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KIROKAZE
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2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

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Freya suspirou antes de bocejar novamente, os olhos quase fechando enquanto ela se encolhia, parecendo estar com frio. “Acho que se tivesse me conhecido alguns anos mais cedo, teria conhecido uma Freya diferente…” Ela disse. “Eu não fui sempre assim…. Mas tem aquele ditado… o bom de chegar no fundo do poço é que o único caminho é pra cima…”‘Ela disse, dando de ombros. “Eu me considero sortuda de ter a Alecto… Ela tem camadas, sabe? Camadas e mais camadas de crueldade e malícia, mas que escondem alguém gentil, eu… eu não sei se estou certa mas… mas eu acho que ela só precisava de alguém que não a julgasse pelo status… que não estivesse com ela pelo interesse…” Ela disse. “Acho que ela se abriu pra mim e… e nós meio que se abrimos uma pra outra… acho que é por isso que somos amigas…” Ela disse antes da medicação começar a surtir efeito e a morena fechar os olhos para embarcar em um sono tranquilo e sem sonhos.
Desviou rapidamente seu olhar para as pernas alheias ao perceber que a mesma estava se encolhendo ligeiramente, juntamente com o bocejo que acabou por escapar dos lábios alheios dando aquela impressão que o medicamento estava aos poucos começando a provocar os efeitos comentados anteriormente pela enfermeira antes de se afastar. Continuou a observar com igual curiosidade e preocupação na medida que ela continuava a lhe contar o porque acreditar que ela era tão conectada com a amiga Alecto, parte dele tinha noção que provavelmente grande parte daquela divagação era apenas um resultado do sono que estava sentindo, ou alguma extensão do efeito do remédio e que era perfeitamente normal que ela começasse a ficar cada vez mais cansada. Ainda assim não conseguiu não ficar preocupado ao observar as pálpebras alheias se fecharem gradativamente até que ela já estivesse adormecida. Olhou rapidamente ao redor procurando pela presença da enfermeira sem muito sucesso, então optando por pegar o celular do bolso e abrir um dos livros do curso para adiantar a leitura nesse meio tempo.
whiskeyandcheapthrills:
Callie estava tentando se concentrar em ficar acordada… Mas tudo se tornava difícil quando ela deitava naquela cama macia com todos aqueles travesseiros quentinhos e confortáveis… Ela tentou ligar a TV no Netflix e colocar um filme qualquer de ação, imaginando que aquilo a manteria acordada, mas no fundo apenas deu mais sono. Ela estava quase fechando os olhos quando o cheiro de laranjas recém espremidas invadiu seu nariz e ela suspirou, olhando para a porta e vendo Adam chegando com o suco. Um vez que ela tomou e ele comentou como fora fácil fazer, ela riu. “Também tem o amor… quando a ente faz uma comida não querendo fazer, ela fica ruim, sabia? Tem algo a ver com energias negativas….. Mas a sua comida é boa… Porque você sempre faz com amor..” Ela sorriu enquanto escutava o som de pequenas patinhas no chão, Fred estava novamente mordiscando o calcanhar de Adam. “Aww filho…” Ela alcançou o chão e pegou a pequena bolinha de pelos no colo. “Por que você morde o tornozelo do papai, hein? Não pode, meu amor…” Ela dizia para o cachorro enquanto fazia carinho na barriga do pequeno animalzinho.
Foi inevitável que o sorriso já presente em seus lábios não se ampliasse um pouco ao escutar o restante da explicação da Calista, sobre o porque dela acreditar que a comida dele, por mais que parecesse que ele tivesse feito algo simples continuava sendo gostosa enquanto ele levava o próprio copo de suco aos lábios. Desviou seu olhar rapidamente para o filme que ela estivera assistindo até ele entrar no quarto, apenas reparando no mesmo quando foi mudar levemente de posição então revirando os olhos diante da pergunta feita por ela para o cachorrinho microscópico, que agora que estava nas mãos dela parecia ter voltado a ser um anjinho. — Pelo ou menos nisso eu concordo com ele, eu realmente devo ser bastante gostoso pra ele gostar de me morder desse jeito. — respondeu ironicamente se servindo de uma das torradas que havia deixado na mesa de cabeceira ao lado. — Como esta a cabeça, Callie ? — perguntou olhando rapidamente para a morena.
ollypullman:
- isso é sério? -perguntou sem conseguir acreditar no que acabara de ouvir.
— Não estou recusando a ideia. — respondeu dando ligeiramente de ombros, então acrescentando com um suspiro resignado. — Na verdade, eu ia pedir pra você buscar aquele livro ali jogado na outra mesa. Se quiser buscar um cafezinho pra mim não reclamaria..
whiskeyandcheapthrills:
“Você….” Ela bufou quando ele falou sobre cabeçadas no joelho. “Eu tenho 1,57m de altura, e bem crescidos então me respeite…” Ela parecia brava, mas a testa franzida se dissolveu em um sorriso brincalhão. “Ou voce se comporta ou eu vou desistir da minha ideia de me esticar um pouquinho e fazer outra coisa com a minha cabeça ….em outro lugar… mais alto….e esse eu sei que eu alcanço…” Ela ergueu uma sobrancelha e encarou-o com aquele mesmo sorriso presunçoso que ela tinha nos lábios rubros há 8 anos, desde que se conheceram.
Não conseguiu conter uma gargalhada juntamente com uma expressão mais presunçosa que surgiu em seu rosto ao escutar a resposta seguinte de Calista com a altura exata da morena, deixando mais que obvio o pouco caso que fazia da mesma. Mas o que o divertiu mais que tudo foi observar aquela expressão irritada no rosto alheio, e, algo que apenas a deixaria mais brava ainda, mas que não podia evitar de achar ela ainda mais fofa brava por ser pequena. Era algo que não podia evitar. — Ninguém esta contestando aqui, Leprechaun. — respondeu tornando a implicar com ela, a observando de esguelha apenas para flagrar mais uma vez aquela expressão zangada no rosto dela. — HUMMM.... Vamos logo pegar esse rolo de macarrão, Calie. — replicou sustentando o olhar dela, ainda que sentisse o rosto esquentar levemente.
-Quer alguma coisa?
— Free hugs. — respondeu prontamente, apenas para observar a reação do moreno.
Essa é a coisa mais estupida que eu ouvi hoje.
— Ninguém está te obrigando a gostar ou assistir junto, então, no mínimo faz o favor de respeitar, okay ?
Você disse alguma coisa?
— Estava apenas pensando em voz alta. — respondeu depois de um leve sobressalto, não esperava mesmo que o moreno escutasse o comentário irritadiço que acabou por escapar por entre seus lábios.
Na verdade são cupcakes, tá bem gostoso… Mas não fui eu que fiz, quer um pedaço?
— Sure... Não sou doido a ponto de recusar qualquer tipo de coisa que seja doce.. — respondeu continuando a observar o doce que ela tinha em mãos de forma interessada.
sam-blackthorn:
A palidez presente na face de Adam, assim como sua clara dificuldade em respirar, assustou imensamente Samantha, porém procurou manter uma expressão amena o máximo que fosse possível. Afinal, se o mais velho olhasse para o seu rosto e se deparasse com alguma demonstração de preocupação excessiva, poderia apenas se sentir pior. Portanto, decidiu apenas dar a ele o tempo que precisava para se recuperar, seu braço instintivamente circulando o corpo maior que o dela ao sentir a cabeça em seu ombro, sua destra repousada sobre a nuca não pertencente enquanto seus dedos deslizavam por aquele local até os cabelos macios em uma espécie de carinho que esperava que fosse confortador. Resolveu manter-se em silêncio, considerando que já deixara a situação desconfortável por ter rido, antes. Ao ouvir mais uma vez a voz do amigo, não pode deixar de abrir um pequeno sorriso, soltando um riso nasalado baixinho.— Huh. Mas não foi isso que aconteceu?— Replicou, um sorriso claro em sua voz, os olhos voltando-se de forma teatralmente confusa para a bagunça estabelecida na sala, como se pela primeira vez notasse-a.— Eu acabei de entrar aqui e você me disse que alguns alunos se excederam na aula hoje, você deve estar com a cabeça longe, Ad.
Apesar de continuar ainda de certo modo bastante incomodado com todos aqueles pensamentos que começaram a surgir junto com aquele sensação intensa de medo, em especial a possibilidade daquela visível piora estar diretamente relacionada com o súbito afastamento de uma das pessoas que, até então haviam sido uma das mais importantes e próximas dele, ele procurou ao máximo desviar sua atenção desse fato, pelo ou menos por enquanto. Ao invés disso se forçou a se concentrar na respiração ritmada de Sam, agora acomodada ao seu lado enquanto passava uma das mãos lentamente por seu cabelo ajudando mais ainda que ele conseguisse voltar a se acalmar. Um pequeno sorriso agradecido surgiu no canto dos seus lábios ao olhar de esguelha para a morena e escutar sua resposta, era algo que ele já sabia, mas era sempre bom saber que podia contar com Sam para ser aquela pessoa que apenas ofereceria um pouco de companhia sem nenhum tipo de julgamento, mesmo depois de ver uma cena como aquela. — Thank you.. — murmurou levando uma das próprias mão ao cabelo envolvendo uma das mechas ao redor dos dedos distraidamente. — Far.. Far away.. — replicou distraidamente, então deixando uma risada escapar ao tentar imaginar a cena que os dois deveriam estar formando agora, ela tão menor comparado a ele o consolando. — Estou realmente precisando de uma xícara de café. — continuou sem demonstrar muita vontade de se levantar ou se afastar dela.
blonde-cissa:
Pois eu acho que me preocupar com esses detalhes não me atrapalha em nada. Quero dizer, estou vivendo perfeitamente, esse final de semana mesmo passei esquiando pelos Alpes, você já esteve nos Alpes?
— Claro, você diz isso porque obviamente não sabe o que ‘ta perdendo. A sensação quase indescritível de pegar seu pedaço de pizza com a mão, o queijo ainda derretendo... — começou a descrever de uma forma um tanto sonhadora, sentindo a boca começar a salivar ao tornar a se servir do lanche que tinha a sua frente. — Não que eu me lembre, nunca fui muito fã de esportes que envolvessem gelo. Ou neve no geral. — comentou fazendo careta somente em se lembrar da sua primeira e última experiencia com patinação no gelo. — Quantos capotes você deu enquanto estava la nos Alpes ?
sam-blackthorn:
A picada localizada no antebraço de Adam era tão mínima que Samantha precisou apertar os olhos para vê-la, trazendo o braço mais para perto de si e deslizando o dedo indicador levemente sobre a área.— Isso aqui é menor do que uma injeção, Ad, relaxa.— Procurou tranquilizá-lo, o riso já controlado, embora que um sorriso de divertimento ainda arqueasse o canto de seus lábios. Sorriso esse que se esvaiu com as próximas palavras do amigo, os olhos verdes deixando a picada de aranha para focarem-se no rosto dele, sendo necessário que erguesse a cabeça o máximo que pode deixo à diferença de altura entre os dois.— ‘Tá, foi maldade ter rido.— Constatou em voz alta, arrependendo-se instantaneamente por não tê-lo levado mais à sério. Afinal, por menor que fosse a aranha ou a picada, o medo que Adam sentia continuava sendo imenso. Desproporcional? Sim. Mas lhe causava sofrimento de qualquer forma.— Tudo bem, senta aqui.— Direcionou-o até uma das cadeiras da sala de música, sentando-se na cadeira ao lado.— Fecha os olhos e respira fundo. Você só precisa de um tempo pra se acalmar.
Agora que já havia conseguido se livrar do inseto por conta própria, ainda que tivesse optado por faze-lo de uma forma um tanto quanto radical admitia isso, ele esperava que pudesse aos poucos fazer seu corpo voltar a relaxar e desviar sua atenção para qualquer outro assunto como costumava fazer quando se deparava com alguma situação parecida. Porém agora, no entanto, parecia que quanto mais ele tentava se concentrar em outra coisa mais as imagens daquela aranha, ironicamente só tinha conseguido de fato notar que se tratava de uma aranha por estar divagando a respeito do súbito afastamento de Galahad da escola pouco tempo depois de terem tido aquela última discussão e desviar o olhar para o braços ao faze-lo. Assentiu levemente se dirigindo ao lugar mencionado fechando demoradamente os olhos encostando sua cabeça nos ombros alheios suspirando suavemente, aos poucos se sentindo melhor conforme sua atenção era desviada para a respiração alheia ritmada e uniforme. — Pode fingir que você acabou de entrar na sala ?
“Viu? Eu estou sempre certa..” Ela piscou antes de se enfiar debaixo das cobertas. “Vou tomar o suco agora… Acho que vai ser melhor.. Não quero arriscar ter um ataque a noite…” Ela disse, sabendo que não era exatamente uma experiência agradável. Quando o suco chegou, ela bebeu tudo em alguns goles por causa da sede. “Eu tenho que admitir, Adam… Seus sucos são os melhores…” Ela disse antes de se aconchegar, dando espaço para que ele deitasse ao lado dela.
Revirou os olhos sentindo-se incapaz de conter que um pequeno sorriso contrariado surgisse em seus lábios ao escutar a resposta de Callie a sua falta de argumento a favor das saladas, ainda mais depois de ter sugerido que colocassem um pouco mais de salada na dieta do pessoal de casa. Assentiu levemente em concordância quando ela acabou por aceitar o suco oferecido, não querendo passar mal no meio da noite devido a doença dela, que fazia com que ela tivesse que comer com um pouco mais de frequência. Aproveitou que estava passando na cozinha já para preparar um pequeno lanche para si mesmo, olhando rapidamente sobre a janela da cozinha apenas por questão de costume mesmo, visto que as crianças combinaram de passar a noite na casa de um coleguinha dos dois fazendo um trabalho juntos na qual tinham que assistir um filme e comentar sobre. Suspirou olhando para o lado ao escutar o som familiar de patinhas minúsculas seguidas de uma sensação que havia se tornado familiar do bichinho enterrando seus dentinhos um pouco agressivamente em seu tornozelo; quando se tratava do Nate e da Jade ele por alguma razão parecia pegar um pouco mais leve nas mordidas. Pegou a jarra de suco, colocando junto com algumas torradas na bandeja, tudo isso com a pequena bolinha de pelos pendurada no seu pé, e, depois de afastar ele com cuidado e o colocar ele em sua caminha ele finalmente seguiu para o andar de cima. Direcionou a ela um pequeno sorriso ao escutar seu elogio ao seu suco, ainda que a única coisa que ele tenha de fato feito foi espremer a fruta e colocar um pouco de água. Acomodou-se ao lado dela na cama suspirando levemente passando seu braço por trás dela puxando-a mais para perto. — Obrigado, Callie, apesar de não ter feito muito mais que espremer as laranjas. — pegou uma das torradinhas e ofereceu para ela. — Com fome ?
whiskeyandcheapthrills:
“Se fizer isso, eu vou colar suas pálpebras juntas enquanto você dorme…” Ela riu de lado enquanto caminhava com ele. “Eu vou esperar a minha mãe ligar e cantar aquela musica irritante pelo telefone, que nem ela faz todo ano…” Ela revirou os olhos.
— Ouch ! Where’s the love Callie?! — perguntou afastando-se ligeiramente da morena olhando para ela fingindo estar magoado enquanto seguiam pelo corredor. — Daqui a pouco está ameaçando a dar cabeçadas no meu joelho também. — completou erguendo as mãos para o alto em sinal de desistência. Sentiu uma pequena pontada de contrariedade ao escutar ela comentar a respeito da ligação que estaria recebendo da mãe para cantar uma canção, como ja parecia ter se tornado uma tradição entre as duas, e revirar os olhos quase soltando um comentário mais amargo a respeito, mas buscou se conter um pouco. — Hey, isso é bom não é...? Pode dar uma treinada pra fazer coro com ela quando ela ligar.
Ela riu com as palavras dele. “Não foi uma escolha minha…” Ela deu de ombros. “A vida me fez crescer muito rápido, me tornar madura pra entender coisas que não devia entender… Pelo menos não por mais alguns anos…” Ela disse com um suspiro, o silêncio na sala era ensurdecedor e antes que pudesse se conter, ou pensar no que iria falar, Freya encarou os pés. “Eu tinha 16 quando fui diagnosticada com estagio 3 de leucemia…” Ela disse, os olhos dela não encontraram os dele. “Eu era uma criança… E tinha que entender a possibilidade de fazer milhares de sessões de quimioterapia e radioterapia e ainda assim não viver pra ver o nascer do sol no dia seguinte…” Ela correu uma mão pelos cabelos. “Esse tipo de coisa muda as pessoas… muda o modo de encarar o mundo, muda a nossa perspectiva de nós mesmos… e dos outros também… Entendemos porque muitas pessoas fazem o que fazem… Porque algumas pessoas simplesmente fazem coisas ruins ou… ou porque algumas pessoas simplesmente fazem coisas boas …” Os olhos verdes dela pousaram nele e ela sorriu. “Você e as outras pessoas se surpreendem quando eu digo que Alecto é minha melhor amiga… Eu vejo ela, vejo de verdade…..O cancer me fez ver as pessoas como são, e eu me apaixonei por elas…. Por isso eu quero ser psicóloga..” Ela disse, dando de ombros. “Pra ajudar aqueles que precisam…. e aqueles que ainda não sabem que precisam…”
Apesar de observar a forma aparentemente descontraída e despreocupada da morena de encarar toda aquela situação que, mesmo já aparentando sentir certa sonolência devido a medicação que lhe havia sido aplicada ainda conseguia reunir forças sabe-se lá de onde para tentar tranquiliza-lo dizendo que estava mais que acostumada, ele não conseguiu evitar de direcionar a morena um olhar mais tristonho ao se acomodar em uma das cadeiras que havia ali próximo a cama. Permaneceu em silêncio, apenas a escutando relatar as várias coisas que tivera que passar até então, e lhe dizendo como acreditava que cada uma delas havia contribuído para que ela enxergasse o mundo e as pessoas de uma perspectiva diferente. Somente de observar a maneira como a morena havia se portado desde que haviam chegado ali já era de se supor que a mesma tivera uma certa experiencia com esse tipo de coisa, mas escutar ela explicando sempre havia alguma coisa a mais. Ele não concordava inteiramente com ela, não acreditava que ela havia se tornado uma pessoa mais perceptiva ou boa por conta da doença, isso havia apenas contribuído para que esse traço da personalidade dela se destacasse, mas sabia que não era uma boa hora para começar uma discussão besta sobre o assunto. — Não me surpreenderia tanto assim se te conhecesse melhor antes. — foi o que respondeu ao invés disso, olhando rapidamente de relance na direção que a enfermeira havia se afastado. — Você me parece ser aquela pessoa que gosta de encontrar alguma qualidade nas pessoas, talvez tenha conseguido ver alguma coisa na Alecto que ela não costuma mostrar para os outros. — Um pequeno sorriso ameaçou de surgir em seus lábios quando ela concluiu dizendo o motivo dela querer seguir na carreira de psicóloga. — Estou vendo que temos isso em comum. Agora tenta descansar um pouco.
blonde-cissa:
E correr o risco de engordurar toda minha roupa by Chanel? Not today.
— Sério, você tem que parar de se preocupar com esses detalhes e viver um pouco mais.
Ela ergueu uma sobrancelha quando viu-o parecer de certa forma chocado e abalado com o tratamento que ela estava recebendo, um sorriso fraco porem divertido dançando nos lábios da morena, ela fez uma careta quando a enfermeira colocou uma medicação pelo catéter. “Desculpe querida… Suspensão hidrossolúvel… são doloridas mesmo…” Ela disse e Freya sorriu, assentindo. “Você vai dormir um pouco antes dos exames, o senhor é bem vindo a ficar no quarto, Sr Stone, desde que a deixe descansar…” A enfermeira disse enquanto levava Freya na maca pra um quarto, onde a ajudou a se desembaraçar dos fios e subir na cama, ela ja estava sonolenta quando sua cabeça encostou no travesseiro e tubos nasais foram colocados nela enquanto ela observava Adam. “Acho que você está mais nervoso do que eu..” A voz dela estava arrastada, mas não do mesmo jeito de antes.
Tornou a desviar seu olhar mais uma vez ao observar a enfermeira se inclinar mais uma vez em direção a Freya, desta vez a fim de inserir a medicação através da agulha já inserida no peito da mais nova fazendo que a mesma fizesse uma leve careta de dor. Não conseguia deixar de se sentir cada vez mais intrigado com a forma como ela parecia encarar aquilo tudo, as agulhas, medicamentos com tamanha naturalidade e ainda ser capaz de exibir aqueles pequenos sorrisos confortadores a ele que a estava acompanhando. Que coisa, deveria ser ele a estar oferecendo algum tipo de apoio, não o contrario! Respirou fundo se forçando a focar seu olhar mais uma vez em Freya, demorando-se por um tempo no local onde a medicação havia sido aplicada, depois no rosto agora sonolento. — Tudo bem, eu só.. Vou ficar aqui observando. — respondeu assentindo levemente, seu olhar logo voltando a fixar no rosto da mais nova. — Você é bem mais forte. — sussurrou com uma risada baixa fraca e sem humor.