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roma★

❣ Chile in a Photography ❣
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Andulka
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@hanxdh
As horas das refeições eram as suas favoritas, não somente por que eram as únicas horas do dia em que podia comer como também por aquela ser uma boa oportunidade para socializar com outras pessoas que estavam na mesma situação que a sua. Todo o espaço era devidamente monitorado para impedir qualquer tipo de confusão ou problemas que alguns gostavam de provocar, o que não era o caso de Donghyun que se mantinha longe de confusões, principalmente aquelas que envolvessem qualquer tipo de violência. Após pegar a sua porção diária do almoço, caminhou por entre as mesas com o tabuleiro de metal nas mãos, procurando um lugar vazio para se sentar. Sorriu quando observou uma das mesas sendo ocupada somente por uma pessoa e caminhou na direção da mesma. --- Importa-se que eu lhe faça companhia? --- questionou ainda sorridente, fintando a outra pessoa sentada na sua frente.
harxkim:
Todos os dias dentro do complexo pareciam ser exatamente iguais; assim como a falta da luz solar fazia com que se tornasse mais dificil ainda de distinguir um dia do outro. As unicas coisas que o ajudavam a perceber a passagem de tempo que estava acontecendo se baseava em suas rotinas; nas vezes que alguns enfermeiros vinham o visitar fazer perguntas e mais exames. Estava razoavelmente calmo, e ainda disposto a colaborar com a pesquisa. Mas também estava impaciente, ficar o dia inteiro trancado no quarto não era tão legal. Além disso agora conseguia ir até onde quisesse. A enfermeira pediu que ele esperasse em seu quarto enquanto ia buscar o kit que havia esquecido em um lugar que ele não prestou atenção. Não pensou duas vezes antes de sair do quarto. Estava caminhando sem nenhum destino especifico, apenas pelo simples prazer de poder fazer isso. Sua expressão demonstrava o quanto satisfeito estava consigo mesmo quando uma presença chamou sua atenção. Usava roupas que se assemelhavam as suas, o que o fez se aproximar da pessoa. Estava fazendo um tratamento parecido com o seu ? — Olá. — cumprimentou a pessoa se aproximando animado. — Como se chama? — era a primeira pessoa com quem conversava em dias que não era um médico ou pesquisador.
Maioria das pessoas presas naquele lugar, muito provavelmente, perdiam a noção de tempo e não sabiam à quantos dias exatos estavam vivendo aquela nova realidade, porém esse não era o caso de Donghyun. Ele não estava feliz e no fundo não se conformava com o que estava acontecendo, contudo soube o quão seria mais inteligente da sua parte se parasse de resistir e finalmente aceitasse as suas novas condições. Foi com o seu bom comportamento que conseguiu obter certas regalias que os mais mal comportados não receberiam, vendo os seus pedidos serem atendidos, como era o caso de um pequeno caderno e uma caneta que ele trazia sempre consigo. Nesse caderno ele escrevia enumeras coisas, desde ideias aleatórias, textos sobre os mais variados assuntos, pensamentos do dia a dia e até narrações onde descrevia alguma situação que ocorresse na sua frente com os outros. Para além disso ele também contabilizava os dias, sabendo assim que estava naquele lugar à exatos quarenta e seis dias. Han estava parado no meio de um dos inúmeros corredores escrevendo uma frase motivacional que tinha invadido a sua mente repentinamente quando foi interrompido por uma voz masculina. --- Oh, olá. --- ele respondeu meio surpreso mas ainda assim com um largo e simpático sorriso no rosto. Estava naquele lugar à relativamente pouco tempo, se fosse comparar com maioria das pessoas que estavam na mesma situação que ele, portanto não teve a oportunidade de falar com muitas pessoas ou conhecer eles verdadeiramente. --- Han Donghyun. E você, como se chama?
chinchinmaeming:
Enquanto caminhava pelos corredores, de um lugar que continuava tendo a mínima ideia de onde era Chinmae chegou as duas conclusões. A primeira era que o lugar, assim como a complexidade das instalações deveria pertencer a uma organização extremamente poderosa, o levando a fantasiar rapidamente a respeito de agente secretos e missões perigosas. A segunda coisa era a que o pesquisador, que o visitava com frequencia para fazer perguntas cada vez mais estranhas deveria estar começando a se aborrecer com sua presença. De um modo geral as pessoas não aguentavam ficar muito tempo perto dele, em especial quando tinha tantas perguntas em sua mente como tinha agora. E que culpa tinha ? O lugar estava carregado de mistério, assim como a forma que chegara ali. Deveria apenas ignorar toda essa curiosidade e simplesmente continuar seguindo ? Não conseguia fazer isso. Havia apenas ganho esse pequeno passeio especificamente falando depois de aborrecer o homem que estivera fazendo algumas anotações ao seu respeito, assim como fazendo outras coisas que não conseguiu entender muito bem o que. Quando este percebeu que ele não iria parar de encarar tão cedo o mandou dar uma volta. Se mantenha por perto, dissera. Agora ja não tinha mais noção do que era perto e o que era longe. Perto e longe de que ? Desviando mais uma vez seu foco; na sua frente uma luz vermelha chamou sua atenção. Tratava-se de uma porta guardada por uma sequencia de números e scan de íris. Estava tão impressionado com a estrutura que não percebeu que não estava sozinho.
Viver naquelas condições não era propriamente o que Han desejara ou sequer imaginara que ia acontecer, principalmente quando nem sabia ao certo o que estava acontecendo e o porquê de estarem fazendo aquilo. Tudo o que sabia, ou pelo menos sentia, era o quão errado aquilo era. Se ele tinha como lutar contra isso e mudar a realidade? Ele não era idiota ao ponto de pensar isso, nem sequer por uns breves momentos, pois saberia que a probabilidade de acabar morto nas mãos daqueles que comandavam e controlavam aquele lugar era muito grande. E mesmo sabendo que tinha algo dentro de si que o tornava especial e poderoso, também sabia que aquilo não era algo bom e que acima de tudo havia sido implantado e estava sendo controlado por aqueles a quem ele desejava fazer frente. Não é que o coreano fosse um covarde, porém ele não era idiota e imprudente, sabia avaliar a situação e a realidade ao ponto de perceber que não tinha qualquer hipótese contra os outros. Se todos pensavam da mesma forma que ele? Nem por isso e o moreno já se havia apercebido disso, tanto que naquele momento ele sentiu necessidade de intervir para impedir o outro garoto de fazer algo que o colocasse em problemas. --- Se eu fosse você não faria isso. --- comentou, posicionando-se do lado do outro e o olhando com alguma seriedade mas ainda assim com um leve sorriso desenhado nos seus lábios. --- Pode meter-se em problemas. Sabe disso, não sabe?
junghexseok:
Recentemente várias coisas andavam o deixando triste; embora não conseguisse apontar especificamente para nenhuma delas. Sabia que alguma coisa estava errada, além é claro da dor que sentia que havia se tornado uma constante durante esse tempo. Talvez tivesse alguma coisa a ver com aquele espaço; um lugar que não conseguia se lembrar como havia ido parar ali. Sentia-se decepcionado. E mais frustrado ainda em não entender nada que estava acontecendo consigo. Quanto mais se forçava a lembrar mais tinha a impressão disso tudo estar relacionado a Haneul. Lembrava-se de o ter visto. Pouco antes de… Não conseguia se lembrar. Alguma coisa estava bloqueando o que havia acontecido consigo em seguida e acreditava que não estava pronto para encarar isso ainda. Não sabia muito bem o porque havia pegado o próprio travesseiro e tinha saído arrastando-o pelos corredores. Talvez fosse apenas pelo conforto que a maciez tinha contra seus dedos, ou ter apenas uma coisa fisica em que se segurar. De qualquer forma depois de muito andar havia se cansado. Não sabia mais por qual caminho tinha vindo e muito menos que caminho tomar em seguida. Decidiu apenas se sentar até que alguém viesse o buscar. Sabia que estava sendo constantemente vigiado por eles. Não se surpreendeu quando escutou o som de passos se aproximando de onde estava. — Com licença… — começou se levantando sem muita pressa atraindo a atenção alheia.
Pouco depois do jantar, quase próximo ao horário do recolher obrigatório, Donghyun ainda se encontrava percorrendo os corredores confusos e sem fim daquele lugar que havia se tornado a sua casa. Ele necessitava de dar umas caminhadas antes de se enfiar na cama e adormecer até ao dia seguinte, sendo que isso o ajudava a realmente conseguir adormecer e não ter insónias ou pesadelos com tanta frequência. Enquanto caminhava lia algumas das anotações feitas em dias anteriores, mais especificamente acontecimentos e situações que decorriam nos seus sonhos, apontando todos os que se lembrava por acreditar que aquilo podiam ser memórias da sua vida. Obviamente que, não sendo ele um idiota, tinha os seus próprios códigos e métodos para escrever as coisas sem deixar óbvio do que se tratava, pois sabia que estava sendo vigiado e que tudo o que estava no seu caderno era confiscado. Estava tão imerso nas suas anotações e pensamentos que só se apercebeu da presença de outro alguém quando o ouviu falar. Olhou na sua direção e o viu levantar-se do chão. --- Você está bem? --- inquiriu com preocupação no seu tom de voz, fechando de imediato o caderno e aproximando-se do outro garoto. --- Precisa de ajuda? --- perguntou, e mesmo sem saber se o outro de facto precisava de ajuda para se levantar, levou a sua mão ao braço do mesmo e o ajudou.
foxymaiyamamoto:
Por mais que não tivesse lembrança alguma de como havia vindo parar aqui, desde o inicio Mai não havia gostado nem um pouco do tipo de sensação que esse lugar lhe causava. Não compreender e não conseguir se lembrar de maneira alguma como tinha vindo parar aqui apenas servia com que se tornasse mais desconfiada que o normal, fuzilando os enfermeiros que ocasionalmente a vinham visitar; no entanto sem nunca pronunciar uma palavra na frente desses. Na verdade, ja faziam muitos dias desde a última vez que verbalizara muito mais que uma frase desconexa; em geral enquanto estava adormecida. Recentemente tivera tendo muitos pesadelos, provavelmente pela sensação de aprisionamento e a semelhança que o lugar tinha com o que ela relacionaria diretamente a uma clinica psiquiatrica. Fazia ela lembrar-se da mãe, sentir-se próxima da mesma. Ou se perguntar se não tinha algo de errado com ela. Não tinha como saber que horas eram, mas uma hora ela acordou e a porta do seu dormitório, ou cela, estava aberta. Uma pessoa desconhecida a encarando do lado de fora. Automaticamente adotou uma postura defensiva encarando a pessoa como uma ameaça; tudo ali era para ela. — O que quer ? — sibilou ameaçadoramente.
Não era a primeira e provavelmente não seria a última vez que Donghyun se perdia em pensamentos e ficava sonhando acordado, o que poderia ser visto com maus olhos aos estranhos que o encarassem e achassem que ele era louco por estar estranhamente parado em algum lugar com o olhar vago. Ele não tinha qualquer tipo de controlo e muito menos sabia o porquê daquilo acontecer, mas por vezes a sua mente viajava para um mundo completamente diferente. O moreno não sabia se aquilo era o seu subconsciente lhe devolvendo as memórias do passado pouco a pouco, se era a sua típica mente sonhadora e imaginativa que sempre fora útil para escrever as suas obras ou se seria uma outra coisa desconhecida, quem sabe algo ligado ao seu estranho e desconhecido poder. Ou talvez, fossem todas essas coisas juntas. Maioria das vezes ele conseguia retomar à realidade bem repentinamente, por si mesmo, outras vezes era algo do mundo real que o trazia de volta, ou alguém, como naquele caso. Ainda meio confuso e atordoado fintou a garota que estava dentro do quarto, apercebendo-se apenas nesse momento que ele estava parado em frente ao quarto da mesma e isso era estranho e desrespeitador para com uma senhora. --- Eu... desculpe, não quis desrespeitá-la. Não sei o que aconteceu, por vezes isto acontece e não sei como controlar. Não era minha intenção invadir a sua privacidade. --- desculpou-se, baixando o rosto completamente envergonhado pela situação em que se encontrava e a possível interpretação errada que a outra pudesse fazer.
kangmarkk:
Com tudo que havia lhe acontecido nos últimos dias, ou mais especificamente o que não havia acontecido, havia se tornado praticamente redundante dizer que não estava no melhor dos seus humores. Todos os dias tinha que se ver enfurnado dentro de uma sala maldita, respondendo perguntas idiotas para pessoas mais rídiculas ainda. Estava cansado. Tinha as ameaçado de todas as maneiras possíveis, tentado explicar com quem as mesmas estavam se metendo caso não fizessem o que ele queria e ca estava ele. Parecia que nada que dizia fazia sentido a essas pessoas. Havia concluido que só podia ser uma especie de surto coletivo. Estava tão aborrecido, depois de sabe-se la quanto tempo naquele inferno qe finalmente pareceram ter tido um pouco de pena dele e o deixado caminhar pelos corredores mais próximos. Estava tão aborrecido com tudo que não se importava. Nem se deu o trabalho de olhar para os corredores, ou perceber a imensidão do complexo. Estava ocupado demais com seus próprios problemas e aborrecimentos para se importar. E quando viu uma pessoa caminhando em sua direção fez questão de acelerar o passo a fim de descontar a raiva em alguma coisa. — Algum problema? — Questionou depois do choque, mais em tom de desafio do que preocupação.
Donghyun acabava de sair de uma das imensas salas de testes onde costumava entrar diariamente, não sabendo exatamente o porquê de recolherem amostras do seu sangue com tanta frequência mas nem sequer os questionando, pois já havia tentado obter respostas antes e sabia que era completamente em vão. Apesar de estar ali à relativamente pouco tempo, o moreno rapidamente percebeu que era uma perda de tempo e paciência ficar questionando aqueles estranhos. O mesmo homem que o havia levado até à sala o acompanhou de volta até ao corredor onde se situava o quarto de Han, que recebeu a ordem do outro para que fosse direto para o quarto enquanto ia tratar de um outro assunto, assegurando que voltaria para se certificar que o garoto o havia obedecido. Foi no meio do seu percurso que um outro garoto atravessou repentinamente o seu caminho, visivelmente irritado com alguma coisa e com a aparência de quem queria criar problemas. Bom, se essa era a sua intenção tinha escolhido a pessoa errada. --- De modo algum. --- respondeu esboçando um leve sorriso e avaliando a expressão alheia, procurando sinais de relaxamento. --- Peço desculpa. Não se magoou, certo? --- desculpou-se, mesmo sabendo que a culpa era do outro que havia atravessado o seu caminho abruptamente como se estivesse procurando pelo choque.
Always the innocent are the first victims. So it has been for ages past, so it is now | POV