. been through some bad shit, i should be a sad bitch
who woulda thought it'd turn me to a 𝖘 𝖆 𝖛 𝖆 𝖌 𝖊?
. rather be tied up with 𝐜𝐚𝐥𝐥𝐬 and 𝒏𝒐𝒕 𝒔𝒕𝒓𝒊𝒏𝒈𝒔
write my own checks like i write what i sing, yeah
. 𝐏𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐄𝐒𝐓 //
abaixo você pode encontrar algumas conexões disponíveis e, se nada te interessar, a gente pensa em uma especialzinha pra você! ♡
𝟎𝟏. conexão de irmãos: enton, clã, vou ser cara de pau e quem quiser fazer parte dessa família la bouff que é cheia de gente linda que nem todo mundo desse grupo, chega no zap e cody que a gente desenrola tudinho no maior amor.
𝟎𝟐. crush: depois de muse estar convencidx de que henrie e elx são friends, henrietta têm de admitir que gosta da companhia de muse e o fato delx se importar com seus sentimentos, como poucos fizeram antes. está acostumada a ter pessoas aos seus pés, mas muse parece não sentir o mesmo, entretanto, la bouff se sente feliz em ter muse como amigx.
𝟎𝟑. mais do que amigues, BESTEST friends: eu amo conexões de amigos! desenvolver elas são um máximo, e henrietta precisa de um/uma melhor amigue que aguente sua personalidade insistente e irritante, o tipo de pessoa que a la bouff mata e morre por, ride or die, a quem seja a primeira pessoa que ela mande mensagem pelo transmissor sobre qualquer babado louco, e principalmente: cobaia de suas roupas!
𝟎𝟒. amizade incomum, yay: casas diferentes, ciclo social diferente, personalidades contrastantes, só que somehow... henrie e muse se dão bem ‘pra porra! torcem um pelx outrx em qualquer ocasião, conselhos vem e vão, é aquele ditado, né? os opostos se atraem e fazem uma festa juntos!
𝟎𝟓. não tão diferente: muse é a típica pessoa intimidadora, porém desde que henrie começou a observar muse, percebe que tudo isso é apenas uma fachada de uma pessoa ‘normal’. não diria que são amigxs, mas para henrietta é reconfortante saber que alguém como elx pode ser tanto insegurx quanto ela.
𝟎𝟔. modelete: henrietta tem uma conta na nimbo onde posta suas coleções de roupas, e forçou freya a ser sua modelo por achar que ela leva jeito para essas coisas.
𝟎𝟕. ex-namoradx: henrie se sentiu nas nuvens no início do namoro, não imaginava que muse sentia qualquer coisa por ela e agradeceu por ter sido contrariada com a atitude. mas no fim, as coisas não deram muito certo; acabou que la bouff se sentiu insegura e insuficiente demais para dar continuidade ao relacionamento e terminou sem muitas explicações, deixando muse totalmente ???
𝟎𝟖. quase you and me: sabe como é ficar bêbada de hidromel e sair pedindo todo mundo em casamento até qualquer doido aceitar? bom, foi assim que muse e henrietta quase se casaram, de uma forma totalmente estúpida porém engraçada, que lhe rendeu boas gargalhadas. ainda bem que recobraram a consciência no dia seguinte, né? mas a bonitinha ainda guarda a aliança falsa que usaram em um lugar seguro.
𝟎𝟗. ex-namoradx parte dois: a sua incapacidade de dizer não fez com que henrietta engatasse um namoro repentino com muse, e quando terminaram ela se sentiu aliviada de início; no entanto, henrietta esta começando a se perguntar o motivo de sentir falta dos momentos que compartilharam juntes, e se é tarde demais para voltar atrás.
𝟏𝟎. aminimigos: ok, tem todo um contexto: na frente das câmeras é um ódio misturado com tensão sexual reprimida sede de sangue, mas por trás de tudo, muse e henrietta estão tentando se dar bem pelo amor da saúde mental delxs. ou, já podem ser amgxs e não querem que ninguém saiba também. BOOM, variedade de opções!!
e também tem algumas mais genéricas que a gente pode desenvolver mais a fundo, como: amizade por interesse, amigos de infância (se for filho de alguém do filme a princesa e o sapo.... fica topper também), amizade colorida, ex-amigos!!!!!!!!!!!!!!!!!! só chama no chat, sério! ♡
Seu olhar desviou do livro que trazia no seu colo para dar atenção à voz que lhe chamava, notando na hora do que se tratava do assunto. Analisou silenciosamente o vestido alheio para ter uma conclusão em segundos após dar de ombros: - Parece bom, não vejo nada de novo nele. Digo, que ele está nos moldes do que a revista pede. - Balançou a cabeça positivamente, sorrindo gentilmente, enquanto estreitava os olhos levemente instantes depois: - Quem comentou isso com você? Quer dizer, não, claro que não. Mas, se fosse verdade, o que pensa sobre o assunto? -
Nada de novo. Essa frase foi o suficiente para fazer Henrietta estreitar os olhos, dar uma boa olhada para o vestido e voltar a fitar a garota; isso umas cinco vezes. “Nada de novo? Amada? Como assim?” Não compreendeu como ela pôde pensar assim, afinal, achou que tinha inovado nos cortes geométricos. “Ok, tudo bem, melhorou um pouco.” Ou melhor traduzido; Cielo conseguiu se safar de uma palestra sobre como a moda funciona. “Foi o filho de um dos três porquinhos, sabe? Aquele meio fofoqueiro que paga de sabichão. Enfim, você meio que já se entregou, Cici. O que eu penso não interessa, mas obrigada por acha que minha opinião conta, só que quem vai é você, então; se sente realmente preparada ‘pra uma coisa dessas?”
Lux tinha o péssimo costume de se envolver nas maiores loucuras quanto estava alterado e a ultima aventura que sua mente alterada produziu foi um casamento. É importante comentar que o fae nunca nem pensou no casório, gostando de se sentir livre por mais algum tempo, portanto ao descobrir sobre sua nova condição ele não pode deixar de ficar chocado e de rir um bocado depois de ficar sabendo que sua esposa também não estava na melhor das situações. – Bem… – os olhos castanhos de Morningstar desceram pelo vestido mostrado. Havia levado a pergunta com seriedade, afinal ele próprio costurava as próprias roupas. – Eu acho que ta bem bonitinho sim, mas falta um pouco de cor love. – disparou Lux cuja paleta de cores de suas próprias obras era um verdadeiro arco íris. – Ta maluca, Heri?! Eu não iria procurar esse bicho ai nem que me pagassem, cara. E olha que eu to precisando de grana. Eu preso pela minha vida e jamais que ia te deixar viúva tão nova. – brigou enquanto passava o braço direito pelos ombros alheios, terminando por beijar sua cabeça. – Realmente gostei do vestido.
Henrietta já tinha ficado noiva uma vez, mas não se casado totalmente. Era algo novo, mesmo que tenha acontecido fora da sua sobriedade. Mas uma coisa sobre a raliena é que ela realmente levava compromissos à sério, independente de como eles aconteceram; até bater a louca na chapeuzinho e simplesmente sumir, como fez com Ever. “Cor? Achei que minha paletas de cores estava incrível.” Suspirou, mesmo sabendo que tudo que criara ultimamente estava bastante monocromático. Faltava-lhe um pouco de inspiração. “Heri?” Ergueu as sobrancelhas ao ouvir o apelido que ganhara do fae; ninguém nunca havia chamado ela assim, além dos costumeiros Henrie e... bem, apenas Henrie. Um breve sorriso surgiu em sua face perante o pequeno ato, mas logo uma expressão divertida tomou conta. “É justo. Só que para o seu azar, eu fico gata demais com roupas de velório. Preto combina com meu cabelo.” Brincou, jogando o cabelo de um lado para o outro, antes de soltar uma risada genuína. Ainda que estivessem em uma situação nada legal, — bem, não era tão ruim assim — Henrietta era capaz de se divertir ao lado de Cagliari. “E se eu estivesse em perigo, Lux? Ia querer ficar viúvo?” Perguntou, suas orbes fixadas no rapaz na intenção de observar este atentamente, enquanto aproveitava o braço alheio em volta de seus ombros para aconchegar-se mais no fae. “Sabe, na próxima eu vou fazer uma peça ‘pra você. Mas vai ser surpresa. E eu sei que você faz suas próprias roupas, mas não vai me negar o direito de presentear meu esposo, né?”
Kanesha ergueu as mãos no ar em rendição. — Mamãe não te ensinou a perguntar uma coisa de cada vez? Porque, se sim, pede pra ela me ensinar também porque eu não sei. — A risada foi genuína, assim como o brilho crítico em seus olhos enquanto analisava o vestido. — Eu acho que ainda precisa de uma pouco mais de brilho. Um toque mágico. E eu sou a pessoa certa para isso, se me permitir claro. A vitória da Ralien é mais batida do que Era Uma Vez nos contos de Fada. É meio verdade sim, mas sei lá. Ainda tô indecisa sobre a melhor hora de agir, quantas pessoas levar, meu desejo no fim. Resumindo, tenho um plano pra pensar e muita preguiça envolvida. Sabe quantas pessoas vão fazer isso? E você hein? Vai ficar só de comentarista?
“Kanesha, minha curiosidade não consegue se conter diante aos diversos acontecimentos em Aether; ela toma vida própria.” Não conteve um sorriso largo, enquanto suas orbes estavam atentas a cada movimento da leoa. Geralmente Henrietta não concordava com opiniões alheias, mas teve que baixar o orgulho e admitir que realmente, o que faltava era um pouco mais de toque mágico; afinal, essa era a essência da sua marca. “Obrigada, gatinha. Agooora, é verdade. Vai mesmo se sujeitar a fazer um desejo? Tipo, pode acabar mal né? Longe de mim cagar regra em algo que não seja moda, mas você devia levar uma cobaia.” Ah, cobaias sempre funcionam. Geralmente, para Henrie, eles experimentam suas roupas e vão embora; devia ser assim com um desejo, né? “Não sei, mas ouvi que uma quantidade considerável de gente vai se aventurar por aí, agora nomes...” Assentiu negativamente, deixando explícito que não tinha conhecimento. “Talvez eu seja a pessoa que fica atrás das árvores, ou espere pacientemente a chegada dos guerreiros aqui em Aether.”
“ ––– Realizam seus desejos, mas interpretam suas palavras do jeito que eles quiserem. Aí você descobre que uma frase pode ter mil significados; de qualquer forma, não é como se importasse. Todos desaparecem.” Ou pelo menos, todos os que Aaliyah havia conhecido. Claro que também existiam as pessoas que relatavam terem encontrado os djinns, mas em velhos de tabernas a morena não confiava. Gostavam de contar histórias. “ ––– O quão idiota alguém tem que ser pra dar toda essa moral pra ralieno?” Estreitou os olhos, não se esforçando para esboçar educação após a declaração alheia sobre ter parafusos soltos; Allie não havia dado nenhuma intimidade. “ ––– Se até uma conquista precisa roubar de mocinho, não podemos esperar nada de você.”
“Realmente. Na verdade, você só deu mais contexto ao que eu disse.” Henrietta deu de ombros. Não sabia muito sobre djinns, apenas o que ouviu superficialmente pelas bocas frouxas dos alunos pelos corredores; além de que parecia uma entidade que estava no tédio por muito tempo. “Um ralieno, talvez? Não precisa pensar muito para ter uma noção.” Henrie não conhecia a imrense por totalmente, na verdade, mal lembrara a vez que trocaram mais de cinco palavras; ainda sim, a louisianense não conseguia segurar a língua, ou whatsoever. “Não sabia que esperava algo de mim, Aaliyah! Meu coração se aquece com isso, de verdade. Esse seu humor ácido é por que perdeu?” Estava debochando, claro. Lá se vai a cota do anjo da guarda da raliena, agora é ela por ela.
“E alguma vez não te dei uma opinião sincera?” questionou mordendo os lábios dando lugar a um sorriso travesso, mesmo que um dark fae, ainda não podia mentir, não que precisasse, Niklaus não tinha problema algum com a verdade, pelo contrário, apreciava ela e tudo que ela podia causar. “Não posso dizer, nunca nem passei perto dessa revista, talvez Margarita pudesse te dizer mais precisamente do que eu, mas na minha humilde opinião, eu aprecio algo com um pouco mais de decote e também poderia abrir uma fenda nas pernas… são bem atraentes” deu de ombros, antes de dar um sorriso divertido nos lábios, não entendia muito porque tanto tecido nas roupas, só atrapalhava de fitar o que realmente importava… whatever, tem gosto para tudo e não cabia Niklaus julgar. Contudo não pode deixar de rir com a ideia de sabotagem. “Não achei que fosse de acreditar em teoria das conspiração, não que me importe mas o mundo não gira em torno da Ralien” ralienos tinham uma manina irritante de se colocarem no centro do mundo, não era de se duvidar que estavam inventando coisas do gênero para que pudessem comemorar sem tanto peso na consciência (pelo menos os que a tinham). “Onde ouviu tamanha mentira? Quanto eu estiver mais longe desse demônio melhor, pode me faltar algumas coisas, mas sanidade não é uma delas” pelo menos não sempre. Mas longe dele querer bancar o louco ou o herói e ir atrás da criatura.
“Aquela vez que você disse que minha roupa estava perfeita, mas não tão perfeita para o estilo da ocasião. Biquíni em um baile do amor verdadeiro?” Henrietta quase sentiu seus dentes rangerem, até porque se vestir bem é sua personalidade, e a travessura de Niklaus lhe custou uma mancha na sua reputação ━ mesmo que ninguém lembre mais. Ou era o que ela esperava. “Hm, é verdade, a Margarita. Talvez seja uma boa ideia, já que ela anda fazendo de tudo para me agradar. Não dispenso uma babação de ovo.” E era verdade. Apesar de se considerar uma pessoa tãããão humilde, amantes dos animais, a Daenerys naquela cena que todo mundo sabe qual, a Branca de neve aceitando a maçã daquela bruaca chamada Rainha Má; Henrietta adorava uma validação independente de quem ou onde esta vier. “Homens sendo homens.” Não evitou uma revirada de olhos antes de continuar. “Esse vestido não vai ter um decote, mas talvez eu sucuba à sua ideia das fendas.” Comentou, tornando sua atenção para o vestido em questão, para analisar melhor e ter uma visão dessas tais fendas. Um sorriso de canto se instalava em seu rosto conforme Nik continuava a falar, fazendo com que a loira virasse todo seu corpo abruptamente só para rebate-lo. “Depois dessa vitória, parece que o mundo realmente gira em torno da Ralien. Pare de ser rabugento e aceite perder, afinal, eu mereço isso, né, Nikquizinho?” A verdade é que Henrietta pensava na vitória mais como um merecimento seu do que da casa, apesar de não ter feito muito, entretanto, não era tão megera; sabe muito bem reconhecer os esforços dos seus coleguinhas ralienos. Seu biquinho que fez só para irritar Nik logo murchou, fazendo a louisianense franzir o cenho. “Pensei que alguém como você, filho de uma pessoa tão poderosa, seria capaz de salvar o dia e provar o contrário; que não é um covarde. Mas eu entendo, viu? Nem todo mundo tem os culhões..” Henrie conseguia ser um pé no saco muitas das vezes, principalmente quando queria provocar alguém. Não tinha um poder grandioso na sua percepção para se defender caso as coisas fugissem do seu controle, mas, veja bem, jogo de palavras é algo que não lhe falta.
Ah se a La Bouff não fosse filha de um duque, Margarita já teria lhe mandado pastar na primeira sentença, no entanto, mas como ela ainda fazia parte da corte, tinha de se esforçar para se mostrar como uma pessoa afável e simpática. —Oh e você não vai? Lo siento, estava animada com a oportunidade da entrevista e não me dei conta que era você, querida. — A voz era melodiosa e o sorriso no rosto se mostrava doce e gentil, sendo o completo oposto do sentimentos e pensamentos da Vogelmann no atual momento. Por todo mal insistente, se Margarita não estivesse tão empenhada em entrar no círculo social da realeza, gozar de seus luxos e prazeres, já teria esganado Henrietta ali mesmo. —Eu sei que sou realmente uma mulher muito sábia e agradeço que reconheça isso, mas justamente por ser esperta que não vou atrás dele, mi amor, mas veja bem… Para uma boa história acontecer é preciso existir donzelas a espera de um herói para salvar o dia não é mesmo?
Henrietta não era de julgar filhos de vilões, até por motivos de que sabia que havia filhos de mocinhos muito piores por aí, e que nem sempre somos cópias escarradas dos nossos pais; entretanto, não sabia como, mas tivera desde o início uma pulga atrás da orelha com Margarita, que a La Bouff decidiu ignorar, por agora. “Ainda bem que foi a mim, né? Seu uniforme ‘tá a little messy, espera só um segundo.” Henrie não podia ver qualquer coisa desacomodada em uma roupa que era como se a peça estivesse pedindo por socorro, sendo realmente qualquer mínimo detalhe. A louisianense deu à volta em Margarita, pousando suas mãos sob o ombro alheio coberto pelo uniforme, onde estava um pouco amassado, ajeitando-o levemente. “Não precisa agradecer, Vogelmann. Seguindo sua linha de raciocínio, ambas somos espertas o suficiente para não ir atrás dele, não é?” Nesse momento, sua voz já estava um tanto aguda e irritante até para si mesma, entretanto, ela apenas pendeu a cabeça para o lado em um mordiscar do lábio inferior. “Bom, e de onde você espera que esse ‘herói’ surja? Já que não podemos esperar demais, afinal, ouvi por aí que muitos estão tentados em usar o djinn apenas para um desejo, e não para o que precisa ser feito de fato.” E achava estes em particular uns tontos, já que parecia que o djinn falava charadês ou sei o que lá, você pede um gato e ganha um rabo.
“Ok, preciso de uma opinião sincera.” Não necessariamente sincera queria dizer sua opinião sincera, mas sim apenas elogios e nada mais; só que entender o idioma de Henrietta era um enigma. “Esse vestido é digno de capa da Vogue Mítica? Trabalhei nele tempo o suficiente ‘pra me distrair de tudo que aconteceu nesse meio tempo, além da clara vitória da Ralien ━ era de se esperar, óbvio. Mas aí teve o djinn à solta, que eu tenho quase certeza que é uma sabotagem indireta para os ralienos não aproveitarem o sabor de ganhar. Ouvi dizer que a vossa senhoria vai atrás dessa besta enfurecida, tell me, is it true?”
Isso começou há muito tempo, quando sua mãe ainda era uma criança, apaixonada por tudo que remetia contos de fadas; e vestir-se como uma princesa deixava tudo mais imerso, e mágico. Os vestidos que a mãe de Tiana faziam tinham aquele toque amoroso, particularmente cintilante aos olhos da pequena Charlotte La Bouff, e exclusivamente rosa. Cor que também se encaixa no guilty pleasure de Henrietta, que passava horas acompanhando sua mãe em compras e ajustes de roupas, idas até ateliês bem conhecidos em Louisiana; a terceira filha de Charlotte já sabia como seria seu futuro. Ou, bem, tinha uma ideia de como queria que ele fosse.
Henrietta começou a costurar roupas com a ajuda de Eudora, mãe de Tiana, desde muito cedo; além de ser uma ótima apreciadora de haute couture. Sua inspiração, ademais da sua mãe com alguns resquícios do colorido de Nova Orleans, é a essência dos contos de fadas. Vestidos e ternos que remetam príncipes e princesas, um pouco da época renascentista, que façam você se sentir em sua própria história.
Ela tem uma conta na Nimbo, onde posta suas criações e no momento está trabalhando na sua nova coleção, e usa Freya como sua modelo particular para tal. Acha que a ruiva tem um ótimo potencial e depois de muita insistência, ela finalmente aceitou; está nessa faz um tempo e Henrie se sente agradecidissíma (apesar de achar que é uma honra usar as peças dela, né.)
Henrietta é do tipo que anda com uma linha e tesoura na cabeça, vê o mínimo defeito em uma roupa e já quer arrumar, mesmo contra a vontade de algumas pessoas. Ela se considera uma pessoa que sabe muito de moda, portanto ao dar dicas, constantemente usará o tom superior; mas ela não faz por mal.
La Bouff gosta de ser prestativa, na verdade, só quando é na criação de peças. Ela vai se oferecer para fazer as roupas de bailes/festas dos alunos de Aether, até mesmo dos professores! E não pense que é muito trabalho, quanto mais ponto e linha para treinar, melhor.
—Então, você decidiu capturar o Djinn para obter algum desejo ou para ajudar a todos nós? — Tinha dúvidas que fosse a última, havia grandes chances que fosse a primeira e dependendo da moralidade dx aprendiz, possível que estivesse optado por ir atrás do Djinn apenas com o intuito de aparecer. Estava com o transmissor em mãos, gravando toda a entrevista. —E decidiu ir sozinhx? Se teve a ajuda de alguém, vou ter que entrevistar outra pessoa, afinal, preciso fazer uma matéria verdadeira, mi amor.
“ não sei, que tal perguntar ‘pra quem realmente vai atrás desse gênio do mal, huh? ” cruzou os braços na altura do busto, o estalar da língua no céu da boca se fez presente, enquanto seus olhos pousavam no transmissor alheio. “ não decidi nada, margarita. veja bem, pensei que alguém com tantos conhecimentos como você fosse a primeira a ir atrás do djinn... parece que me enganei. gosta de ficar nos bastidores, ou é uma donzela como eu? ”
“ ––– No final das contas, é um djinn. Eles fazem tudo.” E os habitantes de Agrabah e Al Darim bem sabiam aquilo. Haviam relatos e relatos de pessoas que haviam se envolvido com as criaturas, e ao contrário do que alguns pensavam, não era assim tão fácil lidar com eles. “ ––– Se quiser capturar e se tornar o todo poderoso de Aether, vai lá. Ninguém tá te impedindo não.” Geralmente, acabava mal para os próprios amos ––– sortudo mesmo foi o Aladdin.
“ djinns são tipo duendes, só que eles realizam desejos e esse desejo pode acabar com sua vida. não digo de modo direto, mas você entendeu, né? ” deu de ombros. henrietta não queria comentar, mas estava é com medo daquela criatura peçonhenta, tanto que não conseguiu evitar uma careta enojada quando allie insinuou que a la bouff quisesse capturá-lo. “ perdeu os parafusos dessa cabeça aí? eu vou, no mínimo, esperar alguém da ralien fazer isso e tomar todos os créditos. ”
✧ * º • ☾✩ —— Sou azarado demais p’ra fazer isso. Não precisava do roxo nas vestes do uniforme escolar para evidenciar que pertencia a casa de Morgana, estava na expressão do rapaz, ainda que os acontecimentos se mostrassem muito maior do que aquilo, Desmond ainda saboreava o amargo de ter ficado em ultimo lugar no intercasas, claro que aquilo não havia alterado seu apetite.
“ azarado demais para ser minha cobaia nessa alteração de roupa? sério, desmond, só veste e me diz se tem algo ‘pra mudar. ” o tom de voz era autoritário, apesar da expressão ser leve e a garota de meio metro não meter medo em ninguém. henrietta apenas estendeu a peça para candy, sem muitas cerimônias. “ agora, tell me, essa cara emburrecida é pelo motivo que estou pensando? ”
‘ Quando a gente acha que a coisa toda vai melhorar… Na verdade, não sei muito bem por qual motivo eu sempre acredito que a coisa vai melhorar. Mas, realmente, a pior parte foi perder pra Ralien. Agora é ver quantos vão se meter a desbravadores dos sete mares, Tinker Bell injustiçada, pra ir atrás do djinn. Eu vou para registrar o fracasso — ou sucesso — para publicar no jornal. ’
“ sinto o cheiro de quem não sabe perder de longe, hein? mas é, huh, provavelmente quem vai fazer esse papel de herói é alguém da minha casa mesmo, ralien vai trazer o troféu mais uma vez. ou eu devo manter os pés no chão? eu te juro, ganhar o intercasas foi um sufoco. tem dedo aí, muito provavelmente. ” só que henrietta não ligava muito, já que a vitória foi da ralien, e ela pode se gabar e comemorar ao invés de reclamar que perdeu; coisa que odiava fazer. sem dúvidas a vitória contribuiu para o seu bom humor e piadas medíocres. “ você é muito má, maeve. quem não conhece que te compre, viu? ”
❝ — Não sei de quem foi a ideia, mas estou adorando! Estou ao lado do meu dormitório então qualquer merda, é só eu correr para lá. — ❞ Riu, levando a bebida aos lábios mais uma vez, a euforia começando a se fazer presente tanto nas ações quanto nas palavras. ❝ — Mas olha, se eu ficar muito bêbada, você me acompanha até lá, certo? Posso precisar de ajuda… ❞ Fez um beicinho com o lábio inferior para adicionar notas mais convincentes ao pedido.
“ uma festa no dormitório, huh? original demais, né? ” os olhos de henrietta vagaram pelo lugar, perseguindo a diversidade de gente que se divertia sem nenhum pudor, enquanto mal conseguia aproveitar si mesma ou, entender, como ninguém avisou que não seria só uma socialzinha e fez ela usar roupas casuais para tal evento. estaria tudo sob controle se conseguisse ignorar esse fato fatídico. “ não sei se acompanharei, vai que você vomita em mim? não quero ter que andar por aí desesperada com resquício de bebida misturada com sei lá o que na minha roupa. ” só imaginar já lhe dava calafrios.