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𝘓𝘰𝘶𝘪𝘴 𝘛𝘰𝘮𝘭𝘪𝘯𝘴𝘰𝘯 𝘯𝘶𝘯𝘤𝘢 𝘪𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘰𝘶 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘰𝘮𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘢 𝘣𝘶𝘤𝘦𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘦 𝘴𝘶𝘢 𝘪𝘳𝘮ã 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘯𝘰𝘷𝘢, 𝘏𝘢𝘳𝘳𝘺, 𝘢𝘵é 𝘪𝘮𝘱𝘳𝘦𝘷𝘪𝘴𝘵𝘰𝘴 𝘢𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘤𝘦𝘳𝘦𝘮 𝘦𝘮 𝘴𝘶𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘭𝘩𝘦 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘯𝘥𝘰 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢𝘳 𝘢 𝘮𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘯𝘢 𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘥𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪𝘴.
🔗 Nesse capítulo conterá incesto e se esse assunto de alguma forma lhe causa desconforto, peço gentilmente para que procure ler os outros capítulos ou leia outras one-shots minha ♡
🔗Apesar da inocência excessiva do bottom, tudo o que ocorrerá nessa narrativa será CONSENSUAL.
🔗 Em determinado parágrafo da narrativa eu faço apenas MENÇÃO de sexo entre um maior de idade com um menor de idade e perante a lei isso não é crime, a menos que não seja consensual ou (e) que o menor seja menor que QUATORZE anos, como eu não fiz menção a crime nenhum, não estou fora das diretrizes do Wattpad então por favor não me lacrem.
🔗 Nessa narrativa Harry se identifica tanto com pronomes masculinos quanto femininos.
🔗 Tudo isso não passa de ficção.
Eu nunca achei que me sentiria tão culpado ao longo dos meus trinta anos. Culpado ao ponto de dormir e acordar com a frustração de não poder tê-lo para mim da forma que eu desejava. Ele é tão doce, adorável, apaixonante, bonito e seu sorriso se assemelha a uma linda paisagem sob o sol de domingo. Suas orbes esverdeadas brilham feito esmeraldas genuínas, seu corpo tão escultural era completamente irreal e não se assemelhava aos outros garotos de dezoito anos pois caregava coxas leitosas e fartas, um bumbum cheio empinado completamente enlouquecedor e uma bucetinha gorda que insistia em marcar nos shortinhos colados ou ficava a mostra nas sainhas curtinhas quando as usava sem calcinha por baixo.
Há dois meses atrás eu decidi que voltaria a morar com meus pais em nossa casa do campo em Holmes Chapel, vilarejo no qual eu morei até os dezessete anos mas logo o deixei para tentar uma nova vida em Londres e eu até consegui me manter sozinho na capital. A princípio consegui um emprego em uma lanchonete de dia e estudava bacharelado em língua inglesa e literatura à noite. Logo depois de me formar consegui um emprego de professor dando aulas como professor substituto, mas durante as férias o diretor decidiu que me despediria no corte de gastos já que um professor substituto não estava sendo tão útil.
Pela manhã seguinte eu soube que não haveria outra opção a não ser voltar para Holmes Chapel pois eu não conseguiria me manter desempregado em Londres com todas as escolas me negando uma vaga e concursos públicos que só estavam previstos para abrir no ano seguinte. Por isso assim que arrumei minhas malas liguei para Johanna avisando a minha ida e ela disse que me receberia de braços abertos. Peguei o trem das seis sob o sol singelo da manhã e em poucas horas me encontrava em frente à pequena casa de madeira que instantaneamente ao vê-la, me fez sorrir por lembrar de memórias antigas. Eu bati timidamente na porta e me lembro de como seus dedinhos bonitos com resquícios de esmalte nas unhas abriram a porta para mim, abrindo-a lentamente para meu corpo passar.
Meu irmão caçula, Harry estava tão lindo, ele era mais perfeito do que um anjo recém caído do céu. Seu sorriso delicado brilhava, seus lábios rosados e inchadinhos estavam tão convidativos que eu quis beijá-los de antemão, quis agarrar sua cinturinha fina e beijar sua boca como um bilhete de boas vindas. Ele mal parecia um garoto de dezoito aninhos, sua cintura magra e curvilínea formava curvas lindas, seus quadris eram largos e ele carregava dois montinhos gostosos presos no top coladinho ao seu corpo, evidenciando peitinhos gostosos com os mamilos pontudinhos que pareciam querer saltar do tecido e fizeram minha boca salivar, enquanto meus olhos se arregalaram brevemente. Meu irmão estava uma delícia e com um corpinho tão gostoso que eu me senti um merda por querer vê-lo peladinho e acariciar aqueles peitinhos gostosos.
── Maninho, você voltou! Senti tanto sua falta, boo. ── Ele correu para os meus braços e de maneira singela sua coxa gostosa roçava no meu caralho enquanto seus bracinhos envolviam a minha cintura e seus cachos raspavam em meus ombros.
Eu sei que nada era proposital, aliás, por mais que Harry já tivesse a maioridade ele era ingênuo e eu duvidava bastante se ele um dia sequer havia beijado na boca. Diversas vezes que eu visitava minha família no Natal, eu reparava no quanto minhas outras irmãs que possuíam praticamente a mesma idade que ele pareciam deveras mais evoluídas enquanto ele ficava corado com as perguntinha bobas que o faziam sobre "namoradinhos e namoradinhas"
Levei meus dedos até sua nuca e em um carinho lento aproveitei o toque em seus cachos macios, inspirando para que eu pudesse sentir seu cheiro embriagante.
Eu não conseguia formar uma frase concreta, Harry estava deslumbrante. Parecia uma garotinha tão gostosa com curvas ligeiramente femininas que meu cacete já endurecida por dentro das calças só de ter aquele lindo garoto roçando as coxas ali. Aprofundei mais o nosso contato e desci minhas mãos grossas até seu bumbum cheio e arrebitadinho, puxando seu corpo para cima até tê-lo em meu colo.
Rapidamente Harry saltou envolvendo suas coxas ao redor do meu quadril e eu afundei o nariz em seu pescoço sendo embriagado pelo seu perfume. Apertei sua bunda e sem pudor algum pressionei meu caralho contra sua xotinha marcada apenas por um shortinho colado de yoga. Meu pau já estava tão duro por estar a tempos sem sexo e ter uma bucetinha tão quente e provavelmente virgem roçando no meu caralho era demais pra mim.
── Eu também senti sua falta princesa, agora estou feliz porque sei que não vou te ver apenas no Natal. ── Sorri malicioso contra sua bochecha e o beijei no canto dos lábios.
Larguei seu corpo para que ele pudesse descer e lentamente deixei sua buceta escorregar no meu cacete enquanto eu o colocava no chão. A cabecinha do meu pau estava exposta dentro da cueca e eu sentia vazar tanto que provavelmente deveria ter uma mancha enorme na mesma... Eu teria problemas mais tarde.
Agora fazia pouco mais de um mês que eu morava em Holmes e há um par de meses que havia trancado minha pós graduação, eu estava desempregado e me sentindo um lixo por não conseguir um emprego nem na oficina da esquina mais próxima. O que fazia eu me distrair brevemente dos meus pensamentos negativos era meu irmãozinho que sempre ocupava minha mente com o pensamento instintivo de querer fodê-lo. Durante esse período eu tive a certeza que Harry com apenas dezoito anos era tão inocente, que chegava a me deixar duro só de pensar em como seria provocá-lo roçando a cabecinha do meu pau na sua xotinha virgem, ouvindo seus gemidinhos baixinhos e manhosos implorando para que eu o fodesse.
Antes eu nunca havia olhado para meu pequeno com outros olhos, aliás nunca fomos tão melhores amigos quanto os outros irmãos são. Claro, eu o amava, mas eu havia saído de casa quando Harry ainda era apenas uma criança, não acompanhei seu crescimento e só o via por fotos e umas três vezes a cada ano quando eu ia visitar Holmes e ele nunca esteve tão pecaminoso quanto agora. Óbvio que quando ele tinha uns dezesseis anos eu já olhava sua cinturinha fina e sua bundinha macia apertada em shorts curtos, imaginando como seria brincar com a cabecinha do meu pau entre aquelas bandinhas pequenas mas que aparentavam serem tão macias quanto rosas recém colhidas. Mas nada que passasse disso, eu não teria coragem o suficiente de fazê-lo.
Agora, nós estávamos morando juntos e isso era horrível. Eu me sentia culpado a cada segundo que olhava para Harry e ele era tão inocente, adorava a minha companhia, fazia de tudo para ter o irmão mais velho por perto. Me abraçava o tempo inteiro, queria minha atenção sempre e adorava jogar vídeo game comigo, enquanto eu estava fingindo fazer um belo papel de irmão mais velho, mas ele parecia não se importar com isso.
── Lou, você ouviu o que eu disse Lou? ── Harry sacudiu meus ombros com suas mãozinhas pequenas e se tornou adorável em dobro ao colocar um biquinho lindo nos lábios.
── Não pequena, me desculpe. Pode repetir de novo?
Observei a forma como seus olhos verdes reviraram para dentro das pálpebras que para alguns seria um gesto normal, mas para mim foi totalmente sexy.
── Eu disse que esse jogo já tá chato, por que nós não mudamos pra outro jogo ou colocamos um filme? ── Harry se jogou ao meu lado no sofá e se aninhou ao meu corpo, envolvendo suas mãos em minha cintura e deixando sua cabeça apoiada em meu pescoço.
Ele era sempre tão carinhoso, procurava sempre por meus toques e geralmente sempre os retribuía. Ele estava sempre procurando por minha iniciativa de beijinhos na bochecha apenas para que pudesse retribuí-los também
── Boa ideia, vamos ver um filme. Já estamos jogando há muito tempo. ── Escorreguei minha mão lentamente pelas suas costas e acariciei seu quadril, me segurando para não apertar sua bunda macia e redondinha. ── Que gênero de filme você quer assistir minha princesa? — Dedilhei sua cintura desnuda e percebi sua pele se arrepiar e seus mamilos rosados ficarem inchados e durinhos, completamente suculentos.
Harry usava sempre diversos tipos de tops em seus peitinhos e hoje em específico usava um sem alças e bem apertadinho.
── Os filmes do canal setecentos. Mamãe Jay disse que eu não posso assistir esse canal, mas como ela não está em casa eu quero assistir com você Lou. ── Seus olhinhos verdes brilharam e sua vozinha manhosa quase me fez ceder e mudar imediatamente para o canal pornográfico.
Fiquei cheio de tesão só de saber que minha princesa tinha curiosidade em ver pornô, mesmo sem que soubesse totalmente do que se tratava.
── Você não pode assistir esse tipo de coisa, ainda é muito novinha para isso.
Por mais que eu quisesse colocar no canal e explicar da forma mais explícita possível para Harry o que era o sexo, eu ainda tinha que ter o senso e negar aquele pedido ao meu pequeno.
── Eu não sou nova. ── Harry praticamente grunhiu, era como um gatinho bravo. Suas bochechas ficaram coradas e seus cachinhos balançaram com sua breve indignação. ── Eu vou fazer dezenove ano que vem, já sou uma mocinha.
Se ja é uma mocinha então pode muito bem calar essa boca e chupar meu cacete até que eu jorre minha porra nesse seu rosto de putinha.
── Por favor Lou, me deixa ver, só uma vez. Não vou contar nada pra mamãe. ── Suas mãozinhas se juntaram e ele implorava de joelhos no sofá com sua voz manhosa.
Revirei os olhos e busquei o controle próximo a almofada, tudo o que ele pedia eu geralmente sempre cedia. Era impossível negar algo para meu bebê.
── Tudo bem, mas só dessa vez, e você não pode contar pra ninguém, tudo bem? Vai ser nosso segredinho, tá bebê? Se você contar isso pra mamãe eu nunca mais vou falar ou jogar com você. ── Sorri de forma safada com o lábio inferior entre os dentes e vi meu pequeno assentir animado fazendo seus cachinhos balançaram e seus olhinhos verdes brilharem. ── Vem, senta no meu colo! ── Bati em minhas coxas e o pequeno rapidamente se sentou em minhas pernas com sua bucetinha gostosa em cima do meu pau. Nós sempre fazíamos isso quando íamos ver filme, meu pequeno adorava ficar em meu colo e eu me recusava a acreditar que Harry ainda era tão inocente ao ponto de não sentir meu pau endurecendo entre os lábios gordos da sua xotinha. Eu podia sentí-la quente todas as vezes, provavelmente ficando meladinha sentindo meu caralho pulsar embaixo de si.
Eu nunca tive o costume de andar somente de samba canção, nem quando morava sozinho, mas quando descobri que Harry gostava de sentar no meu colo para assistir filmes, eu passei a usar o short de dormir e era uma sensação deliciosa quando o grelinho inchado do meu irmão ficava pressionado no meu cacete. Era quase instantâneo que meu pau ficaria duro e a cabecinha iria escapar do short. Eu ficava tão molhado que meu pré-gozo ultrapassava o tecido de cetim e deixava seu shortinho todo melado. A cabecinha do meu pau inchava e as veias ficavam saltadas, minhas bolas repuxavam e eu sentia vontade de gozar naquela xota até meu pequeno implorar para que eu o fodesse.
── Boo você anda muito estranho. ── Harry me despertou dos meus pensamentos rindo sapeca enquanto se aninhava no meu colo, de frente, rebolando delicadamente sua buceta quente em meu pau semi ereto. ── As vezes você para no tempo e fica com uma cara de bobo, parece que tá pensando em várias coisas importantes. No que você tanto pensa maninho?
Suas mãozinhas acariciaram minha nuca e seu peitoral grudou ao meu, me deixando sentir seus peitinhos gostosos.
Estou pensando no quanto você ficaria lindo de quatro pra mim implorando pra eu meter nesse seu cuzinho virgem.
── Nada que você tenha que saber baby. ── Sorri e senti Harry se mexer em meu colo, tornando a ficar agora com sua bunda bem pressionada em meu pau e o corpo virado para frente de novo.
Liguei a televisão e lentamente ainda um tanto receoso toquei respectivamente nos números sete, zero e zero, colocando no canal de filmes pornô e instantaneamente um casal se beijava avidamente na tela e eu agradeci mentalmente por ainda estarem na parte do beijo. Não saberia explicar caso estivesse na cena do sexo. Aparentemente uma menina mais nova, de corpo franzino e pele branquinha beijava de maneira explícita o homem mais velho de músculos aparentes enquanto apertava com força seu pau por cima da calça.
Eu nunca senti tesão em ser um expectador de vídeos porno, mas eu já me excitava antecipadamente pela curiosidade de Harry, que se aconchegou em meu colo trazendo mais sua bunda para meu pau. Suas nádegas praticamente abraçavam meu caralho e o deixava completamente duro dentro do short fino, eu já me encontrava tão duro que a cabecinha do meu short escapava da barra elástica e pingava pré porra um pouco acima do meu umbigo.
── Lou, porque eles estão se beijando? E porque ela ta encostando a mão no... dele? ── Ele apontou para a tela se remexendo em meu colo e eu apenas mordi meu lábio inferior, rosnando quando sua pele branquinha ficou amostra por conta de seu short ter subido um pouco para que eu pudesse contemplar as bochechas branquinhas de seu bumbum macio.
Sua cintura curvilínea estava marcada de forma tão sensual e seu corpo inteiro parecia ter sido esculpido por deuses. Harry era como um anjo perfeito, feito para que eu pudesse desfrutar de tudo o que tem a oferecer.
── Baby, eles estão se beijando porquê se sentem atraídos um pelo outro e essa atração todos podem sentir uns pelos outros independente do gênero.
Rastejei lentamente minhas mãos pelo couro do sofá até que elas tocassem por cima de sua cintura nua. Sua pele quente envolveu meus dedos e eu senti seu pequeno corpo estremecer em cima das minhas coxas. As minhas palmas ásperas causavam um contraste perfeito com sua pele quente e macia, fazendo-me cada segundo mais excitado ao imaginar como seria foder sua xotinha enquanto metia três dedos no seu cuzinho guloso.
── Então eu também posso beijar outros homens um dia sem me importar? ── Harry disse com tamanha dificuldade pois puxava o oxigênio com certa dificuldade, ele estava ficando excitado também e isso me deixava louco.
Suor escorria pelo meu abdômen bronzeado, as pontas firmes dos meus dedos tremiam e meu pau apontava dolorosamente para cima. O meu cheiro forte e característico estava prestes a me deixar louco. O cheiro masculino preenchia a sala e uma névoa sexual tão densa nos cobria que eu não conseguia ter outra visão a não ser eu me masturbando enquanto tenho a bunda linda do meu irmão pressionada contra o meu caralho grossa.
Era tudo tão errado de certa forma, mas ao mesmo tempo tão certo.
Seus olhinhos verdes pareciam interessados naquele filme tão indecente. A medida que o homem tocava a garota de maneira mais íntima, Harry inclinava seu pequeno corpo para frente esbarrando sua bunda cheinha no meu pau que pulsava a cada gemidinho manhoso que saía de seus lábios gordinhos. Ele parecia se excitar com a ideia de duas pessoas trocando carícias e eu me excitava mais ainda em estar sendo o primeiro a mostrar isso a ele.
O novo e o incomum sempre me excitou mais que o normal. Inclusive tirar a virgindade do meu irmão mais novo fazia meu cacete pulsar. Eu sentia tanto prazer com tal fato que poderia gozar só vendo Harry sentir prazer ao assistir um pornô.
As paredes do cômodo pareciam derreter de tanto calor que nossos corpos emanavam. Era capaz que entrássemos em combustão de tão quente que estávamos.
── Princesa, como se sente? ── Minha voz soava como um suspiro disfarçado de gemido. Eu queria fodê-lo. Debruçar seu pequeno corpo sobre o sofá e abusar de sua linda bunda, tirar sua virgindade e ser o primeiro homem a gozar dentro da sua buceta e o cuzinho, fazendo ele ser meu depósito de porra.
Nada mais justo que eu ser o seu primeiro.
── Isso parece bom, Lou... ── Respondeu enquanto mantinha seus olhos fixos na televisão aonde o homem tocava os peitos grandes da mulher.
Sua voz saiu rouca e baixa, inclinei meu corpo para o lado e olhei para frente à fim de ver seu estado e Harry estava tão excitado quanto eu. Suas pernas estavam juntinhas e ele roçava suas coxas gordinhas na tentativa falha de conter seu prazer.
── Louis porque ela tem peitos tão grandinhos e eu não? ── Ele choramingou olhando para seus peitinhos gostosos com os mamilos durinhos.
Suas mãos voaram para os próprios peitos, apertando os montinhos gostosos entre os dedos remexendo timidamente o quadril contra o meu.
── Os seus ainda vão crescer princesa, mas eles só crescem quando outra pessoa os toca. ── Soprei em sua orelha com uma risadinha maliciosa subindo meus dedos em sua cintura, apertando-a até meus dedos rasparem nos cantinhos dos seus peitos.
Ouvi seu gemido baixo e logo suas mãos procuraram abaixar seu topzinho sem alça. Harry se debruçou contra meu peitoral e deitou a cabeça em meus ombros se esfregando no meu caralho. Seus peitinhos estavam expostos, com os mamilos duros e rosados esperando para serem chupados, aquilo havia sido um pedido implícito para que eu os tocasse e eu fiz. Levei minhas mãos grandes até seus montinhos e os apertei com tanta vontade, estocando fraco para cima esbarrando meu pau na sua bucetinha.
── Lou, porque eu estou tão meladinha assim, maninho? É tão dolorido. Minha florzinha tá tão quentinha. ── Seus olhinhos rapidamente se voltaram para mim, sua voz chorosa e manhosa me fez sorrir. ── Eu nunca fiquei assim boo, isso é normal? ── Vi lágrimas finas caírem por suas bochechas e rapidamente eu as sequei com meus dedos, sem parar de acariciar um dos peitinhos.
── Baby, isso é normal amor. Você apenas está com tesão. ── Sorri acariciando sua bochecha, vendo ele virar de frente para mim novamente, na posição que estávamos antes de começar a ver o filme. ── Tá molhadinha porque tá sentindo meu cacete roçar nessa bucetinha, não é princesa? Eu também tô louco de tesão.
Sua atenção foi rapidamente para meu pau com a cabecinha rubra escapando do meu short, tão curto e colado que o desenho do meu cacete duro poderia ser visto e contemplado de longe, minhas bolas ficavam totalmente marcadas na posição que eu estava sentado com as coxas separadas. Harry parecia hipnotizado, olhava de forma curiosa e no cantinho de seu lábio eu via um sorrisinho discreto crescer ali.
Minhas mãos se dirigiram para a sua cintura, apertando meus dedos na sua pele branquinha e puxando seu corpinho frágil para mais perto do meu, fazendo com que sua xotinha revelasse ainda mais a cabecinha do meu cacete, lhe arrancando um gemido baixinho.
── O que significa ao certo estar com tesão Lou? ── Seu lábio rosinha formou um biquinho tão beijável que eu inclinei meu corpo para frente beijando inesperadamente o cantinho de sua boca.
De forma singela eu pude sentir seu lábio, mas ainda não era suficiente pois eu não estava o beijando de fato. Lentamente, subi minha mão para sua nuca e aproximei minha boca de sua orelha. Harry respirava de forma pesada.
── Estar com tesão é quando seu corpo implora por algo ou alguém, e consequentemente quando isso acontece eu fico de pau duro e você fica com a xotinha melada. ── Soltei um riso e beijei seu pescoço branquinho.
── Então é por isso que você também está assim? Seu corpo está implorando por mim? ── Seu jeitinho inocente me deixava louco. Ele não era explícito. Ele estava excitado mas nunca usaria de fato as palavras evidentes.
Sua mãozinha curiosa acariciou meu pau e seu dedão rodeou minha glande com curiosidade. Aquele toque foi o suficiente para eu sentir meu corpo inteiro tremer sob o seu.
── Sim princesa, eu estou assim porquê quero tocar você. ── Continuei com os lábios praticamente colados em sua orelha.
Senti seu corpinho tremer em cima de mim. Harry havia soltado um breve gemido manhoso, talvez minha garotinha não fosse tão inocente assim. Com as pontas dos meus dedos acariciei sua barriga lisinha coberta por pintinhas e senti a pele leitosa se arrepiar com meu toque. Eu subia e descia meus dedos, sentindo seu abdomen contrair a cada toque. Meus lábios agora passavam em seu pescoço, apenas me segurando para não beijá-la.
── Lou, o seu... ── Ele pausou no meio da frase antes de continuar. ── É tão grandinho... ── Ele gemeu manhoso empurrando a xoxota na cabeça da minha rola para fora do short, me arrancando um gemido alto. ── Será que vai caber na minha buceta? Por que eu sou tão apertadinha Lou, acho que seria melhor você entrar na minha bundinha, assim o estrago não seria tanto.
Seu olhar curioso novamente se voltava para meu pau, que latejava dentro das calças e disfarçadamente as vezes eu o tocava. Eu estava louco de tesão.
── Princesa, você tá mesmo insinuando que eu coma seu cuzinho? Você ao menos consegue se ouvir? ── Sussurrei contra sua orelha e levei meus dedos até sua buceta, sentindo meus dedos queimarem ao esfregar gostoso o grelinho inchado por cima do shortinho colado. Ela estava tão meladinha e como uma boa puta abriu as pernas para que eu pudesse brincar melhor com sua xotinha.
── Me desculpa maninho, eu não quis dizer isso, eu só achei que poderíamos fazer igual o casal do vídeo. Poderíamos brincar de marido e esposa, sim?! E assim nós faríamos coisinhas de papai e mamãe. ── Ele riu baixinho rebolando contra meus dedos.
Por um momento quase me esqueci que ele era um completo inocente, ou pelo menos se fazia.
Levei a mão livre para meu cacete, masturbando lentamente por cima do short. A essa altura eu já não ligava se Harry estava assistindo aquilo, eu apenas precisava me aliviar. Meu tesão aumentava a cada segundo e a cada segundo que passava eu queria estar dentro de Harry. Minha outra mão acariciava seu grelinho inchado com o polegar, ele estava tão durinho que marcava nos shorts.
── Lou, eu posso ver? ── Um sorriso surgiu no cantinho de sua boca. Ele olhava para meu pau com certa malícia.
── Você quer ver meu pau, baby? Desde quando você se tornou tão safada assim? ── Ri baixinho acariciando suas bochechas que ficaram vermelhas no mesmo instante.
── Não se desculpe amor, gostei da sua iniciativa. Tira meu short! Assim você vai poder olhar bem de pertinho. ── Sussurrei contra seus lábios e Harry sorriu tão inocente que eu me culpei por isso.
Ele rapidamente colocou seus joelhos no chão e observou minhas coxas grossas abertas, passou suas mãozinhas na minha panturrilha e fez uma breve massagem no local. Eu queria esporrar em todo seu rostinho perfeito, encher seus lábios de porra apenas para depois beijá-los e fazer com que ficassem ainda mais inchadinhos e vermelhos.
Lentamente suas mãos subiram para o cós do meu short e ainda um pouco receoso ele o abaixou lentamente. Meu pau latejou com o olhar surpreso de Harry. Meu cacete bem grosso com as veias saltando bateu com força na minha barriga, um pouco acima do umbigo, pesado e pingando tanto que eu poderia socar no seu cuzinho virgem sem problema nenhum que minha boneca não sentiria dor, apenas minha pré porra e um pouco de saliva daria conta. Eu nunca estive tão duro.
Eu tinha poucos pelos ao redor, era apenas alguns, bem aparados que até se juntavam ao caminho de pelos em minha barriga. Minhas bolas pesadas repuxavam e rapidamente levei minha mão até meu pau, tocando uma punheta lenta.
── Louis, é tão grande e grosso... ── Harry parecia vidrado no meu pau, eu estava feliz em ser o primeiro que ele via pessoalmente.
── Você gostou baby? Se quiser pode tocá-lo. ── Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e relaxei meu corpo ao ver Harry de inclinar e passar a pontinha do seu dedo indicador na cabecinha do meu caralho, levando o dedo em sua boca de modo curioso para lambê-lo.
── Que delícia. ── Ele gemeu.
── Bebê, você já mamou em um cacete antes? Já chupou ou sentiu o gostinho de porra na língua? ── Meus olhos escureceram. O tesão me consumiu como fogo. Harry rapidamente sorriu e negou com a cabeça ainda com o dedinho na boca.
Meu corpo queimava, minhas têmporas suavam e eu queria tanto foder aquela boquinha. Eu queria ser o primeiro dele em tudo.
── Eu posso te provar Louis? Seu gosto parece delicioso. ── Sua vozinha calma e seu jeitinho meigo até nesses momentos me excitavam.
Sem conseguir formar uma frase concreta, fui capaz apenas de assentir. Sua boca se aproximou do meu pau e com as mãos para trás como se estivesse se autoimobilizando, Harry abocanhou a cabecinha vermelha do meu caralho e chupou todo meu líquido ali presente. Seus olhinhos verdes me encaravam com tesão enquanto sua boquinha gulosa envolvia a cabeça do meu cacete. Essa pose de inocente era uma farsa para esconder seu jeitinho de puta. Por mais que fosse virgem, ele sabia me provocar como uma putinha.
Eu apenas gemia rouco, louco com toda aquela situação. Meu irmão mais novo estava me chupando e estava sendo uma delícia.
Sua boquinha lentamente desceu pela minha extensão, aos poucos pois com dificuldade tentava engolir tudo. Lentamente meu pau ia sumindo na sua boca e eu sentia e ouvia os barulhinhos de sua garganta misturados com sons de saliva, seus olhinhos lacrimejavam e uma careta de dor ia surgindo a medida que meu pau invadia sua boca.
— Vadia da boca gostosa. — Gemi rouco e agarrei seus cachos empurrando com força sua cabeça para baixo. Ele se engasgou tossindo forte, e eu sorri satisfeito. Não tinha nada mais prazeroso do que ver um garotinho como aquele engasgando com um pau. — Imagina quando meu caralho inteiro estiver comendo essa tua buceta apertadinha, será que você vai fazer essa carinha de dor também?
Ele mal havia me chupado e parecia acabado. Olhos vermelhos, a boca cheia de saliva aos arredores e as bochechas coradas.
— Chupa mais então, quero gozar na sua boquinha. Você quer isso neném? — Passei a mão delicadamente em seus cachinhos e eu o vi sorrir assentindo rapidamente voltando a abocanhar meu pau.
Agora com a ajuda de sua mão, ele masturbava e chupava ao mesmo tempo, me encarando. Sua bochechas gordinhas formavam vincos, apertando meu pau dentro de sua boca. Ele chupava com vontade e as vezes soltava meu pau com um barulho obsceno apenas para circular sua língua em minha glande, sugando para dentro de sua boca todo o meu fluído.
Com a cabeça jogada para trás, senti suas mãos pequenas acariciando minhas bolas equanto voltava a socar meu caralho na sua garganta, chupando e recolhendo qualquer resquício da minha pré porra. Eu estava absorto nas sensações que me dei conta quando ele havia parado os movimentos. Abri lentamente os olhos e vi minha pequena tirando o shortinho colado, mostrando sua bucetinha inchada ligando uma linha fininha de melzinho até o tecido do short. Minha garota carregava um sorriso tão safado, com as covinhas nas bochechinhas deixando tudo ainda mais adorável. Ela se aproximou novamente de mim e sentou com a buceta gostosa no meu caralho, esfregando desesperadamente a xotinha inchada na cabeça molhada do meu pau.
Era uma bagunça gostosa de gemidos e nossos fluidos que se misturavam. Sua buceta era tão lisinha e tinha o grelinho gostoso proeminente saltando e durinho que chegava a fazer uma fricção gostosa quando esfregava ele na cabeça inchada da minha piroca.
— Caralho princesa, você é uma putinha. Sempre quis se esfregar assim no meu cacete? — Apertei sua cinturinha e o ajudei com os movimentos do quadril, sentindo seus lábios da buceta envolverem meu caralho e seu melzinho jorrar melando meu pau e nos transformando em uma bagunça molhada e muito gostosa.
— Maninho... Lou... Minha florzinha tá pulsando muito. — Ele grunhiu tímido, bem baixinho que mal pude ouvir.
Harry mordeu seu lábio inferior gordinho, jogando a cabeça para trás rebolando a grutinha em cima da cabeça do meu pau. Seus peitinhos apontavam para meus lábios e seu corpo inteiro tremia próximo ao orgasmo.
— Princesa, deixa eu encaixar só a cabecinha do meu pau na sua xotinha, vai? — Pedi manhoso apertando sua bunda redondinha, escorrendo dois dedos pro seu cuzinho apertadinho que pulsou com meu toque.
— Mas maninho, vai doer muito. — Minha princesa choramingou rodeando seus braços em meu pescoço, cessando os movimentos apenas para levantar o seu quadril e encaixar sua grutinha melada e pequena na cabeça do meu cacete. — Eu sou virgem. — Suas bochechas coraram e ele sussurrou segredando aquilo para mim.
Ela rebolou um pouquinho e não tardou em bater meu caralho grosso na sua buceta, completamente maravilhada ao ver seu melzinho grudando no meu pau.
— Só a cabecinha não vai machucar não bebê e você tá bem molhadinha, só deixe eu te sentir um pouquinho. — Sussurrei contra seus biquinhos pontudinhos e rosados, capturando o esquerdo com meus lábios, chupando e mordendo ouvindo os gemidinhos manhosos de Harry enquanto ele não parava de se esfregar em mim. — E eu não me importo em ser o seu primeiro, inclusive acho justo que eu seja o primeiro a abusar dessa bucetinha, você não acha? — Sussurrei deixando um beijo em sua testa suada acariciando sua cintura, vendo Harry assentir incapaz de formar alguma frase enquanto mantinha a boquinha aberta e os olhinhos fechados.
Senti seus dedos agarrarem a base do meu pau e sua bucetinha abrigar a cabeça gorda do meu pau com dificuldade. Por mais que estivesse bem meladinha, a bucetinha de Harry nunca tinha recebido um caralho grosso e seu aperto gostoso me sufocava. Seus gemidos se tornaram ainda mais altos e como se houvesse perdido o controle, Harry sentou de uma vez só, e eu não pude impedi-lo. Agora sua bucetinha inteira estava preenchida pelo meu pau. Seu grelinho inchado pulsava contra minha virilha e sua boquinha aberta gemia desesperadamente chamando meu nome com lágrimas escorrendo por seu rostinho.
— Vadiazinha da buceta apertada. — Grunhi contra seus mamilos, apertando ambos com meus dedos.
— Maninho, seu pau é tão grosso.
Minha irmãzinha rebolou em círculos e apertou a bucetinha no meu pau, gozando imediatamente só de me ter dentro da sua grutinha necessitada. Eu não consegui me conter e em um gemido alto apertei novamente seus peitinhos e gozei gostoso no fundinho da sua buceta apertada. Meu abdômen contraiu tão forte e um gemido rouco rasgou minha garganta quando minha porra atingiu forte a buceta gordinha da minha irmã. Levei minhas mãos até seus peitinhos apertando fortemente enquanto minhas bolas pulsavam e eu jorrava o máximo de porra na sua xotinha.
Eu me sentia um virgem que havia gozado com literalmente uma única sentada, mas não era fácil se controlar quando estava há meses sem sexo e uma buceta quente e apertada sufocava meu pau e o ordenhava mesmo que inconscientemente.
Joguei a cabeça para trás e deixei pender nas almofadas do sofá. Harry ainda não havia saído de cima de mim, ele continuava rebolando e esfregando o grelinho em mim com o meu pau atolado em sua grutinha melada, contraindo e tentando ganhar o máximo de leitinho possível na sua buceta escorregadia. Eu estava acabado e se não fosse por lábios curiosos distribuindo beijos tímidos por toda a pele suada do meu pescoço, eu provavelmente dormiria. Sua boca me beijava com delicadeza e suas mãozinhas se mantiam ao redor do meu rosto, acariciando minha barba com os polegares.
— Lou me leva pro quarto e dá um banho por favor, cuida da sua irmãzinha. — Ele sussurrou contra meus lábios, me deixando alguns selinhos tímidos.
Sorri ao escutar sua voz calma e assenti em concordância encaixando minhas mãos em sua bunda, levantando seu corpo em meu colo fazendo com que infelizmente meu pau escorregasse para fora de sua grutinha e toda minha porra grossa pingasse no chão e em minhas coxas. Resolvi que depois limparia aquilo, agora eu cuidaria da minha bonequinha.
Mas tudo se esvaíu quando a campainha tocou. Meu corpo tremeu e eu arregalei os olhos empurrando Harry no sentindo contrário que ele fazia. Meu coração pareceu dar um salto de aceleramento e eu rapidamente mudei de canal para algo que parecia ser um canal de compra de jóias e a contragosto vesti meu short enquanto Harry limpava os lábios, arrumava os cachos rapidamente e foi correndo atender.
Jay e nossos outros irmãos nunca desconfiaram do que Louis e eu fizemos naquele dia, o máximo que ocorreu foi mamãe me indagar do porque de eu ter dormido tão cedo, mal sabe ela que foi porque meu maninho me fez ter meu primeiro orgasmo e esporrou com força dentro da minha buceta, foi o suficiente para que eu ficasse acabadinha e cansada. O fato de ninguém ter prestado atenção o suficiente foi a deixa para que tivéssemos combustível para fazer de novo mas sempre nos faltava oportunidade.
Naquele dia Louis cuidou tão bem de mim, ele lavou meu corpinho inteiro sem nenhum resquício de segundas intenções, enchendo minha barriguinha e meu bumbum gordinho de beijos, apertando cada cantinho do meu corpo e distribuindo beijos pelo meu pescoço e no canto dos meus lábios, as vezes acariciando despretensiosamente meus peitinhos. Ele beijava delicadamente meu pescoço e dava atenção a cadê partezinha do meu corpo.
Após me deixar no quarto depois do banho ele correu até seu quarto para um banho e eu não tardei em tentar espioná-lo. Minha visão não era tão clara mas era possível vê-lo bater uma punheta gostosa com os olhos fechados e o lábio inferior entre os dentes fantasiando provavelmente como seria me foder de fato em todas as posições. Ele gozou novamente em abundância, de uma forma que eu me surpreendi e minha bucetinha esquentou imaginando receber aquela grande quantidade de porra novamente. Ele jorrou tanta porra que foi inevitável não imaginar como seria aquela quantidade dentro do meu cuzinho apertado.
Os dias se passaram e Louis e eu estávamos mais próximos que o normal. Eu adorava o seu jeito doce de agir normalmente comigo como meu irmãozinho mais velho, mas seu jeito safado e desinibido era o meu favorito de fato. Eu ainda me sentia tímido, mas um pouco menos. Nossas provocações eram breves, mas o suficiente para que eu choramingasse todas as vezes procurando seu caralho grsso pra me preencher. A todo momento eu o provocava vestindo meus shorts mais curtos e sentava em seu colinho toda vez que eu tinha a oportunidade ou apenas alisava meu cacete na mesa do jantar.
Era notório o pecado pairando sobre nós quando mamãe, nossos irmãos e Dan fechavam os olhos para rezar e eu movia minhas pequenas mãos para seu pau, o deixando duro em instantes.
Algumas semanas haviam passado desde o acontecido do filme pornô e a todo momento eu tentava ter a sua atenção para que pudéssemos foder e eu pudesse ter seu caralho maltratando minha xotinha apertada novamente, mas nunca conseguíamos de fato chegar aonde queríamos, mas hoje a noite eu pretendia saciar a vontade de ter seu cacete indo fundo na minha bucetinha já que a mamãe, o papai e nossos irmãos sairiam para a casa de uma amiga de longa data da mãe e assim Louis e eu faríamos a noite dos filmes, que não fazíamos há um tempinho para mamãe ou Dan não desconfiar tanto já que estávamos sempre juntinhos e eu tinha medo que eles desconfiassem de algo.
Coloquei uma camisola pequenininha que mal cobria minhas coxas e se eu levantasse os braços era possível enxergar minha xotinha sem calcinha ou a poupa do meu bumbum. Meus peitinhos pareciam querer saltar para fora da camisola branquinha, estavam tão evidentes no tecido transparente que eu não me contive em tocá-los. Antes de ter contato íntimo com meu maninho, eu nunca ao menos tinha tentado me masturbar, mas desde que ele havia chegado eu sentia algo diferente na minha florzinha, principalmente quando eu sentava em seu colinho para jogarmos ou assistirmos algum filme e eu sentia algo grande e grosso roçar na minha grutinha.
Eu ficava quentinha, meladinha, pulsando e com os peitinhos durinhos sensíveis por ter Louis esbarrando neles sem querer e com toda essa dúvida do porque eu e ele ficávamos assim durante nossas carícias e abraços, decidi perguntar pra minha amiga da escola o motivo disso tudo. Bonnie riu imediatamente mas não de um jeito que tivesse a intenção de julgar, ela disse que estava indignada por não ter a mesma sorte que eu pois meu irmão era uma delícia. Ela me explicou que ele ficava duro porque queria me foder e ria baixinho ao sussurrar que eu também provavelmente queria já que minha xotinha molhava só de sentir seu caralho roçando ali.
Eu fiquei feliz ao saber que meu irmãozinho me amava ao ponto de querer que eu fosse a sua garotinha. Naquele dia voltei pra casa saltitando e o abracei com tanta força e fiz questão de dizer o tempo todo que eu o amava, pois eu também o queria sendo meu homem e queria que ele me tratasse igual putinha assim como Bonnie falou, e riu em seguida me chamando de sortudo.
Terminei de me arrumar e corri para o quarto de Louis, bati fraquinho na porta e sorri ao ouvir sua voz me mandando entrar. Lou estava deitado em sua cama de casal usando apenas uma bermuda curtinha que marcava seu volume grosso e os braços relaxados atrás da nuca contraindo os músculos do braço, deixando evidente suas tatuagens bonitas.
— Vem princesa, deita aqui do meu lado.
Seu sorriso bonito cresceu em seus lábios ao me ver. Seus olhos percorreram todo o meu corpinho e rapidamente prendeu o lábio inferior entre os dentes encarando meus peitinhos balançando conforme eu caminhava até sua cama. Me deitei timidamente ao seu lado, um tanto cauteloso para minha xotinha não aparecer e tratei de abraçar sua cintura encostando minha cabeça em seu peitoral assim como eu adorava fazer. Enrosquei minhas pernas na sua e delicadamente rocei minha bucetinha em sua coxa descoberta, sentindo meus pelinhos arrepiarem e minha grutinha começar a lubrificar implorando imediatamente pelo pau de Louis.
— Qual filme você escolheu essa noite Lou? — Perguntei baixinho sussurrando contra o seu pescoço, inspirando devagar o cheirinho do seu perfume gostoso, aproveitando o calor da sua pele bronzeada.
Uma de suas mãos agarrou minha cintura com possessividade e me trouxe para mais perto, escorregando a mão para cima e para baixo acariciando a lateral do meu corpo, raspando o polegar no comecinho dos meus seios.
— Um de terror. — Ele respondeu vagamente, esticando a mão para buscar o controle da televisão.
— Ah não maninho, você sabe que eu tenho medo de filmes de terror. — Fiz um biquinho nos lábios e aconcheguei mais ainda meu corpo ao seu.
— Mas princesa, se quiser pode ficar no meu colinho, assim podemos ficar abraçadinhos até o final. — Ele sorriu terno com as ruguinhas aparecendo em seus olhos e eu devolvi o sorriso no mesmo instante.
Louis além de lindo conseguia ser carinhoso, um bom irmão e muito atencioso. Seu sorriso me encantava o tempo inteiro e eu amava cada detalhezinho do seu rosto bonito, eu poderia ficar horas observando.
Assenti rapidamente com alguns cachinhos caindo em meu rosto e subi em seu colo, sentindo seu tronco subir e as costas apoiarem na cabeceira da cama, enquanto eu mantinha minhas costas coladas em seu peitoral. Louis deu início no filme e suas mãos livres tocaram minhas coxas em um carinho gostoso. Seus dedos grossos acariciavam minha pele de baixo para cima lentamente, fazendo com que eu me arrepiasse com seus dedos acariciando, enquanto eu me remexia deixando que minha camisola minúscula se enrolasse em sua bermuda e revelasse um pouco mais do meu bumbum descoberto pressionando forte seu pau. Eu conseguia sentir o caralho do meu irmãozinho endurecendo entre a minha bunda, com minhas nádegas o envolvendo, Louis gemia baixinho e não parou o carinho em minhas pernas, ele parecia realmente muito dedicado em assistir o filme.
Sem que eu quisesse um suspiro manhoso escapou dos meus lábios e eu não me contive em rebolar gostosinho no seu cacete duro. Louis pareceu receber os meus estímulos pois apertou forte minhas coxas e pressionou o quadril para cima, estocando no meu bumbum com o pau coberto mas eu conseguia sentir perfeitamente a cabecinha da sua rola escapando dos shorts e melando minha bundinha nua. Ele era tão grande que a cabecinha inchada chegava a escapar dos shorts diversas vezes que eu o deixava duro.
— O que foi bebê? — Ele soprou contra a minha orelha.
— Vem cá, senta de frente no meu colo, assim você não precisa ficar olhando pro filme.
Seus dedos apertaram minha cintura e sua voz era carregada de malícia. Eu sorri e prontamente mudei as posições, sentei de frente em seu colo e abracei seu pescoço com força, deixando a bucetinha bem em cima do seu cacete. Eu conseguia sentir meu grelinho inchado esfregar gostoso na cabecinha molhada do seu caralho. Ele soltava tanta pré porra só em me ter em seu colo, apenas em sentir a irmãzinha mais nova com a xotinha toda melada implorando por rola.
— Bem melhor assim, não acha? — Ele sorriu malicioso e sugestivo, seu lábio inferior foi capturado pelos seus dentes e eu me perdi na sua boca gostosa, imaginando como seria ele chupando minha xotinha.
Bonnie me explicou também que receber sexo oral na buceta era gostosinho, então eu queria que Louis fizesse em mim e se isso fizesse com que eu me sentisse bem eu o procuraria todos os dias só pra chupar meu grelinho.
— Maninho eu não quero ver filme. — Fiz um biquinho nos lábios rebolando em seu colo.
Mexi meus quadris lentamente sentindo toda sua protuberância grossa arrastar no meu grelinho todo meladinho. Subi minhas mãos para os meus peitinhos com os mamilos durinhos e os apertei gemendo baixinho.
— Não? Poxa gatinha eu queria tanto assistir o filme mas você não para de esfregar essa xota melada em mim, parece até uma puta desesperada por rola. — Louis sorriu cafajeste soprando contra meus lábios.
Eu conseguia sentir minha grutinha molhar ainda mais com seus elogios ao mesmo tempo que minhas bochecinhas coraram por ganhar um nome que havia soado tão bem. Se eu pudesse pediria para ele me chamar assim o dia todo. Eu queria tanto ser a putinha do meu irmão. Eu queria ser todinha de Louis, ser sua namorada, mulher e a vadia que ele come todas as noites apenas para depois cuidar como se eu fosse sua bebê. Eu realmente o amo mais do que deveria.
— Lou... Você falando assim deixa minha xotinha pulsando tanto maninho. — Gemi fraquinho enquanto arrastava meus polegares em meus mamilos, eu sentia meu corpo inteiro tremer, eu precisava tanto dele.
— Vadia, desde quando você trocou o florzinha por xotinha, hm? Desde quando você virou uma puta desesperada pelo pau do irmão? — Louis gemeu rouco contra a minha pele, seus lábios maltratavam meu pescoço tombado para o lado ao mesmo tempo que suas mãos grossas estapeavam meu bumbum tão forte que ardia.
— Me desculpa Lou, eu não queria s-
— Não se desculpe bebê, eu amo ver você safadinha assim implorando pra levar surra de cacete nessa xotinha gulosa. — Ele me interrompeu entre as pausas dos beijos que deixava em meu pescoço.
Seus lábios macios deixavam um rastro por onde passava na minha pele. Louis beijava meu pescoço e o colo dos meus peitinhos, apertando meu bumbum com força, roçando a cabecinha inchada da sua rola na minha grutinha. Eu já conseguia sentir lágrimas se formando nos meus olhos e minhas bochechas pinicarem com a vontade louca de querer tê-lo logo dentro de mim.
— Louis, fode minha bucetinha, vai! — Gemi manhoso quando sua língua arrastou no meu mamilo durinho.
Desesperadamente levei minhas mãos até seu short de moletom e abaixei sua bermuda revelando seu caralho pesado com as veias grossas pulsando da base até a cabecinha vermelha toda meladinha do meu melzinho e sua pré porra.
— Senta gostosinho princesa. — Ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura quando levantei o quadril para encaixar minha bucetinha no seu pau.
Deixei minha testa encostar em seu ombro e o abracei com mais força ainda, agarrando seus fios da nuca com ambas as minhas mãos, apertando e puxando com força quando seu pau escorregou pra dentro da minha buceta, alargando minha xoxotinha conforme eu sentava devagarzinho ouvindo o som das nossas lubrificações ressoando.
— Seu pau me preenche tão bem gatinho... — Rebolei sentindo minha virilha contra a sua.
Seu pau já estava completamente dentro de mim me preenchendo da forma mais gostosa e dolorosa possível. Louis gemia rouco e apertava meu bumbum descontando o tesão que era me ter esmagando seu caralho com minha bucetinha pequena e inchada. Meu grelinho duro roçava nos poucos pelos em sua virilha e sua bolas repousavam no final do meu bumbum, estavam tão quentinhas e cheias repuxando, eu estava me sentindo pronto para receber seus bebês no fundo da minha buceta.
— Tão apertadinha e gostosa...
Louis gemeu feroz entre os dentes, suas mãos puxaram as alcinhas da minha camisola para baixo revelando meus peitinhos durinhos e os mamilos rosados apontando dolorosamente para frente, implorando por sua boca. Suas têmporas brilhavam e o suor já escorria por seu pescoço, ele parecia tão pecaminoso com a boca entre aberta, os lábios inchados e avermelhados somente por ter chupado meu pescoço. Não me contive ao observá-lo e subi lentamente no seu caralho descendo com força, satisfeito com os sons molhados e com o barulho da minha bunda batendo nas suas bolas.
Seu pau batia certeiro no meu pontinho de prazer, era tão grande que era impossível não sentir a cabecinha inchada preenchendo bem a minha bucetinha.
Gemi alto ao rebolar em seu colo e o abracei pelo pescoço com ainda mais força, seu tronco escorregou um tanto para frente e apenas sua cabeça se apoiava na cabeceira da cama, agora ele tinha total controle sobre mim com as mãos grossas em minha bunda, abrindo minhas bandas e expondo meu cuzinho pro meu polegar raspar ali pretenciosamente. Louis jogou o quadril para cima fazendo meu corpinho solavancar para frente e meus peitinhos roçarem em seus lábios, um gemido alto rasgou minha garganta e meus cachinhos saltaram com a investida gostosa do seu pau.
— Sua xotinha apertada me engole tão bem, puta merda... — Louis gemeu baixinho estapeando meu bumbum enquanto eu me esforçava para ser uma boa putinha cavalgando na sua pica.
Lou me segurava pela cintura ou pela bunda, ele parecia querer me domar pela cintura, mas as vezes segurar na minha bunda farta parecia mais atrativo já que ela recebia quase toda sua atenção. Ele jogava forte o quadril para cima, me fodendo forte. Seu caralho me invadia com força e sem pena alguma, ele maltratava minha xotinha tão bem enquanto eu sentava e me fodia no seu cacete intensificando mais as suas investidas com o quadril.
— Louis você me come tão gostoso. — Rebolei gostoso no seu caralho esfregando meus mamilos na sua boca, apoiando minhas mãos na cabeceira.
Louis pareceu entender meu pedido e abocanhou meu peitinho, sugando com força mamando gostoso no meu biquinho sensível.
— Nunca imaginei que minha irmãzinha fosse uma vadia sedenta por pau. — Ele acariciou minha cintura e subiu beijinhos para o meu maxilar.
Eu estava uma bagunça, meus cachos totalmente desgrenhados e o corpo suado pingando gotinhar de suor sobre Louis. Seus olhos pareciam me devorar e sua boca parecia implorar pela a minha já que estávamos tão próximos. Segurei firme novamente em seus ombros sentindo minha bucetinha contrair e meu grelinho pulsar, eu estava quase lá. Intensifiquei as quicadas em seu colo e em um pico de coragem tomei seus lábios em um beijo desajeitado. Meu coração acelerou ao ter sua boca quentinha raspando contra a minha e nossas línguas desesperadas buscando uma a outra. Eu tentava desesperadamente beijá-lo mas sem coordenação alguma já que Lou estava sendo o meu primeiro beijo
Gemi manhoso sentindo todas as sensações possíveis se intensificando, meu estômago pareceu revirar e meus olhos reviraram sem que eu tivesse controle sobre eles. Louis pareceu perceber meu orgasmo próximo e levou uma das mãos até meu grelinho, masturbando bem gostosinho enquanto continuava a me foder rápido e sem dó. Senti minha bucetinha apertar e um líquido clarinho esguichar. Um gritinho inesperado rasgou minha garganta e eu tentei fechar as pernas para conter o xixi, minhas bochechas esquentaram e eu escondi o rosto com minhas mãozinhas envergonhado por ter feito xixi, mesmo que Louis parecia não se importar, continuando a foder fortemente intensificando a sensação gostosinha na minha xotinha.
— Lou... Eu fiz- ahhn maninho. — Gemi fraquinho encostando minha testa em seu ombro.
— Eu vou gozar gatinha, vou encher sua buceta de porra quente, é isso que você quer bebê? — Louis sussurrou contra a minha orelha e eu assenti rapidamente, rebolando em círculos louca pra receber seus filhinhos dentro de mim.
Meu irmão apertou meu bumbum e gemeu rouco no meu ouvido, liberando jatos grossos de porra quentinha na minha xotinha sensível. Eu sentia sua pica pulsar dentro de mim, gozando gostoso todo seu leitinho enquanto apertava minha bunda.
— Lou... Foi tão gostoso. — Sussurrei contra sua boca.
Sua porra escorria pelos cantinhos da minha buceta, eu me sentia tão preenchido e um sorriso satisfeito marcava meus lábios.
Seus braços rodearam minha cintura e eu me aconcheguei em seu abraço quentinho, sentindo seu carinho gostoso nas minhas costas, retribuindo o carinho em seus cabelos macios enquanto sua cabeça descansava em meu peito.
— Lou, desculpa eu fiz xixi. — Falei baixinho sentindo a vergonha consumir meu corpo.
Ele riu baixo e apertou minha cintura voltando a distribuir beijos em meus peitinhos. Lou estava viciado neles.
— Não amor, você gozou. Não se preocupe com isso. Você molhou meu pau de um jeito tão gostoso. — Ele sorriu beijando meus lábios. — Vem cá gatinha deixa eu chupar sua buceta. Se esfrega na minha língua até gozar.
Eu nunca me acostumaria com a forma que ele demonstrava carinho e desejo por mim.
Prontamente sorri e assenti animado com os lábios entre dentes. Louis deitou na cama, levantei do seu colo e contemplei sua porra grossa escorrendo da minha grutinha inchada, pingando na cabecinha gorda do seu pau. Virei minha cabeça em direção ao seu quadril e suspendi a camisola pequenininha que cobria só metade da minha bunda, dando a ele a visão completa do meu cuzinho e da minha bucetinha inchada com os resquícios da sua porra saindo da minha grutinha.
— Lou, você me encheu tanto com sua porra. — Choraminguei esfregando meu grelinho no seu queixo, sentindo os pelos ralos da sua barba me causando arrepios. — Olha como você me deixou, tô toda abertinha e cheia dos seus filhos. — Levei meus dedos até minha grutinha, metendo dois dígitos bem em cima do seu rosto.
Louis agarrou minha bunda com força e separou as duas bandas sem o mínimo de delicadeza, cuspindo forte em cima do meu cuzinho, me causando arrepios gostosos e um risinho baixo já que eu nunca tinha sido tocada ali. Rebolei em sua boca raspando devagarzinho minha xotinha nos seus lábios macios, sentindo beijinhos lentos tocarem meu grelinho sensível.
— Gatinha, você já tinha sido chupada por alguém antes? — Lou soprou contra minha grutinha que pingava meu melzinho misturando-se com sua porra.
— Não amor, você está sendo meu primeiro em tudo maninho. — Gemi manhoso espalmando minhas mãos em suas coxas. Eu me sentia bem em verbalizar que Louis estava sendo meu primeiro homem, eu me sentia como sendo seu troféu e uma enorme conquista que poderia lhe satisfazer a qualquer momento. Eu só queria ser boa para meu irmãozinho.
Empinei meu bumbum e esfreguei minha xotinha na sua boca chegando a sentir até a pontinha do seu nariz raspando no meu grelinho enquanto sua língua trabalhava em movimentos circulares lentos, seguidos de seus lábios me chupando forte, desesperado pelo meu gostinho.
Sua língua agora passava por toda a minha bucetinha toda melada de porra, melzinho e saliva, babando muito meu grelinho passando a língua para cima e para baixo pressionando meu grelinho inchado, as vezes sugando pra dentro de sua boca, soltando em seguida com um chupão gostoso. Seus braços agarravam minha cintura com força puxando meus quadris em direção ao seu rosto e eu me esfregava no seu rosto como uma vagabunda, com uma das mãozinhas para trás segurando seu cabelo com força enquanto a outra masturbava desajeitadamente seu caralho que já estava duro novamente, pulsando entre meus dedos, melado de porra facilitando a punheta.
— Você me come tão gostosinho Lou, me come tão gostosinho com sua língua e seu pau!
Gemi com sua boquinha sugando todo meu melzinho e seus dois dedos brincando com meu cuzinho, penetrando só a pontinha e depois tirando só para que eu contraísse em busca de algo ali me preenchendo também. Louis estapeava minha bunda com a mão livre e fodia minha xotinha com sua língua, as vezes usando os lábios para sugar todo meu melzinho que escorria em abundância por todo seu rosto.
Senti sua língua escorregar para meu cuzinho, deixando vários beijinhos e chupadas fraquinhas me tirando gemidos altos e arrepios gostosos e diferentes.
— Lou, amor... — Mordi o lábio inferior apertando os olhinhos.
Sua boca chupou meu grelinho sensível com força e sua língua me comia com vontade. Seus dedos agora aproveitavam para masturbar rapidamente meu clitóris e a outra mão apertava minha bunda, alternando entre meter dois dedos no meu cuzinho que os recebia tão bem. Meus gemidos descontrolados e a maneira que eu me esfregava em sua boca fizeram com que eu largasse seu pau e apenas aproveitasse os estímulos gostosos que vinham de todas as partes, aproveitando para apertar meus peitinhos, sentindo em seguida meu corpinho tremer e minhas coxas prenderem sua cabeça. Novamente eu estava gozando.
Explodi em um orgasmo intenso e gostoso com a xotinha sensível pulsando e esguichando na boquinha gostosa do meu Louis.
Ele parecia não se importar já que continuava a enfiar seu rosto na minha buceta melada com meu orgasmo e rios de saliva. Eu gemia alto totalmente sensível por seus toques, sentindo as pernas tremelicando e meu corpinho fraco descansando sobre o seu.
— Vem cá princesa, me dá um abraço. — Ele sussurrou rouco e ainda buscando forças, assenti com os olhinhos cheios de lágrimas, voltando á posição original com seu peitoral junto ao meu e nossas intimidades se esbarrando, eu ainda podia sentí-lo duro contra meu grelinho inchadinho.
Eu o abracei com força enterrando meus cachos em seu pescoço cheiroso e úmido de suor, inspirando seu cheiro forte e gostoso misturando com seu perfume genuinamente intenso. Louis me aconchegou em seu abraço e acariciava minhas costas beijando meu ombro nu sem as alças da minha camisola. Eu estava uma bagunça, mas isso era a última coisa que eu queria me importar, eu só me importava com ele e como ele agiria comigo depois de tudo isso.
— Louis, eu te amo muito gatinho. — Sussurrei contra seu pescoço, sentindo minhas bochechas esquentarem pela declaração repentina.
Eu realmente o amo e quero ele para toda a minha vida. Lou cuida tão bem de mim e eu não sei se conseguiria viver sem suas mãos ao meu redor enquanto assistimos filme ou sem seus beijinhos gostosos de boa noite que ele deixa em minha nuca quando dormimos agarradinhos, eu sempre em sua frente sendo aconchegado por seu corpo forte.
— Eu também te amo princesa. — Ele sorriu terno nos afastando apenas pra beijar a pontinha do meu nariz, descendo suas mãos até o início do meu bumbum, acariciando minha pele sem segundas intenções. — Eu machuquei seu bumbum, amor? Se sim, me deixe cuidar dele no banho. — Louis selou nossos lábios carinhosamente e eu neguei com a cabeça desviando nossos olhares.
— Você não me machucou boo, mas eu tenho medo que me machuque aqui. — Peguei uma de suas mãos e coloquei sobre meu peito, indicando meu coração que pulsava forte apenas em receber o olhar azul intenso do homem que tanto amo. — Eu realmente te amo, não só como irmã mais nova, mas eu sinto que quero ter você para sempre Lou. Eu só me entreguei para você porque mamãe me disse um dia que essas coisas devemos fazer com quem amamos verdadeiramente e eu te amo tanto que chega a doer meu coraçãozinho. Gosto do jeitinho que nossos corpos parecem bem juntos, amo seus carinhos e amo assistir filme agarradinha com você.
Meus olhinhos lacrimejavam e eu me sentia fraco diante toda a minha declaração. Eu não tinha forças ao menos para olhar em seus olhos, eu só queria chorar e passar o dia inteiro pensando em como eu era boba de expressar meus sentimentos de forma tão verdadeira e intensa.
— Lou eu te amo tanto que esses dias cheguei a sonhar que eu tinha um bebê seu e bom, você sabe que meu sonho é ser mamãe... — Enxuguei as lágrimas fracas que molhavam minhas bochechas e me senti boba por dizer tudo aquilo. — Boo, apenas esqueça tudo isso que eu te disse-
— Não gatinha, não irei esquecer nunca. Eu estou impressionado em saber tudo isso e maravilhado com o jeitinho que você me admira pois eu também te amo pequena. Desde que nos aproximamos eu soube que eu teria problemas porque exatamente tudo em você me chama atenção, eu amo seu jeito carinhoso e seus beijinhos matinais quando dormimos juntinhos e amo quando você decide cozinhar para mim. Eu quero tanto ter você pra mim amor e caso queira, eu posso realizar o seu sonho de ser mamãe. — Louis falava baixinho contra minha orelha, segurando meu queixo e de vez em quando dando alguns beijinhos em minhas bochechas.
Meu coração parecia prestes a saltar do meu peito. Louis também me amava da mesma maneira e eu só pude sorrir largamente voltando a abraçar seu corpo contra o meu, apertando meus braços ao redor do seu pescoço e beijando suas bochechas.
— Agora podemos tomar um banho rapidinho? Tô doido pra cuidar do corpo da minha namoradinha, enquanto só nós beijamos de forma preguiçosa, sim?