—— [ IVY HENDRICKS ]?! Por aqui ela é mais conhecido como [THE FREE SPIRIT] desde que se mudou há [1 ANO]. Os turistas costumam confundi-la com [MADELYN CLINE], mas ela não passa de uma [MERGULHADORA E SEREIA NO AQUÁRIO NACIONAL] de [22] anos. Quando encontrá-la eu sugiro que tenha paciência porque ela pode ser [IMPULSIVA E TEIMOSA] em seus dias ruins, mas há quem diga que ela também possa ser [COMUNICATIVA E AVENTUREIRA] quando está de bom humor. Espero que tenha sorte na sua procura!
THE BASICS
Nome: Ivy Hendricks
Idade: 22 anos
Signo: Sagitário
País natal: Canadá
ABOUT
Ivy cresceu em uma família bastante tradicional. A mãe era professora universitário e o pai cirurgião dentista. É o única menina entre quatro irmãos, sendo um deles seu irmão gêmeo. Sempre foi muito apegada à natureza e a família, mas sentia a necessidade de sair de sua bolha e buscar as próprias aventuras.
Logo depois do Ensino Médio, Ivy tomou a decisão de viajar o mundo antes de tomar qualquer decisão mais definitiva para a via, uma vez que não conseguisse se ver na mesma profissão por muito tempo, diferente dos pais. Pegou o dinheiro que havia conseguido juntar durante o Ensino Médio e uma parte de suas economias para a faculdade e saiu apenas com um mochilão apenas com uma parte da viagem planejada, fazendo vários trabalhos voluntários em troca de acomodação e alguns bicos para conseguir sustentar a viagem.
O chegada à Malta se deu mais de um ano depois de sua partida. À princípio o plano era ficar apenas dois meses na ilha, mas o lugar foi encantador ao ponto de fazê-la estender o período por um ano.
Já faz um ano que está na cidade, agora trabalhando como sereia no Aquário Nacional, graças à participação do time de natação na escola e a prática com mergulho, a função pareceu estar esperando por ela. A flexibilidade do trabalho também foi algo que a atraiu.
Ivy ainda pretende deixar a cidade e continuar sua viagem, mas admite que encontrou um lugar que tem como casa, pela identificação com o estilo de vida e com a energia da ilha. Se apegando também aos amigos que fez.
PERSONALITY
Ivy é o verdadeira espírito livre. Adora fazer coisas novas e se aventurar, sobretudo, em atividades ao ar livre. É muito comunicativa, sendo fácil fazer novos amigos e estreitar laços. Por outro lado, sempre foi muito desapegada, conseguindo se desprender de suas raízes para explorar o novo. É bastante intensa e impulsiva, o que às vezes podem render alguns conflitos e problemas.
“A vontade de criar uma aula voluntária de natação é bem forte na ilha… Parece que muitas pessoas não sabem nadar ou sabem só o basico… Estão perdendo muitas coisas por aqui por não saber fazer isso.”
“É um absurdo né? Como as pessoas crescem ou moram aqui há tanto tempo, mas não conseguem aproveitar uma das melhores coisas?!” indagou franzindo o cenho olhando rapidamente para o mar mais a frente. “Acho uma ótima ideia, sério! Principalmente com a sua experiência.”
❛❛ —— Não! As doações não foram canceladas, ok? Eu só tive um probleminha com o hostel e tive que mudar o posto de coleta, mas você pode deixar tudo na prefeitura. Lá no Palácio do Grão Mestre, sabe? ❜❜ A italiana explicou quando apoiou ambas as mãos na curvatura da sua cintura, umedecendo os lábios para continuar a falar com o conhecido. ❛❛ —— Inclusive, já que tocou no assunto. Será que tem como você me avisar se ficar sabendo de uma vaga de emprego? É que eu tô precisando. ❜❜
O tom rápido e aparentemente preocupado de Teresa fez com que um finco de formasse entre as sobrancelhas da canadense, que assentiu algumas vezes com a cabeça e ergueu levemente as mãos num movimento que tentava passar maior tranquilidade. “Woah, calma, não tem problema! Já conseguiu transferir tudo pra lá? Trouxe as coisas que conseguimos coletar no aquário, podemos usar o caminhão pra levar de volta” murmurou abrindo um sorriso mais amigável, apoiando as primeiras caixas no chão perto de si, erguendo novamente o olhar para a amiga quando a segunda pergunta se fez presente. “Hmmm, acho que ainda tem vaga no aquário... Posso falar com o chefe se quiser, ele é bem tranquilo até.”
Depois de alguns meses dividida entre seguir com o plano das viagens ou permanecer em Valletta, Ivy foi incapaz de conter o impulso e a saudade enorme de pegar a estrada e, logo após a noite de Halloween, seguiu rumo à Grécia, onde passou cerca de duas semanas. Apesar de estar acostumada a fazer viagens rápidas, explorando o maior número de lugares possíveis, geralmente países diferentes, dessa vez preferiu explorar ao máximo de um destino que era um de seus sonhos antigos, antes de voltar para a cidade que havia se tornado sua base.
Apesar de odiar academias, Ivy havia encontrado na corrida uma nova forma de gastar sua energia - que não era pouca. Geralmente logo depois de acordar, a loira aproveitava o tempo e o trajeto antes do início do trabalho do aquário e corria alguns quilômetros sem rumo pela cidade. Também era uma boa forma de limpar a mente inquieta. Estava passando por uma das praças da cidade quando reconheceu Sabine com alguns dos cachorros que levava para passear. Apesar de não serem exatamente próximas, Hendricks sequer tentou ir contra seu impulso e direcionou os passos na direção da morena, diminuindo o ritmo da corrida a medida que se aproximava. Os cães rapidamente notaram sua presença, fazendo com que a loira abrisse um sorriso mais largo ficando de joelhos para que pudesse cumprimentá-los. “Hoje definitivamente todo mundo acordou com a energia lá em cima, uh?” comentou em meio ao riso amigável, logo acariciando os cães e erguendo os olhos castanhos para a outra.
“beleza.” manteve a pose até que a foto fosse tirada, franzindo sua testa, um tanto confuso com o motivo de tanta risada, virando seu rosto na direção dela com um sorriso curto. “o que? você fez chifrinho em mim?” fez uma careta, rindo da infantilidade dela — e que ele compartilhava. só percebeu tarde demais que a terceira foto foi tirada, dando uma rápida olhada para a máquina e depois para ivy. “ok, nossa última foto. pensa rápido no que você quer fazer!”
Hendricks contraiu os ombros com um risinho culpado, abrindo um sorriso mais largo. Só então notou o terceiro sinal, indicando que mais uma foto havia sido tirada, dessa vez espontaneamente. Antes mesmo que ele pudesse terminar de falar, Ivy esticou o corpo mais uma vez, devido a diferença de altura entre eles, puxando o rosto dele de lado para mais próximo do seu. Antes que a contagem regressiva terminasse, a loira colocou a língua para fora, como ele havia feito na foto anterior, enquanto franzia o rosto em uma careta, mas dessa vez chegando mais próxima da bochecha do moreno, esperando o ultimo click.
@vcrain: droga, você me descobriu!
@vcrain: inclusive por favor não briga comigo se você encontrar rastros de smoothie pela cozinha pela próxima semana ok?
@vcrain: eu juro que to tentando limpar tudo mas quando é pra fazer merda esse liquidificador tem uma puta potência!
@vcrain: 😏
@vcrain: eu quis deixar o caminho livre pra caso você fosse levar alguém pra lá
@vcrain: então eu acabei indo pra casa de um cara que eu conheci na festa
@vcrain: e eu sei o quão irresponsável isso foi, mas eu to viva, não tô?
@ivyhendricks: kkkkkk tudo bem
@ivyhendricks: vou dar um desconto pela foto
@ivyhendricks: nem precisava dizer mais nada depois desse emoji...
@ivyhendricks: ah claro! pq vc é uma prima incrivel que sempre pensa em mim né?
@ivyhendricks: HAHAHAHAH
@ivyhendricks: que cara???
@ivyhendricks: você podia ter pelo menos avisado né! ai não teria ficado te esperando
@ivyhendricks: eu fico mais preocupada com ele, nesse caso kkkkkk
ao contrário da loira, andrew não precisava seguir uma expressão séria. a personagem que estava fantasiado vivia de momentos bobos e nem hesitou em fazer algo do tipo. ele sorriu e levantou fez um “joinha” com a mão que antes estava no colo dela, erguendo uma sobrancelha. primeira foto tirada. “são quantas mesmo?” perguntou enquanto pensava na próxima pose, já colocando a língua para fora e levantando o dedo do meio.
Após a primeira foto ser capturada, Ivy relaxou a postura firme, soltando um riso divertido ao ver a pose que Andrew havia escolhido. “Quatro” respondeu rapidamente, já vendo a contagem regressiva iniciar novamente. Ainda sentada no colo do outro, a loira esticou mais o corpo e com a mão que estava apoiada nos ombros do moreno, tentou fazer uma espécie de chifre com o dedo médio e o indicador. Mordeu o lábios inferior em um semblante divertido e culpado, enquanto um riso se formava na garganta, relaxando logo após o sinal de que a segunda foto havia sido tirada aparecer na tela, não contendo um riso mais alto.
“exatamente por isso eu odeio, isso aqui é uma festa e eu ‘tô assim… é por isso que eu sumo até a hora de entrar no mar.” abriu os braços como se fosse deixar mais claro seu ponto. antes de competir assumia que ficava um porre e se perdia então, era um caos na sua cabeça. “bom saber, então eu tenho que arrumar logo um palpite e você também, se pegarem a gente pelo menos já tentamos e ainda tem chance de ganhar!” estreitou os olhos mesmo que a loira não fosse ver já que estiva com os óculos. “cara a gente devia arrumar um terceiro ali-AH eles ficam jogando coisas em você? o que é isso?” tomou um susto com a simulação, se perdendo no que estava falando. “viu por isso não gosto de filme de terror.”
“É uma festa, mas tem um prêmio, logo a prioridade é... ganhar o prêmio!” exclamou firme, como se aquilo fosse óbvio. “A gente relaxa e se diverte depois” Não havia temperamento melhor do que o e competitividade para ter naquele momento e unindo forças as duas tinham grandes chances, afinal Alanna estava acostumada a dar tudo de si nas competições e Ivy simplesmente não desistia fácil de um jogo. “Hmm, ok! Você tem alguma ideia? Com quem você esbarrou até agora?” indagou num tom pensativo, fazendo uma lista mental das pessoas que tinha visto fazendo tarefas também. “Um terceiro o que?!” indagou em meio ao riso frouxo ao assistir a reação da morena, levando uma das mãos a boca para conter o riso, ainda que ela não pudesse vê-la. “Os filmes de terror ensinam muito sobre sobrevivência, Alanna! Principalmente o que não fazer, é importante... Menos os de palhaço”
“aham… fui falar com- fui falar com a pessoa, animado e acabei descobrindo que era um assassino impiedoso.” balançou a cabeça ao pensar no quanto tinha sido bobo perante vee quando foi falar com ela. “eu tentei! quer dizer, eu cheguei a ir para os lugares que mandaram só que aí eu fui falar com a pessoa e aqui estamos.”
Os olhos castanhos se atentaram quando ele começou a falar sobre o impostor, torcendo para que o mais velho deixasse escapar sua identidade e facilitasse seu jogo. Ivy semicerrou os olhos quando ele desviou do nome, pressionando os lábios momentaneamente. “Hm, então você estava animado para falar com o impostor? Então é alguém que você gosta? Eu conheço?” disparou rapidamente, num tom interessado e curioso. “Você não terminou nenhuma missão?! Caramba, ele deve ser bom”
Gregory sabia que não deveria estar bebendo em publico, e nem estar em um lugar como aquele, mas todo o estresse que estava vindo em sua vida graças à nova responsabilidade que haviam imposto a ele fez com que quebrasse uma de suas regras. Encostado na parede de um bar, perto da porta do mesmo, mas ainda distante o suficiente para que ninguém conseguisse esbarrar nele, ele ficava parado bebendo. Sabia que se entrasse acabaria ficando muito doido e boas coisas não sairiam daquilo, mas sabia também que precisava daquela energia para esquecer um pouco de seus problemas.
Depois de ter conseguido se livrar de um babaca no balcão, Ivy se convenceu de que poderia ter uma noite muito melhor em outro lugar, mandando mensagem para um grupo de amigos a fim de descobrir se havia alguma festa que valesse sua presença. Saiu do bar com uma latinha de cerveja na mão, encostando na parede ao lado da entrada enquanto aguardava resposta e, quem sabe, uma carona. A presença do rapaz chamou sua atenção, fazendo-a virar o corpo em sua direção enquanto dava mais um gole na bebida, curiosa pelo motivo que o mantinha fora do bar, longe de todos. “Esperando alguém?” perguntou desviando o olhar para o celular novamente.
@vcrain: parece que o halloween ainda não acabou…
@vcrain: just kidding!!
@vcrain: esse é só o resultado de eu ter esquecido de fechar o liquidificador quando fui fazer meu smoothie de morango
@ivyhendricks: esse é o sangue dos inocentes que você matou
@ivyhendricks: isso sim kkkkkkkkk
@ivyhendricks: para onde vc foi depois da festa uh?
@ivyhendricks: quando cheguei o apê tava vazio
“Eu não acredito que ela morreu!!” Liezel falou de forma dramática no meio da rua, encarando o pequeno jardim que havia plantado na praça. Algumas pessoas checaram se estava tudo bem até perceberem que ela estava falando apenas de uma plantinha e continuaram seu caminho, mas foi pra pessoa mais próxima que Liezel se virou. “Que tipo de bióloga eu sou se negligencio as plantas de jeito? Eu esqueci que elas estavam aqui e nunca mais visitei! Você tem plantas? Porque eu não aguento mais. É mais fácil criar um cachorro. Ou um bebê.”
Ivy tentava manter a rotina de exercícios em dias, mas ao invés de ir à academia como era recomendado, sempre preferia correr pela cidade sem destino por, pelo menos, duas horas. Estava passando por um das principais praças de Valletta quando notou a presença de Liezel à diante, diminuindo a velocidade da corrida para cumprimentá-la. Observou-a com atenção até finalmente se aproximar, notando um semblante frustrado, o que a fez apoiar ambas as mãos na cintura até concluir o que estava acontecendo. Um riso fraco foi solto em meio a respiração ofegante logo que viu a flor murcha no canteiro. “Não te culpo, não lembro de cuidar as poucas que tenho em casa... Elas deveriam ter uma forma mais eficiente de comunicar que estão precisando de algo” murmurou baixando-se levemente para ver a flor, voltando os olhos castanhos para a amiga. “Um cachorro, tudo bem, mas um bebê?! Acho que prefiro ficar com as plantas” completou em seguida, franzindo o cenho. “Não tem nada que você possa fazer mesmo?”
respeitosamente, andrew colocou as mãos na cintura dela, só para garantir que não fosse cair. na verdade, um braço ficou ao redor de sua cintura, o outro sobre o colo dela. “beleza… primeira foto pode ser a gente bonitinho e o resto zoado?” sugeriu, mesmo que segundos atrás, estivesse falando de deixar rolar. “pelo menos uma foto tem que sair bem, né? assim, com certeza a gente vai sair bem, mas você me entendeu, né?”
Um riso baixo escapou pelos lábios de Ivy ao notar a pequena confusão, assentindo com cabeça logo em seguida. “Nós vamos sair bem em todas elas, relaxa” murmurou em seguida, arrumando a postura mais uma vez, levantando a mão com o cigarro para começar a contagem regressiva. Hendricks jogou levemente o cabelo para trás, levando o cigarro à boca com um semblante sério, semelhante à personagem de que estava fantasiada.