Viviane Mosé, no livro ‘Calor’. Rio de Janeiro: Usina Pensamento, 2017 https://www.instagram.com/p/Bx2cmKmpShC/?igshid=6pp4oqp5ln0m
RMH
almost home
todays bird

tannertan36

PR's Tumblrdome
NASA

shark vs the universe

roma★

#extradirty
Stranger Things

pixel skylines
Cosimo Galluzzi
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

izzy's playlists!

祝日 / Permanent Vacation
sheepfilms
Monterey Bay Aquarium
YOU ARE THE REASON

No title available
Alisa U Zemlji Chuda

seen from Ukraine
seen from Brazil
seen from Chile

seen from Taiwan

seen from Spain
seen from Argentina
seen from Italy
seen from United States

seen from Netherlands
seen from Italy
seen from Iraq
seen from India
seen from Bangladesh
seen from Singapore
seen from Indonesia
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United States
seen from United States
@liberarcadian
Viviane Mosé, no livro ‘Calor’. Rio de Janeiro: Usina Pensamento, 2017 https://www.instagram.com/p/Bx2cmKmpShC/?igshid=6pp4oqp5ln0m
WeHeartIt/entry/279927975
Tive que compartilhar isso no @WeHeartIt
my room
"Tenho que ter paciência para não me perder dentro de mim: vivo me perdendo de vista. Preciso de paciência porque sou vários caminhos, inclusive o fatal beco sem saída. Sou um homem que escolheu o silêncio grande."
- Clarice Lispector, Um sopro de vida
H. Bellmer, romantic handscape.
Just as they reach the door, and as David steps out, Mia turns and looks back at Sebastian. He looks at her.
Their eyes lock.
A hint of a tear in both… And, ever so subtly, for just a fleeting second, Mia smiles.
It’s the kind of smile you could miss if you blinked – but it’s enough to signal to Sebastian that she recognized the melody he played, and that she still remembers it, and still thinks of it to this day…
Then she walks out the door.
La La Land (2016) - Dir. Damien Chazelle
"Não mexe comigo, eu sou a menina de Oyá."
Na vida nada tenho e nada sou; Eu ando a mendigar pelas estradas… No siléncio das noites estreladas Caminho, sem saber para onde vou! Tinha o manto do sol… quem mo roubou?! Quem pisou minhas rosas desfolhadas?! Quem foi que sobre as ondas revoltadas A minha taça de oiro espedaçou?! Agora vou andando e mendigando, Sem que um olhar dos mundos infinitos Veja passar o verme, rastejando… Ah, quem me dera ser como os chacais Uivando os brados, rouquejando os gritos Na solidao dos ermos matagais!…
Florbela Espanca
Henri Fantin-Latour, Roses dans un panier sur une table, 1876
transmigração da memória, aquela que ocorre o tempo todo, em como mantemos as pessoas vivas da única forma que podemos - segurando os mortos aqui com as suas histórias, suas marcas nas páginas. é uma ideia linda e inteiramente possível, eu concluo.
- palavras em azul profundo
Lovers in ochre Marc Chagall