(18+)
Mike Driver
Monterey Bay Aquarium
taylor price
Peter Solarz

No title available

if i look back, i am lost

Kaledo Art

oozey mess

pixel skylines
d e v o n

Discoholic 🪩
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
sheepfilms

Love Begins
I'd rather be in outer space 🛸

No title available
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
RMH
Show & Tell

seen from Canada

seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from Germany
seen from Netherlands

seen from Iraq

seen from Türkiye

seen from Germany
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from Germany

seen from T1

seen from Netherlands
seen from Türkiye

seen from Türkiye
@fleursis
(18+)
Ciência
A ciência não explica certas coisas só os poetas o primeiro beijo tem gosto de mergulho e a última bolacha do pacote tem gosto de naufrágio.
Diego Moraes
Caminhei até a praia mesmo com o tempo fechado, fiquei a dois passos de molhar os pés nas ondas. Queria depositar no mar todas as minhas mágoas, as minhas saudades, todas as minhas esperanças, que estavam se quebrando aos meus pés assim como as ondas. Recuei dois passos, olhos fixos na areia. Então sentei a beira da água e comecei a pensar nos meus erros e acertos o que era excesso? Errei ou acertei mais? E pesando na balança descobri que com os meus erros fui encontrando meus acertos, e com eles eu aprendi a errar de novo e acertar um pouco mais, afinal todos nós cometemos erros, meu caro, por isso, o lugar deles é atrás de você. Devemos lamentar os nossos erros e também aprender com eles, mas nunca, em hipótese alguma, levá-los para a frente em direção ao futuro com a gente.
Ciceero M & Florejus.
mas o tempo também precisa de um tempo pra se ajeitar. e de nada adianta sair na chuva e não querer se molhar. o tic-tac do relógio é só um alerta pra nos fazer pensar que nada dura pra sempre e não há ferida que não pare de sangrar.
Eu quero ver o mundo pelos teus olhos
enxergar as mesmas tonalidades da vida, perceber os mesmo detalhes, e me assustar com os mesmos monstros.
quero sentir o mundo com a tua pele, sentir o frio gelado pelos meus ossos, e me arrepiar com os mesmos orgasmos, me aquecer com o mesmo sol que você vê de maneira diferente. quero escutar o mundo com teus ouvidos, e saber como é que você sente as melodias, tocar piano com teus dedos, e descobrir como a música também liberta você. quero seguir no mundo com tua trilha, juntamente com a minha, oito passos para qualquer lugar, algumas curvas para voltar, e as nossas mãos estarão sempre dadas. e te amar, por tudo aquilo que eu conheço de ti, e por tudo aquilo que desconheço. te amar por te compreender, mesmo que ás vezes eu não te entenda. e te amar por que te amo. e o amor é tudo isso.
Mas fica Mas fica, meu amor Quem sabe um dia Por descuido ou poesia Você goste de ficar.
Chico Buarque
Eu posso notar a agonia nos teus olhos quando tua boca me fala que tudo está bem.
(Desejo-te) a paz perene de um sonho infantil. Que o amor vista-se de abrigo e lhe refugie à semelhança do aconchego enternecedor de uma casinha na árvore. Que a esperança viva a lhe inflamar o peito como quando os rastros de teus pés impulsionam voos quase que inalcançáveis num balanço. Que a alegria lhe inunde à força de um tsunami, devastando tudo o que não permitir a chegada de sensações da dimensão das risadas que deixam o diafragma dolorido. Que a vida lhe seja sempre doce, presenteando-o com o que há de mais inesperado. As bicicletas chegarão enlaçadas. Por vezes, a velocidade virá a ser assustadora. Os freios lhe protegerão de alguns obstáculos, mas, se a queda parecer inevitável e teus joelhos ralados machucarem tanto quanto o teu coração destroçado, peço que olhe pra trás, peço que olhe pra mim. E, mais uma vez, lhe desejarei a paz; fazendo o meu abraço de esconderijo.
Eu gosto de fazer as pessoas desistirem de mim, pra eu não ter que desistir. Porque eu não posso suportar ser deixada por ninguém mas ser deixada por mim mesma seria minha destruição. Eu posso prever minhas ruínas, e eu sei que parece loucura. Mas não posso conter toda a minha inconstância. Então eu vou machucar quem tenta derrubar minhas barreiras, vou me afastar de quem balança as minhas estruturas e vou deixar pra trás que um dia me fez ‘viva’ nos últimos segundos de um dia ruim. Vou me arrastar pra longe dos abraços que eu tanto desejo, dos beijos que eu tanto quero pra mim, da poesia que me enaltece o sentir. Vou jogar fora a minha preocupação, porque eu sempre fui melhor em não me importar. Eu sou melhor sendo fria, e que me perdoem os verões, mas fui feita pros invernos. Minha alma fria às vezes é meu melhor condutor de eletricidade. E eu posso sentir correntes leves a percorrerem minhas resistências. Sou melhor sorrindo pouco por fora, mas estando em paz por dentro. É a minha sina.
Primeiro é o beijo quente, a língua procurando a outra e vendo se a boca combina. Se combina o beijo já é meio caminho andado.
Cazuza.
sinto falta de ser algo que talvez de fato eu nunca tenha sido. de dispor meu tempo a compor versos, que talvez nunca tenham sido lidos. mas ainda assim, sinto falta. falta de ser, quem pouco importa, mas muito se importa com o próprio ser. sinto falta de almejar algo a mais pra mim mesma. de querer ser melhor, e fazer um pouco melhor. pareço tão entregue, essa história de ser adulto tira-me não só o tempo, mas também os devaneios. tira-me o sono, e ultimamente tenho percebido o quanto também tem me tirado as conquistas. eu só queria poder ter aqueles mesmo sentimentos, de uma mente livre, de uma alma livre. queria ter aquele frio na barriga de volta, daquelas vontades incríveis que me vinham a cabeça. aquelas coisas simples, que provavelmente nunca terei de volta.
F. Flausino
“Depois da chegada vem sempre a partida, porque não há nada sem separação.”
Vinicius de Moraes
♡ softer, softest ♡
Amor é acontecimento: é o que sobra depois de todo esquecimento. Queria que ele coubesse no que eu vejo em você. Queria que ele soubesse que eu acredito em você. E que você sorrisse todas as manhãs como se quisesse me encontrar todas as noites; e à tardinha também. Dizer que me ama ao som de Jorge Ben, jurar que me quer ao ler Baudelaire. E não só risse para afastar o desespero. E não sorrisse para fingir que o amor te alegra. E não sumisse por temer o que te espera. E assumisse que o que já fomos, já era. E na mesmice dos nossos desencontros, eu me encontro completamente indiferente ao que você sente… Em vão… Em vão… Em vão… Pra onde vão os nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos?
Eu me Chamo Antônio.