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@levanta-e-vaii-blog
Nos Ășltimos tempos, tenho me sentido tĂŁo pouco eu⊠e cada vez menos vocĂȘ. Isso dĂłi. Queria ser sua.
Quando eu te vejo sorrindo esse seu sorriso tĂŁo leve, tĂŁo cheio de beleza e tĂŁo seu, me dĂłi por saber que agora ele nĂŁo Ă© mais meu. Eu vejo vocĂȘ por ai, vivendo sua vida tĂŁo simples, tĂŁo cheia de movimento e aventuras, e me dĂłi por saber que nĂŁo existe espaço para mim.
Ă muito difĂcil sentir a sua falta, e de vez em quando eu acho que nĂŁo vou aguentar.Â
500% u restlesswandering
I donât want to be a sweetheart. I want to be the fucking love of your life.
(via silk-dreams)
Nick Hornby, High Fidelity
Guarda-chuva
Parece que sĂł choveu. SĂł choveu, e eu digo isso porque, desde que vocĂȘ foi embora, todos os dias foram cinzas. No jornal, sĂł falam sobre como esse ano nĂŁo choveu, mas pra mim, chove todo dia. Desde que vocĂȘ me disse que nĂŁo era aquilo que vocĂȘ queria, e que era pra eu sumir, eu sumi. E os dias foram tĂŁo cinzas, que eu cheguei a duvidar da existĂȘncia de cores. Eu achei que se saĂsse de casa, ia tomar um banho e voltar molhada. Eu achei isso todo dia. EntĂŁo, me mantive no meu casulo, longe de todo mundo, longe de tudo. Olhando o sol brilhar, mas sentindo a minha chuvinha interna.Â
Mas, Ă© claro, teve o dia em que vocĂȘ apareceu. E cara, eu nem acreditava. O que eu podia pensar? Fazia tanto tempo... Achei que alguma coisa tinha acontecido, que vocĂȘ estivesse bĂȘbado ou drogado, ou que fosse sĂł uma brincadeira. Mas nĂŁo. Era apenas vocĂȘ, aparecendo de novo pra bagunçar a minha vida que, diga-se de passagem, jĂĄ estava uma bagunça e toda molhada por dentro. Eu respirei fundo, pesei a situação e cheguei Ă conclusĂŁo de que se o destino estava me dando essa chance, eu Ă© que nĂŁo ia deixar passar!Â
Preciso confessar que desde que vocĂȘ me mandou desaparecer, eu tentei muito cumprir com o seu pedido e cumpri muito bem, com louvor, obrigada. Me obriguei a enterrar a tristeza e a decepção e seguir em frente como se vocĂȘ nunca tivesse existido. Mas vocĂȘ existiu, claro, ainda existe, e agora estava na tela do meu celular piscando. Me avisando que, meses depois do dia em que me mandou ir embora, vocĂȘ ainda lembrava da minha existĂȘncia. E eu? Eu estava suando frio, claro! Enquanto digitava uma resposta, meus dedos mal faziam contato com a tela do celular, de tĂŁo molhadas. Maldito nervosismo. Estava sol, caso vocĂȘ nĂŁo se lembre.
AlĂ©m desse, teve o dia em que a gente se encontrou... Ah, esse dia. Esse dia estava chovendo. E chovia mesmo, com força e sem parar por muitas horas. Acredita? Logo nesse dia fazia um tempo pĂ©ssimo! De qualquer forma, eu assisti vocĂȘ chegar, assisti vocĂȘ trocar meias palavras regadas de nervosismo e ir embora. Como assim eu ia assistir vocĂȘ ir embora desse jeito?
Simples: eu nĂŁo ia te assistir ir embora. E foi debaixo de uma tempestade assustadora, ensopando toda a minha roupa, deixando a porta do carro aberta e sem nem pensar muito, que eu fui atras de vocĂȘ. Te puxei pelo colarinho e te tasquei um beijaço na boca, essa boca que eu tanto conheço, que encaixa tĂŁo bem na minha.
 E ali, no meio de uma rua qualquer em Moema, vocĂȘ foi o sol brilhante que apareceu no meio da pior tempestade de 2014.Â
Yay happy birthday to me