Não é nenhuma surpresa ver DELILAH ANNE HARPER andando pelas ruas de Arcanum, afinal, a HUMANA DOTADA precisa ganhar dinheiro como ESCRITORA & PROFESSORA DE MÚSICA. Mesmo não tendo me convidado para sua festa de VINTE E DOIS ANOS, ainda lhe acho DELICADA e SOCIÁVEL, mas entendo quem lhe vê apenas como TEIMOSA e IMPULSIVA. Vivendo na cidade há OITO ANOS, LILA cansa de ouvir que se parece com MINNIE MILLS.
INTRO ♡ BIO ♡ CNNS ♡ TASKS ♡ PLAYLIST
♡ Nome completo: Delilah Anne Harper
♡ Apelidos: Lila (por todo mundo)
♡ Idade: Vinte e dois anos
♡ Local de Nascimento: Londres, Inglaterra
Delilah Anne Harper, ou Lila, é uma humana dotada, embora nem sempre tenha acreditado nisso. Nascida em Londres, ela perdeu sua mãe ainda muito jovem e foi criada por seu pai, com quem sempre teve uma ligação forte. Porém, para sua infelicidade, aos 14 anos, a sua vida tomou um rumo inesperado: seu pai casou-se novamente, e sua nova madrasta não era nada amigável. Muito pelo contrário. Pouco tempo depois, seu pai adoeceu e faleceu em questão de semanas, deixando Lila sob a tutela de uma mulher que a via mais como um objeto do que como uma filha.
Após a morte de seu pai, elas viajaram para longe de Londres, e de forma inexplicável, acabaram em uma cidade que sempre esteve nos sonhos de Lila. Uma cidade onde lobisomens e vampiros travavam batalhas, e onde anjos, demônios e bruxas coexistiam com os humanos. Elas foram para Arcanum. E no exato momento em que cruzaram a barreira, Lila sentiu uma transformação. Seus cabelos escureceram ainda mais, seus lábios ganharam um tom mais intenso, e algo despertou uma sede insaciável em sua madrasta.
Com o tempo, Lila fez três descobertas: primeiro, sua madrasta era uma vampira. Ela havia matado seu pai. Segundo, Arcanum não era o lugar para onde ela estava indo e queria levar a Lila, pois agora ela tinha que atender as leis dessa cidade que a proibiam de ter uma humana como sua bolsa de sangue pessoal. E terceiro, por algum motivo, seu sangue era irresistível e viciante para vampiros. Sua madrasta estava viciada e assim Lila se tornou uma prisioneira secreta. Ela passou cerca de seis meses confinada em casa como um segredo, enquanto sua madrasta tentava encontrar uma maneira de sair dali, até que as autoridades de Arcanum finalmente descobriram a situação e a libertaram. Ela não sabe o que foi feito com sua madrasta, apenas que não precisava mais se preocupar com ela.
Depois de sua liberdade, Lila soube, através das bruxas da cidade, que era uma humana dotada, embora ainda não soubesse exatamente qual era seu dom, além de ser um imã para vampiros. Sem poder fugir de Arcanum, ela decidiu se dedicar aos estudos, focando em música e literatura, seguindo o sonho que sempre nutriu. Mas também se mergulhou no mundo sobrenatural, determinada a entender seu dom e como ele poderia ajudá-la a escapar daquele lugar. Frequentemente, ela se encontra na Biblioteca de Ossos, em busca de respostas — não apenas sobre seu sangue e suas habilidades, mas também sobre o que realmente aconteceu quando cruzou a barreira de Arcanum.
nate iria ver uma amiga participar do festival de canto. tinha chegado cedo com seus óculos de sol no rosto escondendo olheiras profundas de uma insônia recente. de novo andava ouvindo uivos fantasmas, tão reais que chegava a se sentir nauseado de ansiedade. e assim... passava noites sem dormir. o cigarro dependurado nos lábios também compunha o visual, que apesar de animado pela competição, também tinha o cansaço dos últimos dias aparente. sentou-se no único lugar que tinha vago ao redor do lago, pedindo licença para a mulher ao seu lado. cumprimentou-a brevemente e começou a assistir às apresentações, mas algo sobre ela fez matutar um pensamento. resistiu a questionar até se virar para ela e puxar algum assunto. simplesmente ficaria pensando nisso o dia todo, se não sanasse a dúvida. "desculpa... mas eu te conheço de algum lugar?" nate sorriu, esfregando de leve a nuca. não queria ser inconveniente. "você me parece muito familiar.'
Lila sorriu para segurar uma risadinha quando Nate perguntou se já a conhecia, não conseguia evitar em achar aquilo engraçado. Isso acontecia com tanta frequência que já havia se tornado uma piada pessoal. "Isso acontece muito," disse ela, sem tirar o sorriso do rosto em nenhum momento. "As pessoas costumam achar que me conhecem, mas acho que tenho só um rosto familiar." E então deixou escapar uma risadinha. Estava usando roupas mais elegantes naquele "Mas quem sabe, talvez a gente já tenha se esbarrado em algum lugar por aí. Eu vivo em livrarias de magia ou estudando as coisas sobrenaturais de Arcanum." Ela olhou rapidamente para o palco antes de voltar sua atenção para ele. "Essa cidade está cheia de lugares estranhos, não é? E eu tento estar em todos eles." estendeu a mão para o outro "Mas enfim, eu sou Lila. Lila Harper. Muito prazer em te conhecer, ou te reencontrar, dependendo do ponto de vista" deu de ombros "Talvez a gente de fato tenha se conhecido, mas alguma bruxa ou feérico ou demônio ou vampiro… Oof, lista grande, hein? Mas enfim, alguma dessas coisas tenha me feito esquecer? Por aqui nunca tem como ter certeza de nada"
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local: casa de amber
amber mora em uma das áreas residenciais da cidade, num casarão antigo com um jardim bem arborizado e refrescante. um tanto cliché para um vampiro? talvez, mas a fachada da casa é bem cuidada e, em seu interior, é possível encontrar uma decoração mais moderna. nada de gesso, paredes brancas ou luzes de led para iluminação indireta, porque a casa dele não é um consultório, mas os móveis e os pisos são novos, assim como a televisão na sala. há pinturas espalhadas pelos cômodos, algumas inacabadas, tiradas às pressas do ateliê por um motivo ou outro, além de outras obras de arte para decorar a casa bem iluminada. para a residência de uma criatura da noite, inclusive, há muitas janelas e basculantes de vidro, por onde a luz solar entra à vontade. depois de tanto tempo precisando se esconder e viver literalmente nas sombras, amber tenta desfrutar do privilégio que possuir um amuleto que o protege do sol lhe proporciona. apesar disso, todas as janelas são equipadas com cortinas e, no geral, em parte por hábito, em parte por precaução, o rapaz costuma se locomover pela casa pelas sombras.
na sala de estar, o ambiente mais espaçoso da casa e, devido a grande quantidade de estantes com livros do chão ao teto encostadas nas pares, também um de seus cômodos favoritos, amber esperava pela chegada de lila, sua amiga e, naquele dia, também sua aprendiz. o vampiro tinha se tornado instrutor de magia e defesa pessoal da garota após notar que ela era uma humana dotada. ao ver lila tão perdida em meio às criaturas sobrenaturais de arcanum, o instinto de amber era protegê-la, entretanto, ele sabia que não podia estar presente todas as horas do dia para isso. além do mais, especialmente como uma humana dotada, lila tinha o potencial para fazê-lo ela mesma. então, por que não ensiná-la?
enquanto esperava, o rapaz pegou uma de suas pinturas inacabadas e colocou-a num cavalete, sentando-se num banco diante do quadro antes de voltar a pintar com seus materiais. naquele quadro em específico estava usando guache e a imagem que formava com as tintas retratava um campo aberto, devastado por uma guerra. quando lila chegou, ele ouviu seus passos antes que ela batesse na porta e rapidamente moveu-se para abri-la. — você está atrasada! — disse ele, com um sorriso suave no rosto. apesar de a frase conter uma repreensão, o tom de brincadeira era óbvio. — pode entrar, senhorita. — o vampiro abriu mais a porta e saiu do caminho para que lila pudesse passar, abrindo o braço enquanto fazia uma leve reverência de forma cortês. em sua pressa para abrir a porta, sequer havia parado para prestar atenção nas manchas de tinta em suas mãos, antebraços ou em sua bochecha. conhecendo-o, na verdade, ele sequer sabia que estava sujo de tinta. — espero que as maluquices na cidade não tenham te atrapalhado no caminho. como foi seu dia?
Lila chegou à casa de Amber com o coração levemente acelerado, já antecipando a leve bronca que sabia que viria. A fachada antiga e o jardim refrescante sempre a deixavam um pouco impressionada, considerando que era um vampiro que morava ali. Tudo bem que Amber não era um vampiro comum, mas ainda assim, ela estava acostumada com a ideia de vampiros de seus livros góticos. Ao entrar, procurou pelo mais velho e ao vê-lo à porta, sujo de tinta, com aquele sorriso brincalhão no rosto, Lila riu baixinho. "É, eu sei, estou atrasada," disse, passando pela entrada enquanto o vampiro fazia uma reverência exagerada. "Mas sabe como é... Bruxas tentaram me sequestrar, feéricos tentaram fazer acordos comigo, lobisomens me morderam e vampiros se transformaram em morcegos na minha frente, isso tudo enquanto estava andando até aqui. Qualquer um atrasaria.", brincou.
Ela entrou na sala espaçosa, observando as estantes abarrotadas de livros que tanto gostava "Maluquices na cidade? Em Arcanum? Jamais. Nunca acontece nada fora do normal por aqui. Nadinha." respondeu, enquanto ele fechava a porta atrás dela. "Mas tudo bem, a verdade é que o que me atrasou foi minha eterna luta com o trânsito." Ela sorriu, relaxando um pouco e procurando um lugar para se sentar. "E o seu dia? Parece que você estava no meio de uma criação artística magnifica digna de um museu antes de eu te interromper." Lila sabia que, mesmo com todas as suas responsabilidades e sua missão de protegê-la, ele sempre achava tempo para as artes, algo que ela admirava nele. Afinal, ela também era uma artista.
"Acho que foi aquele tipo de força condutora estranha que nos moveu para cá." brincou, não era do tipo que acreditava nessas coisas, as explicações mundanas e cientificas lhe caiam melhor, mas ainda assim se dera a liberdade de zombar da situação. "você é professora?" arqueou as sobrancelhas. lidar com uma sala de aula facilmente se assemelharia ao caos de lidar com uma delegacia, impossível sobreviver se não fosse durona o suficiente. "sendo sincera, nem sei se meus motivos são válidos. você sabe, pagar o aluguel, conseguir sobreviver... e claro, tentar tornar essa cidade um pouco mais segura do que o de costume." a careta se formou em seu rosto antes mesmo que ela pudesse notar. gostava de acreditar que isso era possível, mas com tantos crimes ela já nem sabia mais. "caindo ou não, você deveria pedir. alguns dias na praia ou no campo, me parece bom... eu faria o mesmo, se conseguisse viver longe do trabalho." surtaria, sem duvidas. era a desculpa que dava a sua cabeça para pensar em algo que não fosse o desaparecimento. "sempre. mas mais com o ambiente e as pessoas do que com os casos em si, me entretem."
Lila riu baixinho ao ouvir a brincadeira de Lizbeth sobre forças misteriosas as conduzindo até aquele bar. Em Arcanum, coincidências quase sempre tinham um toque de magia, então a ideia não parecia tão absurda… Ok, era sim uma ideia absurda, mas ainda assim possível, especialmente com alguma bruxa ou fada entediada por perto. Ela tomou um gole de whisky, deixando o gosto forte do álcool acalmar um pouco seus pensamentos. "Sim, sou professora de música," começou, com um sorriso leve. "Dou aulas de piano, violino… essas coisas que, em uma cidade normal, seriam só sobre música. Mas aqui? Às vezes, tento adaptar para o lado sobrenatural. Sons e notas têm efeitos diferentes em criaturas diferentes, e estou estudando mais para entender melhor." Ela deu de ombros, rindo de leve.
"Imagino que seu trabalho também não deve ser fácil," comentou, observando Lizbeth. "Tornar Arcanum segura parece uma daquelas missões que nunca acaba. Como tentar varrer uma praia. Sempre tem algo prestes a acontecer, algo que exige mais esforço do que parece humanamente possível. Mas fico feliz que existam pessoas como você, dispostas a fazer esse trabalho." Ela levantou a bebida em um brinde em homenagem à mulher à sua frente. Dando uma risada curta ao pensar na ideia de pedir folga. "Quer saber? Acho que vou sim tentar tirar uns dias de folga. Tirar uma mini-férias, ficar longe de planejamentos de aula e alunos que simplesmente não me escutam… Parece um verdadeiro paraíso."
STARTER FECHADO ━━ ( @lilaharper ) na presença de MALLORY REAGAN na oficina de fantasias mágicas.
adorava halloween. desde antes, quando ainda era somente uma criança, gostava de dedicar seus dias a pensar em fantasias bonitas e conseguir muitos doces ao piscar seus grandes olhos azuis nas portas de todas as senhorinhas. nessa época ainda vivia na segurança da austrália, mas não foi um hábito que perdeu quando cruzaram a barreira de arcanum, na verdade, solidificou-se ainda mais porque achava irada a possibilidade de acabar recebendo um doce mágico de uma bruxa de verdade, ou então, que vampiros levariam com humor as suas presas de plástico (e que doces vermelhos esquisitos eram aqueles que ela ganhava deles?) mas, certamente, a adolescência trouxe um novo frescor à situação toda, pois, doces não eram exatamente as únicas coisas que esperava conseguir de lobisomens ou fadas em noites de gostosuras ou travessuras. embora, dessa vez, ela estivesse bem mais interessada em humanos do que quaisquer outras criaturas. "ok, qual vai ser a sua fantasia esse ano, lila?" perguntou, olhando para a amiga com a ternura de sempre. "vamos combinar? se você disser que não quer combinar fantasia comigo, vai partir o meu coração mofado." fez uma careta momentânea, que logo foi substituída por um riso divertido. a verdade é que o emprego lhe deixava sem tempo de pensar em fantasias, então queria embarcar na alheia. "sério, nunca me canso dessa parte do evento. pensei em pegar um feitiço de invisibilidade, assim vou poder assustar as crianças antes de colocar docinhos nas abóboras delas, você sabe, eu preciso mostrar um pouco de comprometimento."
Mesmo depois da transformação de Lory em vampira, nada havia mudado entre elas. Lila nunca se incomodara com isso. Na verdade, ela até brincava com a situação, como se o novo estado de Lory fosse apenas mais uma de suas piadas internas. Lory era o furacão que a tirava de sua rotina, sempre cheia de ideias e energia, e Lila, a mente mais tediosa da dupla, se deixava levar por ela com um sorriso no rosto. Sempre foi assim, desde que a mais nova foi puxada para Arcanum para nunca mais escapar.
Não teve como não revirar seus olhos e soltar uma risada ao ouvir o pedido da outra. Era típico da sua melhor amiga querer combinar as fantasias, já haviam feito aquilo tantas vezes que Lila tinha dúvidas se ainda existia alguma fantasia de dupla que já não haviam feito. "Você sabe que eu nunca partiria o seu coração… Seja ele mofado ou não", mas é claro que Lila fingia resistência toda vez apenas para provocar a mais velha. "Que tal eu ir fantasiada de humana e você ir fantasiada de vampira?", brincou.
A ideia do feitiço de invisibilidade fez Lila arquear uma sobrancelha. Gostava de magia bem mais do que uma mera humana deveria, mas o que podia fazer? Viveu sua vida inteira achando que tudo aquilo era impossível e existia apenas em seus livros. "Invisível, Lory? Você conseguiria algo assim? Isso é bem a sua cara", disse, rindo baixinho. "Mas falando sério agora, sobre as fantasias… Talvez eu tenha uma ideia. O que acha de irmos de anjo e demônio? Você poderia ser o anjo, é claro", completou com um sorriso angelical. "E quanto a assustar crianças antes de dar os doces, eu acho que só conseguiria fazer isso se minha maquiagem realmente for muito assustadora. Uma coisa meio filme de terror mesmo, efeitos práticos de estúdio. Você acha que consegue me ajudar?"
Lizbeth não costumava se dar ao luxo de encerrar seu dia daquela maneira. deixou com que seu corpo deslizasse pelo banquinho mais próximo, em um longo, porém baixo, sussurro. o dia havia sido cheio e estressante, saíra do escritório mais tarde do que deveria, depois de ouvir engravatados falando com ela de maneira mesquinha a torto e a direito. os crimes se empilhavam sobre a mesa, e ela não parecia ter solução para nenhum... ainda, suspirou ela. "uma dose de vodka." pediu com uma voz cansada, a cabeça borbulhando quase não lhe deixava ouvir nada ao redor. se alongou como se fazem os gatos, e deixou que os ouvidos escutassem as palavras mais próximas, afinal era sempre útil para as investigações. "só passei do trabalho para espairecer, e você o que faz aqui?" puxou assunto com a figura a sua esquerda.
O bar era um dos lugares mais inusitados para se encontrar Lila. A encontrar no cemitério analisando covas? Comum. Se esgueirando para entrar no necrotério? Apenas mais uma terça-feira. Mas no bar? Não era uma imagem comum. Ela estava sentada, balançando o seu drink em sua mão, pensando em tudo que precisava fazer e como não estava nenhum pouco afim de dar aula no dia seguinte, quando sentiu a presença da mulher ao seu lado. Ela parecia bem estressada, então não se referiu a ela até que a escutou falar consigo.
Sorriu automaticamente, pois havia começado uma conversa. "Acho que a mesma coisa. Eu estava no caminho de casa e pensei que poderia usar um drink, quando vi já estava aqui sentada pedindo whisky." Deu de ombros, fazendo questão de beber um pouco do seu drink logo em seguida. "Queria pedir uma pausa do meu emprego, mas não tenho nenhum motivo válido o suficiente. Ou será que anomalias temporais que podem a qualquer momento cair na cabeça dos meus alunos é um motivo bom para umas férias adiantadas?" perguntou, rindo um pouquinho. "Você também está estressada com o emprego?"
𓂅 𝑶𝑷𝑬𝑵 𝑺𝑻𝑨𝑹𝑻𝑬𝑹 . . . estrelando beatrice lawrence & seu personagem nos jardins do crepúsculo eterno.
era comum que beatrice estivesse sempre impaciente com algo ao seu redor, fosse a presença de alguém indesejado ou uma atitude que pudesse tirar sua paz de espírito – o que, honestamente, não precisaria de muito esforço. era sempre um misto de sentimentos que ela não conseguia controlar, o que se intensificava com os acontecimentos recentes. em sua grande maioria, era motivo de preocupação por parte dos moradores de arcanum, tão confusos quanto ela em tentar compreender o que de fato estava acontecendo ali. ergueu o olhar para observar o céu, em um tom tão vivo de vermelho quanto sangue, da mesma maneira que estava há dias quando a primeira queimada na alder grove se iniciou, espalhando-se por pontos específicos da floresta. em instantes, beatrice foi atraída pelas mutações anormais das plantas nos jardins do crepúsculo eterno. os espinhos cresciam conforme sua chegada, e os galhos se contorciam em agonia. muito parecido com o sentimento que assolava seu peito diante das queimadas que ameaçavam sua alcateia; e assim como seus companheiros, ela temia pelo próximo dia.
aguçando um pouco mais os sentidos, ela conseguia escutar um chiado vindo das plantas; um choramingo de pura dor e sofrimento, misturado com uma raiva crescente. era outro sentimento presente em beatrice. “eu não entendo muito sobre plantas, mas eu não sei se ela vai sobreviver por muito tempo se contorcendo desse jeito.” comentou, não reparando muito bem em quem havia se aproximado. estava focada demais no comportamento estranho da planta que observava. “é parecido com um lobo novato em época de lua cheia. em partes, se você usar um pouco da imaginação. ela mal consegue se controlar e parece cada vez mais agressiva com esses... espinhos.” torceu um pouco o nariz, mantendo-se em uma distância segura, enquanto o espinho crescia a cada segundo. “dizem que as plantas do jardim reagem aos sentimentos daqueles que a visitam, mas agora parece um pouco pior. me pergunto se sou eu ou você.”
Observava Beatrice à distância, sentindo a tensão no ar. A impaciência da vampira era evidente, e o ambiente carregado a deixava inquieta. Havia ido aos jardins como um favor para uma bruxa que conhecia, pois queriam testar um feitiço e precisava de algo que só poderia conseguir lá. Aproximou-se cautelosamente, percebendo a agonia das plantas ao redor e como elas se contorciam, como se respondessem a alguma coisa, mas não sabia exatamente o que.
"Eu também não sei se irão." Delilah comentou, unindo-se à análise da outra. "Essas plantas parecem estar sofrendo." Encarou a outra quando ouviu sua comparação. Em todo seu tempo em Arcanum, ela nunca havia escutado sobre lobos novatos, ou sequer conhecido um, mas fazia sentido se ela parasse para refletir. "Talvez elas estejam querendo nos expulsar daqui?" Ela franziu o nariz, mantendo-se um passo atrás, sentindo os espinhos crescerem ameaçadoramente. Não tinha medo das plantas, nem estava com algum sentimento negativo dentro de seu peito naquele momento, mas tinha cuidado. Não queria ofender as plantas, apesar de não saber se isso era uma possibilidade. "Ou talvez esteja pedindo ajuda."
"Você acha que nossas emoções estão influenciando isso?" perguntou, curiosa. Ela mais queria entender aquilo do que qualquer outra coisa, pois era fascinada com qualquer explicação sobrenatural. Estava sempre tentando criar alguma lógica. "Ou talvez seja algo maior em Arcanum?" O que estava acontecendo na cidade a deixava preocupada, e não conseguia deixar de pensar que havia uma ligação entre a dor das plantas e o caos ao seu redor. "Estamos todos tão conectados com o que está acontecendo, não é? É a cidade inteira. Elas podem muito bem estar reagindo a nós duas." Tentou se aproximar um pouco mais da planta, com cuidado.
Com a reunião do Conselho misteriosamente cancelada de última hora, di Angelis passou a monitorar a cidade com os próprios olhos, assimilando cada acontecimento fora do comum que poderia estar relacionado à chegada da Estrela da Manhã em Arcanum. Não só estava curioso para saber o que acontecia nas ruas, mas era um tanto quanto estudioso nas horas vagas: aquele era um mistério de grande porte crescendo na cidadela, e odiaria ser pego desprevenido. Começou a, então, notar como alguns pássaros voavam e eram rebobinados em pleno ar, retomando seus caminhos ao contrário. Ouvia vozes incorpóreas ao vento apenas para ver seus donos chegando minutos depois, num delay esquisito que deixaria qualquer humano normal louco. E então, viu um pedaço de marquise se desgrudar de uma fachada e atingir ao chão, apenas para piscar e estar de volta em seu lugar de origem. Uma figura desavisada passava pelo local e, sem muitas cerimônias, Arturo puxou seu corpo um pouco para o lado; segundos depois, os detritos atingiram o chão de novo, e o vampiro fez uma anotação mental para pesquisar mais sobre isso. — Você se machucou? — Foi somente aí que virou para a pessoa, de cenho franzido. — São as anomalias temporais, passado e futuro colidindo. Estão piores desse lado da cidade. — E deu uma revirada de olhos, como se aquilo fosse uma mera inconveniência chata e não a realidade ruindo bem à sua frente. — Eu diria para ter cuidado onde anda, mas não quero soar óbvio. Você passou por mais alguma experiência assim aqui perto? — E olhou para a figura, tentando entender mais de sua expressão facial.
Delilah caminhava pela rua em direção à sua escola para dar suas aulas do dia, sentindo uma dor de cabeça intensa que a acompanhava há alguns dias. Já havia tomado um remédio antes de sair de casa, mas estava considerando seriamente pedir alguma cura mágica. De repente, a dor se intensificou e, antes que pudesse processar o que estava acontecendo, se sentiu ser puxada para o lado. Atordoada, hesitou por um momento, até perceber que era Arturo e que ele havia acabado de salvá-la de um pedaço de detrito que quase a atingiu.
"Jesus H. Roosevelt Christ!" exclamou, ainda tentando recuperar o fôlego. Não havia sido um susto enorme, mas também uma dor intensa. Que combinação diabólica. "Eu não... Nossa, eu não consigo nem falar." Continuou tentando recuperar o fôlego e, quando o fez o suficiente para levantar a cabeça, sorriu para ele, tentando deixar claro que não precisava se preocupar. "Desculpa, eu não estava esperando por isso." Riu um pouco. "Ah, eu sei o que são. Estou tentando estudar magia temporal exatamente por causa dessas anomalias. Tenho visto tantas coisas estranhas e, sempre que isso acontece, minha cabeça dói um pouco. Deveria ter suspeitado que algo cairia na minha cabeça." Mostrou a língua, fazendo gracinha e rindo mais uma vez.
Finalmente olhou em seus olhos, sentindo a gratidão misturada com a confusão. Tentou demonstrar a parte da gratidão em seu sorriso. "Muito obrigada por isso, eu realmente não estava vendo." Ao ouvir sua pergunta, olhou para o lugar que estaria se ele não tivesse puxado-a. "Só o que mencionei, coisas meio estranhas que voltam no tempo bem diante dos meus olhos. Devo dizer que, mesmo depois de oito anos aqui, ainda não estou totalmente acostumada. Agora só quero descobrir o que está acontecendo e, se puder, evitar que isso piore." O jeito como Arturo a escutava sempre a deixava mais confiante, e naquele momento, não sentia vergonha de falar que estava tentando resolver tudo isso sozinha, mesmo sendo apenas uma mera humana. Algo que ela teria vergonha de admitir pra qualquer outra pessoa sobrenatural. "Mas e você, o que estava fazendo por aqui, senhor?"
bibliotecas sobrenaturais são certamente diferentes das mundanas. bom, não que river já tivesse frequentado qualquer outro lugar que não fosse aquela cidade desde o seu nascimento, entretanto, pelo conhecimento teórico do resto do mundo, pensar em paz em nada combinava com os murmúrios estranhos que escutava ali há algum tempo. entre bruxas recitando feitiços, sombras que se moviam sozinhas e um insistente cheiro de queimado junto da fumaça inconveniente que chegavam ao subterrâneo, preservar seus livros estava cada vez mais complicado.
ele mesmo estava curioso, é claro. lá no fundo também sentia um pouco de medo, mas encarar o desconhecido e aquele frescor macabro que lúcifer trouxera à cidade na verdade serviam apenas para que o nefilim se sentisse entretido. anos e mais anos sem colocar os pés para fora, vivendo dias monótonos que não levavam a lugar algum e sem perspectiva nenhuma podiam abalar até a a alma mais radiante e, se o preço das mudanças vinha com o rei do inferno, isso não necessariamente significava algo ruim. não para ele, ao menos, que já havia vivido inúmeros anos com medo dos inimigos naturais dos demônios: os anjos. se pensasse a fundo demais, é claro, seu único medo era que as barreiras mágicas caíssem, mas tinha uma mente simples demais para cogitar sempre o pior ou analisar possibilidades que iam além.
aproveitando que as coisas pareciam estar mais ou menos sob controle, sentou-se atrás do balcão, com uma pilha de livros ao seu lado, intrigado com as línguas antigas e possessões ocorrendo aleatoriamente e buscando, entre as páginas, algo que pudesse trazer uma resposta de verdade. foi quando escutou um barulho, anunciando a chegada de um possível leitor, e ergueu-se já com o sorriso no rosto. "river albero, ao seu dispor." a apresentação era sempre essa. "no que posso ajudar? ah, e perdoe os livros caídos no chão em algumas prateleiras, o último tremor derrubou os mais altos e tivemos algumas bruxas recitando encantamentos de maneira equivocada, mas eu só começo a arrumar a biblioteca às 15h." encostou-se mais sobre o balcão, sem nunca tirar o sorriso. ainda era 14h36. "sabe como é, só faça o que você é pago para fazer. bom, nesse caso, quando for combinado que você irá fazer. enfim, tomei muito do seu tempo, o que você procura?"
Delilah entrou na Biblioteca de Ossos, sentindo-se imediatamente envolvida pela atmosfera peculiar que permeava o lugar. Tinha consciência de que Lúcifer estava por ali, e era sua presença que mudava o ambiente em toda a cidade, mas, por motivos maiores, tentava sempre ignorar esse detalhe sobre sua nova vida. Lúcifer andando por ali? Não, não, não! Livros sobre seu dom secreto e magia temporal? Sim, sim, sim. Entretanto, era quase impossível fingir que aquilo não estava acontecendo na maior parte do tempo, então ela tentava se concentrar em outras coisas e se distrair da possibilidade de esbarrar com Satanás na rua enquanto estava na biblioteca. Precisava resolver esse problema e encontrar uma maneira de fugir daquela cidade. Mesmo após oito anos de tentativas, não iria desistir.
Era impossível não perceber que aquelas bibliotecas sobrenaturais eram completamente diferentes das mundanas, e isso sempre a fascinava. Com seu dom desconhecido em mente e a curiosidade a impulsionando, estava lá não só por conta de River, mas também em busca de respostas. "Bruxas? Eu adoro ver bruxas trabalhando," disse, fazendo seu amigo finalmente perceber que era ela do outro lado do balcão. "Oi, estou procurando outro livro sobre magia temporal, porque aquele que você me deu falava sobre tempestades e gelo, não sobre horas, anos, dias, semanas." Revirou os olhos, mas manteve o sorriso no rosto. "Anda muito ocupado por aqui? Acredito que não sou a única vindo procurar respostas com a… Estrela da Manhã na cidade e tudo mais." Evitou dizer o nome em voz alta. Ainda era humana e ainda havia medo em seu coração.
a noite fria era uma companheira agradável, especialmente quando tantos... detalhes, o faziam se lembrar de seu lar. a aparição de lúcifer trouxe consigo anomalias que, em dias de estresse, eram inconvenientes irritantes mas, nos dias bons, lhe davam certa nostalgia. há quanto tempo não pisava no inferno? havia parado de contar, entretanto, muito ponderava o que é que significava tudo aquilo. apocalipse? nah. provavelmente teria sido convocado se fosse o caso, e nenhum dos príncipes havia se manifestado até então.
ba'al nunca havia visto um trabalho que não quisesse executar, razão pela qual era membro do conselho, e por isso, apesar da natureza demoníaca, nutria gosto pela ordem, mesmo durante o caos. a cidade não deveria sair de controle, não enquanto tudo ainda era novo e existiam mais perguntas que respostas. e, por falar em perguntas, viu-se intrigado diante do mundano que cruzou seu caminho. os passos pareciam hesitantes, tortos... como se estivesse possuído, mas não conseguia detectar nenhum de seus colegas, não havia fumaça. foi somente quando o mortal começou a falar em uma língua que nunca havia escutado, que entendeu do que se tratava.
apressando o passo, o segurou assim que o corpo começou a tremer, e a boca se abriu, sem emitir mais nenhum som, olhando fixamente para o céu, de onde conseguia ver a luz vermelha dos supostos portais para o inferno. e então, o humano amoleceu e desmaiou, mas antes sussurrou: "as catacumbas..." intrigado, o segurou como quem carregava um saco de batatas, passando o corpo pelo ombro, enquanto caminhava, reflexivo. e pela segunda vez cruzou o caminho de outra criatura. antes que houvesse um questionamento ou acusação, já adiantou a resposta. "estou o levando para o hospital, quer me fazer companhia?" deixou um sorriso convidativo estampado nos lábios. "ah e, pretendo ir às catacumbas. estendo o convite, mais uma vez."
Delilah observava a cidade, intrigada com a atmosfera carregada que pairava no ar. A noite fria era um lembrete confortável de seu lar, Londres. Tentava não pensar demais sobre sua casa, na verdade, transformava todos os pensamentos em combustível para suas investigações pela cidade. Desde que o sobrenatural entrou parte de sua vida, há oito anos, não via a hora de escapar dele. Estava a caminho da Biblioteca de Ossos quando se surpreendeu ao avistar uma figura distante. Infelizmente, estava sem seus óculos, então esperou que a pessoa se aproximasse para perceber que se tratava de Ba'al. Sorriu por instinto, até notar que ele carregava alguém.
"Céus, o que aconteceu?" Cobriu a boca ao falar. Tentava evitar qualquer referência religiosa em Arcanum, pois, apesar de ter crescido católica, agora sabia que demônios e anjos realmente caminhavam pela cidade, e não queria ofender ninguém acidentalmente. De toda forma, se aproximou da pessoa sendo carregada e a examinou rapidamente, usando o pouco de conhecimento médico que tinha. "Você o encontrou assim? Ele tá bem? Você sabe o que aconteceu?" perguntou, já ajeitando sua bolsa para acompanhá-lo até o hospital. "Vou com vocês."
"Calma, as catacumbas?" O convite fez seu coração acelerar. Lila adorava explorar o desconhecido, e a ideia de se aventurar em um lugar cheio de mistérios e histórias ocultas era irresistível, poderia ter muitas oportunidades de encontrar respostas para tudo que acontecia ali. Entretanto, tinha cuidado ao dizer "sim" para qualquer coisa que o demônio lhe propusesse, afinal, sabia que ele só queria algum tipo de desculpa para prendê-la em um acordo que a faria entregar sua alma. "Tudo bem. Eu vou com você. Sempre quis conhecer as catacumbas. Mas sem acordos!" levantou seu dedo indicador, o balançando negativamente para o outro.
Aqui estão as conexões livres da Lila, mas sempre podemos combinar algo diferente, e eu adicionarei na página de conexões dela, aqui. Todas as conexões que não têm a espécie especificada no início são livres e podem se adaptar para qualquer uma, só precisamos combinar direitinho. Lembrando que os plot são sugestões e podem ser mudados para se encaixar melhor com seu personagem.
CONEXÕES SOBRENATURAIS.
WHEN THE HUNTER LIKES THE PREY (OPEN, female/male. Vampiro.) - MUSE D foi contratado por um anônimo para se livrar de Lila. Ele não sabia os motivos, apenas que o pagamento em dinheiro era excelente e o pagamento em sangue ainda melhor. Ele poderia beber todo o sangue de Lila se quisesse, e que vampiro recusaria isso, considerando quão delicioso era aquele sangue? Entretanto, quando chegou a hora de realmente cumprir o trato, MUSE D não conseguiu.
ONCE UPON A PAST LIFE (OPEN, male/female. Imortal.) - MUSE E viu Lila pela primeira vez e imediatamente sentiu que havia voltado no tempo. Ele não conseguia acreditar nos próprios olhos; sua amiga realmente havia reaparecido assim? Ela havia se tornado uma vampira ou algum outro ser sobrenatural? Somente após conversar com Lila percebeu que se tratava de outra pessoa. Isso o deixou obcecado pela ideia de que Lila era a reencarnação de sua amiga, e por isso decidiu se aproximar dela para descobrir e ter certeza.
HEALING WORDS (OPEN, female/male. Ser Mágico.) - MUSE F é um ser sobrenatural que usa seus poderes de cura para ajudar os outros, e isso é algo que Lila admira bastante. Ela já precisou de seus cuidados uma vez, mas seu verdadeiro interesse é tentar descobrir alguma maneira de poder fazer o mesmo e por isso está sempre importunando MUSE F.
EVERY MAGICAL WAY (AMBER, closed. Ser Mágico.) - AMBER se tornou amigo de Lila e percebeu que a garota não tinha nada para se proteger. Por conta disso, se tornou seu professor pessoal de magia e defesa pessoal. Sabia que Lila era uma humana dotada, mas sem conseguir usar seus poderes aquilo não servia de nada, então tinha que encontrar uma maneira de se defender.
IT’S IN THE BLOODLINE (OPEN, female/male. Bruxo.) - MUSE H é um bruxo que tem certeza que a Lila descende de alguma linhagem antiga poderosa e por isso possui um dom poderoso e misterioso. Lila é o mistério mágico perfeito para MUSE H e por isso está sempre procurando saber como desvendar esse enigma.
THE LONG LOST RELATIVE (OPEN, female/male. Immortal) - MUSE I tem quase certeza que Lila é uma descendente sua. Não sabe dizer ao certo o porquê, mas ele sente isso no seu âmago e por isso está tentando descobrir se é a verdade ou não, afinal já está vivo há muitos séculos, pode ser que sua linhagem tenha sobrevivido. Por conta desse seu pensamento, trata Lila como família e é muito protetor com ela.
DREAMWALKING (OPEN, female/male. Ser Mágico.) - MUSE J é um amiguinho sobrenatural capaz de entrar nos seus sonhos. Ele vem ajudando a Lila a dormir melhor, mas também investigando seus sonhos para ver se consegue encontrar algo sobre o porquê da sua madrasta ter tido tanto interesse nela e também descobrir qual o seu dom misterioso.
WHAT A SAVIOR (OPEN, female/male. Humano Soldado.) - MUSE K é um dos soldados envolvidos no resgate da Lila enquanto estava sendo aprisionada por sua madrasta vampira. Eles se tornaram amigos após esse evento traumático e Lila é grata a ele por ter lhe salvado daquela situação horrível.
CONEXÕES MUNDANAS.
KNOCK KNOCK! WHO’S THERE? ATCH! (OPEN, female/male) - MUSE 1 é o único paciente da Dr. Delilah Harper, até porque infelizmente ela nunca pode realizar seu sonho de ser médica, mas por algum motivo MUSE 1 está sempre na sua porta precisando de seus dons curandeiros. Ela não reclama, na verdade gosta muito de lhe ajudar e por isso são muito bons amigos.
MY BEAUTIFUL MUSE (OPEN, male/female) - MUSE 2 é uma daquelas pessoas que você não consegue acreditar que realmente existe. Parece uma pintura viva, um personagem de um livro clássico, uma verdadeira Annabel Lee. E por conta disso, Lila é obcecada por MUSE 2 e lhe usa como sua musa, ou seu muso, para sua escrita.
MY OWN INVESTIGATION CASE (OPEN, male/female) - MUSE 3 é um amigo complicado, porque ao mesmo tempo que são próximos, Lila sente que não sabe nada sobre ele. E por ser uma enxerida de estado terminal, ela não consegue deixar isso quieto e está sempre lhe importando com perguntas, tentando descobrir seus segredos.
SCOOBY GANG (OPEN, multiple. Humanos.)- MUSE GROUP é um grupo de amigos humanos intrometidos. Sempre que algo acontece na cidade, pode ter certeza de que eles ou já estavam lá ou chegaram poucos minutos depois. Eles são curiosos e investigativos, e essa combinação geralmente causa muitos problemas. Entretanto, são ótimos amigos e estão sempre lá uns pelos outros.