Edgars Vinters (Latvian, 1919 – 2014) Roses (detail), c. 2008, cardboard, oil, 87x67 cm
Lint Roller? I Barely Know Her
Phantogram Three
The Stonewall Inn

@theartofmadeline

shark vs the universe
Sade Olutola
I'd rather be in outer space 🛸
taylor price

pixel skylines
Not today Justin

gracie abrams

No title available
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
No title available
cherry valley forever
occasionally subtle

ellievsbear
𓃗
untitled
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
seen from Bangladesh

seen from Australia

seen from Spain
seen from United States
seen from Russia

seen from Canada

seen from Argentina

seen from United States
seen from Bangladesh
seen from India
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Sweden
seen from United States
seen from Sweden
seen from United States
seen from United States

seen from Spain
seen from United States
@hideoutb
Edgars Vinters (Latvian, 1919 – 2014) Roses (detail), c. 2008, cardboard, oil, 87x67 cm
ig: zeewipark ♡
preciso de diálogos demorados
sobre tudo
que preferiu
deixar mudo
tudo queimando por dentro. Mas, não há fogo, está vazio. O vazio arde.
Achei engraçado quando você perguntou quando eu tinha virado esse cara. O que exatamente isso quer dizer? Alguém que recusa você no meio da noite, alguém que não atende as suas ligações, por uma única razão óbvia, você me pediu tudo isso. Eu tive que me virar dentro desse novo eu porque você quis ir embora. Não apareça agora e me pergunte quando eu virei esse cara, você sabe, você sempre soube. Há um bocado de coisas que você sabe, e ignora porque não inflam seu ego.
— Henrique
as coisas não acabam pra mim elas me matam. a.
Por mais que volte não volta
Algumas coisas se perdem pra sempre.
também sinto sua falta
mas é melhor assim
te amo, bem longe de mim
te amo quietinha
no meu canto
viva sua vida que eu te amo daqui
desculpe, mas você não terá poder sobre mim de novo
de forma alguma.
nunca irei me esquecer como me senti quando me deixou
— destruída.
questões mal resolvidas
se tem uma coisa que eu sempre faço no automático, é procrastinar qualquer problema por temer ter que enfrentá-lo mais tarde.
eu vivo fugindo das muitas obrigações necessárias, cujas não podem ser deixadas para depois.
virou rotina, um vício incessante.
não aguento mais essa sobrecarga!
são tantas coisas feitas pela metade, coisas ainda a serem feitas... tento me arrumar o máximo que posso, mas nem sempre funciona e inesperadamente tudo desanda, quebra, falha e, mais uma vez, volta à estaca zero.
é tão difícil organizar a vida externa com a interna completamente bagunçada, que acabo abandonando tudo em chamas, aceitando que nada pode ser feito para reparar.
aí eu aceito e me encolho, apenas assistindo tudo virar cinzas diante dos meus olhos.
— cartasquechoram
agora alguma coisa tão triste tomou conta de nós que a respiração se esvai e nós não podemos sequer chorar.
Bukowski.