No title available
ojovivo
macklin celebrini has autism
wallacepolsom

#extradirty
One Nice Bug Per Day

tannertan36
Keni

❣ Chile in a Photography ❣
🪼

@theartofmadeline
we're not kids anymore.
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
he wasn't even looking at me and he found me
Lint Roller? I Barely Know Her
TVSTRANGERTHINGS
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Noah Kahan
Cosimo Galluzzi
occasionally subtle

seen from Türkiye

seen from T1

seen from Türkiye
seen from Türkiye

seen from United Kingdom

seen from Switzerland
seen from India

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Philippines
seen from Türkiye
seen from Australia

seen from United States

seen from United States

seen from Hungary

seen from United States
seen from United States
seen from Poland

seen from Türkiye
@gabibix-blog
alguns silêncios fazem barulhos insuportáveis.
amoravel.
“Nossa maior tragédia é não saber o que fazer com a vida.”
— José Saramago.
Nossa, tô muito chorona hj. Mas não é por tristeza, nem nada disso... São hormônios, eu sinto que são, como eu mudo nossa, por td eu chorei hj, mas chorei pra valer! E as vezes é bom chorar! Por pra fora. Chora.
Como eu comecei a adiar a minha vontade de morte.
É pesado falar sobre isso? Sim.
É necessário pra mim? Sim.
Eu estava constantemente sentindo que eu não fazia parte de nada. Que eu não pertencia a lugar nenhum e a ninguém. Esse sentimento me incomodava. Onde eu estava errada. Porque eu não me sentia viva o bastante para estar inteiramente presente.
O vazio tomou conta de mim. Eu não precisava estar aqui. A dor que fazia parte do meu ser, queria se expandir para além. E eterniza-la na morte parecia o certo.
Eu via beleza nos outros. Eu via que a vida dos outros merecia ser vivida e aproveitada. Mas eu era um tanto faz.
Recebi uma notícia. "tô grávida" minha irmã disse. Tão radiante. Tão feliz. Me chamou para madrinha, eu disse não. Eu a quebrei. Mas como ser uma segunda mãe se você não vê que o mundo é um lugar para colocar mais um ser humano? Eu disse sim. Eu estava acostumada com o sentimento de insuficiência a minha irmã não.
o Pedro nasceu. Ele foi luz. Desde o primeiro suspiro ele foi imenso. Ele era lindo. Sensível e tão gigante. Nasceu no dia 12 de abril um amor dentro de mim que eu nem sabia que poderia sentir.
Passei a me questionar, como eu poderia deixar esse mundo sabendo que um serzinho estaria aqui e ele em algum momento poderia sentir qualquer tipo de sentimento parecido com o que eu sentia e talvez ninguém estivesse ali para ajudá-lo a passar por isso.
O Pedro não merecia que a madrinha dele se matasse por achar o mundo um lugar não habitável espiritualmente. O Pedro merecia saber que existe sim beleza aqui. Existe sim coisas a serem vividas, aproveitadas e descobertas.
O Pedro me salvou por um instante. E todo dia ele me traz um pouquinho de volta. Todo dia ele me salva.
Depois disso eu busquei me conhecer mais. Me tratar. Me cuidar. Me mimar. Eu procurei beleza no mundo. Encontrei beleza em mim. E todo dia é uma batalha. Todo dia eu penso em desistir e lembro do porque eu decidi continuar aqui.
Não é fácil. Mas a gente pode sempre achar uma "desculpa" para querer se salvar.
Ah, e o Pedro tem 4 anos agora. E ele foi só o começo desse processo. O trabalho em cima disso é diário e cansativo, mas possível e até feliz.
Minha mente é poluída mas meu coração é puro.
Juro.
Perfeição
“Você deitaria aqui comigo e simplesmente esqueceria do mundo?”
— Chasing Cars.