!
Hoje basta dar um like em uma página do Facebook e você está conectado com milhares de pessoas. Gostou do propósito do evento, conecte-se. As relações passam a ser criadas por propósitos, não interessa o que vc conhece e sim o que quer e está construindo para se conectar. Não temos mais medo de não saber, as informações estão todas disponíveis, não é preciso mais estudar anos para ser algo. Já somos! Com isso o que importa o nome da empresa, da área ou do cargo? O que isso diz de você? Quem é você de verdade? Importa aquilo que te dá forças para viver, que te faz ir até a China se for preciso. O que você acredita, o que você quer e está fazendo para isso, basta! O resto vem, criamos e corremos atrás! Chega de inglês sem uso, pós graduações sem aplicações nenhumas, nome de instituições que não dizem quem você é! Não precisamos mais disso, precisamos de alegria, de você, da sua expressão única neste mundo e que realize os seus sonhos, aqueles que só você pode realizar, que só você vai entender! Este é seu verdadeiro Currículo, dê este presente ao mundo onde quer que você esteja, descubra quem você é!
Trabalhar com propósito: Quanto mais trabalho menos estresse Quanto mais faço mais quero fazer Pedir para as pessoas terem criatividade, proatividade? Nunca! Elas brotam todos os dias! Sexta feira o dia mais dedicado e com celebração Sábado e Domingo sem trabalhar para que? Ferias? Não quero! Não saio daqui! Rir dos imprevistos! Sonhou? Concretizou! Erros? Aprendizados, evolução, descoberta. Deu faísca na relação? Conversa verdadeira e crescimento! Diferenças? Riquezas!!! Competir? Naaaao! Apoiaaar e Unir forças! Percepção e crenças? Mudam o tempo todo. Falando em mudança, ela faz parte do dia! Dar seu passo e deixar fluir!
A Harmonia
Noite e dia Ela nos ensina natureza brisa fina sua pureza agitação calmaria duas visões sabedoria verdade transformações mudança com a idade paz no coração Tudo igual ah não Um luau e diversão a diferença traz riqueza honro a diversidade ela constrói a realeza
Daniela- Psicóloga
Bom, a pedido da Carol, vou contar um pouquinho do que eu faço profissionalmente. Sou psicóloga clínica e atendo no meu consultório. Atendo todas as idades. Cheguei ate aqui devido a um desejo desde a minha adolescência quando já pensava em ser psicóloga. Mesmo sabendo da minha decisão, fui fazer uma orientação vocacional no instituto Colmeia na cidade de São Paulo, a minha cidade natal. A orientação me ajudou a criar mais certeza sobre a minha decisão e fui em frente. Na faculdade eram mil e uma matérias e foi muito difícil escolher qual era o foco que ia dar de cara! Na verdade nem me imaginava atendendo em consultório, e sim como psicóloga do esporte que era a área que eu estagiava e amava. Na hora de me especializar, escolhi a psicologia hospitalar, pois me identificava com o ato de cuidar. Estudei e trabalhei na área, mas ninguém me contou que institucionalmente a psicologia é pouco valorizada. Foi então que há um tempo resolvi me dedicar somente à psicologia clinica e também alguns projetos autônomos em gerontologia, selecionando o que gostava de fazer no hospital, juntando com meus outros interesses. Foi uma escolha e tanto! O que aprendo com isso? Primeiro, que tudo pode e deve sofrer constantes mudanças. Estagnar não e saudável. Você pode mudar detalhes da sua vida sempre que possível, ver as coisas de outras formas, por outros ângulos. E segundo, que é possível se permitir mudar. Quando escolhemos uma profissão, pensamos que vamos fazer aquilo para o resto da vida, mas a verdade é que a escolha não precisa ser confundida com uma sentença. Sou apaixonada pelo que faço. É muito gratificante sentir que vc faz a diferença na vida de uma pessoa. E se ganhasse na loteria, não escolheria outra profissão senão a minha, mas talvez escolhesse outra cidade para viver.
Foi numa conversa despretensiosa, na praça-do-por-do-sol, que se consolidou a ideia de montar o blog. Eu e a querida autora do último texto, Renata, ficamos horas conversando sobre carreira, minha falta de gosto pelo Direito e o como ela tinha se encontrado na profissão. Pra mim, ouvir alguém dizer que ama trabalhar com Direito Tributário, virando madrugadas, parecia coisa de gente louca, que gostava de sofrer na vida. Até que ela me confessou que, se ganhasse na loteria e não precisasse mais trabalhar por dinheiro, continuaria trabalhando com o mesmo assunto pq acha aquilo incrivelmente fascinante. Aquela confissão me arrepiou e me fez ter certeza de que eu estava diante de alguém que realmente gostava do que fazia, por mais improvável que fosse gostar daquilo. Nesse momento me deu o estalo: precisamos descobrir o que é isso que nos tira da cama, além do dinheiro. E foi assim que essa busca pessoal começou a ficar online e disponível para quem quiser acessar. Mesmo sendo uma busca pessoal, resolvi montar o blog para que mais pessoas, além de mim, possam se beneficiar das histórias e vivências dessas pessoas que concordam em abrir um pedacinho das suas vidas pro blog. :) Afinal, aposto e ganho que não estou sozinha nessa busca. Boa sorte pra nós!
Renata- Advogada Tributarista
Caros, sou advogada e resolvi participar não apenas por amor incondicional à dona do tumblr, mas porque achei a ideia tão simples e autêntica que eu não teria como recusar. Preparem-se porque, como qualquer bom operador do direito, eu gosto de escrever muito. Já se foram praticamente três anos desde que joguei o chapeuzinho da colação de grau para cima e posso afirmar que muita, mas muita coisa mesmo, mudou. Me formei em Direito no bom e velho Largo São Francisco (USP) e desde então trabalho com direito tributário em um dos mais renomados escritórios do país, mas vamos começar do início, correto? A primeira pergunta de todo entrevistador de RH no ramo jurídico é: por qual razão você escolheu Direito? E olha, a resposta mais autêntica que posso encontrar é simples: uma casa enorme com piscina. Pois sim, quando eu tinha meus não mais que 7 anos fui no aniversário na casa de um coleguinha do colégio e, acredite, quando digo casa, quero na realidade dizer mansão. E aí veio o início de tudo: ao me buscar, minha mãe comentou que o pai do garoto era um advogado famosíssimo. Pronto, estava selado o meu destino: advocacia. Motivo? Ter uma mansão com piscina olímpica. Anos se passaram e evidente que quando me perguntavam o que eu queria fazer da vida, não me parecia razoável falar da história da mansão com piscina. E foi então que eu passei o ensino fundamental e parte do médio pensando: “O que diabos eu vou fazer da vida?!” E eis que o Direito ressurgiu como resposta. Não mais pelo motivo de antes, mas por ser a escolha mais racional para alguém que simplesmente...não sabia o que fazer da vida. Afinal, bacharel em direito vira juiz, advogado, promotor, diplomata, fiscal, poeta, professor, ator da Globo, músico, enfim. Basicamente era a escolha perfeita para alguém que (i) não queria ter que escolher ainda, (ii) gostava de Humanas em geral e (iii) amava ler/escrever – muito. E assim foi. Já de cara fiquei fascinada com matérias como Introdução ao Estudo do Direito e Teoria Geral do Estado. Mais para frente, matérias como Direito Constitucional, Direito Penal e Direitos Fundamentais chamaram minha atenção. Massssss ainda assim eu não me sentia confortável para decidir o que fazer da vida dali 2 ou 3 anos. Algo me levava intuitivamente para a advocacia em um grande escritório e, em vez de estagiar logo na área e confirmar o interesse, fiz o caminho inverso. Estagiei em tudo que imaginar, de trabalho pseudovoluntário no Departamento Jurídico da faculdade e escritório pequeno na área empresarial até Ministério Público, Assessoria Internacional de um banco e ainda uma vara criminal. E fui mais longe, peguei uma bolsa de intercâmbio para poder curtir um pouco a Europa (digo, estudar!) e postergar a formatura para o ano seguinte. E pode parecer pouco, mas aquele tempo distante de tudo e todos foi suficiente para respirar e seguir minha intuição. Lá fui eu fazer entrevista de estágio no tal escritório grande. A vaga era em Cível, mas algo me dizia que o lugar para mim era Tributário (sabe como é, todo penalista frustrado acaba indo pra Tributário. São os mesmos princípios, a mesma “defesa das garantias constitucionais contra a sanha do Estado”). Evidente que não passei (e não acho que foi destino, mas a minha sinceridade afoita com o RH que logo viu a minha evidente pretensão de entrar no escritório e depois mudar de área). Pois bem, meses se passaram e eis que surge a então sonhada vaga para Tributário no mesmíssimo escritório. Já pisei lá para a entrevista sonhando em fazer carreira. Entrei e me apaixonei instantaneamente pela rotina de contencioso (aos que não sabem, a advocacia se divide basicamente em consultivo – antes de estourar o problema – e contencioso – já existe um problema e há um processo formal entre as partes), pelo trabalho em equipe, pelo ambiente formal, pelo jeito de escrever. Não vou dizer que tudo foram flores, longe disso. Durante o estágio (a tão famosa Lei do Estágio ainda não tinha pegado no tranco), foram muitas as aulas que perdi e muito o tempo que deixei de aproveitar fora do escritório, além de alguns atritos iniciais com chefes diretos. Mas toda vez que eu sentava na minha mesa e estudava um caso novo ou fazia um recurso dificílimo a ponto de perder a noção de tempo, eu sentia que era o caminho certo e continuei por 1 ano e meio até a formatura. E aqui efetivei e fiquei nos últimos 3 anos – e não tenho quaisquer planos de sair tão cedo. Acho que quando eu me imaginava trabalhando em um escritório, era exatamente como acontece na realidade. Muito trabalho - mas muito mesmo! -, advogados mais velhos e renomados que você trata por “Doutor”, almoços de negócio com clientes, reuniões de equipe com discussões de temas relevantes, horas e horas de pesquisa de legislação e decisões de Tribunais, longas petições com linguagem formal (mas sem rebuscamento ou floreio excessivo, isso é coisa da advocacia dos tempos dos nossos avós!), casos de milhões de reais, pressão diária. Não é para todos – como tudo na vida. Mas se é isso que você estava imaginando, bingo! Sabe, a mesma dona do tumblr teve uma conversa comigo pouco antes de colocar em prática essa ideia e, enquanto discutíamos como Direito podia ser um curso tão certo e tão errado para determinadas pessoas, ela me fez uma pergunta que agora repasso para vocês e que, no fim das contas vale para advogados, juízes, engenheiros, bailarinos, biólogos ou o que mais for. Se hoje você ganhasse na mega sena e pudesse trabalhar apenas por hobby, o que você faria? (Se você, como eu, se imagina em um escritório próprio exercendo advocacia pro bono para entidades de educação ou saúde que discutem judicialmente seu direito de fruição de imunidades ou isenções, bom, você sabe que está no trilho certo). Então, de novo eu pergunto. E aí, você se imagina fazendo exatamente a mesma escolha se o mundo te permitisse escolher sem o peso da pressão da família ou o dinheiro? Não é clichê, é fato. Você precisa, antes de qualquer coisa, suportar com um mínimo de alegria a carreira que você escolhe. Se você chegou até o final desse texto, só tenho a desejar: boa sorte e sucesso
Bem novinha tive uma conversa com uma professora de história muito querida, que me fez repensar minha visão de mundo. Conversávamos sobre meu ceticismo e minha sensação de não fazer diferença nenhuma em termos políticos. A resposta dela foi brilhante: "uma bactéria pode ser microscópica, mas quando se junta a outras, te derruba, não?" Talvez todos nós estejamos entendendo, na prática, com as redes sociais, esse nosso poder de mudança. Por mais que isso pareça banal, quando há 199 pessoas curtindo um post que realmente mexeu com vc e vc eh o 200o. a curtir, te faz sentir que aquilo que vc pensa faz sentido, que talvez seja uma causa pela qual valha a pena lutar ou então, que há mais birutas como vc e que, talvez, nem tudo esteja perdido... :) E isso muda MUITA coisa
Globonews falando sobre mudança de carreira, com a participação de uma psicóloga e uma coaching. Vale a pena assistir!
Roberta- Publicidade, Música e Blog
Quando chega a nossa hora de prestar vestibular, aos nossos imaturos e pouco experientes 17 anos, parece que temos que decidir ali o que fazer para o resto da vida e dá um medo danado. Depois, com o tempo, aprendemos que esta é apenas a primeira de muitas escolhas importantes que teremos de tomar a partir dos 17 anos. No meu caminho (hoje tenho 27) aprendi três coisas que considero muito importantes: nenhum conhecimento é inútil, nós damos significado às nossas tarefas e gratidão é essencial. Tudo o que você aprende vai te valer como experiência, porque conhecimentos diferentes te fazem enxergar a mesma situação de formas diferentes. Eu me formei em Publicidade e Propaganda, estagiei na área e fui seguir um grande sonho, que era ser cantora. Durante 3 anos e meio gravei CD, videoclipe, toquei em festivais, na TV, no rádio e, por fim, desisti. Eu achava que se fizesse tudo direitinho minha carreira ia dar certo, mas o mercado da música é um pouco mais complicado do que um escritório com plano de carreira. Então, voltei para São Paulo com o objetivo de ganhar dinheiro. Entrei numa petroquímica, me saí muito bem e usei bastante dos conhecimentos que adquiri gerindo uma banda por lá. Foi uma experiência e tanto, mas naquele momento eu queria explorar mais a fundo o mercado digital, no qual acabei me especializando. Então, montei um blog de culinária com uma fera da comida caseira, minha mãe, com base em tudo o que aprendi na banda e na petroquímica. No blog, faço vídeos, tiro fotos, escrevo projetos e textos e faço gestão de todas as plataformas digitais. Faço tudo o que amo e de quebra estou aprendendo a cozinhar. As mudanças, o começar do zero, o construir e fazer parte de coisas que dou valor são o que me motivam a continuar caminhando. Eu não consigo não fazer nada e certamente não consigo fazer algo sem significado. Voltando à lições, a segunda delas aprendi durante minha pós-graduação em Gestão e Marketing Digital e não tem nada a ver com marketing, digital ou gestão: as tarefas são as mesmas, o que muda é o significado que damos a elas. Ou seja, há pessoas que odeiam cozinhar e comem qualquer besteira. Outras vêem um significado enorme em ter uma boa alimentação e entram na cozinha com prazer. Esse prazer vai além do gostar ou não gostar de cozinhar. Este foi, sem dúvida, o ensinamento mais importante de todo o curso e tomei ele para minha vida pessoal e profissional. Antes eu me focava muito no “gostar” e isso me fez tomar decisões erradas diversas vezes. Entendi o significado de esperar, ter paciência, fazer coisas que não gosto e conviver com pessoas que não gosto. Tudo isso faz parte e é muito importante, até para nos conhecermos melhor. E então a gente se vê vivendo uma vida que nem sempre é do jeito que queremos, nem sempre é justa, que nos coloca constantemente à prova e que nos testa sobre o significado que damos a tudo isso. E foi aí que aprendi a ter gratidão. Não a gratidão de dizer “obrigado”, que aprendemos quando somos crianças, mas agradecer por quem somos, pelos nossos defeitos e qualidades, pelas situações boas e ruins que vivemos para podermos crescer com elas, pelas pessoas que conhecemos, por tudo o que aprendemos e pela nossa capacidade de escolher. Eu aprendi a agradecer pelos mínimos detalhes e, então, meu caminho ganhou um novo sentido, para muito melhor. Às vezes não é a profissão, não são os amigos, não é a família. Somos nós que estamos buscando e, neste caso, o único remédio é viver.
Quem são e o que pensam os freelancers brasileiros?
Esse blog pode não ser o mais visitado do ano, mas espero que esteja fazendo tão bem para outras pessoas como tem feito pra mim. Por meio dele tenho tido a honra de ouvir histórias de vida inspiradoras, reencontrado amigos antigos e principalmente tenho conseguido chegar mais perto de me encontrar. Obrigada a todos que compartilharam suas experiências comigo, aos que ainda vão compartilhar e a quem vem aqui ler esses pedacinhos deliciosos de vida :) <3 Um ótimo 2014 pra nós!
Thiago Gimenes – Fotógrafo, Professor de Fotografia, Diretor de Arte e futuro Físico
Acho que meu depoimento aqui vai ser um pouco diferente e também talvez seja um dos mais longos, mas acho que a história vale a pena.
Eu vou começar do começo… bem do comecinho mesmo. Engraçado que quando eu era criança nunca quis ser astronauta, mas sempre quis ser astrônomo ou físico teórico (sim, nerd desde pirralho). Sempre gostei de ciência, principalmente astronomia (isso vai ser importante daqui a pouco). Mas antes de mais nada eu queria trabalhar, queria DESESPERADAMENTE trabalhar, ter meu dinheiro, mas acima de tudo, me sentir útil de alguma forma (isso também vai ser importante lá na frente). Aos 14 anos, consegui um estágio não remunerado em uma agência de propaganda. 8 meses depois, eu acabei contratado como temporário para cobrir a licença maternidade de uma arte-finalista, por 3 meses. Desse período eu nunca vou me esquecer de uma conversa que tive com um arte-finalista que trabalhava há alguns anos na agência. Logo no terceiro mês que estava lá, ele me perguntou se eu estava gostando e eu disse que estava gostando MUITO, mas que havia algo estranho, pois aquilo não parecia ser trabalho, era divertido demais. E foi aí que ele disse uma frase que mudou a minha vida (e tenho certeza que ele não tem idéia disso) “Nem todo trabalho é chato e trabalhar em agência é isso aí que você tá vendo”. Foi aí que eu percebi que estava apaixonado pelo trabalho em agência, pelo clima informal, pela diversão que era trabalhar. Era tudo muito legal, e até o que era ruim era bacana. Eu amava o que eu fazia e (só agora eu vejo) essa paixão me fazia estudar e me aprimorar, para ser cada vez melhor nisso. E mais uma vez uma lição foi aprendida na prática: quanto mais amamos uma profissão, melhor nos tornamos em fazer aquilo. Parei de estudar ao completar a 8ª série. Não dava para conciliar a escola com as noites viradas trabalhando na agência (e na época eu achava muito legal virar as noites na agência). Depois ainda tentei fazer um supletivo do 2º grau mas também larguei.
Foram 14 anos de lua de mel, passando de agência em agência, seguindo o caminho natural, de arte-finalista, assistente de arte, diretor de arte jr., diretor de arte e diretor de criação e foi aí que a lua de mel acabou. Quando a gente vira diretor de criação o escopo do trabalho muda completamente, sai da parte criativa e vai para a parte de resolver problemas, lidar com cliente, com atendimento, definir prazos, brigar, brigar e brigar e o que é pior, brigar sem ter autonomia para realmente decidir, pois o negócio não é nosso. Depois de 1 ano e meio como diretor de criação o meu combustível havia acabado. Eu tinha passado não só a não gostar mais do que eu fazia, mas também não via mais a menor importância nesse trabalho. Comecei a questionar por que fazíamos aquilo, qual era o sentido disso, qual era o propósito de tantas noites perdidas, de tanta gastrite, tanta pressão? Muitas vezes para vender mais presunto ou para incentivar um operador de telemarketing a vender um determinado canal em detrimento do outro. Sério? Será que isso vale mesmo a pena? Cada vez meis pensava que não, cada vez mais eu deixava de me sentir útil, como eu queria me sentir lá no começo do texto. E esses questionamentos fizeram com que a qualidade do meu trabalho também caísse. Dei um passo atrás, recuperei a graça de “sentar a bunda na cadeira e criar” mas já não era mais a mesma coisa, nunca mais viria a ser.
Durante essa fase de questionamento, comecei a namorar uma moça e ela me ajudou MUITO em todo esse impasse. Conversávamos muito e eu estava completamente inclinado a voltar a estudar, fazer faculdade e começar uma carreira acadêmica. Finalmente seria o cientista que sonhava ser quando criança! Mas esse ainda era um caminho um tanto longo, tinha muitos passos a percorrer para que esse sonho se concretizasse e era necessária uma dedicação que eu não poderia ter trabalhando em agência (lembrem que foi justamente por isso que parei de estudar lá no começo). Nesse meio tempo, essa mesma namorada havia me incentivado a comprar uma câmera, por hobby mesmo e me ensinou a fotografar, ela plantou uma semente que foi crescendo e logo virou uma paixão tão grande quanto aquela lá no começo, quando era estagiário na primeira agência.
Eu amava aquilo e queria fotografar mais e melhor! E queria aprender e queria ensinar e até que ficou óbvio: minha próxima profissão seria fotógrafo. E com essa constatação veio mais uma lição de vida: a gente pode ter várias profissões ao longo da vida, e é possível sim mudar depois de “velho”, na verdade, apesar do cliché, a gente nunca é velho para mudar, o que falta é sempre paixão, paixão pelo que fazemos é o combustível para fazer mais e melhor e para tornar possível a mudança. A maior dificuldade de uma mudança de carreira depois de anos numa profissão, é que a gente já tem contas pra pagar, já tem um padrão de vida e raramente conseguimos largar tudo para nos tornarmos estagiários não-remunerados novamente. Não ganhar dinheiro simplesmente não é uma opção, mas sempre há uma saída, vou detalhar a minha estratégia, que parece que vai dar algum resultado, mas apenas para mostrar que, se precisamos de dinheiro para viver, precisamos também ser criativos e estratégicos, traçar um plano e tentar cumprí-lo, é difícil, envolve sangue, suor e lágrimas. Envolve empobrecer sim, mas é em nome de ser feliz na profissão.
Fotógrafos não ganham salários, são autônomos, não têm estabilidade de renda e eu ainda tinha MUITAS dúvidas, principalmente sobre o tal do TALENTO. Sempre ouvi que eu tinha talento para criação publicitária, mas seria demais querer ter talento TAMBÉM para fotografia certo? E foi aí que, conversando com muita gente, acabei percebendo que o dito talento nada mais é do que uma medida do quanto você precisa se esforçar e estudar para conseguir um determinado nível de qualidade. E que muitas pessoas que têm talento acabam se perdendo no meio do caminho por confiarem que o talento sozinho vai pagar as contas. Portanto, vencidas as dúvidas (de vez em quando elas voltam e me assombram à noite, mas a gente acostuma), o próximo passo foi arregaçar as mangas e traçar a estratégia. Eu acho que tive sorte, porque amava tanto a fotografia, que isso me despertou um lado que nunca soube que tinha, o de professor (e também jamais tive talento para dar aulas ou falar em público, coisa que vou começar a estudar e me aprimorar também). O assunto me empolga tanto que eu tenho vontade de compartilhar o que aprendi com todo mundo que estiver interessado e isso acabou por me mostrar um caminho: formar uma base estável de renda dando aulas de fotografia. Corri atrás, primeiro de aprender formalmente, fiz o melhor curso possível (na minha opinião, melhor que qualquer faculdade) na melhor escola do país (não vou fazer propaganda aqui no blog alheio, quem quiser saber, me escreva e eu falo qual é) e comentei que gostaria de fazer um curso especificamente para quem quer lecionar, pois fazia parte da minha estratégia de viver de fotografia, mas NUNCA me passou pela cabeça que seria convidado, já ao final do meu curso, a lecionar na escola que estudei (e só de escrever isso me emociono, pois foi uma vitória absurda, que estou ainda me entendendo com essa vida e essa sub-paixão que está crescendo cada vez mais). CLARO que junto com essa renda extra da escola, estou tendo que trabalhar na outra ponta também, de cortar ao máximo custos fixos e supérfulos. Racionalizar MUITO bem meus investimentos em equipamentos e na infra-estrutura – sim, o fotógrafo não é um indivíduo e sim uma empresa e quando decidimos entrar de cabeça nesse ramo, temos que assumir que fotografar vai ser por volta de 10% da nossa rotina e aí é que temos que regular a paixão e desviá-la um pouquinho do trabalho de fotografar para o trabalho de vermos a NOSSA EMPRESA, NOSSA MARCA crescendo e tomando corpo. Estamos trabalhando pelo nosso sonho e tomando nossas próprias decisões, para o bem e para o mal e isso dá um dos melhores friozinhos na barriga que existem!
E é nesse pé que eu estou atualmente, no meio dessa transição entre aumentar a renda dando aulas, construir uma audiência com um novo canal no Youtube para chamar mais alunos, tanto para a escola quanto para começar a monetizar com anúncios também, equilibrando os jobs de fotografia, principalmente retratos e fotografia de casamento, que são minhas paixões, e ainda me dedicar à direção de arte, pois não “fiz a passagem” ainda e essa é a minha principal fonte de renda por enquanto.
Dando um passo pra trás e olhando a minha vida profissional como um todo, desde o começo até o fim que eu imagino, dá pra ver um sentido, dá pra ver um plano que teve os primeiros 20 anos aos trancos e barrancos, mas que agora eu consigo ver que foram importantes e que sem isso eu não teria a maturidade para lidar com o presente e nem traçar a estratégia futura. Agora, dando esse passo pra trás, eu consigo inclusive ver minha próxima carreira, quando o combustível da fotografia acabar eu já quero estar preparado e com a próxima paixão já em andamento: uma faculdade de física, para satisfazer aquele pequeno astrônomo, que ficou guardado lá nos meus 12 anos e que agora tem toda uma base de ótica (da fotografia), e uma paixão enorme por lecionar. É, parece um bom plano… e uma boa vida.
Que venham os próximos 40 anos então! Daqui a 20 eu volto pra contar como está indo a jornada.