She came in through the window, spinnin' round and round, this is how I wanna feel and the sound fills my soul like a sun shining through my window. let it flow through my veins, this is my religion. I'll put the needle down, the sky is a landfill, oh, it spits us to the ground until we burst in through a stereo.
chyou "autumn" liu, 36, writer
* ✕ 。 • — você não ficou sabendo? Chyou “Autumn” Liu acabou de chegar em SG, vamos ser sinceros ela se parece muito com Ni Ni. você sabe, aquela que tem 36 anos e é conhecida por escritora? eu fiquei sabendo que ela pode ser disposta, criativa e atenciosa, mas também cínica, escapista e impaciente. só me pergunto o que o futuro reserva para ela.
Mora em Londres, cidade em que nasceu, mas passa muito tempo, muito tempo em SG, principalmente quando está trabalhando ou só quando quer passar algum tempo longe do caos de sua cidade natal
Sua “cabana” é na base dos alpes, mais afastada do centro, porque gosta do sossego para escrever, entretanto não é difícil encontrá-la andando por SG! Não importa se comprando algo que precisa, encarando vitrines das lojinhas, ou só batendo perna pela cidade.
É escritora de livros de romance, adora escrever sobre as próprias aventuras amorosas, a própria Taylor Swift da indústria. Também adora escrever a dos outros com twists pra deixar cada narração com carinha de nova, então, sério, quem quiser, ela AMA conversar!
Tem quatro cachorros (Baxter, Echo, Lucy e Elsa), e não vai pra lugar nenhum sem eles! Se pudesse carregava todos numa bolsinha, mas fisicamente é incapaz de fazê-lo, são os filhos que ela nunca teve.
Adotou Autumn, o significado do seu nome, como apelido pra quando as pessoas não entendem seu nome ou tem dificuldade para pronunciá-los.
Connections (qualquer gênero/idade a não ser que especificado):
melhores amigos sazonais: quando Chyou volta é como se a amizade com MUSE A tivesse dado pausa, a dupla não acha difícil retomar de onde pararam, e também não precisam de muito contato em momentos distantes pra fazer acontecer.
hora do chá: como uma boa inglesa, as cinco horas da tarde, Chyou tem em mãos uma boa xícara de chá e MUSE B ao seu lado, ao menos duas vezes na semana, na varanda da sua casa, na sala de estar de B, ou no café da cidade.
ex que terminaram mal: meses após o término, MUSE C encontrou um livro assinado por um nome bem conhecido pessoalmente. A sinopse era muito familiar, mas o conteúdo apresentado nem tanto, o que fez com que elu confrontasse Chyou sobre.
under her wing (para chars mais novos): de algum jeito, Chyou colocou as mãos nos rascunhos de ARTEMIS WAYLAND, encantada com o que viu, a escritora tenta fazer com que o/a/e jovem siga o mesmo caminho que ela, tentar encorajar de toda forma.
parceiros de caminhada: assim como Chyou, MUSE E adora as paisagens que só SG pode oferecer, ou de repente só realmente precisa fazer algum tipo de exercício. Começaram sem querer, todo dia tomavam a mesma rota, e por que não tornar a ‘tortura’ menos agonizante?
Após sair de casa para dar um passeio com bartalo, victoire aguardava pacientemente a sua vez na fila do mercadinho mais próximo. com as mãos cheias de sacolas e pouco espaço para correr, ela mal teve tempo de agir quando notou que o dobermann havia se desprendido da coleira e corria para longe dali. “bart! espera!” ela gritou, largando as sacolas de compras no lugar onde estava e partindo a correr atrás do cão, até vê-lo se aproximar de outra figura do outro lado da rua. “calminha garoto, eu já te peguei…” disse ela enquanto se aproximava devagar, com a coleira em mãos. obviamente não tinha o pego, ainda, masera uma forma de acalmar o cachorro. depois de cruzar a rua, foi só então que voltou seu olhar para a pessoa ao lado do cão, tentando se desculpar pela fuga do bicho. “eu não sei como é que isso aconteceu… mas não precisa se preocupar, ele é manso.” deu um pequeno sorriso, tentando acalma-lx.
sem chá na cabana, e sem previsão pra voltar pra sua terra natal pra comprar sua marca favorita em sua loja favorita, chyou recorria diariamente ao café local. ou talvez fosse só uma boa desculpa pra não ter trabalho nenhum, podia passear com os cachorros, até deixá-los no pet shop pra a uma rápida tosa como tinha feito hoje, olhar um pouco o movimento da cidade e encontrar alguns amigos. estava tão distraída com seus papéis que só percebeu a presença do cachorro alheio quando a outra gritou. “ah, tudo bem.” sorriu de canto, sabia bem como era perder o controle de um dos bichinhos e ter que correr atrás dele na rua pra não empatizar com a mulher. “ele é mansinho? posso alisar?”
Moonsik sentia que podia passar horas olhando para Chyou e ainda assim não seria o suficiente. Seus olhos anuviaram ao lembrar dos últimos anos e nas escolhas que tomou acreditando estar certo, estar se priorizando.
— Resposta vaga dá margem para interpretação e eu gostaria de interpretar vários meios de recuperar, não, melhor. — apoiou as mãos no sofá e se acomodou melhor. — Construir uma outra história, mesmo a escritora aqui sendo você.
Sua atenção foi roubada pelo colar e pelos próprios pensamentos. Sabia bem a quais comportamentos ela se referia, ao menos aos seus. Ele sempre foi viciado em trabalho, competir e ganhar. Quando tocou o delicado pingente, teve medo de quebrar como fez com o compromisso que assumira com ela anos atrás, teria sido melhor se fosse uma traição? Não se sentiria tão péssimo quanto agora? Ela ainda o queria, ele sempre a quis.
— Agora eu entendo. — respondeu, ser vago naquela noite não serviria para eles. Ela precisava de mais e ele precisava dela. Moonsik era um bobo apaixonado em sua presença, seu olhar denunciava sua veneração e isso, no passado, o fez se julgar fraco. Hoje, ele tinha outra ideia. — Eu quero te amar, mentalmente, fisicamente, você nomeie. I just want to be yours. — engoliu em seco ao final da frase, o cordão deslizando por seus dedos brilhando com a luz do teto e a pele dela próxima demais dos seus dedos. — Isso é o que eu quero fazer. Não pensei nos erros, ao menos, tentei não pensar. Eu desliguei meu telefone, eu não vou pensar em trabalho enquanto estiver assim, tão perto. — e realmente, agora ele estava perto demais e nem sabia quando havia diminuído aquela distância. — Esse foi meu maior erro, mas não me faça repetir eles em voz alta, não quero atrair eles de volta aos meus pesadelos.
E assim ele a beijou, selando uma delicada promessa.
"também abre pra interpretações ruins.” apesar de usar um tom mais brincalhão e ameno, estreitou os olhos. não era um questionamento, ou um mau agouro, eram questões lógicas que precisavam ser levantadas para que a parte mais passional do relacionamento funcionasse desta vez, porque não suportava a ideia de não darem certo, e era mais incerto ainda de que pudesse repetir a mesma estratégia do passado de apagar o homem da sua vida por completo, fingir que ele não era nada além de um rascunho de capítulo, quando era um livro inteiro, não, era toda maldita coleção. “você gosta de evadir perguntas, não é?” riu baixo, tombando a cabeça pro lado. entendia que era um assunto difícil de conversar, não queria nem ter sido quem tinha puxado a conversa, mas alguém precisava, e não ia ficar empurrando para o último segundo. afinal, era daquilo que se tratava, fazer as coisas de um jeito diferente.
a mão de moonsik nem ao menos tinha tocado sua pele, e podia sentir a pele de sua nuca e clavícula se arrepiarem. deus, como era difícil manter o foco. “and there’s nothing else i want but for you to be mine and for me to be yours.” mas... precisava continuar batendo naquela tecla. “a gente precisa tentar se comprometer mais, fazer melhor.” sorriu de canto ao ouvir que o outro tinha desligado o telefone, era um começo, achava. mas... estarem divididos por tantos locais pelo globo gritava por muito mais. “não quero revivê-los, mas precisamos fazer alguns planos, não acha?”
não queria tocar no assunto de morarem juntos, afinal ainda estavam numa “fase de teste”. talvez prometer algumas viagens fosse o ideal, ou no mínimo saber por quanto tempo o homem pretendia ficar na cidade. ela mesmo vinha adiando voltar pra inglaterra há semanas, parecia até que sua primeira moradia era ali na base dos alpes e a casa de veraneio no centro de londres. a pergunta, no entanto, morreu no meio de sua garganta. o beijo a silenciou de uma forma inesperada e agradável. suas mãos seguraram ambos os lados do rosto do coreano delicadamente. o assunto deixado de lado em prol das palavras de moonsik, mas não totalmente esquecido.
❛ that is… literally illegal. you’re describing something illegal. ❜
“hardly...” junto as mãos em um pedido silencioso pra que a outra concordasse consigo. ok, talvez invadir uma casa alheia não era bem legal, mas se ela já tinha entrado lá uma vez convidada, por que não se convidar dessa vez? “eu tenho certeza que o cachorro só não tem mais forças pra latir. eles nem vão saber que a gente entrou lá, por favor. quer dizer, a gente vai encontrar um lugar melhor pra ele.” até ficaria se não fossem seus vizinhos, talvez deixar o animal na cidade ao lado fosse mais plausível. “mas tirando isso, nem vão notar, por favor.”
"as safe as you can be.” olhou pra @colleezn, sorrindo confiante ao levantar uma das mãos em um ‘legal’, conhecia o lugar bem, estava um pouco perdida? talvez os novos prédios a deixassem meio desorientada, mas as ruas ainda eram as mesmas. “don’t worry. i’ll get you there.”
- what your muse’s name is in mine’s phone
ciri (make her leave the house)
- what your muse’s picture is in mine’s phone
- what your muse’s ringtone is in mine’s phone
finesse by bruno mars
- my muse’s last text to your muse
{text}: tô chegando em 5 minutos?
{text}: no máximo 10
{text}: de quinze não passa, prometo
depois de tantos anos machucando os pés com as sapatilhas, o óbvio é que a bailarina buscasse por conforto. era o que analisava conforme experimentava alguns pares de sapato num ritual já conhecido pelos atendentes da loja — calçava, levantava-se, caminhava até o espelho e encarava o par, como se tentasse vê-lo de todos os ângulos possíveis. estava disposta a continuar se não fosse o reflexo da outra mulher no espelho. “ eu não duvido. “ até porque, sequer a conhecia, e imaginou que se realmente fosse um caso de furto alguém da loja agiria em relação ao ato. se ninguém se mexia, catalina não o faria, então apenas escutava a explicação sem maiores julgamentos. ” mas se vai levar os sapatos, recomendo que faça com pressa porque ela já saiu daqui há bons minutos. daqui a pouco volta. “
“será que dá tempo de eu passar no caixa antes dela voltar?” a coragem foi toda consumida no momento em que furtou o par da pilha alheia, quase como a terceira tinha feito em um momento de distração. “eu realmente gostei desses.” encarou o seu reflexo, embora não calçasse os sapatos, ele parecia perfeito para os trajes que vestia, e com toda certeza alguma outra roupa que tinha no armário, eram os últimos da loja, só podia mesmo ser um sinal! “e você já decidiu o que vai levar?” virou-se de volta para a mulher, depois de sorrateiramente entregar as sandálias para uma das atendentes, contando que ela fosse discreta para não levantar maiores suspeitas sobre o ‘desaparecimento’.
— Você não quer ouvir minha resposta honesta, ainda. — Respondeu ao se sentar, o braço dobrado descansando no sofá e o punho fechado dando apoio para o rosto descansar. — Ah… o futuro? Recuperar o tempo perdido. E você?
“why don’t you try me?” tombou a cabeça pro lado, os olhos atentos no rosto do outro. “é uma resposta bem vaga, não acha?” riu baixo, recuperar o tempo perdido era algo que desejava, mas que não um objetivo que alcançariam tão facilmente. “digo, se nós...” não queria bem usar o ‘se’, só não tinha outra palavra pra substituir. “levarmos isso pra frente, a gente precisa pensar no que vamos fazer, não repetir certos comportamentos.”
“você consideraria isso roubo, se isso era meu, pra inicio de conversa?” sentia-se como uma criança que foi pega fazendo algo de errado aos olhos de @catalinzs, e por isso a necessidade de se explicar parecia aumentar ao milissegundo. “eu sei que eu tenho vários, e que talvez em algum momento ela fosse devolver, mas o sapato é meu!”
bateu no espaço vago do sofá, em um pedido silencioso para que @moonsik-ssi senta-se ao seu lado. estava toda encolhida, pernas dobradas com seu tronco, e o queixo apoiado nos joelhos. “então, o que quer fazer?” tossiu, forçadamente, apenas pra obrigar-se a continuar falando. “não só agora, no imediato presente. depois.”
“I don’t like it, it feels... wrong” resmungou pra @frenchbengala, se tinha uma hora pra escapar e fugir de comer aquela monstruosidade que estavam chamando de comida chinesa servida na mesa ao lado, aquela hora era agora. “a gente só pediu água, será que não dá tempo de correr pra as colinas e fingir que nunca viemos aqui?”
“você acha que essa festa vai até muito tarde?” não estava cansada ainda, se não considerassem o bocejo que tinha dado alguns minutos atrás, mas não custava nada perguntar a @sashc. “acho que é só mais um sinal da velhice chegando, se isso vai mais tarde do que duas da manhã, eu já estou pensando em ir pra casa.”
“eu acho que acabei de levar o maior fora da minha vida.” aproximou-se de @cadeodonate com um sorriso, pelo menos poderia usar o assunto pra puxar conversa com uma outra pessoa. “perguntei pra a mulher ali se ela tinha dado lance e algo, e ela surtou dizendo que isso não era perguntar pra se fazer a uma dama.”
Eu quero te reconquistar e não vou medir esforços para isso acontecer, @itmeansautumn
A última vez em que Moonsik tinha ficado tão nervoso assim, sua ex-aluna ganhara sua primeira medalha na carreira. Tudo para ele tinha um quê de competição e ao colocar o relógio no pulso, ele percebeu que estava competindo com seu próprio passado.
Diante do espelho, gostou do que viu, menos do cabelo que estava mais longo que o normal. Puxou uma franja da testa e colocou o sobretudo. Se tudo desse certo, ele poderia colocar aquela peça sobre os ombros de Chyou. Tão bobo, mas ela gostava disso e se perceber que não esqueci, talvez eu ganhe alguns pontos. Fantasiou, sorrindo para o próprio reflexo antes de sair, lufando as roupas organizadas por cor no guarda-roupa.
Durante todo o trajeto até a casa dela, ficava mais e mais nervoso e qualquer que tivesse sido sua visão sobre o que veria saindo daquela porta, não seria suficiente para descrever o quanto ela estava atualmente linda.
O coreano mantinha a postura encostado no carro com as mãos nos bolsos, ganhando tempo antes de ir até Chyou, estendendo a mão para ajudá-la no caminho íngreme até seu carro.
— Boa noite, senhorita. — Beijou-lhe as costas da mão, erguendo apenas o olhar e uma sobrancelha, se demorando assim antes de retomar sua postura. — Você está mais linda ainda do que eu costumava me lembrar.
com o guarda-roupa limitado na cabana, as peças que chyou optou usar para o baile tinham sido mandadas direto de seu armário em londres. escolheu os trajes a dedo, era a primeira vez, mesmo frequentando a cidade há anos, que participava da comemoração e, bom, queria passar uma boa impressão, mas acima de tudo impressionar uma pessoa em específico.
considerando-se uma pessoa vaidosa, tinha até contratado alguém, uma das garotas da cidade, pra fazer a maquiagem, mesmo que gostasse de fazer ela mesma o trabalho, não podia negar a diferença gritante entre as habilidades dela e da outra.
tinha acabado de colocar os sapatos, meu deus, há quanto tempo estava ali? não conseguia nem lembrar a última vez que tinha colocado algo além dos usuais coturnos que utilizava pra sair, quando ouviu o som do carro aproximar-se, julgando que seria uma boa hora para pegar a clutch preta com o itens necessários, celular, documento e, claro, os cartões para tentar a sorte no leilão, e sair de casa.
“boa noite, monsieur.” sorriu com o ato alheio, odiava que com um pequeno gesto o homem além de conseguir arrancar aquilo, também conseguia fazer as borboletas em estômago darem sinal de vida. “acho que ambos demos sorte em contar com a generosidade do tempo. you look great.”