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@ellces
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tiopatinhas-ofc:
assentiu ao ouvi-la. fazia sentido, de certa forma, ouvir que era um pouco de cada; afinal, aquela caça pelo troféu realmente havia trazido algum estresse desnecessário para quem não curtia esse tipo de competição surpresa. “eu chequei os cantos com cuidado para ter certeza. uma camisa perdida já foi o suficiente.” puxou a peça da boca, guardando-a novamente no bolso da blusa com um leve suspiro antes de responder. “acho que só precisava de um descanso.” deu de ombros. às vezes os olhares incomodavam mais do que as pessoas que abusavam do ambiente mais relaxado para tentar aproximações desnecessárias e inapropriadas. “estou quase voltando pra casa, já.” brincou com um sorriso levemente satisfeito.
“ se não for uma camisa que mancha com facilidade, pode tirar a mancha com laquê de cabelo a base de álcool. “ podia ser péssima em gravar coisas, mas por algum motivo ainda se lembrava perfeitamente das dicas que o professor havia dado em seu primeiro dia de aula. “ ou pode só fingir que foi proposital e aproveitar a nova decoração. “ os olhos azulados foram desviados para o céu, onde permaneceram. às vezes os dias eram tão corridos que não tinha tempo de observar detalhes como aqueles. “ olha só, não queria companhia? “ riu breve, como se tivesse ficado ofendida com o que foi dito, mas apenas negativou com o rosto e apoiou a parte de trás da cabeça na parede também. “ se for, descansa por nós dois. você consegue parecer mais cansado que eu. “
ctraynor:
“Ei!” Sabia que existia a chance de @ellces não gostar do toque repentino, mas precisava a impedir de continuar por aquele caminho. Segurou o braço dela, mas o soltou assim que notou que ela parou de andar. “Ali tem uma armadilha com tinta… Ou várias. Todas as pessoas que vi passando por aí, voltaram com a cara amarela.” Fez uma careta. Claro, também tinha uma dica, porém seu valor era bem questionável. De qualquer forma, achou melhor a impedir de se sujar e chegar na possível dica. “O que eu acho que é um vacilo, sabe? Alguém pode ter alergia e tudo mais… Quer dizer, você sabia que a tinta azul é a que tem menos chances de dar uma reação alérgica em alguém?”
estava tão entretida com os passos que só notou que alguém falava consigo quando teve o braço tocado. o olhar foi direcionado à outra pessoa em automático, apenas para ter certeza de que não precisava se sentir ameaçada. tanto que ao ver a dona do toque, era como se o corpo relaxasse. “ obrigada por avisar. “ um leve sorriso foi moldado nos lábios avermelhados. chegava a ser óbvio que estava fugindo da bagunça, afinal, enquanto a maioria parecia estar pintada, as roupas de brielle ainda estavam intactas. “ muitas coisas nessas competições surpresa podem acabar dando errado, por isso não me sinto muito confortável em participar delas. “ respondeu com sinceridade, assentindo o rosto em concordância. “ ah, então deve ser por isso que tem uma ambulância lá fora. alguém realmente tem alergia à tinta. “ e por mais que a mente começasse a divagar, tentando se imaginar na situação de alguém alérgico enquanto estudante de artes, voltou a atenção à ela com a curiosidade pontuada. “ eu não fazia ideia. mas por que a azul? “
laffiette:
“Acho que todas têm boas possibilidades de ganhar.” Respondeu, sabendo que tudo dependeria do trabalho de equipa e se as pessoas tinham vontade de ganhar “Eles deixaram mais uma hora que o habitual…” Assentiu com a cabeça, dando uma pequena risada “Não. Apenas medo de alguém fosse contra mim por não me verem.”
assentiu com o rosto, observando a movimentação das pessoas. não sabia quem fazia parte de qual grupo porque era péssima com rostos e nomes, mas era perceptível o quão discrepante era a animação de alguns - incluindo a si. no fundo, só esperava que a equipe vermelha não precisasse de ajuda. “ aconteceu muitas vezes? “ acabou rindo breve com a revelação, não fazia ideia de que aquilo realmente acontecia. brielle não era tão baixa, ainda mais considerando que estava sempre de salto no pé. adorava o quão alta ficava quando os usava. “ espero que não tenham te machucado, as pessoas conseguem ser bem brutas quando se sentem acuadas. “
tiopatinhas-ofc:
closed: @ellces
escondido num dos cantos menos movimentados da universidade, carregava em sua boca um cigarro apagado, ao que se encontrava encostado na parede. não fumava já que odiava o cheiro dos químicos que o objeto liberava, mas para efeito poético sempre carregava um ou dois daqueles no bolso para se lembrar do irmão. seu olhar se desviou do céu azulado por um momento ao ouvir os passos por ali, recaindo sobre a figura daquela pessoa, lembrando-se de tê-la visto anteriormente. “mais alguém por aqui… fugindo de alguém ou precisando de um descanso da agitação?” perguntou com uma sobrancelha levemente arqueada.
por mais que no começo tivesse sido divertido acompanhar as pessoas desesperadas pra conseguir o troféu de volta, a qualidade do entretenimento foi caindo conforme o cansaço chegava. sequer percebeu que já havia amanhecido, isso explicava a expressão de surpresa no rosto da mulher conforme se aproximava da figura masculina. “ ambos. “ um suspiro foi dado, dando uma pequena geral na parede antes de se encostar na mesma. parecia que tudo naquela universidade estava sujo de tinta. “ acho que aqui fora não tem nenhuma armadilha de tinta, é um local seguro para quem não quer se sujar. “ já bastavam suas aulas, não precisava ficar suja de tinta após uma festa também. só então voltou os olhos à ele, conseguindo reconhecer alguns traços do rosto, mas sem se lembrar do nome. talvez nunca tivesse sabido. “ e você? fugindo ou procurando descanso? “
hzmmer:
Estava exausto e sentindo a cabeça pesar por causa da tinta seca em seu cabelo. Por ter bebido, não ajudava a sentir-se desperto e estava já meio desistido da busca pelo troféu. Estava tentando decidir se só desistia e ia dormir quando viu @ellces se aproximar. “Pode rir, eu sei que eu to um caos. Eu acho que caí em todas as armadinhas de tinta dessa faculdade.”
“ pensa pelo lado bom... “ brielle começou, tentando parecer tão séria quanto ele; como se fosse realmente falar algo relevante, mas visivelmente prendendo a risada. “ se tiver um prêmio para quem caiu em mais armadilhas, ninguém será páreo para você. “ e só então se permitiu rir de fato, escondendo os lábios com uma das mãos. esta que logo foi direcionada ao rosto do rapaz, esfregando sem muita força o resquício de tinta que pingava do cabelo. “ ao menos achou alguma pista que valesse a pena todo esse caos? “
thearchvr:
❛ 1 am, durante o apagão : plot drop
terceiro ano de universidade significava três anos de festas de iniciação, como calouro, não mais veterano. archibald ainda lembrava a sensação do primeiro ano, da ansiedade e da desconfiança sobre tudo por ali; não é como se estivesse melhorado nisso àquela altura do campeonato, ele só havia deixado de se sentir muito desorientado e aprendido como apreciar aqueles encontros aglomerados e regados a muito álcool.os anos anteriores tinham suas marcas acerca de eventos memoráveis, mas um apagão? aquilo era novidade, ao menos para o o’connor. nos primeiros minutos ele preferiu acreditar que se tratava de uma ocasionalidade — quedas de energia não deveriam ser tão incomuns assim, certo? quinze minutos mais tarde e ele percebeu que talvez pudesse haver alguma coisa errada e não era o único. as pessoas começaram a desconfiar e a perturbação logo se tornaria generalizada. o estande do time de natação onde archie estava não demorou para ser atacado por pedestres agitados, com luzes de lanternas erguidas no ar, cegando uns aos outros. o falatório era crescente, archie começou a sentir os efeitos da confusão lhe afetar. na tentativa de sacar o celular, recebeu um empurrão, o que fez o aparelho escapulir da mão no breu. ❛ mas que porra! ❜ ele rosnou, tateando na escuridão com o pé. percebeu alguém perto de onde ele estava se aproximando, alcançou o corpo com a mão, cutucando acima do ombro. ❛ ei, você! pode me ajudar a encontrar meu celular? caiu aqui por perto, se alguém não chutou… ❜
de primeira, escolheu esperar até que o alvoroço e questionamentos sobre a falta de energia diminuíssem antes de tentar sair do ambiente. não precisava ser a pessoa mais inteligente do mundo pra perceber que quanto maior a multidão, menor a quantidade de pessoas que sairia - a porta não era tão larga assim.
mas com o passar dos minutos, brielle começava a ficar inquieta. não por causa do breu que lhe impedia de ver o que estava acontecendo ao redor, mas por causa da quantidade de pessoas que muito frequentemente lhe empurravam na tentativa de se mover. e nem estava próxima às saídas. se sentia presa, acuada, ameaçada. e por mais que o indicado fosse continuar esperando, precisava sair dali antes de começar a ter uma das comuns faltas de ar.
o nível de ansiedade aumentava a cada novo minuto e era óbvio pela forma que o corpo se encolheu quando teve o ombro tocado. se assustou apenas por não parecer um toque acidental, mas a voz da pessoa desconhecida guiou as intenções e lhe acalmou. bom, ao menos um pouco. “ tudo bem, eu... “ normalmente, em qualquer situação que precisava escolher entre o que era melhor para ela mesma e algum outro, escolhia a si. uma escolha óbvia. mas quanto mais vulnerável, menos lembrava da máscara de pessoa que não se importava.
por isso pegou o aparelho celular que carregava consigo dentro da bolsa e começou a iluminar o chão com a lanterna, procurando por alguma coisa que não fossem apenas vários sapatos. “ você está vendo alguma coisa? “
hwdley:
◜ ៹ : hadley, como um bom apreciador de festas, estava aproveitando a primeira do ano como fazia com as demais. e claro, fazendo seus corres entregando algumas drogas com quem havia combinado. foi quando estava em um dos lugares de entrega que aconteceu a queda de luz, o deixando apenas na imensa escuridão apenas com um copo de bebidas em mãos. não demorou segundos para que ouvisse a voz de alguém por perto e antes que falasse algo, uma luz forte foi direcionada ao seu rosto. “calma lá, eu não quero ficar cego.” disse colocando a mão livre na frente de sua face, estreitando os olhos. “sabe o que tá rolando?”
os olhos se estreitaram e o rosto foi desviado em automático logo que tinha o flash de luz apontado para si. ainda se questionava o porquê estava no meio daquela multidão de pessoas, afinal, a batida de morango que tinha ido pegar e trazia consigo realmente valia a pena? “ eu... “ suspirou, bebericando uma última vez do líquido avermelhado. como não conseguia ver o que estava acontecendo, não era lá muito indicado continuar bebendo. “ ... não faço a mínima ideia, só me lembra uma cena de série. você tem algum palpite? “
@ellces
laffiette:
“ E seguindo as palavras de Suzanne Collins… Let the games begin!” Brincou a loira. Aquela situação toda era realmente um enorme hunger games de zoeira. Todos os anos existia esta disputa, todos os anos os caloiros ficavam doidos para tentar ajudar e Maddie tinha sido uma dessas caloiras até que notou existia mais do que isso “Se assustou com o apagão?” Perguntou curiosa para a pessoa ao seu lado.
“ acho que prefiro trabalhar com aposta, nesse caso. qual dos grupos você acha que vai colocar as mãos no troféu primeiro? “ um discreto sorriso apareceu nos lábios da morena conforme observava a outra, como se realmente esperasse por uma resposta da mesma. “ e não, não me assustei. já era de se esperar. quando nos deixariam aproveitar uma festa assim tão fácil? “ não que fosse adepta à festas, mas não negava um pouco de bebida e as batidas oferecidas ali eram deliciosas. “ você se assustou? “
sebcstian:
a ânsia de encontrar o troféu tinha transformado sebastian em uma criatura bastante obcecada em questão de minutos. porém, se havia uma qualidade a ser ressaltada no anderson era seu espírito de liderança – ou seria predisposição a mandar em terceiros? por conta disso, não era nada surpreendente que estivesse esbravejando ordens: ‘ será que tem como agilizar essa merda ou vamos ficar a noite inteira procurando um troféu? ’ foi quando escancarou um armário, sendo atingido por um jato de tinta no peito e alguns respingos no rosto, xingando de imediato ‘ aqueles filhos da puta da columbus… porra, alguém tem uma toalha ou uma camisa reserva? melhor, tire a sua e me dê ’
brielle observava todo aquele corre-corre encostada em uma parede qualquer, apenas porque, sinceramente? não se importava o suficiente pra procurar pelo troféu. o que era uma pessoa a mais ou a menos procurando? com certeza alguém acharia e não seria ela. estava até bem entretida com a situação e continuaria assim pelo resto da noite se não fosse por sebastian falando diretamente consigo. “ você é engraçado. “ foi a única coisa dita conforme se aproximava e fazia menção de realmente começar a retirar a blusa que usava. não que fosse fazer alguma diferença, considerando que o tamanho de ambos era bem diferente. “ boa sorte na próxima tentativa. “ e quando estava próxima o suficiente, com o tecido exibindo parte da barriga, o soltou para se apoiar nos ombros alheios e elevar o tronco até que os lábios tocassem a bochecha que ainda não estava manchada de tinta, mas agora era manchada de batom vermelho. “ e na procura pelo troféu também, que trabalheira. “
tiopatinhas-ofc:
olhando para a pessoa que se levantava da lata de lixo após um salto errado com seu skate, levi levou seu olhar para a pessoa que o encarava. “ok, primeiro que não era minha responsabilidade falar para elx que ia ser uma má ideia.” começou, com um dar de ombros. “segundo que eu nunca falei que era uma boa ideia pra começo de conversa. só disse que seria engraçado, e foi!”
" e mesmo que não seja responsável, está se justificando. " concluiu o óbvio, intercalando os olhares entre o rapaz que falava consigo e o outro que tentava limpar as roupas sujas, com resquícios de lixo. " está se sentindo culpado? " era mais uma pergunta provocativa, das quais não se precisa de resposta. e apesar de encará-lo com curiosidade, os lábios eram selados com o líquido avermelhado do copo que segurava.
tigerbasejoey:
Com seu equilíbrio bastante prejudicado pela quantidade de álcool no sangue, Joey tentou subir em uma mesa e levantou um copo vermelho para chamar a atenção de todos. “Eu proponho… um brinde! À melhor das mulheres e melhor das treinadoras! Coach Woods estará sempre aqui… aqui não, mas aqui no nosso… coração! Eu te amo, coach Woods!!! Go…” Joey fez uma pausa, com o olhar cruzado fitando o céu. “Tigers!”
Ele se apoiou na pessoa à sua frente, as mãos posicionadas nos ombros do colega. “Tigres nadam bem, mas… É uma escolha estranha, não é?”
se tinha uma coisa que brielle abominava, eram pessoas que não sabiam seus limites. ainda mais quando envolvia bebida. por isso que quando notou o alvoroço que alguém fazia ao tentar subir em uma mesa, se levantou sorrateiramente de onde estava sentada para conseguir fugir da situação - pelo menos era o que esperava fazer, uma vez que foi usada como apoio. " oh. " mentiria se dissesse que havia escutado alguma coisa antes daquela pergunta, sua expressão confusa deixava tudo muito claro. " há quem diga que tigres são a representação de uma figura carismática, que tem força de vontade e determinação. entusiasmo, energia, mente criativa... " saiu da reta direta do rapaz, permitindo que apoiasse em si, mas de lado. se fosse pra vomitar, que não fosse em brielle. " ou é só pelo nado também, vai saber o que se passou na cabeça de quem escolheu. "
rossettimari:
Marina olhou surpresa para a garota devido ao comentário sincero e não conseguiu segurar a risada. “Ah, eu acho que eu consigo diferenciar mais pela postura mesmo, sabe? Tudo bem, tem alguns calouros que realmente não parecem calouros, mas isso é meio que a exceção.” Assumindo uma feição de lamento, Mari balançou a cabeça “Com toda certeza ele vai ter que aguentar a zoação. Ele está arrumado demais para ser um veterano e a bebida que ele derrubou é a que estavam servindo no auditório” A capitã do time de basquete mordeu o lábio inferior para conter mais uma risada “Nenhum veterano que tenha um pouco de senso pega bebida oferecida pela faculdade.”
os olhos se desprenderam do rapaz desajeitado e começaram a vagar pelo campus, assim poderia observar os indivíduos e tentar achar um padrão entre eles. eram raras às vezes que se permitia fazer algo parecido. " você tem razão. " as poucas pessoas nas quais conseguia reconhecer os rostos pareciam ter desistido da arrumação visual. ousaria dizer que estavam indo à faculdade de pijama, e não conseguia julgá-las. queria ter essa coragem. " em ambas as coisas. parece que quanto mais avançados nos períodos, menos arrumados. nunca tinha percebido isso. " acompanhou a risada sem sequer perceber, assentindo positivamente a cabeça. " depois que vi uma das bebidas sendo batizada, nunca mais consegui beber aqui. sabe-se lá o que fazem com o restante. "
fauvel:
A moldura mantida em minhas palmas apresenta-me uma crônica de tal imersão que uma figura se aproxima sem ser notada. Mas, no momento que usa de palavras, guio o olhar a ela. A figura se revela uma mulher de imagem enfática, o que me surpreende no primeiro momento. Permito um curvar singelo enquanto fecho a moldura, pousando a palma direita em si. ━ Bom, é como dizem, a vida é uma sequência intermináveis de fugas… ━ Digo, dispondo uma das mãos para um cumprimento cortês. ━ Prazer, Nora Fauvel, especialista em rotas de fugas silenciosas! ━ Um riso breve surge de forma natural. ━ E você é?
estava tão agitada que sequer havia notado que a outra mulher estava lendo algo, até suspirou e cogitou pedir desculpas pela interrupção, mas os pensamentos foram cortados pela resposta para sua pergunta. resposta esta que dissipou o leve sentimento de culpa, permitindo que um sorriso breve fosse moldado nos lábios vermelhos de brielle. já estava exposta, por que se esconder atrás do sarcasmo ou do humor? não precisava. “ brielle alkaev, especialista em fugas longas e trabalhosas porque se é pra fugir, prefiro aproveitar bem a vista. “ e então a mão contrária foi estendida, apertando a alheia em um cumprimento. “ é um prazer, nora. você... é nova no campus? “
roxieware:
festa. era óbvio que depois da despedida da treinadora de natação eles iriam fazer uma festa; completamente previsível e que arrancava suspiros tediosos de roxanne a cada estudante cambaleante que passava pelos corredores. mesmo assim, prometeu que estaria ali. tinha uma pequena afeição por alguns treinadores e alunos que estavam ali e, somente por eles, aguentaria por mais alguns minutos antes de sorrateiramente ir embora. esperava não esbarrar com ninguém nesse meio tempo, o que, claro, foi impossível. um suspiro foi solto quando olhou para o lado por um momento antes de voltar a ajeitar seu armário. “i’m not in the mood.”
seu batom favorito havia sumido. isso explicava o porquê brielle remexia tanto naquele armário, mais parecia que estava tentando achar uma passagem secreta do que um objeto tão pequeno. porém a atenção foi dividida quando ouviu a voz próxima; seus olhos se desprenderam do móvel e foram de encontro à mulher, que também não estava a personificação de animação naquele momento. “ invasivo perguntar o por quê? “ e em um suspiro, deu uma trégua ao armário, arrumando os fios de cabelo que teimavam em cair pelo rosto. uma hora teria que achar o tal batom, não faria mal se dar um descanso. “ aconteceu alguma coisa? “