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@gmsbrooke
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gmsahra:
“ eu mal sei explicar! ”, admite com um suspiro. “ não faço ideia de como derrubei o vaso, mas… ” ela gesticula com os braços para a sujeira de terra e pedaços de louça quebrados no chão. “ derrubei. ” com certeza, brooke tem coisas melhores para fazer do que ouvir ahra falando sobre a falha na matrix de seu escritório. tudo está sempre em seu devido lugar, limpo e harmonioso com o resto dos móveis e objetos menores, mas agora ela nem lembra como quebrou o recipiente, se bateu com o cotovelo ou foi com a bolsa, e cresce dentro de si uma frustração por não saber como aconteceu. pior do que qualquer coisa é um espaço vazio em seu conhecimento. “ desculpe se eu te assustei… gritei muito alto??? ”
“de um a dez? acho que onze foi a altura do grito, ahra-ssi.” brooke comentou, balançando a cabeça positivamente enquanto adentrava a sala, sem esperar por um convite. deixou seus papéis em cima da mesa da mulher, abaixando-se para pegar os pedaços de cacos do vaso quebrando. “eu pensei que alguém tinha morrido...” brincou, soltando uma risada da situação da colega. aquilo era algo comum para a morena, acostumada a derrubar coisas na própria sala, em casa, no laboratório - era desastrada, então simplesmente não entendia porque ahra parecia tão frustrada. “mas é uma besteira, mulher, pega o lixo, dá pra arrumar rapidinho isso aqui.”
ahra está longe de ser desastrada, cada movimento seu é calculado aos mínimos detalhes, e também não costuma perder a paciência facilmente, muito menos por pequenas frustrações. por isso, não sabe como conseguiu derrubar um dos vasos de planta de seu escritório e nem ainda porque gritou de raiva segundos depois, sua voz escapando pela porta aberta e ecoando no corredor. talvez, por ser tão inesperado que cometeria um acidente desses, é muito mais irritante do que se tivesse sujado a sala de propósito. “ ah, vou ter que mandar lavar o tapete. ”
os colegas já deviam ter se acostumado com a agonia de brooke em seu horário de trabalho. como se tivesse uma formiga na cadeira - literalmente -, passava horas e horas andando de um lado para o outro, deixando e voltando para o laboratório tanta vezes que já havia perdido as contas. por vezes, até se mantinha em pé durante suas pesquisas, e já havia levado os olhares irritadiços do colega como algo completamente comum. entre seu faniquito, passava pela sala dos psicológicos, relendo uma de suas pesquisas quando ouviu um barulho e logo um grito, pulando de supetão no lugar e quase deixando seus papéis caírem no chão. "pelo amor de deus!" exclamou, levando a destra ao coração para acalmar-se antes de espiar a sala de onde veio o barulho. "o que aconteceu aqui?" questionou, avaliando o estado da sala.
♯ —— algum dia entre a coleta de sangue e outras coisinhas. w. @gmsnuri.
já fazia umas duas semanas desde sua transferência para a coreia. o idioma não era um problema, muito menos a socialização, mas toda a gamsiin era muito maior que o centro em que trabalhava em vancouver, e isso a atrapalhava pra caralho quando se tratava de decorar rostos - e histórias. possíveis aliados ou simples objetos de laboratório para seus próprios propósitos. quando se mudou, ninguém a avisou que sua missão demoraria muito mais que o esperado pelo simples fato de bom... ser só uma entre uma porrada de gente pra avaliar. tirar os mais indicados dali para os planos era, no minimo, frustrante. mas o que menos esperava mesmo era ver um rosto familiar por ali. de tantos lugares, porque logo do outro lado do mundo?
nathalia conhecia de cor o rosto de todos os envolvidos no grupo mesmo grupo que seus pais, todos. e não era só rosto, conhecia os cabelos também, afinal, cada mudança em suas aparências ia direto para suas anotações. os cabelos vermelhos lhe chamaram a atenção no meio daquela quantidade de mutantes fazendo fila para serem devidamente estudados. não, não pode ser. se aproximou discretamente, o tablet em mãos como se precisasse realmente confirmar a presença de cada um ali. e logo se viu de cara com nuri, limpando a garganta antes de falar algo. "nome?"
gmsqinyun:
Coçou a nuca, desviando o olhar conforme a menina arrumava os cabelos. “ Ah… bem, é uma canção de amor? Eu acho que é um pouco melosa, mas não exatamente estranha… exceto a parte em que ele compara a menina à uma melancia um pouco mais pra frente… não soa muito como um elogio. ”
"talvez melosa E estranha, principalmente depois de saber dessa parte da melancia." riu, ainda se sentindo envergonhada com a situação que havia entrado. brooke catucava as madeixas, uma careta difícil de definir pensando sobre aquilo. "melancias são gostosas, se pensar por esse ponto de vista, é um ótimo elogio, mas também é meio... pervertido?"
gmsahra:
“ estou mais acostumada com plantas… ” ahra dá um passinho para trás. não é medo, apenas desconforto. são perninhas demais. “ não, obrigada, mas devem ser muito interessantes. são seu objeto de estudo? ”
"nunca acabou pegando algum bicho esquisito nas suas plantas? já vi tantos..." comentou, voltando a fechar o recipiente com cuidado para que nenhuma fugisse de suas mãos. "sabia que diversas das mutações no dna humano são derivadas de habilidades dos animais? são como uma base, só que em menor quantidade e força, ótimas pra qualquer estudo envolvendo os seres humanos."
kangjingms:
Clichê do clichê sua situação atual. Encontrando consolo no fundo de um copo, adormecendo gole a gole a cabeça compulsiva em se cobrar, em se culpar. O relacionamento principal de sua vida era abusivo e era com ele mesmo; A constante vontade de enfiar a cara daquelas pessoas contra a parede o fez amargo e seus únicos momentos de quietude eram com o álcool correndo junto de seu sangue. Soltou um riso frouxo olhando para sua própria situação, o polegar correndo através das gotículas de transpiração do seu (quarto? quinto?) copo de cerveja com soju. Mas sabia que sua resistência poderia aguentar um pouco mais, apesar de seu sistema cognitivo estar começando a caminhar para o comprometimento.
O bafo daquele lugar o enojava e não podia ligar menos para o barulho e a falação a respeito da luta que passava; Ou sequer o que acontecia ou quem estava ao seu redor. Estava no meio de um gole quando uma voz ao seu lado (bem mais perto do que gostaria) chamou sua atenção. Engoliu o líquido, ganhando tempo para processar as palavras ditas; As entendera perfeitamente mas o contexto pareceu completamente estranho. “Isso não pode ser uma cantada séria”, pensou, analisando pelo que pareceu uma eternidade o belo rosto a sua frente, parte admirando, parte tentando escanear seu cérebro para saber se lhe era familiar. Não era. Abriu um sorriso, tomando mais um gole para fingir que estava suspendendo a tensão no ar e se inclinou minimamente na direção da moça: “difícil mesmo é achar alguém minimamente decente e atraente nesse lugar.”
sorriu. aquele sorriso atrevido que sempre levava nos lábios quando se tratava de flertes, fossem eles quando sóbria ou fora de si - sua situação atual era a segunda e ainda assim, sentia que não se arrependeria no outro dia. podia ser só um cara que ia de vez em nunca por ali, afinal, não o havia reconhecido, mesmo que não estivesse em condições de reconhecer alguém. dois meses, dois meses não eram o bastante para decorar tantos rostos, de toda forma. dedilhou as bordas do copo do próprio drink, a mão livre apoiando o rosto maquiado, cotovelo no balcão. nathalia chegou a cruzar as pernas. a posição fazia toda diferença em cadeiras de bares.
"você está olhando para uma." respondeu, levando o corpo aos lábios para mais um gole de álcool. "'tô errada?" a pergunta veio junto a uma das sobrancelhas arqueadas, esperando uma resposta positiva. claro, não contava com o contrário. "pelo menos, eu tenho certeza que estou olhando para uma pessoa decente e atraente. ou preciso olhar mais de perto?"
gmshyunsoo:
﹡ ╰ hyunsoo expulsa o ar dos pulmões, pressionando o círculo vermelho na tela do celular para interromper a ligação com a avó. tem um vinco suave no meio da testa, e a sensação de ter engolido um dos halteres de chumbo do centro de treinamento. na verdade sabe que ela entende, melhor do que qualquer outra pessoa na família, e que em duas semanas vai estar em changwon com algo material e desnecessário como pedido de desculpas. um jogo de porcelana azul escuro, porque ela quer um. o problema é que tem uma pilha de trabalho na mesa de café em casa, crescendo como se tivesse vida própria — em maioria testes rotineiros de agressividade, mas requerem a integridade de seu tempo, paciência e capacidade interpretativa. um bipe abafado soa atrás de suas costas enquanto se afasta da sala da última sessão. sem tomar uma decisão consciente, vai em direção ao jardim.
hyunsoo salta sobre um trecho pequeno de grama, na intenção de fazer o trajeto até um dos bancos estranhamente vagos, mas se distrai. ver alguém estirado na grama dentro da instituição, em qualquer ocasião, o faria franzir o cenho, mas o jaleco maximiza a reação. no final é o cabelo e um relance de perfil que engrenam a memória, e no segundo seguinte consegue confirmar o palpite — porque brooke (do núcleo de anatomia e genética, certo?) levanta a cabeça e oferece, de todas as coisas, um oi. ‘ oi. ’ tomba a cabeça de leve para o lado, finalmente direcionando o foco para o que ela está fazendo. o que piora as coisas um pouco, porque hyunsoo não tem certeza de qual é o protocolo social adequado quando se encontra uma colega de trabalho caçando formigas. ‘ isso fazia parte da descrição do trabalho? ’
"ah..." brooke travou por alguns longos segundos, procurando alguma resposta que fizesse tanto sentido para ela quanto para aqueles que não entendiam a beleza do seu falso hobbie. a posição não lhe ajudava, com certeza; os cabelos escuros caiam sobre seu rosto, a fazendo querer cuspi-los da boca que se mantinha aberta em busca de uma resposta, o corpo paralisado como se o mundo inteiro houvesse parado por um segundo. não era exatamente apenas a vergonha de ser pega em flagrante daquela forma por um colega, era o medo de ser suspeita demais. a última coisa que precisava era alguém descobrindo que a tal humana, não era exatamente comum. sua vida tinha sido boa demais daquela forma e definitivamente sua missão dependia da confiança de governo - e todos que trabalhavam com eles.
voltou ao mundo real, praticamente empurrando uma das espécimes no vidro e o fechando antes de se levantar apressadamente. com a única mão livre que tinha, bateu no jaleco para tirar superficialmente a sujeira. precisava de um banho depois daquilo. "é um trabalho individual, particular." delineou um sorriso simpático nos lábios. seja natural. se é que era possível. "brooke! quer dizer, nathalia. geneticista, cheguei a pouco tempo." chegou a oferecer a mão para um aperto, acostumada com a forma informal que a maioria dos canadenses se apresentava. mãos sujas. as recolheu rapidamente. "você é?"
#perpetual mood: grissom
♯ —— 14 de outubro, alguma sala na gamsiin. w. @gmsyifei.
a última coisa que esperava naquela tarde era acabar daquele jeito. girou a maçaneta. de novo. de novo. e girou de novo. não abria. respirou fundo, meditou, pensou, tentou imaginar qualquer forma de sair daquela sala e simplesmente nada parecia fazer algum sentido lógico. sem janelas, sem uma ventilação grande o bastante para que coubesse. formigas podiam fazer muitas coisas, mas abrir uma porta em meio a gamsiin definitivamente não era a solução mais inteligente. seu pequeno plano não foi dos mais inteligentes, na realidade. o que o zelador teria de especial sobre os mutantes? ou sobre os funcionários? se fosse algum tipo de voyager, talvez. no entanto, nem isso 'nathalia' havia parado para investigar propriamente. foi intuitiva demais, impulsiva demais. mas também, quem imaginaria que havia sistema de trancas até mesmo na salinha de limpeza? deus, se sentia idiota.
cansada de pensar em soluções discretas para sair dali, brooke bateu na porta, bateu repetidas vezes. "oi????!!!! alguém aí?!!!!!" gritava, esperando que alguém a ouvisse e arrumasse alguma forma, qualquer uma que fosse para só vazar dali.
♯ —— 10 de outubro, pandemonium. w. @kangjingms.
o gosto do álcool arranhou sua garganta tal qual as longas unhas as faziam quando estava nervosa. e estava nervosa, ou melhor, alterada. o corpo queimava em reação a bebida, ao ar-condicionado fraco e ao ambiente. a pandemonium lhe dava calafrios; lembrava-se dos momentos mais perigosos de sua curta vida, a adrenalina que percorria as veias a cada missão - ou pelas simples besteiras que fazia na adolescência, como uma 'humana normal'. o cheiro de testosterona dos homens que procuravam seus alvos para uma noite de prazer ou o contrário, o cheiro dos não-mutantes torcendo feito animais por quem ganharia a luta da noite. era ridículo, e ainda assim amava todo o clima anormal que aquele canto embaixo da terra lhe proporcionava. brooke suspirou, espiando ao seu redor pela primeira vez depois de mais de uma hora completamente concentrada em seu copo no bar. até ali havia sido apenas ela e o barman, o barman e ela. até ali.
homens não faltavam, mas definitivamente nenhum estava tão perto quanto o sentado ao seu lado. não precisava levantar, cambalear e muito menos 'caçar', mesmo que aquele não houvesse sido seu intuito inicial da noite. não, havia ido para beber e apenas beber, mas aquele borrão de cabelos escuros parecia atraente demais para deixar passar. ou era só a bebida falando alto, sei lá. brooke levou a destra aos fios de cabelo, afastando-os do rosto aos coloca-los atrás da orelha, virando-se minimamente para que pudesse falar com ele. o bastante para mostrar as pernas desnudas, ao menos. limpou a garganta. "o mundo anda difícil, não é?" começou, a língua enrolada. "mas olha... pra você eu to facinha."
♯ —— 14 de outubro, laboratório da gamsiin. w. @gmsalita.
alita sempre foi um caso interessante para gamsiin. pelo menos, foi o que brooke ouviu de seus colegas quando um deles pareceu frustrado demais ao examinar os exames da mulher. não podia negar que em seus dois meses ali, não pôde deixar de espiar o máximo as fichas dos mutantes, no entanto, eram muitos, o bastante para suas habilidades escorregaram por entre seus dedos durante as leituras noturnas. suspirou, frustrada por ter desperdiçado bons momentos de seus primeiros meses ali com mutantes 'inúteis' demais para seus planos. ok, ela precisava o fazer querendo ou não, afinal, uma novata não tinha a preferência nos melhores casos, mas ainda assim, sentia-se deixada para trás. o não já tinha, podia se arriscar por um sim.
a ligação foi rápida, mais do que esperava, mas sorria com o resultado da breve conversa com um de seus superiores. estudos fora dos papeis não eram aceitos, e por mais que o fizesse, sempre era necessário 'uma distração' para usar livremente seus instrumentos - isso incluía os mutantes. só lhe restava esperar, solicitando a um dos funcionários que chamasse a mulher a seu local de trabalho.
♯ —— algum dia aleatório ai em um dos jardins da gamsiin. w. @gmshyunsoo.
o jaleco sujo arrastava sobre a terra a cada movimento que brooke fazia em busca das mais diversas especies que ali residiam. os tênis e os joelhos da calça faziam um par perfeito amarronzados, entregando o passatempo esquisito até para aqueles que não tivessem a chance de encontra-la com a mão na massa. No fundo não sentia-se uma completa louca fazendo aquilo - tinha noção do quanto precisava das coleguinhas -, mas sabia bem o quanto ela e seus colegas da mirmecologia nunca eram levados realmente a sério, mesmo em convenções do assunto. sempre era uma das participantes mais atraentes, mas não era novidade alguma receber um belo 'alá, que doida' quando saia dos centros com vidros e vidros cheios delas.
tentava a todo custo pegar pelo menos algumas espécimes de pristomyrmex punctatus perto de um pequeno ninho, a grande maioria resistindo a todo custo de entrar em um dos recipientes que ela levava. elas reclamavam, ela sentia, e não desistiria exatamente por isso. odiava formigas teimosas. xingava o comportamento dos insetos, chegando até mesmo a quase deitar na terra para conseguir colocar alguma a força quando sentiu uma presença. ah, já havia passado por coisa demais para não perceber quando era observada. tentou espiar, encontrando pares de sapatos masculinos, a fazendo olhar para cima com um sorriso sem graça. "oi...?"
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“ o que você pretende fazer com isso? ” ela levanta a sobrancelha esquerda, suspeita mas também achando um pouco engraçado, a voz quase desafia. não é todo dia que se vê alguém com isso em mãos. “ vai jogar em mim? ”
“ah, isso aqui?” sorriu maliciosa, retirando a tampinha do pequeno recipiente que levava em mãos. “não sei, você gosta de insetos? eu posso te dar um se quiser, jogar seria meio... malvadeza com as bebêzinhas.” brooke brincou, oferecendo uma de suas formigas-gigantes australinas para a colega de trabalho. “ou você tem medo? nesse caso posso repensar.”
“ Ah… eu não estava falando isso para você! ” Gesticulou afobadamente, as pontas das orelhas tomando uma coloração avermelhada. “ Era o trecho da música! Eu me empolguei cantando! ”
brooke riu, umedecendo os lábios e passando os dígitos pelas madeixas escuras, jogando-as para trás como um charme - na realidade, só estava pensando no que responder. havia realmente pensado que era alguma revelação para ela e honestamente, era vergonhoso perceber que havia errado. "entendi.” respondeu. “é uma letra estranha, não é?”
° · “ Olha… ” Começou, deixando um suspiro escapulir dos lábios. “ … posso ler sua sorte, mas não garanto que ouvirá coisas boas. ” As palavras eram pronunciadas gentilmente, mas as pupilas brilhavam com malícia. Ainda no monastério, um dos deveres dos monges eram as leituras astrológicas; fosse através dos pilares do destino ou analisando a fisionomia de alguém, Zhi Lan aprendera todos. Não podia ser considerado nenhum mestre na arte, afinal, deixara o monastério antes que pudesse ter aprofundado seus estudos. Mas sabia o suficiente para ganhar uma graninha extra e assustar os desavisados com baboseiras ditas com confiança. “ Topa? ” · °
nathalia não precisava ser a mulher mais sorridente e entusiasmada de gamsiin para ser simpática, pelo contrário; tinha até uma lista considerável de bons relacionamentos em apenas dois meses. no entanto, sua expressão estava longe de ser a mais agradável naquele momento. sua sociabilidade tinha limites - melhor falando, já havia vivido e treinado o bastante para reconhecer uma baboseira como aquelas. a careta deixava claro o quão cética era em assuntos como aqueles, encarando zhilan como se o julgasse por todos os possíveis golpistas por ai. só quando ele terminou toda aquela interpretação que 'brooke' invadiu a gola da própria camiseta, tirando de lá por alguns segundos o pingente de crucifixo. "não acredito nesse tipo de coisa at all." respondeu, guardando o colar de volta no tecido. "mas se quiser tanto fazer, não vou impedir."