Fotos raras mostram Milton Nascimento nos anos 1960 e o fazem voltar no tempo
Sem pistas sobre identidade do fotógrafo, imagens mostram cantor na época da gravação do disco 'Courage', de 1969

PR's Tumblrdome
art blog(derogatory)
Stranger Things
hello vonnie

Janaina Medeiros

No title available

Origami Around

JVL
DEAR READER

祝日 / Permanent Vacation

@theartofmadeline

if i look back, i am lost

Discoholic 🪩
Sweet Seals For You, Always
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Show & Tell

oozey mess

Love Begins
No title available
Game of Thrones Daily

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Italy

seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Venezuela

seen from Türkiye
seen from United States
seen from Argentina
seen from Germany
seen from Lithuania

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from United States

seen from United States

seen from India
@fernandacanofre
Fotos raras mostram Milton Nascimento nos anos 1960 e o fazem voltar no tempo
Sem pistas sobre identidade do fotógrafo, imagens mostram cantor na época da gravação do disco 'Courage', de 1969
Através de felinos, projeto monitora ameaças ao pampa, bioma menos protegido do Brasil
Presente apenas no RS, formação é recordista em perda proporcional de vegetação nativa nos últimos 40 anos
Com homofobia latente em estádios, série lembra Coligay, 1ª torcida LGBTQIA+ do Brasil
Produção a ser lançada em 2026 retrata torcida do Grêmio que virou marco na luta contra homofobia no futebol
Grupo surgiu na década de 70, durou seis anos e foi tratado como lenda até ter sua história resgatada
Produção a ser lançada em 2026 retrata torcida do Grêmio que virou marco na luta contra homofobia no futebol
‘Femicide does not start on the day of the crime’: A Brazilian researcher’s view on gender violence in her country
Over the weekend of November 6 and 7, 2025, thousands of Brazilians took to the streets to call attention to the rampant number of cases of violence against women. Since then, a new cycle of brutal stories occupied the news.
The number of cases of gender violence has been worrisome for some time in the country, even with laws increasing penalties for aggressors. But what are the reasons for the apparent surge in reported cases? To understand this context, Global Voices interviewed Isabella Matosinhos, a researcher for the Brazilian Forum for Public Security (Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
[Femicide] starts when psychological violence is minimized, when a partner’s control is normalized as jealousy, when jokes or demeaning comm
'Foram 40 anos de impunidade', diz uruguaia sequestrada na Operação Condor
Francesca Cassariego foi raptada por agentes da ditadura em Porto Alegre; cooperação entre regimes começou há 50 anos
Artista plástica e professora inaugura exposição na UFRGS com objetivo de usar memória do horror como matéria de arte
Francesca Cassariego foi raptada por agentes da ditadura em Porto Alegre; cooperação entre regimes começou há 50 anos
"Onde estão?" No Uruguai, todo mês de maio, uma marcha reclama os desaparecidos da ditadura
30ª edição do ato que busca punição pelos crimes da ditadura aconteceu poucos dias depois da despedida de Pepe Mujica
30ª edição do ato que busca punição pelos crimes da ditadura aconteceu poucos dias depois da despedida de Pepe Mujica
“Te passo o Pepe’’: as lembranças de uma das últimas entrevistas de Mujica
Gabriel Pereyra, jornalista que entrevistou Pepe Mujica várias vezes ao longo da vida, fala sobre a última conversa
Gabriel Pereyra, jornalista que entrevistou Mujica várias vezes ao longo da vida, fala sobre a última conversa com Pepe
Há um genocídio em Gaza e sou arrastado para ele, diz jornalista e quadrinista Joe Sacco
Referência mundial em cobertura de guerras em quadrinhos, o jornalista Joe Sacco voltou a publicar sobre a Palestina
Joe Sacco passou os últimos oito meses dividido entre terminar um livro sobre um conflito violento que aconteceu na Índia em 2013, acompanhar as notícias sobre a guerra na Palestina e desenhar comentários a respeito dela em uma coluna intitulada “A guerra em Gaza”, para o The Comics Journal, publicada desde o fim de janeiro.
No início de junho, ele concluiu os dois trabalhos – o livro que faz há dez anos e a coluna – e decidiu se afastar por um tempo do jornalismo e de desenhar.
Nascido em Malta e vivendo nos Estados Unidos, Sacco publicou Palestina (1993), um livro que se tornou referência no jornalismo em quadrinhos, por volta do fim da Primeira Intifada (1987-1993) e da sua primeira visita à região. Alguns anos depois, ele voltou para contar a história de massacres ocorridos nas cidades de Rafah e Khan Younis, em 1956, tentando lançar luz aos eventos do presente através do passado em Notas sobre Gaza (2009).
For Brazilian writer Frei Betto, the 21st century has a before and after Gaza
“You cannot call civilization a period of time when the wealthiest countries are spending more with weapons to kill, than with initiatives t
At 81 years old, Carlos Alberto Libânio Christo keeps writing. Better known as Frei Betto, a Dominican friar and one of the exponents of liberation theology in Brazil, he has authored an extensive list of books and articles.
In his 20s, he was arrested and tortured by the military dictatorship (1964–1985). This period became a theme of some of his books, such as “Blood Baptism” (“Batismo de Sangue,” 1983), where he shares what Friar Tito de Alencar Lima, his colleague and friend, went through in prison that led him to commit suicide a few years later. In 2014, he was one of the writers and intellectuals who signed a manifesto asking to stop the massacre in Gaza. Last year, a decade later, he wrote that it was hard to name what Israel was doing in the region, and the complicity of Western and Arab countries. “If the 20th century had as a mark the before and after Auschwitz, this beginning of the 21st century will have the before and after Gaza.” This is one of the issues he discusses with Global Voices in the following interview.
Em Porto Alegre, Sebastião Melo é reeleito com 61,53%
PT completa, assim, 20 anos fora do comando na capital gaúcha
Abstenções elevadas marcam disputas nas cidades gaúchas atingidas por enchente
Reeleição ou voto antissistema predominam nos municípios que sofreram com catástrofe climática
Candidatos intensificam agendas de rua na reta final em Porto Alegre
Sebastião Melo (MDB) mantém favoritismo contra Maria do Rosário (PT), aponta pesquisa
‘I’ve seen things no one should go through’: the overwhelming scale of loss in Brazil’s floods
In the state of Rio Grande do Sul, authorities are struggling to find shelter for half a million displaced people as a health crisis looms
As the rain poured down during the night of 3 May, a stream of people began to arrive at the Lutheran University of Brazil in Canoas, a city in the southernmost state of Brazil, Rio Grande do Sul. For a week, heavy rains had been pummelling the landscape, raising river levels and flooding homes, forcing many to seek shelter elsewhere.
Three weeks later, the university harbours thousands of people and is the largest camp for the displaced amid a growing humanitarian crisis in the state of 10 million inhabitants. More than 580,000 people have been displaced, with almost 70,000 of them depending on shelters, according to a state government report. A total of 2.3 million people have been affected by the torrential rain and floods.
Após recuo, Porto Alegre vê retorno das inundações
Cidade enfrenta chuva forte mais uma vez e alagamentos chegam até mesmo a bairros que não haviam enfrentado situação ou já estavam secos
Após dias de recuo no nível do Guaíba, chuvas fortes durante toda a quinta-feira (23) voltaram a inundar e alagar as ruas da capital, 20 dias após a primeira inundação. Dessa vez, as águas atingiram novamente bairros que já estavam secos e começavam limpeza e chegou a pontos na cidade onde não haviam chegado antes.
Nas redes sociais, registros de moradores mostram locais onde água jorrou diretamente dos bueiros, enchendo rapidamente vias públicas. O Arroio Dilúvio, canal que corta a avenida Ipiranga, uma das principais da capital, encheu, com correnteza forte. Outros trechos, como a avenida Protásio Alves, que não havia registrado inundação ou alagamento até então, também foram invadidos por água.
Enchente no RS leva livros e projetos de seguir no Estado
Ao menos 24 negócios, entre editoras e livrarias, foram atingidos por temporais em cidades como Porto Alegre e Canoas
Três dias após as águas do Guaíba inundarem parte de Porto Alegre, no dia 6 de maio, Ivan Pinheiro Machado, diretor editorial e sócio da editora L&PM, entrou em um barco com donos de uma gráfica com quem trabalha, para ver de perto a situação do depósito na avenida AJ Renner, no bairro Humaitá, um dos mais atingidos.
Pelos cálculos dele, o depósito, que está no local há menos de dez anos e funciona com empilhadeiras e carrinhos para auxiliar na localização, guarda cerca de 900 mil livros. No mercado há 49 anos, a editora gaúcha lançou 3 mil títulos, e segue com 2 mil deles ainda ativos.
Após 2 semanas, voluntários no RS dão sinais de esgotamento
Prefeitura de Porto Alegre afirma que oferta de ajuda de pessoal caiu, mas ainda não há déficit
Mais de duas semanas depois que enchentes em rios atingiram mais de 90% dos 497 municípios gaúchos, deixando pelo menos 161 mortos e 582 mil desalojados, voluntários que se mantêm na linha de frente de atuação em abrigos, doações ou resgates, lutam contra cansaço, desgaste físico e reestruturam rotinas. Um desses voluntários é o socorrista e guarda-vidas Thyago Ferreira, 40, que decidiu se juntar a outros quatro colegas de profissão, com experiência em desastres. Depois de uma viagem de carro desde Recife que levou dois dias e dez horas, com revezamento entre três motoristas, os cinco chegaram a Porto Alegre, onde trabalham desde 6 de maio no resgate e no atendimento à saúde de pessoas atingidas pelas enchentes.
Sobrevivente a incêndios e à enchente de 1941, Mercado de Porto Alegre espera água baixar para estimar prejuízos
Um dos cartões-postais da capital gaúcha, mercado mais antigo do país, aberto desde 1869, está há uma semana tomado pelas águas
O círculo de pedras e metal, no centro do Mercado Público de Porto Alegre, tem assentado o Bará. Um orixá de religiões de matriz africana que abre caminhos e está ligado à fartura, em uma das versões contadas, ele teria sido colocado ali pelos escravizados que construíram o prédio. Foi ali no Bará, hoje patrimônio histórico-cultural da capital gaúcha e ponto tradicional de rituais, que comerciantes se reuniram, por volta das 9h da sexta-feira, 3 de maio, para um comunicado em megafone. Com o avanço das águas do Guaíba, um dos locais mais tradicionais da cidade fechou para tentar diminuir o fluxo de pessoas no Centro.
Agora, o recado era que permissionários das 107 lojas deveriam cuidar de seus estoques, erguer ou retirar o que fosse importante. À tarde, por medida de segurança, a energia elétrica seria desligada.