floencia pilar
27. argentina like a magneto
i read a lot of books, dream about the stars, and like to think that the universe has something wonderful in store for me.
FLORENCIA PILAR ROMERO pode até dizer que não pediu para estar em Eskye, mas agora é um pouco tarde para querer voltar pra casa… Com apenas 27 ANOS, já perdi as contas de quantas vezes ela disse que é só uma CEO que veio direto da ARGENTINA. Por aqui, já ficou conhecida como THE FERVOUR e comenta-se até que usou a Chave Espelho para roubar o rosto de ELIZABETH GILLIES.
inspo: Zelda Spellman(o mundo sombrio de sabrina); Glória(modern family); Fallon Carrington (dynasty); Wanda Maximoff(os vingadores); Cersei Lannister(game of thrones); Melisandre (game of thrones).
𝚑𝚒𝚜𝚝𝚘𝚛𝚒𝚊
Florencia nascera em uma vila pequena e simples em Mendonza (Argentina), filha de um casal homoafetivo, suas mães tentaram por muitos anos engravidar e na quinta tentativa veio Florencia e seu irmão gêmeo. Os dois nasceram em uma viagem rápida em que as duas mulheres faziam para o interior do país. Florencia sempre fora muito bem educada, assim como seu irmão, ambos recebiam muito amor e carinho de suas mães, elas o fizeram fazer diversas aulas como linguas extranjeiras, dança, música, teatro, sempre incentivando o lado lógico e artísticos das crianças.
Florencia desde que se entende por gente sempre fora muito ambiciosa, querendo ser a melhor da turma e chamar toda atenção para si. Sempre fora muito inteligente e por isso aos 18 anos começou a investir em uma empresa de Hardware e software, começou a trabalhar na empresa aos 20 anos e aos 25 anos tornou-se CEO. A garota sempre viveu seus sentimentos a flor da pele e mesmo se fosse esconder algo que não gostava o seu rosto sempre lhe entregava.
Apesar de crescer em um lar amoroso e cheio de respeito sua vida não fora nada fácil, teve que amadurecer muito cedo aos seus 17 anos, após um acidente que sofreu com uma de suas mães e de seu irmão gêmeo, que ocasionou a morte dos dois. Ficou reclusa por um bom tempo, vivendo isolada em um apartamento em Mendonza, mas após alguns meses resolveu se reerguer e ir morar sozinha em Buenos Aires, a capital Argentina. Carrega consigo muitos traumas e feridas, mas isso só lhe faz ser uma pessoa mais forte. Fala o que quer e apenas depois pensa no que foi dito, e sempre mantém sua palavra, possui uma mente brilhante que não para um segundo de trabalhar, é excêntrica e sempre busca saber toda a verdade antes de tirar conclusão de alguma coisa, porém ainda sim é muito calculista e observadora descobrindo o ponto mais fraco de seus adversários e assim fazendo seus (poucos) inimigos temerem ao enfrentá-la
𝚊𝚙𝚊𝚛𝚎𝚗𝚌𝚒𝚊
Assim que fora “abduzida” Florencia sentiu algo diferente em seu corpo, primeiro foi a cor de seus olhos que mudaram para um violeta, depois reparou em um par de asas quase que transparentes que nascera, lhe incomodando muito. Sua pele também mudou, era como se estivesse mais rígida e forte, e não macia como antes.
𝚊𝚛𝚖𝚊 𝚙𝚛𝚎𝚏𝚎𝚛𝚒𝚊
arco e flecha. por ter crescido em um vilarejo pequeno, suas mães sempre levavam Pilar e seu irmão para caçar aos finais de semana e desde sempre fora adaptada a tirar com arco e flecha, porém essa é diferente, não é necessário ficar carregando flechas, apenas ao esticar a corda do arco para atirar uma flecha aparece, fazendo com que ela não perca tempo para acertar seu alvo.
˙ ˖ ✧ Não poderia agradecer mais por encontrar mais um rosto familiar ao vir para Eskye. Ainda que se encontrassem casualmente durante sua adolescência pela amizade de suas mães, via em Florencia alguém em que podia contar nessa aventura caótica que estava sendo essa nova vida. A cabeça ainda estava perdida em seus pensamentos sobre os acontecimentos do baile e no seu leve sono por não ter conseguido dormir desde então quando, por pouco, conseguiu desviar do ataque da Argentina. “Sinto muito que esteja te desapontado.” Já podia ouvir a voz de seu pai o repreendendo mentalmente por estar sonhando acordado durante os treinos, o que fez com que o coreano prontamente aceitasse sua postura. “Digamos que estou um pouco sonolento desde o que aconteceu no baile.” Prosseguiu com a fala antes de avançar rapidamente sobre a amiga, desferindo alguns golpes mais rápidos e precisos nela do que os anteriores. “Prometo focar meus pensamentos apenas em você e nos meus ataques a partir de agora.” Aproveitou a proximidade ao seu ataque ser bloqueado por ela para falar próximo ao seu rosto com um sorriso de canto, antes que voltasse a focar no combate. “Mas você ficou bem? Estava longe na hora do ocorrido?”
A mulher estava sentindo tudo muito a flor da pele e como sempre demonstrava isso sem precisar de esforço, estava com raiva, raiva de si por não conseguir controlar seus poderes e não estar se saindo tão bem com o arco e flecha. Treinava com o amigo e sentia que estava descontando tudo nele. - eu? eu estava no observatório, mas isso tudo me abalou muito. - falou se afastando e pedindo uma pausa, precisava hidratar um pouco o seu corpo. -e você estava por onde?
O clima estava realmente pesado no local, todos estavam sentido um desconforto, um nó na garganta, era aquela sensação que sentimos momentos antes de acontecer algo decisivo. Todos ali estavam sentindo o mesmo e precisavam se unir, somente juntos tinham uma chance . - Realmente parece uma fantasia, mas nosso amigo que saiu voando com aquele monstro ontem nos deu o recado que não é. Precisamos ficar juntos, que tenho certeza que vamos conseguir sair dessa. Precisamos aperfeiçoar nossos poderes, para estarmos preparados para o que está por vir.
Pilar apenas dera de ombro, não sabia o que falar naquele momento de fragilidade para todos ali, suas vidas corriam perigo e não desistia de tudo por conta de sua mãe. - e qual é o seu poder? não consegui gravar os de todos, eu pareço o Magneto de Xmen.
tinha descoberto, de uma maneira muito engraçada, que podia controlar plantas a liberar substâncias tóxicas. Em um canto no centro de treinamento, alguém com poderes elementais fez surgir um jardim com as mais diversas plantas para que a Cortilla pudesse treinar. Tirando o dia que ela quase matou alguém sufocado com veneno ela só conseguia fazer um odor muito forte de gambá morto surgir no ambiente. Ao notar os olhares tortos para si, ela revirou os olhos de maneira irritada. — Não fui eu, está bem!? É a planta-sapo ali. Coño¹!
Por sorte (ou azar) o pequeno jardim ficava perto de onde Pilar praticava seus poderes, lançava adagas nos alvos, porém conseguiu acertar apenas o último. Começou a sentir um odor horrível vindo do jardim e parou seu treino para saber o que acontecia. - hola bella, qué haces ahí? - perguntou em seu idioma materno, já que percebera a alguns dias que a outra também falava em espanhol
Pilar e Seo se conheciam desde adolescentes, suas mães eram muito próximas devido a paixão pelas artes e por coincidência do destino acabaram em Eskye juntos. Fora um alivio quando a argentina viu o rosto conhecido entre os diversos assustados, sabia que não estava enlouquecendo ou alucinando. Não teve muito tempo para se aproximar do mais novo, com a festa e o incidente de um outro “salvador”. Naquela manhã o puxou para treinar em uma luta corporal, já que ninguém sabia controlar seus poderes direito. - qual é Seo, me bate mais forte, esse seu soco nem faz cócegas. - comentou tentando provocá-lo para ver se saia algum tipo de luta mais forte.
A argentina estava morrendo de tédio naquele dia quando o rapaz chegou propondo algumas ideias de pregar algumas peças nos outros humanos, achou que seria algo inútil no começo porém após o primeiro alvo e a risada sincera que dera acabou sendo total cumplice. - vee, precisamos escolher nossa próxima vítima, mas não pode ser alguém tão óbvio... sugere alguém?
Era meia noite quando Pilar assaltou a cozinha roubando uma garrafa de vinho e andava em direção ao dormitório de Alma, não sabia o que era mas sentia uma grande conexão com a latina. Deu duas batidas em sua porta até ver a mesma aberta e a mulher em sua frente. - trouxe vinho, não estou conseguindo dormir e acho que isso vai ajudar.
Florencia estava esgotada após ter fracassado em todos os seus treino naquele dia, saiu nervosa do campo de arco e flecha indo direto para o lago, não tinha acertado nenhuma flecha mesmo sendo a melhor nisso. Chegou ofegante e bufando, retirou sua roupa de treino e mergulhou no lago. Estava ali sentindo as lágrimas caírem em seu rosto, ficava se perguntando até quando teria que aguentar tudo aquilo. Viu Francesca em uma outra parte do lago e não sabia quanto tempo a mulher estava ali ou se tinha visto algo. - por favor não me diga que viu tudo.
Tinha de treinar com todos, isso era um fato, mas os treinos eram particularmente difíceis para Rosalie quando eram sem os poderes, por que não conseguia desligar os dela. Especialmente quando com pessoas como Pilar, talvez tivessem muito em comum, mas por alguma razão elas pareciam nãos e entender de forma alguma. Por isso não lhe foi surpresa alguma quando durante o treino de batalha física, sem armas, ela acabou por tocar sem querer na pele de Pilar, assim absorvendo os poderes da outra. Sendo poderes do qual ela nunca teve contato antes, era claro que acabaria péssimo, ainda mais no meio de uma luta, não demorou para que as lâminas metálicas mais próximas viesse na direção das duas, acabando por atingir ambas em pontos diferentes. Ainda que nenhum ferimento parecesse grave, era nítido que um pouco de sangue havia sido derramado. ❝Olha só o que você fez! Eu disse que era pra ter mais cuidado durante a luta!❞ Berrou com a argentina, mesmo que a errada ali fosse ela e o próprio descontrole, estava muito fora de si para pensar racionalmente naquele momento.
Pilar ainda não sabia como controlar seus poderes, por isso quando ficava muito estressada geralmente alguma coisa de metal acabava voando no meio da sala de treinamento. Aquele era um treinamento de luta corporal, já sabia muito bem qual era o poder de Rosalie e isso a deixava mais nervosa, já que não se dava bem com a outra e tinha medo dela tirar vantagens roubando seu poder. Pilar suava e suas mãos escorregavam, poderia muito bem ter perdido o controle de seus poderes, porém quando sentiu que isso estava chegando acabou sendo atingida nas suas costas com uma adaga, a fazendo cair no chão, porém devido a sua pele ela apenas sentiu um pouco de dor. - sua vaca. - levandou furiosa indo em sua direção. - eu fiz isso? certa que foi eu e não uma ladrazinha de meia tigela de poderes? - gritou de volta, já estava alterada e era possivel que a próxima adaga que voasse fosse ela que fizesse isso.
Tinha de treinar com todos, isso era um fato, mas os treinos eram particularmente difíceis para Rosalie quando eram sem os poderes, por que não conseguia desligar os dela. Especialmente quando com pessoas como Pilar, talvez tivessem muito em comum, mas por alguma razão elas pareciam nãos e entender de forma alguma. Por isso não lhe foi surpresa alguma quando durante o treino de batalha física, sem armas, ela acabou por tocar sem querer na pele de Pilar, assim absorvendo os poderes da outra. Sendo poderes do qual ela nunca teve contato antes, era claro que acabaria péssimo, ainda mais no meio de uma luta, não demorou para que as lâminas metálicas mais próximas viesse na direção das duas, acabando por atingir ambas em pontos diferentes. Ainda que nenhum ferimento parecesse grave, era nítido que um pouco de sangue havia sido derramado. ❝Olha só o que você fez! Eu disse que era pra ter mais cuidado durante a luta!❞ Berrou com a argentina, mesmo que a errada ali fosse ela e o próprio descontrole, estava muito fora de si para pensar racionalmente naquele momento.
Pilar fugiu da festa com uma garrafa de vinho e foi para o observatório, queria ficar sozinha por um tempo. Sua ficha estava caindo aos poucos, não tinha certeza se acreditava em toda aquela história de salvadores, não conseguia salvar a si própria, como salvaria um mundo mágico que não sabia da existência até cinco dias atrás? Estava sentada no chão, olhando para o céu um tanto quanto diferente até que ouviu passos em sua direção. - por favor, não me arraste de volta para aquela fiesta de mierda. - falou com o sotaque carregado. - estou tão cansada, isso tudo não faz nenhum sentido.
☽☾ “-definitivamente eu não faria isso…” Amaia comentou ainda sentindo os dedos tremendo de empolgação, poder ver tudo aquilo, com seus olhos! Com seus próprios olhos, um mundo perfeito! “- eu acredito que não precisa fazer sentido para ser bom… de certa forma é incrível!” Ela comentou rodopiando em torno de si e olhando aquelas constelações maravilhosas sobre si: “- já viu quantas cores tem esse mundo! e tantas criaturas!”
é um mundo diferente, eu admito, tem muita coisa bonita e eu tive sorte de não ter ficado tão... diferente. - completou tentando ser delicada em suas palavras e não estragar a empolgação da outra. - não tem medo de acontecer algo grave aqui sem nem ter a chance de voltar para sua casa?
Pilar tinha se aventurado por quase todo o castelo, odiava eventos formais e aquele baile não se passava disso, a sorte é que tinha muita bebida. A morena bebida sua quarta taça de vinho e ainda não estava do jeito que queria, roubou um bolinho e quando estava terminando de comer ouvir a voz grossa já reconhecida pelos treinos, e parou para escutá-lo com atenção. - eu não sei, só sei que não gosto nada disso e preciso voltar logo para minha vida normal. ainda acho que sofri um acidente e estou em coma sonhando com isso.
Ele podia ainda não ser capaz de atrelar nomes às pessoas, mas tinha gravado alguns rostos em razão daquela primeira semana de trânsito no castelo. É verdade que Jake tinha passado a maior parte do tempo nas áreas de treinamento, como lhe fora ordenado, e porque era essa a forma que encontrava para relaxar depois dos acontecimentos recentes. Não esperava que certo vínculo de familiaridade se criasse tão facilmente com alguns; no fim, tinha certeza que isso tinha a ver com a necessidade de todos ali de encontrar algo que lembrasse de casa. “ Essa é uma perspectiva péssima. Algumas pessoas nem voltam do coma. Por que você ia querer que fosse verdade? ” o cenho se franziu com a observação, em dúvida, ainda, sobre ser necessário morrer para chegar no lugar onde estavam. “ Tem alguma coisa boa pra qual você queira voltar? ”
não sei, nunca fui fã de RPG e coisas do tipo, acho que estaria mais para uma vilã ou antiheroína, nunca foi meu sonho salvar o mundo. - Pilar deu de ombros terminando de comer seu bolinho, sua vida estava em perfeito estado, uma rotina normal de ir trabalhar, fazer yoga, ir para festas e jantares luxuosos, viagens e ir visitar sua mãe após ir ao cemitério, não sabia como encarar algo fora de sua bolha. - bom, eu tenho muito mais a perder do que muita gente aqui, então quero sair logo disso. - deu de ombros novamente e terminando sua taça de vinho, o alcoól já estava subindo e por isso falava as coisas sem pensar muito. - e o que está perdendo de tão bom de sua vida? aliás eu sou Pilar, caso não lembre do meu nome.
Pilar fugiu da festa com uma garrafa de vinho e foi para o observatório, queria ficar sozinha por um tempo. Sua ficha estava caindo aos poucos, não tinha certeza se acreditava em toda aquela história de salvadores, não conseguia salvar a si própria, como salvaria um mundo mágico que não sabia da existência até cinco dias atrás? Estava sentada no chão, olhando para o céu um tanto quanto diferente até que ouviu passos em sua direção. - por favor, não me arraste de volta para aquela fiesta de mierda. - falou com o sotaque carregado. - estou tão cansada, isso tudo não faz nenhum sentido.
Evadindo o salão principal na busca de algum fôlego, Éveline perambulou os corredores por alguns minutos antes de empurrar a porta do observatório e deparar-se com a morena. Atinando a figura desta, um riso involuntário deixou os lábios carmesim da médica. “ —– Não pretendia, também estou escapando de lá, então consideres-se sã e salva —– ” fechou a porta de si, escorando o corpo esguio e o tecido esvoaçante do vestido contra uma das paredes. “ —– Devo admitir que também estou bem confusa, as coisas são diferentes por aqui, só quero dar um jeito de retornar ao mundo real rápido. Está aqui no observatório há muito tempo? —– ”
A argentina respirou aliviada, não aguentava mais aquela loucura de heróis. - obrigada. - falou em um tom baixo, quase não dando para escutar. Deu uma um longo gole na garrafa de vinho, aquele estava sendo seu calmante. - não muito, eu acho... quando chegueia garrafa de vinho estava cheia e agora. - fez uma longa pausa tentando enxergar o quanto de vinho ainda tinha. - bom, agora não tem quase nada. COmo estava a festa?
Oliver sente que o clima é de tensão, mas sabe que nesses momentos a motivação conta muito. Ao reparar na careta de preocupação da pessoa ao seu lado, olha para ela e com um meio sorriso diz: “Fica tranquilo… Vamos acabar com eles e voltar logo para casa”
Pilar ficava cada vez mais ansiosa, sua ficha estava caindo aos poucos e sabia que teria que lutar para sobreviver ali. Estava com uma roupa preta colada, porém era confortável o que a deixava fazer vários movimentos, o cabelo perfeitamente preso em um rabo de cavalo, sua imagem parecia perfeita se não fosse o seu olhar desesperado. - isso está mais para uma fantasia. - falou resmungando enquanto girava uma moeda em seus dedos, exercício que começara a fazer para saber mais sobre o seu controle. - está confiante sobre isso?
Pilar fugiu da festa com uma garrafa de vinho e foi para o observatório, queria ficar sozinha por um tempo. Sua ficha estava caindo aos poucos, não tinha certeza se acreditava em toda aquela história de salvadores, não conseguia salvar a si própria, como salvaria um mundo mágico que não sabia da existência até cinco dias atrás? Estava sentada no chão, olhando para o céu um tanto quanto diferente até que ouviu passos em sua direção. - por favor, não me arraste de volta para aquela fiesta de mierda. - falou com o sotaque carregado. - estou tão cansada, isso tudo não faz nenhum sentido.