Saudade do céu, quando os raios do sol se faziam presentes. Saudade do céu azul, que um dia se tornou em fábula.
Gotas do Céu
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@gotasdoceu
Saudade do céu, quando os raios do sol se faziam presentes. Saudade do céu azul, que um dia se tornou em fábula.
Gotas do Céu
Do cume que toca o céu, sopro de vida. Das constelações que alcançam o mar, águas serenas.
Gotas do Céu
A solidão que um dia foi amiga, hoje rasga o âmago da alma que, no passado, a acolheu.
Gotas do Céu
Do distante passado, o sentir que flui no âmago do ser ainda se faz presente palpável.
Gotas do Céu
“No horizonte o pico, que escorre da névoa aos montes.”
Gotas do Céu
A solidão que um dia foi amiga, hoje rasga o âmago da alma que, no passado, a acolheu.
Gotas do Céu
Do distante passado, o sentir que flui no âmago do ser ainda se faz presente palpável.
Gotas do Céu
Às vezes o oxigênio fica mais pesado. Às vezes eu só canso, e desejo partir.
Gotas do Céu
Do distante passado, o sentir que flui no âmago do ser ainda se faz presente palpável.
Gotas do Céu
À beira do horizonte, ao toque no tingido céu, como seda que dançava entre dedos o intangível. No seio da face ruborizar diante gélido respingar.
Gotas do Céu
Do cume que toca o céu, sopro de vida. Das constelações que alcançam o mar, águas serenas.
Gotas do Céu
Vida
Esculpido do mais belo mogno foi-se, pequeno estojo em rubro amadeirado, era de resplendor. Quando soado o erudito o dedilhar dos fios, na longa harpa da vida à delicada porcelana. No mogno a ilusão ao ritmo de plumas quando tocada a água. Eram os pés como agulhas na branca sapatilha. Mover que fluia tênue - suave, via-se flutuar assim era, brisa do respirar. Foi-se miúdo estojo, quando orquestra tocada à porcelana para breve bailarina.
Gotas do Céu