Prioridades
todays bird

oozey mess
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
almost home
$LAYYYTER
NASA

Janaina Medeiros
Cosmic Funnies
One Nice Bug Per Day
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

@theartofmadeline
Misplaced Lens Cap

pixel skylines

Andulka
Sweet Seals For You, Always
he wasn't even looking at me and he found me
Monterey Bay Aquarium

No title available

No title available
d e v o n
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Iceland
seen from United Kingdom

seen from Finland

seen from Malaysia
seen from Iceland

seen from Türkiye
@lightsoverus
Prioridades
Foi na sua bagunça que eu me encontrei.
Nem a distância vai nos separar. (via vireipassaro)
Quando você vier haverá o encontro da sua busca com a minha espera. E o seu abraço será a moldura do meu corpo. E a minha boca o pretexto para o seu mais demorado beijo. (…) E eu vou inventar uma madrugada eterna pra quando você tiver que ir embora no dia seguinte. E você vai inventar um domingo que vai durar pra sempre porque tenho preguiça das segundas-feiras. E a gente vai rir dessa maldade da demora do tempo pra fazer essa brincadeira de desencontro. (…) A gente vai rir dessa maldade porque o nosso amor será a coisa mais bonitinha do mundo.
Marla de Queiroz (via segredou)
Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões.
Graciliano Ramos (via p-o-e-s-i-a)
Você é daquelas pessoas autênticas, diferente de tudo que já conheci. Nunca precisou de enfeites para esconder seu lado imperfeito, o que a torna perfeita. Por esse motivo, sorte minha poder fazer parte da sua história, sorte minha poder estar contigo em outros janeiros e poder sonhar e torcer para que o futuro nos traga mais esperanças quando temos alguém a quem amar e compartilhar a sorte de ter um amor que sentimos verdade.
Meus dias com você. (via poesigrafar)
Fucking loving you since two months or since my whole fucking life?
Você sabe que encontrou alguém especial quando vê a pessoa pela primeira vez e sente como se já a conhecesse. Você meio que olha para ela e pensa: De onde diabos você veio? Onde diabos você estava?
I miss an old love. (via vireipassaro)
E me beija com calma e fundo, até minh’alma se sentir beijada. O meu amor tem um jeito manso que é só seu, que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos com tantos segredos lindos e indecentes. Depois brinca comigo, ri do meu umbigo e me crava os dentes. Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz. Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
Chico Buarque. (via inverbos)
É UM TEXTO SOBRE AMOR
A gente ta sempre indo e vindo. Desde sempre parece que estamos espiralando no mesmo objetivo, seja um flutuar sutil ou uma queda livre, batendo em galhos e espinhos. Mas nós percorremos o caminho sempre a procura de sermos procurados, e enfim, encontrados. Já pensou como é engraçado que o alvo seja justamente o atirador? Mas é que olha, acho que a gente tem mesmo essa necessidade, de uma hora de repente pegar o trem certo, chegar no ponto, aportar o barco naquele cais lá. Acertar o pulo. A verdade é que tudo isso depende de um acaso que de subjetivo parece ter nada, porque parece ser uma conta matemática, tão exata que a verdade concreta, nua e crua, te faz alvenaria e quando vê, já ta construído, levantado, enraizado, fundado ao redor de outra verdade paralela, como se o vento que veio ali do sudoeste tivesse escancarado a janela e tudo tivesse se redescoberto com a ventania. E quando eu digo que isso é um texto sobre amor, é porque ventou muito hoje. E ontem também... para ser bem exata, tem ventado bastante já faz um mês. Em algum momento, quando eu nem estava cronometrando, nem ensaiando, nem preparando nada para exercer meu controle viciado de todo santo dia, foi quando eu, sem querer, embarquei e cheguei e aportei e pulei, e vi, com esses olhos meio perdidos, acizentados, que acizentavam tudo ao redor, notaram as cores outra vez. Tinha um pouco do azul do mar no meio, o sol da manhã acima e o acobreado do sol se pondo abaixo, tipo como se fosse um recado de que do nascente ao poente eu descobriria que maior que o infinito daquele mar, seria o tamanho do amor que veio naquela velha ventania. Espiralando num objetivo que zombou da minha consciência, mal prevendo que a minha única espiral era o próprio olho do furacão, que tinha braços, dedos, pernas, um jeito doce de olhar, um sorriso contido e uma mente sonhadora, poética, movida à nicotina e cafeína, que me abraçou, me protegeu e rodeou, uma centrífuga de toda energia negativa. E agora eu penso, enquanto escrevo, o quanto a predestinação é a única conta que nós, eu e tu, conseguimos aprender a gostar, por sua exatidão não só “espiritual”, mas correspondente à tudo aquilo que precisamos. Pois há uma beleza certeira em cada sopro, em cada fio de cabelo esvoaçado, cada arrepio causado e cada reviravolta, que revira e volta sorrateiramente das bordas até o fundo do meu eu. Essa beleza grande, de quase 1,90, que tem caráter suave, singelo, sincero e tímido. Beleza que me faz grata, intrínseco o meu agradecer, de tanto que agradas o ser, esse que eternamente acalantou e acertou em cheio, transforma em refém, me detém e vem. Deixo você entrar, eu te sinto bem-vindo, desde que tu pediu o meu nome pela primeira vez, eu já queria dizer: me chame de tua.
- aqueles 31 dias.