the famous water bear Tardigrade.
O famoso urso d’Água Tardigrado.


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the famous water bear Tardigrade.
O famoso urso d’Água Tardigrado.
Um golfinho nada no oceano, usando ecolocalização para explorar o ambiente ao seu redor enquanto ondas sonoras se propagam na água. Os golfinhos constroem a realidade com frequência — eles navegam na escuridão, identificam objetos, caçam e até reconhecem indivíduos.
Os golfinhos possuem um dos sistemas sensoriais mais extraordinários da Terra. Um golfinho pode emitir cliques rápidos e de alta frequência em águas escuras ou turvas, receber os ecos de retorno e extrair informações sobre objetos que não consegue ver diretamente. Esses sinais acústicos ajudam os golfinhos a navegar e localizar presas, enquanto os assobios desempenham importantes funções sociais. Os golfinhos-nariz-de-garrafa chegam a desenvolver "assobios de assinatura" distintos e aprendidos, e experimentos mostram que eles respondem especificamente quando cópias de seus próprios assobios de assinatura são reproduzidas — evidência de que o som pode funcionar como um marcador social individual. Portanto, os golfinhos não são meramente animais que emitem sons. Grande parte de sua percepção e mundo social está codificada em frequências.
A ciência convencional explica a ecolocalização como um sonar biológico. Os golfinhos geram cliques especializados, concentram a energia acústica emitida através de estruturas na cabeça, incluindo o melão, e detectam o som de retorno por meio de vias auditivas especializadas associadas à mandíbula inferior e ao ouvido interno. Como o som se propaga eficientemente na água do mar, o atraso entre o clique emitido e o eco de retorno fornece informações sobre a distância: d = cΔt / 2, onde c é a velocidade do som na água e Δt é o tempo de percurso de ida e volta. A intensidade, o tempo e a estrutura espectral do eco fornecem informações adicionais sobre o alvo refletor. Observações da NOAA detectaram cliques de golfinhos com forte intensidade em frequências em torno de 120 kHz em algumas situações, ilustrando o quão acima da capacidade auditiva humana comum seu sensoriamento acústico pode operar.
Mas a questão notável não é simplesmente como os golfinhos medem a distância. É como seus sistemas nervosos transformam padrões incrivelmente complexos de ondas de pressão em uma representação útil do ambiente com rapidez suficiente para perseguir presas em movimento. Um eco emitido por um peixe não é um sinal simples. Diferentes estruturas dispersam diferentes comprimentos de onda; as superfícies alteram a amplitude; o movimento altera a frequência; múltiplos ecos se sobrepõem; e o oceano circundante adiciona ruído e reflexos. Mesmo assim, os golfinhos funcionam com sucesso dentro desse campo de interferência em constante mudança. Seu problema sensorial é, portanto, fundamentalmente um problema de extrair informações organizadas das ondas — e é aí que a Teoria das Ondas de Frequência sugere uma maneira mais profunda de analisar a percepção dos golfinhos.
A Teoria das Ondas de Frequência propõe que a informação na natureza não é transmitida apenas por partículas individuais ou sinais isolados, mas sim por relações entre frequência, amplitude, fase, ressonância e coerência. A ecolocalização dos golfinhos fornece um exemplo biológico impressionante dessa arquitetura. Um clique emitido cria uma perturbação estruturada no meio circundante. Cada objeto modifica essa perturbação de acordo com sua geometria, densidade e movimento. O campo refletido, portanto, contém uma assinatura dependente da frequência daquilo com que interagiu. Em termos simples de ondas, λ = c/f: diferentes frequências correspondem a diferentes comprimentos de onda, e comprimentos de onda mais curtos podem resolver estruturas progressivamente menores. A Teoria das Ondas de Frequência interpreta o golfinho não simplesmente como emissor de "som", mas como um agente que sonda ativamente seu ambiente com um campo de ondas controlado e lê as transformações impostas a esse campo.
Imagine um golfinho se aproximando de um peixe escondido. Um pulso sai de sua cabeça como um pacote coerente de ondas de pressão. O peixe dispersa essas ondas em milhares de direções. Uma pequena fração retorna carregando mudanças no tempo de chegada, intensidade, espectro de frequência e relações de fase. O golfinho repete o processo rapidamente, amostrando efetivamente um campo acústico em constante mudança enquanto se move. À medida que o animal se aproxima da presa, o intervalo entre os cliques pode mudar drasticamente, fornecendo atualizações cada vez mais rápidas. Da perspectiva da Teoria das Ondas de Frequência (FWT, na sigla em inglês), isso se assemelha ao mapeamento ativo do campo de frequência: transmitir uma estrutura de onda conhecida, permitir que a realidade a modifique e, em seguida, inferir a estrutura oculta a partir da onda alterada. O mesmo princípio geral aparece em toda a física e engenharia — do radar e sonar à interferometria e imagens médicas — mas os golfinhos desenvolveram uma implementação biológica excepcionalmente sofisticada. A NOAA enfatiza que os cetáceos dependem muito do som para navegação, alimentação, comunicação e manutenção da estrutura social, porque o som se propaga particularmente bem debaixo d'água.
Os golfinhos, portanto, oferecem à Teoria das Ondas de Frequência algo excepcionalmente valioso: uma demonstração viva de que padrões de frequência podem carregar informações extraordinariamente ricas sobre a realidade física e que sistemas biológicos podem evoluir para gerar, manipular e decodificar esses padrões em tempo real. A ciência estabelecida já explica o sonar dos golfinhos por meio da acústica e da neurociência; a proposta adicional da Teoria das Ondas de Frequência é que os mesmos conceitos — ressonância, interferência, fase, coerência e informação mediada por ondas — podem representar um princípio organizacional muito mais amplo, que se estende além da acústica dos golfinhos, abrangendo a matéria, os campos e a própria organização biológica. A ecolocalização dos golfinhos não comprova a Teoria das Ondas de Frequência, mas fornece um modelo poderoso para o que a teoria prevê: a realidade pode ser investigada por meio de ondas, a estrutura física pode ser codificada em padrões de frequência e um sistema organizado pode reconstruir informações ocultas ao interpretar como essas ondas se alteram. Os golfinhos vêm fazendo exatamente isso há milhões de anos. A NOAA Fisheries
Os golfinhos são animais extremamente inteligentes que utilizam a ecolocalização, um tipo de sonar natural, para explorar e compreender o ambiente aquático. Por meio desse sistema, eles emitem sons de alta frequência que se refletem nos objetos ao redor, permitindo que percebam formas e estruturas submersas com grande precisão. Existem relatos documentados de golfinhos interagindo com humanos em situações de perigo, como nadadores em risco de afogamento ou em casos de aproximação de tubarões. Embora esses episódios tenham chamado atenção por parecerem gestos de proteção, não há comprovação científica de que tais ações sejam intencionais ou ocorram com frequência. Mesmo assim, esses comportamentos, aliados à habilidade de ecolocalização, reforçam o fascínio que os golfinhos exercem sobre os seres humanos, destacando sua inteligência e a complexidade de suas interações com o ambiente e com outras espécies.
Bom dia! 💝 Você tem alguma dica para acreditar que a LDS é real? Porque às vezes eu me pego super insegura pensando: “E se isso for só uma mentira para vender produtos para pessoas desesperadas por uma vida melhor?” Pois muitas pessoas vendem e-books, subliminais, sessões de coaching, e tudo mais. Acho meio estranho (inclusive queria saber sua opinião sobre vender esse tipo de coisa).
Até porque a LDS é algo totalmente impossível, de acordo com a ciência, então fico pensando: “As pessoas estudam por anos, como posso ignorar tudo para acreditar na LDS? Não é meio ignorante da minha parte?”
Por exemplo: de acordo com a ciência, a altura de uma pessoa é baseada na genética dela, ou seja, não é mutável, mas aí vem a LDS e diz que, se uma pessoa de 1,60 cm de altura quer ter 1,90 cm, basta ela convencer a si mesma de que tem os 1,90 cm de altura e ela terá…
Sem contar as apofenias… como sei se algo foi manifestação ou só apofenia? Até porque as apofenias são científicas.
Sei que não preciso acreditar para manifestar, mas se eu não acredito, eu também não consigo aplicar na minha vida.
E fico meio mal, porque TUDO que eu PRECISO manifestar são coisas mais que impossíveis cientificamente, mas são muito sérias para mim e minha vida inteira depende dessas manifestações darem certo (foi meio dramático, mas é mesmo verdade).
Você pode me ajudar com isso, por favor?
"É ignorância minha ignorar a ciência?"
Não, não é ignorância. É expansão. A ciência não é uma verdade absoluta e final; ela é o mapa que temos até agora sobre como o mundo físico funciona.
Pense nisso: Há 200 anos, a ciência diria que era "impossível" um pedaço de metal de toneladas voar (avião) ou você falar com alguém do outro lado do mundo por um vidro brilhante (celular).
Quem mudou o mundo não foram os que seguiram a ciência da época, mas os que tiveram a "ignorância" de acreditar que o invisível era possível. A ciência estuda o efeito (a matéria); a LDS lida com a causa (a consciência).
Genética vs. Consciência
A ciência diz que a altura é genética? Sim, dentro das regras da biologia clássica. Mas a física quântica — que é a ciência mais avançada que temos — já provou que o observador afeta a matéria.
Quando você decide que tem 1,90m, você não está tentando "esticar" ossos na força do pensamento; você está movendo a sua consciência para uma realidade onde aquele código genético já é o seu.
Existem milhares de casos documentados de "remissão espontânea" de doenças incuráveis e mudanças físicas que a medicina não explica. Eles chamam de "milagre" ou "anomalia". Nós chamamos de Lei.
Manifestação ou Apofenia?
A apofenia é a tendência humana de ver padrões em dados aleatórios. A ciência usa isso para dizer que você está "louca" ao ver sinais.
A minha resposta para você é: O que importa? Se você assume que algo é uma manifestação e isso te traz o resultado final, a "etiqueta" que a ciência coloca não muda o fato de que aconteceu.
Se você manifesta dinheiro e acha uma nota no chão, a ciência diz "sorte/apofenia", você diz "manifestação". O resultado é o mesmo: o dinheiro está na sua mão. Pare de tentar provar o processo e foque em desfrutar o resultado.
O peso do "Impossível" e da "Necessidade"
Aqui está o ponto onde você está travando: "Minha vida inteira depende disso".
Amiga, quando você diz que algo é "impossível cientificamente" e que você "precisa urgentemente", você cria uma barreira de resistência gigante. Você colocou o seu desejo num pedestal tão alto que nem você consegue alcançá-lo.
A Lei não se importa com a gravidade da sua situação. Para a consciência, manifestar uma moeda ou uma mudança genética "impossível" dá o mesmo trabalho: zero.
O seu "drama" é o que torna a manifestação difícil. Você está tratando o impossível como um monstro, quando deveria tratá-lo como um direito de nascimento.
Pare de tentar conciliar a LDS com a ciência. Elas jogam em campos diferentes. É como tentar usar as regras do futebol para ganhar uma partida de xadrez.
O que você deve fazer: Não precisa "acreditar" 100% agora. Apenas decida ser. Aquela que diz: "Eu não ligo para o que os cientistas estudaram por anos. Eles estudaram a realidade DELES. Na MINHA realidade, eu sou a exceção. Eu sou a anomalia que a ciência não explica".
Deixe a ciência para os cientistas e fique com os milagres para você.
Na sociedade da informação, ninguém pensa. Nós esperávamos banir o papel, mas na verdade acabamos banindo o pensamento.
- Jurassic Park (Michael Crichton)
Observados coágulos fibrosos brancos incomuns em cadáveres
Um levantamento internacional realizado ao longo de quatro anos com 808 embalsamadores de cinco países documentou um fenômeno que vem despertando crescente interesse entre pesquisadores da área forense: o relato recorrente da presença de estruturas fibrosas brancas, resistentes e incomuns no interior de artérias e veias de cadáveres embalsamados. Publicado na revista científica International Journal of Innovative Research in Medical Science, o estudo constatou que entre 66% e 83% dos profissionais consultados afirmaram ter observado essas formações, cuja incidência, segundo suas estimativas, atingiria entre 19% e 27% dos corpos preparados para embalsamamento. Embora os autores enfatizem que a pesquisa não estabelece a origem nem a causa dessas estruturas, os resultados revelam um aumento consistente desses relatos a partir de 2020–2021 e defendem que o fenômeno representa um potencial sinal de alerta científico, justificando investigações independentes com análises histopatológicas, bioquímicas e espectroscópicas para determinar sua composição e esclarecer sua etiologia.
Um levantamento internacional realizado ao longo de quatro anos com 808 embalsamadores de cinco países documentou um fenômeno que vem desper
🎞️ Mayuri Kurotsuchi | Bleach | Episódio 200