Bom, eu gostaria de ouvir a verdade.
Você sempre me pergunta isso e eu nunca sei o que responder

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@imwillofanning
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Happy shitty birthday || @Willeigh || Will&Leigh
O tempo parecia não passar enquanto Leigh infiltrava-se nas conversas com as pessoas conhecidas ali. Normalmente, conversaria sem problemas, os assuntos surgiriam e fluiriam, mas naquela hora, ela parecia estar alienada demais para isso. Apenas sorria e assentia, bebericando em seu copo, uma lição que havia aprendido enquanto ainda era selecionada. Depois do que pareceu ser uma eternidade, ela conseguiu encontrar uma brecha par pedir licença e sair da roda de conversa com algumas mulheres, funcionárias do castelo, e assim procurar com o olhar por Will. Não o encontrou, achando estranho, mas então lembrou-se do quanto ele era ansioso, e foi direto aos jardins, com quase certeza de que ele estaria lá. Cuidou para que sua saída não fosse percebida, e pegando os dois presentes, esquivou-se corredores adentro até o local combinado. Devido à festa, grande parte dos guardas estavam em uma só sala, facilitando que Leigh atravessasse o castelo sem ser pega por um deles em ronda. Quando chegou aos jardins, sentiu o frio do ventos investirem contra sua pele, que imediatamente arrepiou-se. Brigou consigo mesma por não ter pego um casaco, ou ter feito um vestido de mangas compridas, mas agora não adiantaria lamentar. Assim que deu mais alguns passos, encontrou Will sentado em um banquinho, e foi até lá sorrateiramente, por trás. Contendo o riso em um sorriso, colocou cuidadosamente as embalagens ao lado do banco, tapando os olhos do garoto. — Pronto pra segunda parte da surpresa? — perguntou, ela mesma ansiosa para ver a reação dele quanto aos presentes.
Sentou-se então ao lado dele, pegando o primeiro presente, o dela, e o entregando. Era pequeno e agora parecia tão insignificante que ela repreendeu-se mentalmente por não ter conseguido algo melhor. Pelo menos, se o dela não lhe fosse de muito contentamento, poderia dar o presente enviado pelos pais de Will e aí sim ver a verdadeira alegria em seus olhos. — É bem simples, na verdade… Quando eu estava pensando em algo, não queria nos comprometer, sabe, se alguém achasse suspeito… Não tive muito tempo para arranjar algo melhor depois que fui informada que estava fora… — ela contou, por impulso, gelando logo após. Não queria falar aquilo de forma tão brusca, afinal, quisessem ou não, aquilo tinha sim uma importância. Planejava dar notícia de sua eliminação de uma forma mais sutil, mas agora, havia estragado tudo… Outra vez. Torceu para que ele deixasse passar em branco, mesmo tendo quase certeza de que ele perguntaria algo. tentando distraí-lo, ofereceu a ele a embalagem que continha sua carta, a primeira declaração de amor, escrita ainda co sua caligrafia caprichada de garota, e que após anos e uma relação inteira, finalmente entregaria. Esperava de coração que aquilo significasse algo para ele, e que não lhe deixasse mal. Sempre significou tanto para ela, mas cada vez que lembrava-se da cartinha, tinha a sensação de não ter feito algo. Pois bem, quando entregasse a ele, esperava ter finalmente a sensação de dever cumprido…
Sentiu seus olhos sendo cobertos por duas mãos pequenas e macias e logo um sorriso se alastrou por seu rosto. "Não poderia estar mais pronto." Pegou o presente que a menina lhe entregava e abriu o envelope devagar, com medo de que fosse rasgar o papel que parecia um tanto quanto antigo. "O que... Leigh, o que é isso?" A menina lhe respondeu com palavras rápidas e que, de certa forma, não faziam muito sentido para o guarda. Ela estava fora... Estava fora do que? Will balançou a cabeça tentando expulsar de sua mente o súbito desejo de que a menina completasse a frase com "...da seleção" e continuou a encarar o envelope, porém não conseguiu fingir que não havia escutado, sua curiosidade era maior. "Está fora do que?"
Abriu a carta devagar, reconhecendo a caligrafia caprichada de Leigh imediatamente e passando seus olhos demoradamente por cada linha, enquanto absorvia suas palavras e sentimentos. Sabia, pela maneira como ela se dirigia a ele, que aquela carta havia sido escrita muito antes de os dois começarem a namorar, muito antes de Will sequer pensar que seu amor era correspondido e que estar com Leigh era uma real possibilidade. Um sorriso triste surgiu no canto de seu rosto, lembrando de todos aqueles momentos felizes que tiveram juntos e como todos os sentimentos dos dois eram tão verdadeiros e profundos... O que havia acontecido? Como tinha deixado Leigh ir embora?
Levantou seus olhos do papel e olhou para a selecionada. "Isso é... Nossa, eu não tenho palavras para descrever isso, Leigh, isso... Você me escreveu uma carta de amor?" Riu de maneira brincalhona, tentando provocá-la. "Não sabia que era tãaaao irresistível assim!" Apoiou a carta no colo, ainda com um sorriso travesso no rosto e estendeu seu braço até pegar o outro embrulho que estava ali, sem esperar que Leigh lhe entregasse. Abriu o embrulho rapidamente, e deixou um suspiro surpreso escapar por entre seus lábios. Conhecia aquele álbum, sua mãe já havia lhe mostrado uma única vez. Se aproximou ainda mais da menina e abriu o álbum entre os dois. "Acho que você também vai querer ver essas fotos." Disse enquanto virava a primeira página.
(Flashback of Will's birthday night) Sorry, I'm late. || Alicia&Will.
Passara segundos; minutos; mais. Após certo tempo, cansou-se de contar – e por ser incapaz de simplesmente não prestar atenção em algo, deixou de focar de sua mente para focar-se em sua audição –. Água; como o que poderia ser uma chuva reduzida. Um chuveiro. Pôs-se a concentrar no som, aproveitando a situação para recuperar-se do momento anterior. Ainda que ofegante, não se permitiu sair do lugar. Começara errado, entrando no quarto de Will sem cerimônias antes e, enfim, sequer tinha coragem de voltar porta afora. Covarde, quase foi capaz de dizê-lo em voz alta. Fraca, a lista seguia por si só, seguindo a bela tortura psicológica que fazia constantemente consigo mesma desde tempos não tão longínquos, de modo a suscitar em si mesma apenas o sentimento de continuar.
Implícita em seu próprio alarido silencioso, demorou excessivamente mais que o normal para assimilar a presença a mais no cômodo até que a luz fosse enfim acesa. Ao acontecer, automaticamente, as coisas se acertaram mais rápido que o necessário. Obrigou-se a reprimir o próprio humor pérfido em algum canto obscuro de sua própria consciência. Will estava de toalha. Se sentia-se culpada pela falta de modos ou até mesmo de coragem, anteriormente, agora culpava-se por não ser capaz de estar envergonhada com a situação. Em seu âmago, não poderia mentir: Até gostara da cena. De qualquer modo, logo, o garoto abandonou a cena. Seguindo o paradigma que deveria, voltou a própria balbúrdia interior após assentir ao vê-lo voltar ao banheiro. Sorriu. Doce, suave, ingênuo. O modo como sorria era pragmático, se se levava em conta a situação: Estava onde queria estar, com quem gostaria de estar. Apenas sorria. E se tivesse de definir tal sorriso em uma palavra, acreditou que não passaria de “genuíno”. Por um momento, quase foi capaz de ver a linha tênue de balbúrdia que surgira entre ambos desaparecer – como se a agora comum tempestade invisível que os separava, repentinamente, se tornasse uma brisa.
Isto, até ouvi-lo falar.
— O que está fazendo aqui? — Will perguntou. Soube claramente que sua intenção não era soar rude, ou quaisquer adjetivos sinônimos a este, mas não teve como evitar: O sorriso se diminuiu por conta própria, desfazendo até tornar-se uma simples comum expressão agradável de educação. Não era seu sorriso (aquele que já havia notado surgir involuntariamente apenas na presença de O’Fanning). Era, apenas, um sorriso qualquer.
— Eu… — Começou, procurando as palavras corretas a se dizer. Subitamente cansada de simplesmente pensar, apenas continuou falando. — Estava vindo ao seu quarto. Sei que deveria ter batido antes, ou ao menos confirmar se estava aqui, ou se estava aqui em condições de me ver. Ou se ao menos queria me ver. Mas eu, huh, fiquei assustada. Quer dizer… Os corredores, estavam vazios, e isso me assusta. Eu só… Eu fiquei assustada. — Completou, engolindo a seco e fechando os olhos ao balançar a cabeça, continuando ao notar que simplesmente não funcionava por instinto. — Mas, obviamente, o que quer saber é porque estou aqui. — Respirou fundo. — Desculpe. Eu só… É seu aniversário. Estive em uma reunião desde que abri os olhos esta manhã, mas, é seu aniversário. Eu não queria deixar passar em branco… E-e eu lembrei. É seu aniversário. — Repetiu, indicando com a cabeça a cesta em sua mão, como se dizer e representar fosse o suficiente para dar credibilidade ao o que já era fato.
A vontade do menino era dizer para Ali o quanto aquilo era desnecessário, que não haveria um dia em que não gostaria de vê-la, não haveria um dia em que não faria de tudo pare tê-la perto de si, mas, novamente, Will encontrava-se incapacitado de deixar tais palavras fluírem por entre seus lábios. Sabia que seu medo era um tanto quanto estúpido, que Ali não deixaria uma coisa como a profissão de O'Fanning ficar entre os dois, mas o guarda não conseguia esquecer isso e não conseguia parar de imaginar como o rei e a rainha ficariam de certa forma decepcionados se vissem os dois juntos. O guarda bobão que se apaixonou pela princesa. É, muito provável de dar certo.
Eu fiquei assustada. A simples frase não deixava de martelar a mente do guarda que tentava evitar com todas as suas forças a gigantesca vontade sempre crescente que tinha de protegê-la. Tentava se convencer de que aquilo nada mais era do que seu dever como guarda, que tal vontade não teria, de certa forma, segundas intenções, mas atualmente esse pensamento apenas o deixava ainda mais cabisbaixo. Não adiantava mais negar a verdade para si mesmo, mesmo que fosse incapaz de dizê-la em voz alta, mesmo que fosse incapaz de compartilhar a ideia com mais alguém, mesmo que soubesse o quanto ele ficava óbvio enquanto escutava a menina falando e um sorriso ia surgindo no próprio rosto.
Ela tinha lembrado. Alicia tinha lembrado de seu aniversário e isso era mais importante do que metade das outras pessoas que estiveram em sua festa surpresa. Olhou para a cesta enquanto tentava conter sua animação "Estamos indo fazer um piquenique?" perguntou e estendeu a mão para a cesta, não querendo que a menina carregasse o peso, e foi aí que percebeu que provavelmente deveria dar uma resposta coerente para tudo aquilo que ela havia dito antes, então falou apenas aquilo que já tinha ensaiado em sua cabeça nesse meio tempo, nada mais do que palavras um tanto quanto vazias e sem sentimentos reais, ou, pelo menos, desprovida de sentimentos profundos. "Obrigado por lembrar, é realmente importante para mim, Ali, entendo seus deveres como princesa e o por quê de seu atraso, mas realmente estou muito satisfeito por estar aqui agora." forçou um sorriso educado enquanto escondia a verdadeira alegria que o invadia. "E você sabe que poderia ter pedido à um guarda que viesse me chamar, não deveria ter vindo até aqui sozinha se tem medo."
Eu fiquei perto do quarto dela uma vez, ela perguntou sobre você.. — Assentiu de leve com a cabeça. — Pelo que observei ser da nobreza deixa as pessoas muito estressadas, não me surpreende o príncipe precisar de alguém nessas horas. Bom.. Ainda não, estou sendo educado, precisamos ser assim, não é?
Ah, é, esqueci de avisá-la sobre a troca das rondas e explicar por que não ficaria mais de guarda por ali...
E é exatamente por isso que eu nunca daria certo como um nobre. –– Fingiu pensar por um momento –– Sim, deveríamos ser educados, mas com o tempo você vai ver que elas podem conseguir te deixar irritados com uma certa facilidade.
I’ve said goodbye set it all on fire Gotta let it go, just let it go…
Acho que nunca serei capaz de entender como uma pessoa pode saber tocar um instrumento tão bem.
Isso foi incrível, Ronnie.
–– Revirou os olhos –– Cala a boca, Will! Parece que você não consegue ser menos irritante! Mas como vai manter o cachorro no castelo? Não precisaria da permissão do Charles?
–– Revirou os olhos –– Eu tenho meus planos. Que tipo de pessoa Charles seria se não me deixasse ficar com Sherlock? Ele é a coisa mais linda que já vi!
Bom, e você poderia me ajudar a convencê-lo, obviamente...
Ela fica bonita de batom vermelho. — Deu de ombros. — Eu estou mais por aqui, perto das selecionadas.. Não sei por quanto tempo. E você? Por onde tem ficado?
Eu sei, mas... Na verdade não sabia que você já tinha conversado com ela. –– Deu de ombros também –– Tenho ficado mais perto do quarto do príncipe, Charles tem tido alguns problemas e precisava da ajuda de um amigo... Agora me diga, já perdeu a paciência com as meninas? –– Riu.
Aaah, Bella? Não era aquela selecionada que foi embora do castelo? Acho que me lembro dela vagamente… E cala a boca você! Sabe quanto trabalho eu tive pra fazer aquilo? Sabe quantas pessoas tive que subornar, seu mal agradecido?!
Haha, que engraçadinha, você sabe muito bem quem é a Bella, pare de se fingir de desentendida. –– Começou a rir –– Ok, ok, me desculpe, mas é que um cachorro é tão fofinho enquanto tudo o que um bolo pode fazer é ser comido... E ok, no nosso caso, ser jogado nas caras uns dos outros.
Parece que alguém é amante de detetives, huh? Sherlock é um clássico, confesso que já li todos e quase larguei tudo para procurar casos como os que ele recebe. — soltou uma risada anasalada e aninhou o animal em seus braços — Vai ser um pai orgulhoso, Will. O único problema vai ser se ele pular em um dos guardas carrancudos que trabalham com você ou em alguma selecionada, sabe, nem todos eles tem a mesma perspectiva de que esse animais são os mais adoráveis do mundo.
Exatamente! Bom, eu não sou muito fã de livros, mas se tem algo que me encanta, são livros de mistério, algo relacionado à detetives, sabe como é, livros que te fazem pensar...
E eu sei, estou preocupado com isso também, mas espero conseguir treiná-lo bem antes de poder realmente começar a caminhar com ele pelo castelo...
Estou com um pouco de sono, deve ser por isso que agi estranho, desculpe.. Na sua bochecha, uma marca de beijo.
Tudo bem.
Marca de b... Zoey. Aquela menina tem que parar de usar batom vermelho, sério. –– Revirou os olhos –– Por onde tem andado, Max? Faz séculos que não te vejo por aqui.
Tem um pouco de.. Desculpa, eu não devia me aproximar tanto, não é?
Não, com certeza não, cara.
Tá, isso foi estranho. Onde está sujo?
Um pouco de baba não vai matar ninguém, ainda mais se for dessa coisinha fofa. — acariciou o filhote — Ele já tem nome? Vai se parecer com um lobo depois de grande, será engraçado de ver a cena dele correndo pelo jardim.
Sherlock, você sabe, por causa daqueles livros antigos sobre o detetive...
E vai ser como um lobo dourado... Wow, vai ser incrível.
Passo o máximo de tempo possível, e um lugar tranquilo pra ler e desenhar.
Você desenha? Sério? Será que poderia me mostrar alguns desses desenhos algum dia?
Ai meu deus, quem foi a pessoa sem noção que pensou que você seria capaz de cuidar de um cachorro?
Cala a boca, Zoey.
E foi a Bella, ela me deu de aniversário. Ele é lindo, não é? Muito melhor do que um bolo de chocolate mal feito...
Isso. O prazer é todo meu, William. Tem problema se eu te chamar assim? Nunca sei essas regras direito e não quero te causar problemas.
Will, William, O'Fanning... Na verdade você pode me chamar de basicamente qualquer coisa, não é como se eu pudesse fazer algo contra.
Que coisa mais fofa! Will, onde você achou ele?
Bella me deu de aniversário alguns dias antes de deixar o castelo.
Quer fazer carinho?
amy você é um amorzinho s2
AWWWWWN eu sei, a ju e a phys dizem isso com muita frequência, é um pouco irritante, aquelas duas não conseguem me amar mais, socorro
Brigada! Que fofa você, nony <3333