Sobre o Doce Amor, o Amor Doce
Comalin: Tô com fome, Amor.
Demivi: Fome de quê?
Comalin: Fome d'ocê ♥

JVL
Monterey Bay Aquarium
KIROKAZE
🪼
he wasn't even looking at me and he found me
Three Goblin Art
Cosmic Funnies
Cosimo Galluzzi
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
trying on a metaphor
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
EXPECTATIONS
No title available
will byers stan first human second
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Stranger Things
Claire Keane

Kiana Khansmith
d e v o n

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Sobre o Doce Amor, o Amor Doce
Comalin: Tô com fome, Amor.
Demivi: Fome de quê?
Comalin: Fome d'ocê ♥
Eita Deus bão
O Criador tá no comando
Dum processo Inteligente
No qual Ele é Agente
E pra externar o que se sente
Eu não passo de um reagente
Mostrando pra toda gente
Que não há um de nós que tente
Sair do convergente
Ao querer ser dirigente
De algo que na corrente
É que se faz diligente.
Carona para o Futuro
- Ao entrar no carro ela se sente mais uma vez protegida por aquele irmão que a vida lhe deu, durante o caminho conversam, ambos apreciam falar e a conversa nunca acaba com a despedida, mas naquela noite a despedida ganhou um ar especial -
Irmão Arregaça: De verdade Menina, eu não tenho nenhum dom profético então não posso te afirmar de onde vem isso, mas eu não tenho dúvidas de que Deus vai usar você para algo grandioso, tem algo no seu coração que Deus é apaixonado, por isso ore! Eu não sei te explicar o que é, mas eu vejo em você algo muito especial, algo de diferente que só você tem, por isso ore! Ore pra que ele trabalhe em você as coisas belas do Reino do Céu.
Menina: ...
Or(ação)?
A Menina: Pai meu, onde está você nesse tempo de crise? Tô cansada Pai, cansada de ter que me convencer de que você está comigo, quando no fundo eu não sinto essa presença, tô cansada Pai de ouvir meus amigos se sentirem plenos com Tua presença e eu? E eu? Onde está você quando estou triste? Onde está sua mão acariciando minha cabeça e me tranquilizando? Percebe como é injusto você tornar inviável nosso relacionamento? Preciso estar com o coração sensível para observar tuas mãos na minha vida, como posso estar com o coração sensível quando estou mais desamparada e frágil? Isso está além de mim Pai. Mal consigo ver a luz do Sol nos momentos tenebrosos, uma luz nítida que se faz presente diariamente. Como poderia enxergar a luz que vem de Ti? Agora Pai, vou para mais uma noite de sono, desejando que ela dure pra sempre. Não que eu queira morrer ou viver, só queria dormir sem ter hora pra acordar e você, o que tem pra me dizer? O que tem para fazer?
- Relato de uma Menina cética.
Gosto do estrago
Olho pra ti e corro. Correr até chegar em ti ofegante. Só quero estar ao seu lado, só quero o privilégio de te cumprimentar e sentir você me abraçar. Quero eternizar esse curto espaço de tempo que me faz desfrutar da sua companhia. Você chega no portão. Tudo que eu quero é mais um minuto do seu lado. Parece que você não nota esse meu querer. Incrível observar como minha existência, que antes lhe era crucial, já é dispensável. Caminho para casa. Sozinha. Mas não vazia. Um grito abafado dentro do meu peito, mudo, agonizante. Quer sair, porque você já não me quer, porque eu poderia ter escolhido não esbarrar em você pelo caminho, mas como alguém em abstinência corri até você só pra ter mais um pouco de ti comigo, meu vício. Porque faz tanto tempo. Um choro, sofrido, lascivo, quase seco, quase tangível. Eu chego ao portão. Quero seu colo. Não o tenho. Mãos ao rosto, soluço. O abraço fraterno de Jasmine. Os conselhos piegas que te erguem, te fazem rir. A dor desmorona, mas não se extingue. A sensação dos fios de cabelo saindo do couro cabeludo, sendo arrancados cuidadosamente e com toda cerimônia. O atrito de qualquer objeto com a minha pele, as marcas avermelhadas parecem tão belas. O sal queimando a parte interna da minha boca. Os meus pés no asfalto correndo e coletando as pedras do caminho. São dores tão gostosas como a dor de te amar. Então dói. Então amo.
Um cálice de lembranças, Um gole de saudade, Quanto custa a embriaguez do amor? Custa um bocado de dor.
O Resgate, o acordo
Ela tomou seus remédios, direitinho. Mesmo contra sua vontade. Caiu e ficou no chão por muito tempo e restava-lhe a espera. Pelo quê? Não se vê. Mas lá estava ela no manifesto da fragilidade do seu ser. Na máxima expressão de dependência. Do que? Dos psicofármacos? Não? É tudo tão simples. Ela de tanto querer ser esqueceu-se de ser. Só ser. Chegou à sofrida batalha de um leão por dia. Um monstro na alma. Uma batalha que perdeu, esmagada pelos monstros, já não sabia quem era e tampouco onde estava, eis que um cara fala num tom firme:
- Abra os olhos! Olha eu aqui, pegue minha mão. Vem, pode vir, confia! Eu to aqui. Ergue-te, me deixa passar um curativo, um soro nesse dodói. Agora deixa eu te ajudar, vou te ajudar a caminhar, você já sabe! Mas esses passinhos você segura firme na minha mão, depois vai andar livre sabendo que eu sou a bússola, por acaso o norte aponta para o chão? Minha filha! Você já sabe, já tem o mapa, a bússola, as cicatrizes, as pernas, as asas... Voa, poliniza, humaniza, harmoniza, vê essa flor? Muitas ainda nascerão, ah, minha querida. Larga a CORDA que te enforca e ACORDA. E ela foi, é e será. Está. Pela Graça.