Erros e aprendizados de Michael Arndt ao escrever Toy Story 3.
Vale assistir tudo, mas se você estiver com muita pressa ou quiser apenas uma revisão, assista os cinco minutos finais.
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Erros e aprendizados de Michael Arndt ao escrever Toy Story 3.
Vale assistir tudo, mas se você estiver com muita pressa ou quiser apenas uma revisão, assista os cinco minutos finais.
Os 15 beats de Blake Snyder
https://ficcao.emtopicos.com/2019/05/estrutura-enredo-historia/
Story Spine, de Kenn Adams
Conheça as convenções de padrões de enredo recorrentes que podem ajudar você a pensar sobre o perfil do protagonista, a linha de ação e os principais conflitos da sua história.
Dez categorias de gêneros de Blake Snyder
Blake Snyder, roteirista e autor escreveu o guia Save the Cat (Salve o Gato), um dos manuais que estudei durante minha especialização em roteiro. Snyde
O termo “arquétipo” tem suas origens na Grécia antiga, as palavras raiz são archein que significa “original ou velho” e typos que significa “padrão, modelo ou tipo”, o significado combinado é “padrão original” do qual todas as outras pessoas similares, objetos ou conceitos são derivados, copiados, modelados, ou emulados.
Duas coisas sobre arco dramático
Por Kurt Vonnegut: http://www.sfcenter.ku.edu/Workshop-stuff/Kurt-Vonnegut-Explains-Drama.htm
Por Jacek Wesołowski: https://www.gamasutra.com/view/feature/4032/beyond_pacing_games_arent_.php?print=1
Essa é uma dica de escrita que possui várias finalidades em uma história -- estabelecer conceitos que serão utilizados no futuro, foreshadow (termo famosamente ilustrado pela arma de Chekhov), criar suspense, dar pistas falsas, aumentar conflito, adicionar subtramas, insinuar eventos e informações importantes, dentre outros.
Algumas dicas importantes na hora de escrever estórias curtas
Dicas da Revista Grafia
Passo a passo da estrutura de 5 pontos de virada
Os aprendizados e conselhos para uma boa história, por Andrew Stanton, roteirista de Toy Story, Procurando Nemo e Wall-E.
Escritor americano dá dicas de como escrever bem e com cadência. Um de seus conselhos virou um viral persistente na internet
Esta frase tem cinco palavras. Aqui há mais cinco palavras. Usar cinco palavras é legal. Mas várias juntas ficam monótonas. Escute o que está acontecendo. A leitura se torna tediosa. O som começa a zumbir. É como um disco riscado. O ouvido pede mais variedade.
Agora ouça. Vario o comprimento de cada frase, e crio música. Música. A escrita canta. Tem um ritmo agradável, uma cadência, uma harmonia. Uso frases curtas. E uso frases de comprimento intermediário. E às vezes, quando estou certo de que o leitor está descansado, o envolvo com uma frase de comprimento considerável, uma frase que arde com energia e que sobe com todo o ímpeto de um crescendo, do rufar de tambores, do choque dos címbalos – sons que dizem: ouça isto, é importante.
Portanto, escreva com uma combinação de frases curtas, médias e longas. Crie um som que agrade ao ouvido do leitor. Não escreva apenas palavras. Escreva música.
Traduzido pelo El País
Um conselho para novos escritores
Como o site original saiu do ar, trouxe para cá a tradução do texto, feita pela Natália Becattini:
Em seis segundos, você vai me odiar. Mas em seis meses, será um escritor melhor.
De agora em diante – pelo menos pelo próximo meio ano – você não poderá usar “verbos de pensamento”, incluindo: pensar, saber, entender, perceber, acreditar, querer, lembrar, imaginar, desejar e centenas de outros que você ama.
Essa lista também deve incluir: amar e odiar. E pode se estender a ser e ter, mas nós vamos chegar nesse mais tarde.
Até mais ou menos o Natal, você não poderá escrever: “Kenny se perguntou se Mônica não gostava que ele saísse à noite…”
Em vez disso, você terá de desmembrar isso em algo como: “Nas manhãs que se seguiam às noites em que Kenny estava fora depois do último ônibus, quando ele teria que pegar uma carona ou pagar por um carro para chegar em casa e encontrar Mônica fingindo dormir – porque ela nunca dormia daquela forma tão tranquila – naquelas manhãs, ela sempre colocava apenas sua xícara de café no micro-ondas. Nunca a dele.
Blog literário: resenhas, dicas, devaneios, críticas.
22 regras da Pixar para criar histórias
Dicas publicadas originalmente no twitter de Emma Coats (integrante da equipe de John Lasseter). Esta versão traduzida eu encontrei no blog Comunicadores.
1. Um personagem deve se tornar admirável pela sua tentativa, mais do que pelo seu sucesso.
2. É preciso manter em mente o que te cativa como se você fosse parte da público, e não pensar no que é divertido de fazer como escritor. As duas coisas podem ser bem diferentes.
3. A definição de um tema é importante, mas você só vai descobrir sobre o que realmente é a sua história, quando chegar ao fim dela. Então reescreva.
4. Era uma vez um/uma________. Todo dia,__________. Um dia, então__________. Por causa disso, __________. Por causa disso__________. Até que finalmente_______.
5. Simplifique. Tenha foco. Combine personagens. Não desvie do principal. Você sentirá como se estivesse perdendo material valioso, mas ficará mais livre.
6. No que os seus personagens são bons e o que os deixa confortáveis? Coloque-os no lado oposto a isso. Desafie-os. Como eles lidarão com essas situações?
7. Crie o final antes de saber como será o meio. Sério. Finais são difíceis, então adiante o seu trabalho.
8. Termine a sua história e deixe-a, mesmo que não seja perfeita. Siga em frente. Faça melhor da próxima vez.
9. Quando você tiver um “branco”, faça uma lista do que não irá acontecer no andamento da história. Muitas vezes, é assim que surge a idéia de como continuar ela.
10. Separe as histórias que você gosta. O que você vê de bom nelas é parte de você. É preciso identificar essas características, antes de usá-las.
11. Colocar no papel permite que você comece a consertar as falhas. Se deixar na sua cabeça até aparecer a idéia perfeita, você nunca compartilhará com ninguém.
12. Ignore a primeira coisa que vier a sua cabeça. E a segunda, terceira, quarta, quinta – Tire o óbvio do caminho. Surpreenda a si mesmo.
13. Dê opiniões aos seus personagens. Passivo/maleável pode parecer bom enquanto você escreve, mas é um veneno para o público.
14. Por que você precisa contar essa história? Qual é o combustível que queima dentro ddela, e do qual ela se alimenta? Esse é o coração da história.
15. Se você fosse o seu personagem, e estivesse na mesma situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade para situações inacreditáveis.
16. O que está em jogo? Nos dê uma razão para nos importarmos com o personagem. O que irá acontecer se ele fracassar? Coloque as probabilidades contra o sucesso.
17. Nenhum material é inútil. Se não está funcionando, largue de mão e siga em frente. Ele pode ser útil mais tarde.
18. Você deve saber a diferença entre dar o seu melhor e ser espalhafatoso. Histórias são para testar, não para refinar.
19. Coincidências que coloquem os personagens em problemas são ótimas; as que os colocam fora deles, são trapaça.
20. Exercício: Divida em pedaços um filme que você não gosta, e o reconstrua de forma que ele se torne um bom filme, na sua opinião.
21. Você deve se identificar com as situações e reações dos seus personagens, e não escrevê-las de qualquer forma. Você agiria da mesma maneira que eles?
22. O que é essencial na sua história? Qual a forma mais curta de contá-la? Se você souber a resposta, pode começar a construí-la a partir daí.
NitroDicas: O modo Criador e Editor e os 4 Tipos de Escritores!