
PR's Tumblrdome

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I'd rather be in outer space 🛸

shark vs the universe
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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EXPECTATIONS
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Kaledo Art
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
YOU ARE THE REASON

#extradirty

⁂
Fai_Ryy
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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@hopkirk-m
a-pair-of-dark-wings:
The earth of Hufflepuff.
autumndolohov:
Então, eu tenho um problema sério sobre me envolver em pequenas brigas no clube de duelos…Porque eu tenho a mania de revidar a altura e algumas pessoas não estão preparadas pra isso e acabam saindo machucadas, sabe como é o sangue russo, né? Somos meio “esquentados”. E bom, com isso eu acabo levando algumas detenções e o Antonin disse que você poderia me ajudar nisso, pelo menos na parte das detenções.
Você e seu primo devem ter um amor pela detenção isso sim está no sangue de vocês, mas de todo jeito eu não quero ver a Hufflepuff perdendo mais pontos por conta da detenção. Eu vou interceder a seu favor alegando que só estava lutando por conta de estar no clube dos duelos. Não sei o que Antonin disse, mas eu não posso fazer muitos milagres. Em troca, você poderia me ajudar com nossos colegas de casa. Estava pensando em fazer uma festa para dar uma animadinha. Por conta da ultima derrota no jogo o pessoal ficou um pouco para baixo, e odeio ver o pessoal assim.
Posso contar com sua ajuda? Vou até anotar aqui para falar com o monitor que te deu detenção. Quem foi o monitor em especifico e quem são os envolvidos? Dependendo podemos até ter um pouco de sorte.
Sabe que sou a primeira a dar bronca quando as coisas vão errado, né? Porém também sei dar apoio, está bem? Foi apenas um jogo. Vocês vão conseguir se recuperar. Não tem motivo para ficar se martirizando desse jeito.
autumndolohov:
Hm…Você por um acaso é a Mafalda?
É que meu primo, o Antonin, ele pediu para procurar você sobre um assunto.
One and Only.
O que eu posso fazer por você hoje?
You’re not the big fish in the pond | Effie&Carlotta (Flashback)
Ser monitora muitas vezes implicava em estar fadada a passar algumas horas que poderiam ser dedicadas a estudos ou simplesmente dormir eram gastas apenas indo atrás de alunos que claramente não entendiam o conceito de regras. Naquela altura do campeonato a maioria de alunos ainda cometiam os mesmos erros não entendo que o número de detenções não deveria ser algo que se orgulhava. Claro, nem todos eram assim. Muitos gostavam de exibir o número de detenções e como era mais divertidos. Tudo soava bem estupido na cabeça de Hopkirk. Por que as pessoas agiam daquela forma? Por conta disso Effie tinha que gastar sua noite procurando pelos corredores aquele tipo de pessoa. A garota ajeitara seus cabelo loiro para trás da capa de monitoria. Algumas vezes Effie conseguia ser incrivelmente fútil, e mesmo cansada ela estava pronta para que se encontrasse alguém estaria impecável. Não que ela estivesse procurando alguém, mas ela gostava de sempre poder olhar para qualquer um como se estivesse em seu melhor estado.
Já havia dado voltas e mais voltas pelos confusos corredores de Hogwarts, e mesmo já tendo decorado os horários e sabendo exatamente por onde ia não poderia deixar de que um pouco de adrenalina passasse por seu corpo a cada corredor vazio que passava. Também era uma mistura de nostalgia, por mais que sempre tivesse bem claro em sua mente o sonho de trabalhar no Ministério, ela não queria deixar Hogwarts. Provavelmente ninguém gostaria. Hogwarts tinha um jeito de entrar no coração de cada aluno que até mesmo o mais introvertido poderia sentir falta do castelo. Nunca esperava sentir-se daquela forma. Hogwarts era só um meio para alcançar seu objetivo que era sem dúvidas o grande Ministério da Magia, e agora via-se ponderando em como sobreviveria sem Hogwarts. Effie sempre fora muito segura, e talvez nunca tivesse realmente aproveitado o melhor do castelo. Não que ela não fosse a festas, ou se divertisse. Ela o fazia. Mas muitas vezes ela sempre colocou o dever acima da diversão. Sempre colocou seus objetivos na frente de qualquer outra atividade, e tudo teria valido a pena?
A garota tinha certeza que por conta de seus amigos e colegas de casa havia valido a pena. Ela não os trocaria por ninguém. Sem contar que os amava acima de tudo, mas fora eles Effie nunca entrara muito em colaboração para entender as outras casas. Por mais que sempre falasse que ela não faria o tipo para a Hufflepuff, coisa que ela sempre teve o prazer de esclarecer para todos, pois sempre tivera muito orgulho de sua casa. A situação da mesma em pontos fazia a garota ficar extremamente irritada, e por isso estava fazendo uma segunda patrulha. Ela estava exigindo o melhor de todos os seus colegas, então deveria exigir o melhor de si também. Afinal não era justo somente cobrar dos outros, e cometer erros. Ela não tinha tempo para cometer erros. Não poderia cometer erros, não agora que estava tão perto de se formar. Ela faria o possível e o impossível para sua casa ganhar a taça.
Acabou entrando em uma sala entre aberta, pois não lembrava-se de ter visto a sala aberta em sua ultima inspeção. Colocou a varinha em punhos, pois nunca sabia o que estava acontecendo. Pode sentir um cheiro mais agradável como se fosse de incenso e uma fumaça o que era extremamente confuso. “Alguém aí? Eu sei que tem. Já se passou o horário de recolher. Vamos saia para anotar seu nome.” Reclamou baixo, enquanto tentava achar alguém em meio a fumaça do ambiente.
You're like a drug that's killing me | Holohov (Flashback)
O trauma de insetos de Effie o fazia pensar se todos tinham um pânico daquele, e se ele próprio não tinha algum escondido. Antonin não sentia medo de absolutamente nada. Sabia que isso não era o normal e sabia que isso significava uma coisa apenas: ele não tinha nada a perder. Não tinha porque temer o escuro da floresta, ou insetos, ou a profundidade do lago negro. Porque se algum deles viesse a prejudicá-lo, viesse a matá-lo… Ele sabia que não tinha nada a perder, nada pelo qual viver - Ah, sim, eu me lembro da história trágica, vou poupá-la de contar novamente.
- Easy, Effie. I was just joking - Disse calmamente, a expressão de diversão diante do descontentamento dela. Na realidade, Antonin não era lá muito piadista, ainda que valorizasse diversão acima de tudo. Seu senso de humor não era muito parecido com o de seus colegas, e preferia deixar esse lado apenas para Amycus, Evan e Nicolai - Então estou fazendo uma fama de que escapo da detenção? Bem, o que posso dizer? É um dom e um privilégio sempre ser pego por você, afinal - Deu de ombros, sorrindo novamente - Coisas estranhas não me incomodam, acho que as piores coisas de verdade estão dentro do castelo, e no caso, são a maioria dos nossos colegas. Não me leve a mal, é claro - Disse logo em seguida, assumindo sua encenação com Effie - Mas é difícil achar outras pessoas como você.
Não parecia ser algo tão estranho estar ali com Antonin. Por mais que ela tivesse jurado a si mesma não cometer mais erros. Ela havia tomado já o primeiro passo quando negou o beijo a Marlus, e o deixou sozinho. Ela deveria ter aprendido a lição ali e seguido com ela. Só que era difícil para Effie, ainda mais quando tinha Antonin querendo se aproximar. Como se quando ela estivesse pronta para mudar algo a puxasse para baixo novamente. De toda forma ela ainda estava tentando se manter coerente. Ele havia ajudado ela. Estava devendo aquilo a ele. No minimo. Era o certo a se fazer agindo daquela forma. Saber que o mesmo prestara atenção na história que ela contara era uma estranheza. Não pensava que ele era do tipo que prestava atenção realmente em suas palavras. “Obrigada. Não é algo que eu fique muito feliz de ser lembrada.”
Quando o mesmo anunciou que era brincadeira, Effie tentou relaxar um pouco. Deixando um sorriso mais calmo aparecer em seu rosto. Ela não entendia o tipo de humor que o Slytherin possuía, e ela não gostava de comentários sobre sua casa. “Não dá para brincar sobre a Huffle. I have Huffle Pride.” Com as mãos no quadril fazendo bico sobre o que discutia. Depois relaxou e deu um sorriso mais sincero. Algumas vezes poderia ser exagerado o quanto Effie realmente lutava pela casa, mas ela era louca por sua casa. Faria qualquer coisa por seus colegas e para ver a Huffle sempre em primeiro lugar. “Sabe que essa fama está me matando? Estou pensando em acabar tudo isso. Serei uma monitora modelo assim como eu era antes. Nada de escapar só por causa desse sorrisinho.” Deu uma piscada, mas ainda assim tinha aquele pensamento já a um tempo sobre o que faria dali em diante. “Não gosto de coisas estranhas. Sou alguém bem racional, e que gosto que tudo seja muito bem explicado. Não sei sobre as pessoas. Ainda temos algumas marcas do último Halloween, mas espero que para esse ano algumas coisas estejam melhor. Ou pelo menos mais seguras, mas acho que não preciso me preocupar se estiver lá, certo?” Ela gostava de brincar um pouco com o menino mesmo que ele dissesse que não era um herói ela sentia segura perto dele. “Eu sei. Sou uma pessoa extraordinária. Não ouviu que as pessoas tem inveja de mim por causa disso? É muito difícil ser eu.” Terminou levando as mãos até o busto e fazendo a melhor cena possível como que via em filmes. Ela não era assim, mas era muito mais para o lado cômico do que ela imaginava.
[Small Para] Let's remove the space between me and you // Hopkinnon
Marlus se controlava para não rir do discurso de Mafalda. Se sua relação com sua gêmea ficasse afetada por suas escolhas como a de se encontrar às escondidas com a lufana, nem teria começado a se envolver enquanto tivesse a chance. Marlene não gostava, era verdade, mas impedia de se meter, pois sabia que não haveria nada sério, pelo menos não da parte do rapaz. Era capaz de fazer praticamente tudo pela gêmea, mas também não queria dizer que a escutava sempre que reclamava das atitudes dele. O desagrado das duas, pelo seu ponto de vista, era ridículo e perca de tempo. Mafalda, em questão, parecia se desagradar bastante que Marlene pudesse ter mais voz que ela própria. Se havia tido uma escolha ruim naquela noite foi ter citado o nome de sua irmã e estragado a diversão. “Eu não vejo como eu fiz uma escolha ruim. Antes de você começar o drama, estávamos nos divertindo, não pode negar isto. Eu não falei com ela por você, por favor. Marlene comenta praticamente tudo comigo, é impossível que eu não soubesse do desagrado de uma com a outra e muito menos não escutasse a reclamando sobre minhas escolhas questionáveis. Se disse o que disse foi porque eu quis, numa conversa normal quando o tópico surgiu. Cansada do que, uh?” Quando se tratava de garotas, conseguia ser insensível e não se importar com os estragos que poderia deixar, mesmo que evitasse quaisquer problemas futuros. Porém lhe incomodava que Mafalda parecesse chateada com a situação — não, não havia sentimentos amorosos pela loira, apenas esse incomodo. Talvez ele houvesse se importado com a lufana mais do que se deu conta, não o suficiente para querê-la mais do que os encontros noturnos. “Eu não contaria tanto com a sorte, Hogwarts tem a fama que nada passa despercebido por essas paredes. Há uma diferença quando pensamentos são alterados e são verídicos, é possível se encontrar falhas. Oh, claro. Porque eu me rebaixaria a tanto para te ferrar porque eu não recebi um beijo, bastante inteligente.” Terminou o discurso já passos de distância dela. Estava incomodado e levemente irritado com a situação e com as provocações de poder, o que lhe trouxe memórias de como tudo havia começado entre os dois, provocações. Uma sombra de sorriso passou pelo seu rosto e rapidamente virou-se para a loira, pegando-a novamente pela cintura e a trazendo para perto enquanto sua mão habilmente segurava seu pescoço. “Eu não preciso provar para ninguém que você não quis me beijar, aliás, porque eu sei que debaixo de todo seu orgulho inflado, você quer.” Marlus sabia que estava brincando com o fogo e esperava pelo tapa que provavelmente viria, mas não perderia a chance de provocá-la.
O que Mafalda tentava entender era como ela havia chegado nesse ponto. Já estava em seu último ano, e todos pareciam estar se resolvendo enquanto que ela parecia o contrário. Nos últimos anos ela sempre fizera questão de colocar seus estudos como prioridade e assim negar ou colocar como segundo plano qualquer interferência que ela pudesse ter com seu futuro. Algumas vezes ela escapava de seus planos quando decidia se divertir demais, mas ela sempre acabava se arrependendo no final. Por sua preferencia por alegrias passageiras, Effie sempre acabava sozinha no final da história. Era bom enquanto durava, mas e depois? Era difícil para Effie entender isso, mas todas as escolhas que fazia nunca pareciam ser suficientes e enquanto estava com Marlus naquele dia foi como se sua mente tivesse ficado bem claro quanto aquilo. Ela estava cansada daquele tipo de diversão. Estava cansada de garotos como Marlus. Ou Antonin. O mais próximo que ela teve de algo duradouro e que era saudável para ela havia sido Benjy e ainda assim eles haviam terminado. Mafalda não sabia qual era seu problema com relacionamentos. De toda forma já não estava se sentindo tão bem ali. Precisava arranjar alguma maneira de ir embora, mas sabia que não podia ser tão cruel com Marlus. Ele não merecia aquilo, pois a culpa não fora dele. Fora algo que ela acabou percebendo. Algo sobre ela que estava tentando esconder a muito tempo. Que agora estava claro o suficiente. Ela não queria mais ser o tipo de garota para se divertir durante a noite. “Isso foi um erro. Tudo que venho fazendo é errado. Eu não sou assim, e não quero ser assim. Você é um cara legal, está bem? Eu só não vou ser uma válvula de escape mais. Eu não sou esse tipo de garota, está bem?” Começou, mas sabia que estava sendo completamente injusta com o garoto. Ele não merecia aquele tipo de tratamento ou discurso, pois o que estavam fazendo não era errado. “Enfim, sobre a Marlene eu realmente prefiro não falar mais nada. Para ser sincera eu nem sei o porquê dela não gostar de mim. Olha, eu já tentei conversar com ela e nada deu certo. Então, não falarei sobre isso. Cansada de cometer o mesmo erro. Ah, eu deixo claro que o erro não é você e sim a situação.” Tentou explicar, e por fim soltou um suspiro. Onde ela estava se metendo? Por mais que aquilo parecesse errado era como se tivesse tirando um peso de suas costas. “Não vou mais discutir. Só esqueça tudo isso. Se quiser me ferrar é meu convidado para reportar tudo que aconteceu para os diretores de uma de nossas casas. Eu nem me importo mais. Sem contar que não acontecerá mais incidentes. Eu vou ser uma monitora melhor. Uma pessoa melhor.” Terminou, e tentou dar um sorriso ainda sincero para Marlus. Quando Marlus a aproximou novamente, Effie sabia que essa era sua prova. Esse era o momento em que ou ela voltava a cometer os mesmos erros ou ela seguia dizendo o que pensava. Delicadamente ela removeu as mãos de Marlus de si, e se afastou um pouco novamente. “Eu disse que não farei mais isso. Desculpe.” Começou a se ajeitar novamente para poder sair dali, enquanto ainda tinha coragem para tomar a decisão mais sensata.
Já temos muitos policiais ruins, Effie, seu charme é ser a policial boa e… Então se eu prometer que foi a última vez, e te contar alguma coisa sobre mim, eu ganho a chance de ser liberto dessa detenção? E sobre o dia que ajudei você: eu não cobro favores, Effie, pelo menos não de garotas bonitas e inteligentes como você, não se preocupe.
Meu charme de ser a policial boa infelizmente acabou. Já te disse que estão querendo minha cabeça? Eu estou dando um discurso com quase todos os alunos sobre comportamento. Seria completamente hipócrita da minha parte te liberar depois de fazer isso com todos eles. Minha palavra final. Por favor, entenda o meu lado. Aposto que uma detençãozinha não vai te fazer tão mal. Sem contar que eu posso ajudar. Eu falo que fico encarregada e podemos conversar.
Veja bem, Hopkirk, eu nunca me importei com trabalho em time. Você mais do que ninguém sabe quantos pontos e detenções já tomei durante esses dois anos que você esteve como monitora. E perceba que agora eu tenho melhorado. É um esforço que eu estou fazendo se eu nem realmente me importo. Sabe porque? Eu não vou ser um jogador profissional. Carregar o título de Copa das Casas não vai definir a droga do meu futuro. Eu não tenho isso de consciência que você espera que eu tenha, desculpe desapontá-la. Como eu disse no começo, eu estou cuidando dos meus próprios problemas. Eu aprecio se você puder parar de sempre vir para cima de mim com seus discursos sobre coletividade e eu tento sair do seu caminho. Ou da casa. Tanto faz. Deal?
Então tem que aprender. Por fazer parte do time todos estão contando com você assim como todos estão lá também para ajudar uns aos outros. Então cut the crap, okay? Você percebeu quantas vezes você falou eu no seu discurso? Acho que essa noção que você tem que aprender. Somos uma casa, um time. Deixe de ser estupido, e veja que suas ações tem efeitos em todos nós. Você não se importar, mas nós sim. Eu não vou parar de dar o discurso de coletividade. Eu vou fazê-lo até entrar nessa sua cabeça dura que independente do que você estiver passando estamos aqui. I’m sorry, but you’re stuck with me.
Ouch. A ruína da Copa das Casas e da Copa de Quadribol estão exatamente nas minhas mãos? Que mancada minha.
Eu pensei que o batedor não tivesse como ser artilheiro e assim conseguir liderança dentro do jogo. Nem como lidar com a Gole e o Pomo de Ouro ao mesmo tempo. Que eu me lembre, nenhum dos jogadores da Lufa-Lufa sofreram com ataques das goles durante os treinos, mesmo com as minhas distrações, e os jogos anteriores. Eu e a Professora Sprout nos entendemos muito bem, assim como não perco meus pontos por chegar em cima da hora. Também não perdi nenhum ponto graças às minhas saídas como bem me lembro. Se alguém tem que aceitar erros, é você, querida monitora prudente. Pelo que eu me lembre, ninguém fiz propaganda de bom garoto que não tem erros. Minha lista de detenções está aí para comprovar. Oh. Eu devo pedir desculpas por não ser um lunático por controle e por querer ganhar as copas das casas? Existem prioridades na minha vida, Hopkirk e ganhar nesse caso não é uma delas.
Deixe de drama. Estou fazendo esse discurso com quase todo mundo algo como conceitualização, mas nem todo mundo é cabeça dura e vai se vitimizar como você está fazendo.
Todo mundo é importante. Desde um batedor até mesmo a alguém que nem está no time. Era isso que eu queria dizer. Todos nós temos nossa obrigação como lufanos de ajudar nossa casa. Tem que ver a balança que você pode ser um ótimo jogar, e ainda assim uma péssima pessoa. Do que adianta você jogar como um profissional se tiver uma atitude medíocre? Estou falando aqui de todos melhorarmos. Se você se garante em sua posição pode muito bem ajudar um colega em outra. É por isso que se chama time. Não estou muito afim de discutir ainda mais com meus próprios colegas de casa. Deixarei que sua própria consciência te lembre o que está fazendo. Afinal meu dever aqui é só avisar. Só peço que maneire está bem? Não podemos dar ao luxo de perder ponto nenhum. Pode não ser sua prioridade, mas como algo coletivo deve levar em consideração seus colegas e nós amaríamos ganhar uma das taças. Bem, era isso que eu queria dizer.
Nem vem com essa Effie. Certeza que só quer fazer isso, pois queria sua foto lá, pensa que eu não sei? Mas saiba que dessa vez é meu momento, e minha foto está muito bem colocada. Levarei isso como um elogio, ok?
Eu sei que a unica razão para você ter ganhado é por vivermos em uma sociedade machista, e que iam te elogiar primeiro. Brincadeiras a parte, eu quis dar um parabéns, está bem?
Se me permite levantar um culpado pela falta de pontos, eu acho que esse seria seu time de Quadribol. Eu soube Emma tem os feito suar bastante, como ela diz. Eu sou só um rostinho bonitinho, então?
Come on, let’s relieve this pressure. Uma caminhada depois do horário não vai te matar. E você sempre pode alegar que está me levando pra assinar meu nome no seu caderninho ou alguma mentira sofisticada que sabemos que você pode contar.
Não vou levantar mais culpados. Vou tentar me policiar mais, e isso significa passar menos a mão na cabeça de algumas pessoas. Então acabou as fugidas noturnas. Eu não conheço quase nada sobre você, então o julgamento ainda é precário.
Já disse, não adianta tentar nenhum sorrisinho. Mesmo tendo me ajudado no outro dia, não posso mais aliviar. Sou oficialmente a policial ruim agora.
Eu gostaria de saber como alguém criado sem quaisquer mimos e até mesmo sem pais poderia ser tornar uma criança mimada. Como o previsto, sua sensatez de discernir como bem quiser está bastante equivocada. E o que você sabe sobre questionar autoridade do meu capitão? Minhas conversas com Diggory são totalmente informais e livres de seriedade. Se você não estivesse ocupada com suas próprias saídas, teria percebido que a única a perceber onde me meto é você própria. E, bem, tem a Bones. Diferentemente de você, ela sabe muito bem que minhas transgressões se limitam a uma biblioteca calma e escura. O que eu não posso dizer o mesmo da tão prudente monitora da Lufa-Lufa.
Olha você é o exemplo de criança mimada, uma bela exceção a regra. Ou apenas é um mimado ignorante que se acha o engraçadinho. Eu sei o que vejo, e isso reflete e muito nas suas ações em campo. Por que se você acha que está tudo bem é só olhar os últimos jogas e a pontuação de nossa casa. Se você não pode ser adulto o suficiente para ter uma conversa séria sugiro que volte para o primeiro ano, pois vão te aceitar lá sem problema algum. Se eu percebo qualquer outro monitor pode perceber, está bem? Aceite seus erros. Ninguém é perfeito aqui. Eu estou fazendo meu trabalho de te notificar, mas se quiser posso levar isso para pessoas mais bem preparadas para conversar sobre saídas e nossos pontos. Uma vez que claramente não quer ouvir isso de mim. Desculpe, mas alguém tem que fazer o papel de bad cop aqui.
Effie, como assim? Não pode começar a me colocar em detenções assim de repente, eu preciso de um aviso de antemão pra essas coisas.
Só mais essa, come on.
Sinto muito, mas é mais forte do que eu. Já viu a situação da minha casa. Não posso deixar que você escape dessa só porque tem um rostinho bonito.
Estou sob pressão aqui.
Infelizmente, Antonin, estou com uma politica de não deixar ninguém passar. Terei que escrever seu nome no caderninho negro.