ioo, amor, eu to apx pela fic
Awn que love ♥ amanhã eu posto mais <33

Kiana Khansmith
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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ioo, amor, eu to apx pela fic
Awn que love ♥ amanhã eu posto mais <33
up ♥
Que coisa fofa ♥ vou ver se consigo escrever mais!
amei o capítulo que vc postou ioo, já shippei vincent e lotte. <33 hahaha
Vincelotte ♥ jwdefrjendwqve
CAPÍTULO III - Continuação.
- Eu não lembro muito dos meus verdadeiros pais, só algumas memórias vagas. Fui acolhida por Meredith, a quem chamo de mãe. Mas mesmo ele não sendo o seu pai, algum momento, irá sentir a sua falta e ficará preocupado.
- Desconfio disso.
De repente, Lotte começou a ter mais alguns sintomas, sua vista embaçou e sua cabeça começou a latejar mais. E isso fez com que Lotte começasse a cambalear.
- Lotte, você está bem?
- Não muito.
- Apoie-se em mim, se andarmos mais rápido, poderemos acampar na divisa. – Vincent disse.
- Não, tudo bem. Vou conseguir andar mais rápido. – Lotte disse.
- Pare de dizer que está tudo bem, deixe-me a ajudar, é por isso que estamos aqui.
Lotte encontrou os olhos de Vincent, ela ainda estava se sentindo meio estranha pelo fato de ter visto Vincent “com outra”. E isso aconteceu, pois ela estava começando a gostar de Vincent.
Lotte cambaleou novamente, e com isso, teve que se apoiar em Vincent, fazendo com que andassem mais rápido. Pobre Joseph andava sempre atrás, esquecido e sozinho.
Depois de quase quatros horas andando, Vincent, Lotte e Joseph chegaram à divisa de Florivórnia.
- Chegamos. – Joseph disse.
- Vamos acampar por aqui, depois que amanhecer, podemos partir. – Vincent disse. – Vou buscar algumas lenhas para fazer uma fogueira.
Lotte se sentou ao lado de uma árvore caída, enquanto Vincent partia para achar lenha e Joseph arrumava as coisas perto de outra árvore que havia caído recentemente.
- Joseph, posso te perguntar uma coisa?
- Claro, querida, está se sentindo mal?
- Não, a dor de cabeça já passou. Eu queria te perguntar, se você acha que nós iremos encontrar mesmo essa erva?
Joseph ficou um pouco pensativo, mas logo respondeu.
- Mesmo que seja uma busca difícil, sim, eu acho que vamos encontra-la. Você não?
- Às vezes eu fico pensando comigo mesmo, e se chegarmos tarde demais e não a encontrarmos?
- Um dia uma pessoa me contou que pensamento positivo atrai coisas positivas.
Lotte retirou sua capa para analisar seu ferimento, ele estava ficando pior, e o ferimento estava se alastrando pelo braço.
- Eu estava temendo isso, vou passar mais um pouco de uma folha para secar. – Joseph disse.
Joseph pegou umas folhas que ele havia trazido, as molhou um pouco e entrelaçou as folhas no braço de Charlotte.
- Como você conhece tanto sobre ervas?
- Meu pai foi um curandeiro, e eu o ajudava quando vinham pessoas machucadas a procura da ajuda dele.
- Você sempre fez isso? Não buscou ter uma família, ou algo assim?
- Não, quando perdi meu pai, eu tinha apenas 16 anos. E ele era a única coisa importante pra mim, como minha mãe morreu quando eu era um recém-nascido. E perdê-lo foi duro demais, não quero criar laços novamente, pois isso significa uma grande chance de sofrer.
- Eu não sei como você perdeu o seu pai, eu também perdi os meus, e foi quando eu tinha seis anos. Sei como é, e o pior, eu não lembro quase nada sobre eles. Mas criar laços também significa ser feliz.
Joseph ficou em silêncio, e continuou a cuidar do ferimento de Lotte. Pouco tempo depois, Vincent chegou com a lenha que havia conseguido e fez a fogueira.
- Sobre o que conversavam?
- Joseph estava me contando como sabe tanto sobre remédios, ervas, coisas assim.
- Ahh.
- E você Vincent? Como aprendeu a caçar? - Lotte perguntou.
Vincent começou a contar, mas pouco tempo depois, ouviram um uivo de lobo.
socorro (?) é perfeitaaaaa, continuaaaa
Perfeita, sério? Obrigada! Já já posto mais um pouco!
IOONE DO MEY CORAÇÃO, CONTINUA ISSO!!!!!!!
djefrhvgfedn vou continuar sdhufvbjerldns
*pra sempre esperando a continuação*
Vish amor, quase ninguém veio. Até parei de escrever.
CAPÍTULO III
- Tudo pronto? – Joseph perguntou a Vincent.
- Está pronta Charlotte? – Perguntou Vincent.
- Sim, podemos partir agora mesmo.
- Muito bem, já escureceu. Joseph está com as tochas?
- Prontas para serem ascendidas. E estou com um velho mapa de meus ancestrais, que nos ajudará na viagem.
- Para onde iremos primeiro? – Lotte perguntou.
- Temos que ir para a divisa de Florivórnia, ao lado da cachoeira. – Joseph respondeu.
- Já fui até lá para caçar. Sei por aonde devemos ir. – Vincent disse.
- Ótimo, vamos. – Joseph disse pegando as tochas e alguns suprimentos.
Como Lotte não estava carregando nada. Abriu a porta para que os dois pudessem passar. Mas para não chamar a atenção das pessoas do povoado, eles foram até o começo da floresta, e chegando lá, ascenderam as tochas.
Vincent andava na frente para mostrar o caminho e Lotte ficava ao seu lado, enquanto Joseph andava atrás, assombrado com a floresta fria e escura.
- Vincent, eu posso te perguntar uma coisa? – Lotte perguntou.
- Claro, pergunte.
- O seu pai sabe que está saindo do reino?
- Não, ele não entenderia. E ele não é a melhor pessoa para se conversar.
- Mas ele não ficará preocupado? Não sabemos quando iremos voltar.
- Ele vai achar estranho, mas acho que ele se importa mais com ele e o reino do que com qualquer um ao lado dele.
- Você realmente tem certeza? Ele é o seu pai.
- Na verdade, ele não é o meu pai.
- Como assim?
- Antes de ele tomar o poder da coroa, nós vivíamos em outro reino. Uma irmã dele me acolheu quando eu era bem pequenino, e ela acabou morrendo de uma doença e ele prometeu a ela em seu leito de morte que cuidaria de mim.
- Temos algo meio que em comum.
- O que seria?
up up up posta posta postaa *-* kk
Awn, faz tempo que não vem ninguém. Vou postar.
Querem que eu poste mais? Mandem up na ask!
CAÍTULO II - ÚLTIMA PARTE!
- Para você se proteger, se a capa não for o suficiente. – Meredith pegou a adaga e pediu para que Charlotte se levantasse, quando Lotte o fez, Meredith colocou a adaga por dentre a bota esquerda de Lotte. – Agora vá, se não, será difícil de chegar à cidade. Cuide-se Charlotte. E que Deus a proteja.
- Adeus mãe, logo a verei. – Lotte abraçou Meredith e dando-lhe um beijo na testa, desceu as escadas e partiu para a cidade.
Charlotte entrou na floresta, andando o mais rápido possível temendo que o sol se pusesse logo. Lotte estava pensando em tudo que estava lhe acontecendo. O fato de estar morrendo não lhe afetava, quando sabia que havia alguém que faria tudo pela vida dela. E do nada, sabia que estava começando a sentir algo por Vincent.
Enquanto chegava ao povoado, sentiu sua cabeça começar a latejar.
Mas uma coisa chamou a atenção dela. Uma garota do povoado estava falando com Vincent, e de repente, dá um beijo nas bochechas de Vincent e lhe entrega algo. Lotte sabia que não deveria sentir ciúmes, mas sentiu.
Irritada com a cena, passou despercebida e bateu na porta da cabana de Joseph. E Joseph logo abre.
- Entre Charlotte.
- Obrigada.
Lotte entrou na cabana.
- Sente-se. – Joseph disse ao indicar uma cadeira velha.
Como Lotte estava cansada, se sentou.
- Iremos partir daqui a pouco, só esperarmos Vincent chegar.
Só foi Joseph mencionar o nome de Vincent, que se ouviu alguém bater na porta, quando Joseph abriu, era Vincent.
nhaa! que lindo que tá ficando! *-* quando vai postar mais?
Amanhã eu vou postar!
Capítulo II - Parte 4!
- Obrigada mãe, sabia que a senhora me entenderia.
Meredith voltou ao normal e segurou com força a mão de Charlotte.
- Claro Lotte, eu só quero o seu bem, e neste momento, quero que consiga sobreviver, você ainda tem muita coisa pela frente.
- Obrigada mesmo, e agora, preciso de uma capa nova.
- Mas antes de tudo, coma algo, precisa sair de barriga cheia.
Meredith se levantou e colocou um pouco de sopa que havia feito. Lotte comeu um pouco, preparou seu banho e colocou um vestido novo, que havia comprado já havia algum tempo.
Quando estava acabando de arrumar sua roupa, Meredith entra em seu quarto com uma caixa enorme.
- Tenho uma coisa para você.
- O que é?
Meredith sentou-se com Charlotte na cama.
- Abra.
Lotte o fez, abrindo a caixa rapidamente. E quando abriu, viu uma capa vermelha.
- Obrigado pela capa, mãe.
- Ela não é apenas uma capa, Charlotte. Ela te protegerá. Minha mãe era descendente de bruxa, e sua ancestral deixou essa capa para ela. Eu nunca tive a oportunidade de usar, mas ela se manteve intacta há tempos.
- Mãe, muito obrigada.
- Eu me sinto tão bem quando você me chama de mãe, chego às vezes a acreditar.
- Meredith, você é a minha mãe, me cuidou desde pequena quando eu cheguei aqui.
- Obrigada Lotte, agora você terá muita coisa pela frente, eu já ouvi falar dessa erva, e minha mãe disse que no mundo todo, uma pessoa conseguiu achar essa erva e se curou.
- Eu vou acha-la. Mas não vou sozinha, duas pessoas que me ajudaram na cidade irão comigo.
- Eles são de confiança?
- São sim.
- Já está escurecendo, vista sua capa, e veja, há algo a mais na caixa.
Quando Lotte a abriu mais, nela havia uma adaga média.
Amanhã vou postar um pouquinho ♥
Capítulo II - Parte 3.
- Alteza, com todo o respeito. Sente algo por essa moça?
- Eu não sei ao certo, mas desde que a conheci, senti algo diferente.
- Eu sei o que é isso, acho que foi amor à primeira vista.
- Mesmo que seja, farei de tudo por ela.
- Então, como faremos? Sairemos hoje à noite atrás da erva?
- Sim, e ela irá conosco. Ela irá avisar a sua mãe que partirá conosco.
- Mas senhor, é arriscado demais.
- Foi escolha dela, e não posso contestar contra isso.
- Então que seja.
Lotte comprou as coisas que Meredith precisava e voltou para o chalé, no meio da floresta.
- Lotte, por que demorou? – Meredith disse, aflita.
- Preciso contar algo a senhora. – Disse, tirando a capa.
- O que foi isso no seu braço?
- Primeiro preciso sentar mãe, foi uma longa caminhada.
- Claro, venha.
Meredith e Charlotte sentaram-se a mesa.
- Agora me conte.
- Então. Quando eu estava na floresta, acabei me deparando com um lobo enorme, tentei ao máximo ficar parada, mas eu nunca tinha visto um animal daquele tamanho. No momento fiquei tão desesperada por ele estar tão perto de mim que corri. E quando corri, acabei escorregando sobre uma pedra venenosa, fazendo esse ferimento. Que estava pior, por sinal. – Lotte tentou recuperar o folego e voltou a explicar. – Momentos depois de me machucar, um homem que também estava na floresta me encontrou e conseguiu matar o imenso lobo...
Lotte contou-lhe tudo, a parte em que quase despencou da ponte, em que um homem lhe ajudou a curar o ferimento. Tudo.
- Por isso preciso ir atrás dessa erva, eu estou quase morrendo por causa de uma pedra venenosa.
Meredith puxou Lotte para um aconchegante abraço e cochichou em seu ouvido.
- Vá, tome todo o cuidado e lute por sua vida. E por favor, volte logo, você é o meu bem mais precioso!
Continuação - Capítulo II
- Você se machucou muito e ficou desacordada.
Lotte tentou se levantar, mas quando o fez, cambaleou pelo fato de estar fraca.
- Você precisa descansar.
- Só foi um machucado, e pelo visto, ele já está cicatrizando. Eu estou bem.
- Lotte, não é apenas isso.
- O que haveria de mais? – Lotte perguntou.
- Você não tinha apenas um machucado, tem um veneno percorrendo pelo seu corpo e precisamos extraí-lo imediatamente com a ajuda de uma erva exótica. – Joseph explicou.
- Veneno? – Lotte pareceu não entender direito.
- Sim, o que causou o seu ferimento no braço foi uma pedra venenosa, e fez com que o veneno se espalhasse por todo o corpo, e este veneno pode levar à morte.
Lotte ficou parada, sem expressar nenhuma reação.
- Lotte, eu e Joseph estamos dispostos a procurar esta erva para você.
- Como assim? Vocês não precisam fazer isso.
- Joseph, pode nos dar licença, por favor? – Vincent pediu.
- Claro alteza – disse Joseph, saindo porta a fora.
Quando Joseph saiu da pequena cabana, fez-se silêncio.
- Não posso deixar vocês se arriscarem tanto assim. Seria orgulhoso demais.
- Mas é a sua vida que corre risco. A partir do momento em que a conheci, sabia que não era como essas garotas do reino. Você vale a pena, por favor, deixe-me cuidar de você, deixe-me ir atrás da cura por você. – Vincent declarou.
- Vincent, eu não posso, é se arriscar demais por uma mera plebeia. A floresta negra é muito longe e perigosa.
- Não diga isso, deixe-me apenas cuidar de você.
- Só com uma condição. – Lotte impôs.
- Qual?
- Eu vou com vocês.
- Vai ser muito perigoso, não posso deixar você de arriscar mais ainda.
- Por favor, Vincent, apenas isso.
- Tudo bem, se é isso que você quer.
- Sim, é o que eu quero. Mas tenho que comunicar a minha mãe, ela deve ter estranhado porque ainda não voltei para casa.
- Está bem, falarei com meu pai e nos encontramos ao anoitecer aqui na casa de Joseph, tudo bem?
- Sim, vou pegar o que preciso, e voltarei ao anoitecer.
- Por favor, tome cuidado. – Vincent disse.
- Tomarei. – Lotte disse, vestindo sua capa e saindo porta a fora.
Momentos depois que Lotte saiu da cabana de Joseph, Vincent chamou Joseph para dentro novamente.
PRONTOS PRA MAIS UM POUQUINHO DE FLORIVÓRINA?