vc vai fazer amore??? e se sim, quando pretende abrir?
Estou desenvolvendo a ideia, cinza! Eu acabei me delongando com alguns afazeres de final de semestre e me atrasou toda, mas não tenho previsão de quando pretendo abrir, pois sou meio lerdinha e como estou sozinha, vou fazer tudo bem lentamente pra tentar ficar o melhor possível <3
Se ainda tiverem com vontade de um RPG medieval e fantasioso com foco em tripulações piratas baseado em piratas do caribe, por favor deixem o like só para eu saber do interesse de vocês se ainda querem o RPG por favor <3
Seria legal ter sereias e uma tripulação tipo do davy jones!! e eu acho que seria interessante uma area so de jogo, mapa aberto em rp me deixa confusa! x)
Eu com certeza irei construir uma tripulação de piratas amaldiçoados nesse sentido e sereias já estão dentro do que imagino, com uma construção própria bem interessante (terão algumas vagas para aplicar para sereias, inclusive!). Inclusive pretendo inserir também a presença do Kraken e algumas situações envolvendo divindades, mais ou menos como a Calypso, a querida tia Dalma.
E com mais esse reforço de preferência por uma área apenas de jogo, irei construir o cenário e o foco do conflito em um único arquipélago com uma ilha central e ilhas menores ao redor <3
eu particularmente prefiro que seja focado em conflitos só de um reino, estilo nassau, e foco nos piratas e talvez em comerciantes e moradores (?)
“acho interessante ser em um único reino, para que as coisas não saiam tanto de controle (mas é uma opinião pessoal)!! e também prefiro nxn, com sereias e apenas piratas (acho que as famílias reais não teriam tanto interesse?? no máximo camponeses kkk não sei)”
Vou responder as duas asks juntas porque acho que tem um teor parecido! Então a preferência é por um território em terra firme em específico, entretanto, como será focado em piratas imagino que isso possa abrir portas para rotas marítimas, batalhas em alto mar a depender do evento... Eu havia considerado antes fazer dessa forma mesmo, mas queria ver se seria de interesse de vocês!
E creio que famílias reais realmente possam tirar o foco da pirataria, mas talvez inserir a família do governador da ilha, alguns comissários da marinha para antagonizar a atuação dos piratas possa vir a ser interessante!
por favooooooor, a última vez que joguei em um de piratas foi em 2011 KKKKKK é tudo que eu mais quero!! ;-;
Meu deussss acho que eu nem jogava RPG nessa época, cinza! Já participei de uns no passado e nunca mais vi também, sinto falta.
Considerando seu apelo, apenas posso dizer que logo mais começarei a construir o universo do game, que será fictício para termos mais abertura para desenvolvimento criativo <3
Agora, algumas pergunta a vocês e a tag querida:
Vocês preferem que o RPG possua um mapa aberto para jogos ou seja restrito a conflitos de um único reino?
E sobre as vagas, preferem NxN?
Gostariam da presença de quais criaturas místicas/fantasiosas no RPG?
Gostam da possibilidade de aplicarem para famílias reais ou preferem que foque somente nos piratas?
queria mt mais n sei se vou ter tempo :(( como que vai ser com cobrança de atividade?
Oi xuxu!! Então, considerando que eu tenho problemas com tempo também, eu não serei excepcionalmente rigorosa com atividade. Uma semana de inatividade levaria ao activity check e caso a pessoa não reapareça em um ou dois dias, levaria o unfollow. MAS , aí é que está o seguinte: bem avisado e conversado, eu vou ser bem tolerante quanto á isso entende? Se por exemplo, você vier me explicar o seu caso, eu super entenderei, é só estabelecer tipo um ou dois dias pra aparecer, avisar na semana que não conseguir entrar de jeito algum e tá tudo bem.
A questão do activity check vai ser mais pelos players fantasminhas que entram e nunca mais aparecem RSRSRS Mas se você se mostrar interessado em continuar e não tiver uma assiduidade grande não vejo problemas desde que avise a situação e fique tudo bem ♥♥♥♥
eu adoraria, já teve um rp de piratas há anos e era meu queridão! saudades de jogar algo medieval
Eu inclusive era moderadora dele, por sinal!! O que pretendo fazer é voltar com algo similar porém com diferenças cruciais, caso haja interesse <33 Fico feliz de saber que gostava e também estou morrendo de vontade de um rpg medieval, por demais!!
Tag, ultimamente ando hypada com uma temática bem interessante para RPG em grupo e gostaria de saber a opinião de vocês!
Vocês gostariam de um RPG baseado em BLACK SAILS, com aspectos fantasiosos e uma pitadinha de PIRATAS DO CARIBE? O cenário seria da época de ouro dos piratas mesmo (era vitoriana, um rpg meio medieval porém voltado para a história da pirataria) e que focasse em personagens da faixa etária mais ou menos 30+?
Haveriam até mesmo reis, rainhas, príncipes e princesas abertos para a aplicação.
Se a resposta for sim, preferem RPG do tipo NxN com skeletons, ou rpg com vagas abertas e OC?
Fahriye Hande Akgül aparenta ter 26 anos, mas na verdade é quase uma múmia de 480 anos que ainda dá pro gasto. É originária do Império Turco-Otomano na região do Eialete da Anatólia, é do signo de Gêmeos, com ascendente em Peixes.
Inspirações da mídia: Lindinha (meninas superpoderosas), Alice Cullen (Crepúsculo), Tahani-Al Jamil (The Good Place), Blair Waldorf (pela estética - Gossip Girl), Kösem (Magnificent Century)
𝐻𝑒𝒶𝒹𝒸𝒶𝓃𝑜𝓃𝓈
É apaixonada em felinos e possui um gato laranja que chama de Garfield, completamente clichê, mas escolheu o nome porque gosta do desenho de mesmo nome. Garfield foi resgatado ainda filhote da rua, após sofrer maus tratos e ter sido apedrejado por adolescentes, ele tem o rabo torto porque sofreu fratura em três vértebras da cauda.
Fahriye é apaixonada por organizar eventos e festas, tanto que decidiu trabalhar por um tempo como Produtora de Eventos, após formar-se em relações públicas há um tempo, para se reinventar.
Em seus quatro séculos de vida, acabou por acumular grande quantidade de dinheiro e não aceita viver com menos do que o luxo. Sempre viveu rodeada de tudo que fosse mais confortável e nunca abriu mão disso, seja de roupas de marca, carros, casas luxuosas (que usa só de vez em quando, principalmente para festas, pois vive com o grupo), perfumes e sapatos caros, tudo para alimentar seu próprio ego e permitir-lhe dar as melhores festas e viagens.
Não se engane pela personalidade carismática e gentil: assim como a Lindinha, Fahriye pode ser muito hardcore. Ela é treinada em krav magá e jiu-jtsu e apesar de odiar armas, se necessário tem uma excelente mira. Mas no geral, prefere lidar com a parte mais diplomática das missões, sendo excelente em manipulação, portanto, sendo extremamente habilidosa com espionagem. Além disso, não ficou parada no tempo e se dá muito bem com tecnologias, sempre estudando com afinco tudo de novo que aparece no mundo moderno
Adora aventuras. Então se mete em qualquer coisa que possa lhe dar adrenalina e que seja perigoso, já que a morte, definitivamente não é um problema para si mesma
Vive sob o lema de: c’est la vie e la vie en rose! Não há tempo ruim para Fahriye, sempre tenta viver da melhor forma possível e sendo sempre a melhor versão de si mesma. E é sempre gentil com todos, tentando não julgar e ver os dois lados da moeda (mas tudo tem sempre um limite, é claro).
𝓑𝓲𝓸𝓰𝓻𝓪𝓯𝓲𝓪
Durante o sultanato de Suleiman, O Magnífico, fora concebida Fahriye. Seu pai, um Bei, ou seja, governador de uma província do Império Otomano e sua mãe, a mulher mais influente do harém do seu patriarca, uma vez que antes do nascimento de Fahriye, havia dado a luz a um menino, para que esse herdasse a sucessão do governo da província. O nascimento de Fahriye, portanto, foi somente um pequeno júbilo, uma vez que o herdeiro já estava vivo há dois anos e aprendendo seus ofícios. Por sua vez, Fahriye fazia companhia e seu nascimento investia ainda mais influência na mulher que era sua mãe. No Império Otomano, mulheres possuíam pouca significância, sequer alguma, conquistando-a somente através de filhos e herdeiros. Contudo, Fahriye, por ter nascido e ser filha de um nobre e governador de alta estima do Sultão Suleiman, possuía o luxo de não precisar submeter-se à meramente posição de concubina. Quando tivesse idade suficiente, seria casada com outro homem de posição social relevante ou maior que a sua, talvez até mesmo um próximo Sultão, sendo assim, faria parte do harém de seu marido em uma posição mais elevada e já previamente bem estabelecida.
Sua vida não fora conturbada, apesar que poderia ter sido. Na verdade, fora mais mimada que o deveria, além de ensinada ofícios que caberiam somente aos homens, mas prezava por sua própria mente e não conseguia permanecer parada. Seu maior júbilo, no entanto, era junto de sua mãe, participar da organização de eventos e situações comemorativas no lugar onde vivia, acompanhando-a como sua principal confidente, sendo extremamente próxima de sua genitora, já que seu pai não lhe dava atenção por estar preocupado apenas com o seu sucessor. Fahriye, no entanto, desenvolveu ciência de seu destino e não brigou com o mesmo: tomou-o de forma otimista, pensando que talvez seu marido fosse um homem bom e que ela, como esposa, não iria sofrer ou então perder os luxos e confortos aos quais estava acostumada.
Quando chegou a hora, seu pai havia feito todos os arranjes do casamento, conheceu seu noivo apenas na cerimônia do matrimônio. O homem não era tão velho quanto ela supôs que poderia ser, sabia que ele era um guerreiro e também sucessor de outra província do Império, ao qual ela passaria a fazer parte. Ele tampouco era feio! Portanto, faltava apenas que ela passasse a conhecê-lo. O que o fez, após a cerimônia, e para sua surpresa, ou talvez apenas confirmação de seus otimismo, ele era ótimo. Conversaram como duas almas-irmãs na noite de núpcias, conhecendo um ao outro e desenvolvendo um singelo laço.
Com o passar do tempo, esse laço se estreitou e floresceu amor entre o casal. A parceria entre ambos era invejável, especialmente pelas suas rivais dentro do harém, pois o jovem não possuía olhos para nenhuma outra concubina, que não fosse sua própria esposa. No entanto, Fahriye falhou em conceber um filho, e por esse motivo, seu marido foi obrigado a escolher uma das outras mulheres para poder realizar o seu dever como Bei. Não era algo confortável para ambos, mas sabiam que era o que deveria ser feito. E apesar de não ter lhe dado um herdeiro, Fahriye permanecia como a segunda mulher mais influente na vida de seu marido de governador daquela província otomana, atrás somente da mãe de seu marido. Isso a levou a sofrer inúmeras tentativas de assassinato, orquestradas pela mulher que deveria estar em seu lugar: a mãe do herdeiro de seu marido.
Quando completou vinte e seis anos, grande influência e nenhum herdeiro, a concubina que deveria estar em seu lugar conseguiu suceder em seu plano de retirar Fahriye do jogo. Era uma noite quente, pelo pouco que se recorda, mas lembra de dois homens, com os rostos escondidos e vestidos completamente em negro, ambos a renderam antes que ela pudesse gritar ou entrar em seus aposentos, sem que nenhum guarda pudesse ver ou ajudá-la. Enquanto um segurava sua boca para que não gritasse, o outro lhe sufocava para que não conseguisse respirar mais. Antes de perder a consciência devido à hipóxia, percebeu que um dos guardas se atentou e veio até sua direção, pelo menos não morreria em vão: saberiam que havia sido assassinada.
Pouco tempo depois de perder a consciência e seu coração parar de bater, Fahriye abriu os olhos, dessa vez estava em uma cama prestes a receber os ritos fúnebres típicos de sua religião. Ela inspirou o ar em seus pulmões e teve a estranha vontade de agradecer por aquilo, sentindo dores em todo o seu pescoço e em seu corpo. As pessoas ao seu redor, porém, levaram um sobressalto e ela percebeu que os religiosos demonstraram pavor e começaram a cochichar, como se algo maligno tivesse acontecido. Já algumas servas demonstraram alívio, creram que fosse Alá que a trouxera de volta por não aceitar que fosse assassinada por puro ciúme e inveja. Demorou uma semana para que todos processassem que Fahriye havia sido assassinada e retornou dos mortos, não havia consenso sobre a sua situação, se era uma benção de Alá ou o início do Juízo Final. Sua situação e confusão permaneceu por meses, sem explicação alguma. Seu marido não a tocava mais, ficara excluída de tudo que outrora lhe trazia júbilo, apenas em função de ritos religiosos que tentavam entender o que acontecera.
Começou a piorar com o passar dos anos, quando começaram a notar que Fahriye não envelhecia. Sua tez permanecia a mesma, imutável, seus cabelos sem nenhum fio esbranquiçado. Sempre com a mesma aparência jovial de sempre. Os boatos de bruxaria, que não eram poucos, se intensificaram. E para explicar uma situação tão anormal, os religiosos a acusaram de bruxaria, para que não fossem questionados: eles tinham que saber de tudo. Portanto, condenar Fahriye à sua segunda morte era mais fácil, exilá-la de toda sua vida, acabaria o caos que rondava o Império Otomano antes que chegasse aos ouvidos do Sultão, o que não demoraria, visto que faziam anos desde sua primeira morte. Dessa vez, decidiram então que seria decapitada, para que não houvesse chance de retornar ao seu corpo e seguisse ao caminho final destinado a um praticante de bruxaria. Desespero e medo, além de tristeza, era tudo que sentia.
Uma pessoa retirou Fahriye do local onde vivia isolada e a levou até um grupo de inúmeras pessoas distintas, foi quando finalmente ouvia falar pela primeira vez em mais pessoas com o mesmo problema (ou seria benção?) que a sua. Indivíduos que não envelheciam, que não podiam morrer de forma definitiva. Fahriye não entendeu logo de primeira, achou que era loucura, mas ela havia experimentado por si própria a morte e havia retornado da mesma, ainda que não soubesse quais foram as razões para que tivesse retornado da morte, a não ser que fosse a primeira a retornar dos mortos para o dia do juízo final. Como acreditar em pessoas que não conhecia ou confiava? Como crer no que estava acontecendo e havia virado sua vida de ponta cabeça? Fahriye estava confusa, perdida. Essas pessoas, no entanto, a convenceram pelo simples motivo que ela não tinha mais nada a perder naquele momento, nem sua dignidade, honra ou família: já havia perdido de qualquer forma.
Como não possuía mais jeito algum de retornar ao seu amado e sua vida, então seguiu-os pelo mundo. Sua personalidade otimista, apesar de todo o seu problema, lhe fez enxergar o lado bom de tudo que aconteceu: perdeu o amor de sua vida, mas ganhou o mundo em retorno, quando finalmente percebeu a verdade naqueles que lhe impediram de morrer pela segunda vez. Ainda não entendia o que aconteceu, talvez não entendesse nem nos dias atuais, apenas supunha que fosse alguma missão dada por Alá, de forma misteriosa. Não era uma escolha tão terrível assim viver eternamente, então abraçou-a. E pela primeira vez, pode ser a pessoa que sempre foi, sem ter que ater-se às amarras de um só lugar ou sociedade. O gosto da liberdade era tão doce quanto o sabor do amor. E aprendeu a amar a si mesma, assim como tudo que lhe cercava, e também o indivíduos que compartilhavam da mesma bênção que a sua. Tornou sua missão mantê-los alegres, descobrir e redescobrir tudo que fazia o ato de viver valer à pena, e passou a crer e se apegar nessa sua própria crença.
É por isso que hoje em dia Fahriye mantém sua aura descontraída, demonstra o amor pela vida, o gosto por todas as coisas do mundo e pelas pessoas mortais e imortais. Apesar de todas as desgraças que a vida carrega, tenta manter-se apegada àquilo que é bom e por isso mesmo seus atos seguem a mesma intencionalidade. Por isso usualmente exala bom humor, piadas, mesmo as sarcásticas, otimismo, tentando sempre ver o lado bom da vida e deixar o clima menos pesado e mais festivo possível (Fahriye nunca perdeu uma data de aniversário nem comemoração e qualquer feito na cabeça dela torna-se uma data comemorativa nos próximos anos: basicamente todo dia é dia pra festa). O problema, porém, jaz em sua teimosia, a teimosia em tentar levar a mesma perspectiva a todos ao se redor, o que chega a ser desgastante.
E ainda, Fahriye pode aparentar ser dócil, mas nem só de qualidade uma pessoa, ainda mais uma imortal, é feita. Na verdade, a turca possui um terrível hábito de não aceitar um não como resposta, podendo até ser um tanto manipulativa em seu próprio modo para conseguir o que quer, isso porque, é e sempre foi extremamente mimada, desde o começo de sua trajetória. E além disso, pode parecer inofensiva a primeira instância, mas se enxerga alguma situação que coloca em risco ou perigo conceitos ou pessoas a quais possui estima, verá um lado não tão festivo e sociável de Fahriye, pois ela possui seus próprios demônios e três séculos de vida serviram para aprimorar habilidades em lutas, danças e até mesmo armas, ainda que prefira não fazer uso das mesmas, somente em último lugar ou se estiver sem alternativas. Fahriye prefere mesmo é agir e solucionar as questões na base do diálogo.