Spotify tava no aleatório e começou a tocar Musa do Verão. Resultado? Fiquei com muito tesão no Pipe beijos. Oi tudo bem lembrei de vcs duas quando tava escrevendo essa @lunitt @cherryblogss
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— O sol que passava em filete pela cortina aberta iluminava sua pele dourada, Felipe, agarrado em você, não podia voltar a dormir depois de te ver ali, deitada nos braços dele e vestindo a camiseta da seleção Argentina. Os dedos acariciavam suavemente a pele brilhante, os lábios gordos dele deixavam beijos suaves no pescoço marcado e subiam até o ouvido adornado em pequenos brincos dourados.
— "Nena..." — A voz era baixa, talvez ele não quisesse te acordar, mas não podia evitar a forma como a ereção dentro da samba canção vermelha ficava cada vez mais dolorida, latejando e vazando pela pontinha rosada. O "hm?" que saiu por entre seus lábios acompanhando pela sua tentativa de se espreguiçar na cama, falhando e conseguindo apenas se pressionar mais contra o corpo quente de Felipe, que gemeu com a pressão da sua bunda na região sensível. — "Porra boneca, faz isso não." — A voz dele ainda era baixa, com medo de falar mais alto e tirar você da sensação sonolenta que estava. Os dedos ainda acariciavam sua pele mas ficavam com intenções cada vez mais sujas, escorregando para o meio das suas coxas e deixando apertos singelos no local, as vezes subindo até que tocassem no tecido rendado que ficava cada vez mais úmido.
— "Pipe..." — A última vogal saiu esticada, dando um tom manhoso para o apelido que ele tanto amava. Os dedos agarrando seu quadril e te puxando ainda mais perto dele, dessa vez te fazendo de fato sentir o motivo de ele estar acordado.
— "Deixa eu ter comer hm? Bem lentinho só p'ra deixar essa bucetinha cheia." — Você choramingou baixo sentindo os dedos dele entrando sorrateiramente para dentro da calcinha preta e tocando o pontinho sensível, ainda que "tocando" fosse uma palavra muito forte já que Felipe apenas esfregava lentamente o lugar. O gemidinho manhoso que fugiu de você foi uma resposta para ele, ergueu sua perna apenas para ter um espaço antes de tudo, mas quando você fez menção de tirar a calcinha ele te impediu. — "Shh, não não, vou só botar ela de ladinho, amor." — E foi o que ele fez. Arrastou o tecido molhado para o lado e não demorou até que estivesse provocando toda a extensão do pau grosso pelos lábios da sua buceta que escorriam em necessidade.
— "Fode logo, Pipe..." — Felipe sorriu com sua carência, sentindo como você pingava no pau dele. Quando a cabecinha sensível se enterrou em você um gemido manhoso fugiu dos seus lábios, acompanhado por um outro um pouco mais alto quando toda a extensão escorregava para dentro do seu buraquinho apertado.
— "Putinha carente... adora levar pau nessa bucetinha apertada hm?" — Completamente perdida na sensação da grossura te esticando, só pode acenar com a cabeça. Simplesmente lesada com a mistura de sensações, uma atrás da outra. O corpo molinho do sono que teve, a temperatura subindo conforme a respiração ficava mais apressada, a pele do rosto ficando vermelha, os olhinhos brilhando, a boca salivando e o útero se torcendo com a mais pura vontade de se liberar totalmente.
— "Puto do caralho." — Você gemeu junto dele quando a pontinha tocou o fundo do buraquinho apertado. Entrava e saia de você, aumentando a velocidade a cada momento. Te apertava com os braços grandes, agarrando seu corpo como se fosse fugir enquanto gemia baixo no seu ouvido. Felipe nunca se cansava de você. Todas as manhãs, sem exceção, pedia com a maior cara de pau do mundo para te comer, quando você acenava com a cabeça ele só botava sua calcinha de lado e te fodia até que você estivesse bem acordada e disposta para o dia que teria.
friends to f ⛧ nsfw ⛧ +18 ⛧ smut ⛧ sexo desprotegido (não pode vcs tão ligada já!!) ⛧linguagem imprópia ⛧ semi-público ⛧ putaria honesta mas com carinho :)
Você se esgueirava por entre as pessoas na balada lotada, tentando abrir caminho em meio ao empurra-empurra e as luzes piscando que confundiam sua visão. O ambiente escuro não facilitava encontrar seus amigos, e as asinhas da sua fantasia de anjo batiam em quem passava, tornando seu percurso ainda mais complicado. Depois de alguns tropeços, finalmente avistou a mesa reservada no fundo da pista. O espaço estava decorado com balões e uma plaquinha brilhante que dizia “Lia 23 anos”, estrategicamente posicionada ao lado de um balde de gelo com garrafinhas mergulhadas.
“______, finalmente!” — a aniversariante, vestida de bruxinha, veio cambaleando em sua direção para um abraço apertado e desajeitado. O sorriso torto e a dicção arrastada denunciavam que ela já tinha bebido boa parte das garrafas da mesa.
“Desculpa a demora, e feliz aniversário!” — você gritou no ouvido dela, tentando vencer a música eletrônica que vibrava no ambiente, retribuiu o abraço e estalou um beijão na bochecha da amiga.
Virou-se para o grupo, cumprimentando um por um, demorando mais do que o normal para identificar os rostos graças à penumbra do lugar. E foi então que ao chegar ao último da rodinha, seu corpo travou por alguns segundos.
Ele estava encostado na parede, com um copo descartável na mão, e observava você com um sorriso ladino no rosto, como se estivesse esperando esse momento.
“Keeho?!”
“Oi pra você também” — riu da sua cara de espanto ao encontrar ele ali.
Seu peito se aqueceu de repente. Fazia quase quatro anos que não via o irmão mais velho da amiga, e a última coisa que esperava era topar com ele naquela noite. Vocês se abraçaram forte, numa mistura estranha de surpresa e saudade.
“Nossa… quanto tempo” — você murmurou, rindo timidamente, enquanto ele passava os olhos em você de cima a baixo.
“É bom te ver de novo, e vestida de anjinha ainda…” — o tom de voz baixo, com a sobrancelha arqueada, com um tomzinho de provocação que não te surpreendeu, mas ainda assim fez seu rosto esquentar um pouquinho.
“E você de diabinho… que coincidência” — respondeu no mesmo tom, rindo quando ele ergueu o tridente de plástico e apontou para você.
“A Lia disse que só entrava fantasiado, peguei a primeira coisa que vi” — ele deu de ombros, mas o sorriso não se apagou.
“Combina com você” — você retrucou sem pensar com a voz saindo meio insinuante demais.
Ele inclinou a cabeça, divertido, e devolveu de imediato:
“A sua não combina muito contigo”
“Claro que combina!” — girou sobre si mesma, as asinhas batendo de leve em alguém que passava, e forçou uma carinha fofa para ele.
Keeho soltou uma risadinha safada:
“Tá bom, anjinha… O que você vai beber?”
Você olhou para a mesa e torceu o nariz. Não era muito fã de cerveja.
“Acho que vou no bar pedir um drink”
“Vem, eu vou contigo” — ele disse sem cerimônia, segurando sua mão e puxando você pela pista lotada. O toque dele era firme, e a forma como te guiava entre as luzes piscantes fez um arrepio subir discretamente pelo seu braço.
No bar, a iluminação era mais clara, revelando melhor os traços dele. Keeho parecia ainda mais bonito do que você lembrava: o cabelo caía em mechas escuras sobre a testa, e os olhos tinham aquele brilho travesso de sempre. A fila estava enorme, enquanto esperavam, você arriscou puxar assunto:
“Então… vai ficar aqui até quando?” — você perguntou, a voz saindo mais baixa do que pretendia. Apesar da intimidade de infância, algo nele te deixava nervosa, mas era um nervosismo bom.
“Vou embora semana que vem, vim só fazer uma visita rápida” — a proximidade dele ao responder fez você se arrepiar inteira.
Ele riu baixinho, os olhos fixos nos seus:
“Por que? Ficou desanimada que eu não vou ficar muito? Não vai dar tempo de matar a saudade?” — arqueou a sobrancelha, como se esperasse a sua reação.
Seu coração acelerou, mas não quis dar o braço a torcer, empurrou o ombro dele de leve:
“Cala a boca, Keeho, esqueci como você é exibido”
“Exibido não…” — ele inclinou a cabeça, sorrindo de canto: “Só achei que você ia querer passar mais tempo com o cara que te deu o primeiro beijo” — cutucou seu nariz com o dedo.
“Pronto, vai começar…” — Você bufou. Ele nunca perdia uma chance de jogar esse assunto na roda.
“Que foi? Tô mentindo?” — a fila andou, e ele aproveitou para pousar a mão na sua cintura, guiando você.
“Você fala disso como se tivesse sido incrível” — respondeu, arqueando uma sobrancelha: “Mas me beijou todo errado, ainda me deixou com o lábio inchado por dois dias”
Ele abriu a boca, indignado:
“Era meu primeiro beijo também! O que você queria que eu fizesse?”
‘Ué… você fala tanto sobre isso, deveria ter sido melhor” — sorriu de canto, se divertindo com a expressão dele.
Keeho estreitou os olhos, encarando você fixamente:
“Pra sua informação, eu beijo muito melhor agora, tá?”
Seu peito subiu e desceu mais rápido:
“Tá me ameaçando?”
“Só te avisando…” — ele se inclinou outra vez, a voz rouca próxima demais, antes de deixar um beijinho estalado perigosamente perto da sua boca.
O seu corpo inteiro arrepiou, a respiração falhou, e o sorriso safado escapou antes mesmo de você tentar disfarçar.
Pouco depois, já com os drinks na mão, vocês voltaram para a mesa. Keeho abriu caminho com facilidade, e você o seguiu segurando na cintura dele, quase num gesto automático. A maioria dos amigos já tinha sumido pela pista, inclusive a aniversariante, que você conseguiu localizar de longe pelo chapéu de bruxa balançando no meio da multidão.
“Quer ir dançar também?” — a voz dele bem atrás de você, enquanto as mãos se acomodavam na sua cintura e o rosto repousava no seu ombro.
“Nossa, não” — a resposta saiu automática, arrancando uma risadinha dele.
“Prefiro ficar aqui com você” — completou, virando o rosto até encontrar os olhos dele.
Ele arqueou as sobrancelhas divertido, e apertou o abraço, colando ainda mais o corpo quente no seu.
“Então você admite que tava com saudade?” — provocou, roçando o rosto no seu, o atrito da barba recém aparada contra sua pele fez seu estômago revirar.
Você segurou as mãos dele, tirou da cintura… se virou de frente para ele e as colocou de volta no quadril e ficou encarando ele desafiadora.
“Eu queria tanto te beijar agora…” — ele confessou sem rodeios, os olhos descendo para seus lábios, e a língua umedecendo os próprios.
“Quer provar que melhorou?” — você não deixou escapar a oportunidade de provocar, sabendo bem como isso acendia ele.
“Claro, tenho que manter minha reputação” — a voz dele soou divertida, como um desafio, enquanto alternava o olhar entre seus olhos e sua boca.
O ar entre vocês ficou denso. Você lambeu os lábios lentamente, sentindo ainda o gosto doce da bebida, e aquilo pareceu ser a última gota. As mãos dele se apertaram contra o seu quadril, o sorriso safado deu lugar a algo mais sério.
Num puxão decidido, Keeho te colou ao corpo dele e tomou seus lábios num beijo afoito e doce pelo gosto da bebida esquecida. Uma das mãos subiu até seu queixo, inclinando seu rosto abrindo espaço para que a língua explorasse sua boca sem pressa.
O beijo foi mudando de ritmo, a respiração começou a pesar, ele deslizou a mão para a sua nuca, como se quisesse te manter exatamente ali. O corpo dele se inclinava um pouco mais sobre o seu e você se deixou levar, sentindo o calor subir pelo rosto. A língua dele pediu passagem com cuidado, e você cedeu.
Apertou os dedos na camisa dele, puxando de leve, quase sem perceber, e isso arrancou um suspiro baixo dele. Ele se afastou só o suficiente para roçar os lábios nos seus de novo, quase como se estivesse provocando, e sussurrou contra sua boca:
“Viu como eu beijo melhor agora?”
“Ainda não tenho certeza, vai ter que me beijar mais um pouquinho” — Ele deu uma risadinha gostosa da sua resposta e voltou a te beijar mais urgente.
Ultrapassando qualquer limite, vocês se agarravam mais, sua mão começou a subir pela barra da camisa dele quase sem perceber. O tecido macio deu lugar à pele quente, e a ponta dos seus dedos foi explorando timidamente. Keeho estremeceu na hora, um arfar gostoso escapando contra a sua boca, sem nenhum pudor.
Ele não ficou atrás. As mãos grandes deslizaram pela sua cintura, descendo sem cerimônia até a curva da sua bunda, quase toda exposta pela minissaia curta demais. Ele apertou firme, arrancando um gemidinho abafado de você no beijo.
Os corpos se esfregavam um no outro, Keeho gemia baixinho a cada vez que você arranhava de leve a pele do abdômen dele por baixo da camisa, aprofundando ainda mais o beijo e depositando mordidinhas nos seus lábios para descontar o tesão.
Você precisou se separar do beijo por um instante, ofegante, tentando recuperar o mínimo de sanidade. A testa suadinha dele ficou colada na sua, e os lábios ainda roçavam nos seus enquanto você murmurava:
“Só não esquece que a sua irmã tá ali… e que a gente tá em público”
Keeho deu um riso abafado, claramente sem nenhum arrependimento: “Problema é dela se olhar pra gente” — provocou, roubando mais um beijinho rápido antes de se afastar de vez.
Ele ajeitou a barra da sua saia com um sorriso orgulhoso, tentando colocar pelo menos um pouco de ordem na bagunça que ele tinha feito em você.
“Eu vou ali no banheiro” — você anunciou.
Ele apenas assentiu, encostando no encosto da cadeira com um sorriso preguiçoso.
Mas você se inclinou de novo, chegando bem perto do ouvido dele, e completou baixinho, com um sorriso travesso:
“É pra você vir comigo”
Keeho arregalou os olhos, surpreso e soltou uma risadinha nervosa. Você se afastou antes que ele respondesse, lançou um olhar por cima do ombro e viu o moreninho se levantando logo atrás, tentando disfarçar a pressa.
Você entrou em um dos banheiros mais afastados da balada, onde a iluminação era fraca e quase ninguém circulava. Fingiu normalidade até a porta fechar atrás de você. Segundos depois, Keeho entrou sorrateiro, e sem pensar duas vezes, girou a chave, trancando a porta.
Antes mesmo de você pensar em falar algo, ele já estava em cima de você. Uma das mãos deslizou direto para a sua bunda, apertando com força enquanto a outra subia pelo seu corpo, trazendo você para perto.
Você riu baixinho com a pressa, as mãos dele subiram a barra da sua minissaia sem cerimônia, deslizando até a pele exposta, apertando forte a carne macia, enquanto o quadril dele pressionava contra o seu.
Keeho interrompeu o beijo só o suficiente para virar seu corpo contra a parede fria do banheiro. Arrancando as asinhas da fantasia e jogando em qualquer canto do banheiro apertado. As mãos firmes deslizaram pela sua cintura até grudarem no seu quadril, colando você de costas contra ele.
Ele se inclinou, a respiração pesada batendo no seu pescoço antes de morder de leve a pele macia da sua nuca.
A mão grande dele subiu pelo seu tronco até segurar de leve sua garganta, guiando sua cabeça para trás, expondo ainda mais o pescoço. Você gemeu baixinho, se arqueando que nem uma gatinha pedindo por mais, empinando o quadril para trás só para sentir melhor o volume preso na calça jeans contra sua bunda.
Keeho soltou um gemido grave, o quadril começou a se mover, encaixando no seu, fazendo você sentir cada centímetro da ereção dele.
A minissaia já completamente levantada, dando acesso livre para ele apertar a curva da sua bunda exposta para ele. A outra mão foi descendo lentamente pela sua barriga até se perder entre suas pernas.
Você prendeu a respiração quando sentiu os dedos dele afastando de leve as dobras molhadas da sua intimidade, roçando a pontinha do indicador na sua entradinha carente.
“Keeho…” — você gemeu, a voz falhando, apertando as unhas contra a parede: “Me come logo… por favor”
O gemido quase desesperado arrancou dele um suspiro pesado. Ele riu baixinho contra sua orelha, mordendo o lóbulo de leve.
“Calma, linda… preciso ir devagar com você, não quero machucar a minha anjinha”
Antes que você pudesse protestar, sentiu dois dedinhos dele deslizando com cuidado, entrando devagar na entradinha molhada, arrancando um gemido sofrido de você.
“Ah… Keeho…” — você choramingou, pressionando ainda mais a bunda contra ele, querendo sentir mais perto.
Os dedos dele se moviam com calma, explorando cada centímetro, abrindo caminho aproveitando as suas reações. A cada movimento, o quadril dele roçava mais firme contra sua bunda, e os dois gemiam juntos.
Os dedos de Keeho começaram a acelerar, as estocadas curtas mas certeiras, acertando em cheio aquele ponto sensível dentro de você. A cada investida, sua respiração se tornava mais alta, fazendo o corpo inteiro tremendo contra o dele.
“K-Keeho… assim eu vou… eu vou gozar…” — você gemeu desesperada.
Ele parou de repente, tirando os dedos molhados de dentro de você e levando até a própria boca com gosto. Você deixou escapar um gemido de frustração, mas logo sentiu os lábios dele roçando na sua orelha:
“Não, não… quero te ver gozando no meu pau” — ele riu baixinho te causando um arrepio gostoso.
Você ofegou em expectativa ao ouvir o som do zíper sendo aberto. Ele abaixou a calça só o suficiente para puxar o membro pra fora, já duro e latejante, pingando de excitação por você.
Com uma das mãos, ele segurou firme sua cintura, posicionando-se atrás de você. Com a outra guiou a glande grossa contra sua entradinha carente, esfregando devagarinho antes de meter.
Ele foi entrando bem devagar, centímetro por centímetro, o tamanho dele fazia sua bucetinha se esticar em volta do membro grosso. Você apoiou a testa na parede, com a respiração presa na garganta e os dedos trêmulos buscando apoio, enquanto sentia o corpo sendo completamente preenchido.
“Tão apertadinha…” — ele gemeu baixo, mordendo sua nuca: “Ta me engolindo todinho”
As estocadas longas e profundas iam ganhando ritmo, cada movimento dele acertando exatamente seu ponto, deixando você completamente cheia, incapaz de controlar os gemidos desesperados que saíam da sua garganta. Keeho gemia junto, na mesma intensidade que você, a voz grave e rouca pressionada contra sua nuca.
Ele segurou firme seus cabelos, fazendo você se arquear o máximo possível, permitindo que seus lábios se encontrassem num beijo bagunçado. A saliva que escorria pelo seu rosto ele lambia com prazer, sem deixar nada escapar, até chegar ao seu pescoço, marcando cada pedacinho.
Uma das mãos que apertava seus seios deslizou devagar pelo seu corpo, chegando ao meio das suas pernas, encontrando o seu ponto mais sensível e provocando uma onda de prazer que fez você se contorcer ainda mais sobre ele.
Ele começou a acelerar as estocadas, acertando seu ponto com precisão enquanto a outra mão não parava de acariciar você.
“Gosta assim né? — a voz grave dele sussurrou contra sua orelha com um risinho abafado, fazendo seu corpo se arrepiar inteiro. Você não teve capacidade de responder, só concordou com a cabeça desesperada com a estimulação. E ele percebeu que você estava na beira, as perninhas tremendo, cravando as unhas no braço dele buscando por um apoio: “goza pra mim, vai…”
Você se contorceu, arqueando ainda mais, mordendo o lábio pra tentar segurar os gemidos, mas era impossível. E então, o calor explodiu, um gemido preso se soltando da sua garganta enquanto seu corpo se entregava por completo, tremendo e apertando ele. Keeho sorriu satisfeito, enterrando ainda mais em você, sentindo cada reação sua como se fosse uma recompensa.
Ele não parou. Segurava firme sua cintura, metendo com pressa em busca do próprio prazer enquanto você se contorcia sobre ele.
Ele acelerou sem dó. A mão que segurava seus cabelos manteve você arqueada, permitindo que ele se afundasse completamente, cada estocada o deixando ainda mais perto do limite.
Quando sentiu que não ia aguentar por muito mais tempo, ele se retirou de você, estimulando o próprio pau em uma punheta desesperada até esporrar sobre a sua bunda, gemendo rouco.
“Caralho… h-hm, isso…” — Diminui o ritmo do punho contra o membro ao poucos enquanto derramava até a última gota em você com o corpo tremendo em espasmos.
Respirava fundo, ainda tentando recuperar o fôlego, ele te envolveu por trás num abraço meio desajeitado, relaxando o peso do corpo cansado sobre o seu. Os lábios dele passeavam pela sua nuca e pelas costas, depositando beijinhos molhados que faziam seu corpo arrepiar de novo.
“Matou a saudade ou precisa de mais um pouquinho?”
🩸 notas da cece: esse foi o especial de halloween KKKK, pouco halloween e muita putaria :p
e revisei mais ou menos.... beijos amo vcs
𖦹 𝑤𝑎𝑟𝑛𝑖𝑛𝑔 : ‘nini’, provocation, d!rty talk, oral!fem, uso de adjetivos de possessão (apenas um), ‘princesa’ ‘gatinha’ ‘amor’ e mais alguns.
𖦹 𝑛𝑜𝑡𝑒𝑠 : quem me conhece sabe a obsessão que eu tenho por esse garoto. por mim ele podia mandar eu varrer a calçada da paulista com a lingua e eu iria lindamente pois não passo de uma idiota por ele. vai ni-ki leve todo meu dinheiro e sanidade. tudo seu 🤒
(se acostumem a ver esse moleque com frequência por aqui)
🐺 boa leitura lobinhas !
[loveyouanyway - beforeyouleave.mp3]
— Riki… — Seu corpo se contorce abaixo do tronco grande do seu namorado. Um sorriso repuxa aos cantos da boca do japonês ao passo que você capturou o lábio inferior dele entre os dentes.
Ele desce os toques molhado dos lábios macios de sua boca para seu pescoço, grunhindo em resposta aos seu gemidos de pura manha. A ereção rígida roçava contra sua coxa, lhe fazendo arrepiar a espinha em junção dos beijos e ruídos depositados em seu colo, o que só a excitavam mais.
O que começou com uma sessão de “lutinha” completamente infantil, cursou um rumo completamente alternativo… para melhor. Após sua perda no pequeno ringue que foi criado na cama, Riki manteve seus braços presos acima da cabeça contra o colchão, o corpo dele foi se posicionando deitado elevado ao seu, não permitindo que você escape dele.
— Linda… Cheirosa — A voz sussurra os elogios de forma grave, quase como um ronronar ao lado de sua orelha, logo antes de roçar os dentes levemente ao longo da pele, até momento, livre de marcas. "Minha.”
A fala abafada contra seu pescoço lhe causa leves cócegas, te fazendo dividir uma risada manhosa com o namorado, derretendo contra os braços fortes ao o sentir escorregar os lábios para percorrer seu maxilar.
Você sentia o caralho acordado fazer pequenos movimentos contra sua coxa, ainda coberto pelo tecido tenro da calça moletom. As mãos grandes traçam um caminho de seu quadril a sua cintura por debaixo do tecido da grande camiseta que cobria seu corpo nu, chegando em seus seios.
— Isso é bom? — O tom baixo murmura contra sua pele, em tempo que os dedos longos apertam os biquinhos eriçados de seus seios. "Hm?"
Você apenas morde os lábios e arqueia levemente as costas em resposta aos estímulos do Nishimura. Ele sobe a camiseta até expor a pele arrepiada de seu colo, os lábios macios do namorado traçam beijos e mordidas contra a pele almofadada de seus peitos, prontamente abrigando a ponta de um em sua boca, chupando lentamente, causando arrepios.
— Uhum… — Você manha entre ofegos baixos, apertando os fios negros entre os dedos.
A risada rouca reverbera contra sua derme. Seus olhos se encontram, ele desce as caricias por seu corpo, parando a frente de sua bucetinha coberta pelo tecido rendado de sua calcinha pequenininha. “É aqui que ‘cê quer, princesa?”
A língua úmida desliza lentamente acima de seu intimo numa provocação barata. “Riki!” É o que sua voz necessitada consegue chamar ao sentir o estimulo repentino em seu ponto.
— O que é, uh? — Ele se afasta o rosto de seu meio. Ergue o tronco e se apoia em seus próprios joelhos entre as suas pernas, sorrindo de canto ao ver seu estado acabadinha com tão pouco. “Já ‘ta tão burrinha de tesão que não consegue me responder, amor?” Dois dos dedos longos dele arredam o pano para o lado e tocam seu pontinho molhado, iniciando um carinho arrastado e ríspido em seu clítoris inchadinho, tendo em resposta seu arfa sôfrego e manhoso, além dos movimentos desesperados de seu quadril contra as falanges alvas.
— Foda se! Me chupa… — A súplica sai de forma sussurrada em meio a sua respiração ofegante. “Por favor…”
O ruído sonoro da risada maliciosa ecoa pelo quarto silencioso. Sem desviar as orbes negras de seu rosto, Riki abaixa o tronco novamente e passa a deixar selares por seu quadril ao passo que desliza a peça rendada para fora de seu corpo, abrindo mais suas pernas e em um movimento sem pressa ele percorre sua buceta com a língua l e n t a m e n t e, sorvendo cada parte e gota de sua excitação que fluía do intimo sensível.
Seus olhos automaticamente se reviram ao sentir o toque úmido e sua boca se abre em um gemido mudo. Seus músculos enrijecem à medida que os movimentos se intensificam. Um arrepio percorre sua espinha ao sentir o moreno praguejar algo inaudível e lamber novamente, arrastando a língua em movimentos firmes, roçando o nariz em seu pontinho sensível. A língua explora seu íntimo com fervor, sem hesitação ou timidez, movendo-se para frente e para trás em gestos lentos e lânguidos, alternando entre lambidas curtas e chupadas intensas em seus lábios sensíveis.
Você não consegue conter os sons que ecoam de sua garganta, soltando suspiros e gemidos entrecortados conforme os movimentos ganham ritmo em seu interior. Merda! Sua mente não consegue processar nada além das sensações prazerosas que a língua ágil causa ao desbravar sua buceta de forma tão insaciável.
Filho da Puta.
Em resposta à junção de estímulos, seu corpo quase se arqueia sobre o acolchoado de casal. De seus lábios escapam apenas murmúrios manhosos e gemidos entrecortados junto à respiração ofegante.
— Porra Nini... — Sua palma volta a agarrar os fios do namorado, apertando os dedos gradativamente mais forte do que a primeira vez, buscando descontentar parte do tesão que sentia.
— É pra eu continuar? — Ele murmura de forma grave, com a voz embebida de obscenidade. “Hein, gatinha?”
— Sim! Uhn... — Arqueia os quadris contra a pontinha da língua que a provocava. — Você sabe que sim… Assim, bem aí. — Sua voz derrete em meio a súplica.
O namorado esfrega a língua entre seus lábios, balanceando a cabeça com cuidado pela sensibilidade, sentindo a ponta do nariz roçar em seu monte vênus. A língua faz movimentos circulares em seu clitóris enquanto as mãos mantêm um aperto forte em seu quadril, deixando leves arranhões na região.
Ele continua chupando suavemente, sorvendo tudo que sua bucetinha oferece, e logo você começa a sentir um frio no estômago. Suas costas arqueiam e seus dedos se dispersam até o lençol fino, os apertando antes de gozar nos lábios dele.
— Desgraçado — você xinga ofegante, ouvindo seu riso alto. Ele limpa a boca com o dorso da mão, deita sobre você e beija sua bochecha, murmurando contra seu pescoço um "’Cê é gostosa pra caralho, amor", arrancando de você um riso mesclado de humor e prazer.
— Gozou tão bonitinha na minha boca… — zombou com um risinho sacana, selando seus lábios e apreciando o quão acabadinha você estava após orgasmo certeiro.
O sentiu voltar a depositar beijos em suas bochechas, sem deixar o risinho sacana de lado, roçando a ereção extremamente rígida na pele de sua coxa. Soltando um riso fraco e ainda meio ofegante, você abraça o pescoço dele o beijando lentinho, engolindo o arfar baixo que ele soltou entre o ósculo.
Ao que parece essa pequena sessão de lutinha estava bem longe de ter um defeat, mas veja bem… Não é como se você estivesse reclamando…
E hoje me bateu uma saudade da sua escrita e só queria você saindo da aposentaria e fazendo uma one do Kuku com a personalidade de professor igual no story que ele divulgou hoje
véi…. eu vi isso e pensei QUE porra é essa…. não estava preparada pra abalos bucetonicos essa hora da manhã ………
sendo mt sincera….. (as in a pessoa q tem hiperfoco em um professor delicioso casado💀) kuku!professor que é ESCROTO.
ele é um professor bom… da pra ver que é inteligente pra caramba, por mais que a docência não fosse seempre o sonho, ele é bom no que faz. paga as contas. não é o tipo de professor que constrói laços com a turma, de vez em quando solta aquela risadinha quando um dos alunos conta algo engraçado, da bom dia e se despede educadamente… nos corredores, só dá um tchauzinho educado, sempre com a bendita mão com a aliança, para tristeza de todas as alunas, que toda semana - em algum momento no almoço - precisam pelo menos falar uma vez o quanto o sr. kukuriczka é gostoso.
o vocês aconteceu em uma festa. evento de trabalho que seus pais estavam, precisava de um vestido.. uma maquiagem mais arrumada.. o cabelo feito, essas coisas. você saiu por só uns minutos, mexendo no seu celular e respondendo o grupo de amigas depois de umas duas taças de champagne que você foi sorrateira ao tomar e, na verdade, nem fizeram efeito. mas, parece que te atingiu igual um caminhão no momento que ouve a voz dele, chamar o seu nome. olha pra cima, perdendo o foco completamente da conversa, esquecendo até mesmo o nome das amigas, mas sorrindo educadamente, como se não fosse nada “oi, professor.. boa noite..”. ele responde com um sorrisinho fraco, relaxado - um que você tem quase certeza que nunca viu na faculdade - , as mãos no bolso, as sobrancelhas um pouco enrugadas ao perguntar o que você estava fazendo ali. você responde. ele acena a cabeça com a boca fazendo um “ahh” baixinho. você bloqueia o celular, segurando ele com as duas mãos e olhando pra vista enquanto um silêncio confortável cai em cima de vocês dois.
“você fuma?” , ele pergunta, por educação. sorri com o cigarro entre os dentes quando você responde que não, “que bom, faz mal pra você”, ele acende.
com uma desculpa que estava com dor de cabeça, fala para os seus pais que está indo embora. “ah não, tá tranquilo. vou pedir um uber”. você sempre odiou entrar em carros com motoristas bebados, mas parece que esteban tirou completamente seu bom senso. e ele não fez nada demais, só perguntou “eu tô indo embora, quer uma carona?” simplesmente. mas você sabe que essa situação não é típica entre um professor e aluna, sabe que essa pergunta segura um peso muito maior do que as palavras realmente deixam explícitas. e ele também. o trajeto é tranquilo, quieto, você passa o tempo todo observando a mão direita, grande, com um relógio no volante. a esquerda com a aliança dourada ocasionalmente, quando ele passava ela em cima da barba, fazia seu estômago embrulhar.
quando chegam no seu destino, você solta um arzinho pelo nariz, ele sai mais tremido do que você antecipava. “bem, obrigada.. pela carona”. ele dá aquele sorrisinho de novo, balança a cabeça “não há de que”. você não abre a porta, ainda. “vem aqui…” ele sussurra, e você vai. se aproxima dele, só até perto do freio de mão, segurando um ar que você não conseguiria soltar nem se quisesse, e ele percebe. ele te olha… coloca a mão esquerda na sua coxa, apalpa ela, devagarinho, cobrindo a barra do vestido e a sua pele, cheia de arrepios. fica observando a própria mão massageando a sua coxa. “ninguém vai saber, tá?”, ele diz baixinho, não é uma pergunta, nem mesmo um aviso pra te tranquilizar. só um fato. ninguém vai saber. e ele sabe que você vai concordar, ele não é idiota, percebe que você é mais reservada do que as outras colegas. e mesmo assim, solta um arzinho pelo nariz junto com um sorrisinho fraco quando você confirma, acenando com a cabeça e as sobrancelhas se juntando mesmo sem sua permissão. te beija, devagar, segura sua nuca e as vezes os dedos viajam até o seu cabelo, segurando ele com um pouco de mais força toda vez que a língua entra mais na sua boca. ele faz carinho por cima da calcinha, e luta contra um sorriso quando percebe o tecido totalmente encharcado. não fala nada. você já sabe, e ele também.
te leva pra um motel. sem muita cerimônia, sem muita conversa. o farol baixo o tempo todo, troca pouquíssimas palavras com o funcionário. e no quarto, não tem muita conversa também. volta a te beijar na cama, se deita em cima de você, as mãos voltam a te fazer aquele carinho, o tipo que te faz gemer dentro da boca dele e mover os quadris sem mesmo perceber, desesperada por mais. ele se afasta, ajoelhado entre suas pernas, levanta seu vestido devagar e observa as mãos trabalhando no tecido, você jura que ouve um arzinho pesado escapar pelo nariz grande quando a calcinha finalmente aparece, permitindo que ele coloque uma imagem no que ele sentiu na ponta dos dedos, branca, rendada, pequenininha, completamente encharcada. ele não é muito da conversa, mas ainda sim age como um cavalheiro - pelo menos nesse momento -, puxa a sua calcinha para o lado e te lambe, para cima e para baixo, devagar e torturante, os olhos fixados no seu rosto. se afasta e retoma com um beijo molhado, a boca ao redor dos seus lábios, afastando devagarinho e retomando com foco no seu clítoris e dois dedos dentro. ele não fala, mas fica metido com o fato de você ter gozado tão rápido, menos de dois minutos. ele senta em cima das canelas, apalpa sua coxa de novo enquanto você olha pra ele, respirando pesado. “você toma pílula?”, a mão vai até a própria virilha, segurando a ereção, apertando. precisando de um tipo de alívio, por menor que seja, e a mão involuntariamente aperta mais forte quando ouve um “sim..”. ele sabe que você não mentiria. engravidar durante o curso, e ainda por cima de um professor. você não é idiota.
ainda na mesma posição, tira a sua calcinha, observa sua carinha enquanto você só fica deitada ali, deixando que ele faça o que você quiser. “tira”, ele manda, a mão da uma puxadinha na barra do vestido. ele te observa tirar, não fala nada. acena com a cabeça até a beirada da cama, luta contra um sorriso quando você obedece, ficando de joelhos enquanto ele senta na beirada. não tira a blusa ainda, mas desfaz o cinto e o botão da calça, desliza ela até os pés, com o olhar fixo em você de joelhos no meio das pernas dele, paciente. esperando. coloca a mão na sua nuca enquanto abaixa o cos da cueca, silenciosamente te permite fazer algo. solta um ar pesado quando sente sua língua na cabecinha que já sujou a cueca de pré gozo. a mão continua na sua nuca, só descansando ali, e os olhos fixados na sua boca ao redor dele, apertando seu pescoço de levinho quando te sente tomar o comprimento todo na boca. a mão começa a apertar mais, guiando sua cabeça pra cima e pra baixo. quanto mais perto, menos se importa com os barulhos de engasgo e a lágrima se formando no cantinho do olho. ele até gosta. sabe que é grande, não tem o que fazer. começa a respirar mais forte quando está chegando perto do orgasmo, as mãos agora segurando seu cabelo em um rabo de cavalo enquanto vai de encontro com os quadris e a sua boca, se esvaziando na sua língua com um grunhido.
respira pesado, te olhando. “tá bem?”, e repete com a cabeça quando você acena, respirando pesado.
“deita”. demora uns segundos pra levantar, se vira e vê que você já está deitadinha, com as pernas fechadas, completamente nua. ele levanta, se desfaz da camisa, e das calças, agora completamente. fica de joelhos entre suas pernas de novo. cospe na mão, leva até o comprimento, sente ficando cada vez mais duro de novo, a mão livre no seu joelho, fazendo com que você abra as pernas pra ele de novo. desliza pra dentro de você com facilidade, devagarinho, e não se deita perto, não beija seu pescoço. só te fode ali, segurando suas coxas e vendo seu rosto se contorcer de prazer, e quando está perto de novo, os olhos automaticamente descem para os peitos que balançam com cada estocada. joga a cabeça pra trás quando goza, se esvazia na sua barriga, nem olha os jatos branquinhos saindo, não consegue levantar a cabeça e abrir os olhos. só vê a bagunça depois de alguns segundos.
te limpa, com uma toalha úmida, joga ela pro lado, se deita em cima de você e te beija de novo. fica duro quando te sente gemer dentro da boca, se afasta um pouco, a mão viaja até seu quadril, e te vira, te observando de costas, pelada na cama. apalpa sua bunda, aperta, segura forte e deixa um tapa estalado. da aquele sorrisinho de novo quando você treme embaixo do toque e solta um gemidinho, mas você não percebe. te empina, deixando você de quatro. uma mão vai para a sua buceta, esfregando e espalhando a umidade com os quatro dedos, fazendo carinho, respirando mais pesado quando ouve o barulhinho molhado e sua respiração ficar irregular. a outra mão volta para o comprimento, com cuspe de novo, dessa vez só dando umas estocadas, passando o dedão na cabecinha e puxando um ar entre os dentes. te fode de quatro, dessa vez geme baixinho, respira pesado, segura a sua bunda e olha o pau entrar e sair de você. olha sua cara contra o travesseiro, percebe os olhos fechados e a boca permanenentemente aberta, soltando gemidinhos fracos com cada estocada, e como as sobrancelhas se franzem de prazer toda vez que deixa um tapa estalado na carne. percebe só depois que deixou ela toda vermelha.
quando está perto de novo, puxa seu cabelo e cola suas costas no peito, segurando seu quadril com a mão livre enquanto te fode. a outra segura seu cabelo, mantém sua cabeça perto da dele, e com o ouvido perto da boca, consegue ouvir os gemidinhos baixos, agora mais evidentes - depois de gozar duas vezes - e mais graves, ofegantes. pode jurar que ouve um “gostosa” baixinho, mas não diz nada a respeito. dessa vez, goza dentro de você, fundo, ofegante, bagunçado. os quadris continuam mexendo devagarinho mesmo depois que se esvazia, a mão do cabelo vai até os peitos e segura os dois com uma mão só, respirando pesado enquanto se recupera do orgasmo.
se vestem, sem muita conversa de novo. te deixa em casa, os faróis ainda baixos. solta um arzinho pelo nariz quando te ouve. “boa noite… e, pode ficar tranquilo, eu não vou contar pra ninguém”
contexto: quando eu tava fechando a minha ask lunitettas aproveitou pra mandar coisas e a última ask antes dessa foi “ok agora vou parar” . não confiem em uma peituda gente . não se pode confiar .
bem . já que ….. o povo clama……..
com o enzo, essa vontade veio como uma surpresa grande. tudo começou num dia que ele chegou do trabalho, por mais que esteja cansado, chega super feliz já que nessa sexta feira a bebezinha ia dormir na avó e vocês finalmente teriam um tempo merecido a sós. quando chega e te vê no quarto andando pra lá e para cá no telefone, falando com a sua mãe que ficou um pouco nervosa com a bebezinha chorando, mas rapidinho o problema foi resolvido. mas, quando você está se despedindo da ligação e vira para ele, sente a boca secar e os joelhos falharem quando enxerga a manchinha molhada bem em cima dos seus mamilos na regatinha cinza que estava usando. você ri enquanto conta: “dá pra acreditar? foi só ouvir ela resmungando que aconteceu isso, vou tomar banho, ok amor?”, deixando um selinho rápido nos lábios do moreno e logo entrando no chuveiro. ele fica estático, atônito di vdd, sentado na ponta da cama com o pau duríssimo sem entender o pq? tipo? ele realmente ficou embasbacado de ter ficado desse jeito com aquilo. respira fundo quando você sai do banheiro, com a toalha enrolada no corpo e um coquezinho com alguns fiapos do cabelo molhados, você chega perto dele pra fazer um carinho no cabelo e deixar um beijinho no topo da cabeça dele enquanto pergunta o que ele quer jantar, e quando vai se afastar pra vestir uma roupa, ele segura a sua mão, te olhando com o cenho franzido e dizendo “amor…”. você até sorri e o abraça de volta, arrepiando ao sentir as mãos apertarem a sua cintura sobre a toalha molhada, “que foi, mô?”
“preciso de voce, nena… por favor…”. você realmente não entendeu a rápida mudança de comportamento, mas não se importa mais quando sente as mãos subindo pelas suas coxas, e ainda mais o rostinho de quem está implorando para te fuder. ele não chega nem a se despir todo, só abaixa as calças e a cueca até os joelhos, ainda sentado na ponta da cama com você sentando nele, confiando cegamente que os braços fortes segurando suas costas te impeçam de cair para trás. ele te beija desesperado, geme contra a sua boca, descendo até seu pescoço e colo, lambendo sua pele até chegar nos seus biquinhos, você contrai ao redor dele quando o sente lamber a região sensível com a língua molinha. uma das mãos grandes para no seu cabelo, segurando e puxando ele de levinho quando abocanha um dos seus mamilos, chupando e grunhindo quando sente o gostinho leitoso na boca. você suspira surpresa ao sentir que o líquido saiu de ti, abrindo os olhos e olhando para baixo, imaginando uma reação negativa, mas a cena era te trazia ainda mais para perto de um orgasmo: ele desesperado indo para o outro seio, não conseguindo nem te chupar com tanta vontade como antes devido aos gemidos graves que saiam da boca sem ele ao menos ter a chance de controlá-los. você, de forma totalmente desengonçada, disse que estava prestes a gozar, e só por isso que ele retirou a boca dos seus biquinhos e te puxou para um beijo, ambos gemendo dentro da boca um do outro, te permitindo até a sentir o gostinho diferente. a forma que o pau grosso batia na sua cérvix e ainda por cima roçava o pontinho sensível contra a virilha te fez gozar juntinho com ele, que envolvia sua cintura e apertava sua bunda ainda mais forte enquanto massageava e beliscava seus mamilos, sujando um pouco do peitoral dele enquanto ele te enchia de porra, sem nem parar por alguns segundos depois que terminaram, sujando a virilha e o pau que entrava e saia de você do líquido espesso.
oiiiiiiii jah podi falar de fernando sendo um putooo⁉️….. *twirling my hair and giggling e depois pulando que nem um gnomo irlandês saltitando para o horizonte distante*
fernando que foi o pai do seu primeiro filho, um menininho que agora tem uns 4 aninhos. a relação de vocês não deu certo, por isso que agora você mora com o seu noivo, pai de uma bebezinha de alguns meses. enquanto o pai da menininha viajou a negócios, você pediu para que fernando pegasse o filhinho de vocês durante o dia para que você pudesse cuidar integralmente da menininha, o que acabou sendo mais fácil do que você esperava, então as horas passaram voando até o momento que seu ex tocou a campainha. fernando se ofereceu para dar banho nele enquanto você tomava o seu, e quando você saiu do banheiro em rumo a sala - já vestida com o pijaminha curto e secando o cabelo com a toalha - se deparou com fernando sentado no sofá, com as pernas abertas e um dos cotovelos apoiados no encosto do sofá, mexendo no celular. se sentou ao lado dele, fazendo com que ele virasse em sua direção com um sorrisinho nos lábios, “obrigada por hoje, me ajudou bastante, de verdade”, você disse, genuína. “que nada, nena…”, ele respondeu, descansando uma mão no seu ombro, fazendo um carinho ali. malicioso, a expressão no rosto dele mudou de uma forma até um pouco teatral quando apertou um pouquinho uma parte tensionada: “nossa, como você tá tensa, nena…”.
“fernando… para com isso”, você o alertou, mas ele não ouviu, te puxando para mais perto dele, envolvendo o braço grande ao redor do seu ombro e continuando a massagem ali, “parar com o que? eu só quero te ajudar…”, disse baixinho enquanto a mão livre passeava pela sua coxa descoberta, o nariz chegando pertinho do seu pescoço e esfregando a pontinha dele ali. você ficava cada vez mais ofegante com o toque, o que fernando levou como um sinal de que esse era o momento perfeito de deixar beijinhos estalados no seu pescoço, subindo lentamente para a sua bochecha e logo o seu lóbulo, juntamente com os dedos que já estavam se enfiando por baixo do elástico do seu short, enquanto a mão que estava perto do seu ombro desceu para o seu peito, apertando ele por cima do tecido enquanto sussurrava no seu ouvido: “se quiser que eu pare é só pedir…”. ele encostou os lábios nos seus e enfiou a língua na sua boca, movendo ela devagarinho a medida que enfiava os dedos dentro da sua calcinha, sorrindo contra o beijo quando você interrompeu o beijo ao gemer baixinho com os lábios entrepartidos, “mas você não quer que eu pare, não é?”, ele perguntou num tom de falsa simpatia, o cenho franzido enquanto olhava para os seus olhinhos quase se fechando de tanto prazer.
os dedos compridos saíram de dentro de ti, fazendo você gemer em desaprovação, mas logo ele te tranquilizou: “shhh…”, enquanto tirava seu short seguido da calcinha e te fazia deitar no apoio de braço acolchoado do sofá, se deitando do seu lado - com o corpo colado no seu, quase em cima de você - e te instruiu “segura a perninha, fica bem abertinha pra mim… issso…” lambendo os dígitos molhadinhos de ti e voltando a fazer círculos largos na sua bucetinha. voltou a te beijar, sorrindo satisfeito quando te sentia gemer dentro da boca dele, interrompendo o beijo só para dizer “tava com saudade dessa bucetinha gostosa, nena…” enquanto enfia dois dedos em ti, devagarinho. “de você toda, na verdade…”, descendo os beijos até o seu colo enquanto os dedos te fudiam com maestria, lambendo seu mamilo durinho ainda por cima da blusa, mantendo o contato visual e lutando contra um sorriso sacana que queria crescer no rosto. no momento que o polegar dele parou no seu clitóris, fazendo círculos pequenininhos enquanto os dedos compridos tocavam o seu ponto g, você sentiu a sua blusa umidecendo, e tinha certeza que isso tudo não era só a saliva de fernando. ele se afastou por um momento, os olhos piscaram, desacreditado com a visão que tinha bem na frente dele, os dedos pararam de se mexer dentro de ti e ele grunhiu enquanto te pegava, bruto, tirando sua blusa e enfiando os braços por baixo das suas costas e te colando no peito dele, te beijando com urgência enquanto se deitava sobre ti. “eu já tinha percebido que você tava com saudade de mim, molhada desse jeito….”, ele dizia ofegante com os lábios contra os teus enquanto desfazia o laço da calça de moletom que usava, “mas tanto assim? porra…”
enfiou todo o comprimento dentro de ti enquanto te beijava, simplesmente pq te conhecia muito bem e sabia que você gemia que nem uma putinha quando ele te comia, palavras dele. te fudeu em papai e mamãe, com uma das mãos segurando a sua perna para que você ficasse na posição perfeita para ele atingir o ângulo que só ele conseguia, já a outra nos seus peitos, apertando eles enquanto os chupava mais e mais a medida que as estocadas ficavam cada vez mais profundas, era animalesco, de verdade. ele chupava seus biquinhos e deixava mordidas quando sentia o gostinho leitoso invadir a boca, levando os lábios até a carne dos seus seios eventualmente para poder deixar marcas na sua pele. e quando finalmente te encheu de porra, levou uma mão até seu cabelo e puxou os fios, tombando a sua cabeça para trás, deixando marcas no seu pescoço e eventualmente realinhando o rosto ao teu, segurando seu queixo firme enquanto o corpo grande parecia praticamente engolir o seu por baixo dele.
acho que eu me empolguei na do fernando não sei se fez sentido não revisei mas . anyways . 🌹?
CAMISSSS BOA TARDE RAINHA. Sera que vc podia fazer um hc da reação do cast sendo chamados de papi? 🥵🥵🥵
oiieeeeeeeeeee (giggling and kicking my feet and twirling my hair como se eu não estivesse prestes a falar atrocidades)
fiz com a santíssima trintade (o mais novo dupla de três: a trindade com 4 pessoas) pq senão ficaria muito grande, mas se quiserem com os pirralhos também me avisem 🤌🏻🤌🏻✨ (também pq não pensei nada com eles por enquanto, mas com certeza meus tico e teco funcionarão em breve)
enzo: aconteceria enquanto vocês transam de madrugada. você acorda ele empurrando a bunda contra a virilha dele enquanto estão de conchinha. começam transando de ladinho, e depois de você já ter gozado ele só quer encher teu buraquinho de porra e voltar a dormir, por isso te coloca de quatro, te come com força, agarrando sua bunda forte e com uma mão puxando a base do seu cabelo, enquanto sua cara tá no travesseiro. você geme “papi” alto até, mas achava que o travesseiro ia abafar a palavra, mas quando você sente a mão dele puxando sua cabeça pra trás e ele te cola contra o corpo dele, sabe que ele ouviu muito bem. ele fica metido, “o papi tá te fudendo gostoso, é princesa? você me acordou toda carente pra eu meter em você, o mínimo que pode fazer agora é deixar eu te encher de porra e me fazer um papai de verdade, hm? deixa?”
fernando: aconteceria enquanto vocês se pegam no sofá, com você no colo dele, ele tá te beijando DAQUELE jeito: lento, com muita língua, com direito a pegada forte na nuca, dá até uns tapas na sua bunda pra te fazer gemer de vez em quando. depois de um tempinho só se beijando, ele vai te dedar com você no colo dele ainda, você tá tão desesperadinha por ele que vai até cavalgar nos dedos. e ele para de te beijar só pra ficar vendo seu rostinho se contorcer todo de tanto prazer, com os olhinhos fechados enquanto senta nos dedos dele e roça contra a palma dele. “abre os olhos, olha pra mim” ele manda (MANDA!!!! OKAYYY) e você obedece óbvio. ele franze o cenho, te caçoando, “tá gostoso, é?” você só consegue fazer sim com a cabeça, e ele fala “é?” baixinho, sussurrando quase, enquanto imita o movimento que você fez com a cabeça. você nem chega a falar, só mexe os lábios, dengosa “papi…”. ele levanta as sobrancelhas “fala, fala pra eu ouvir” e você FALA!!!! pq se fernando contigiani manda você FAZ!!!! e também pq você tá quase gozando, então a cabecinha tá completamente vazia. “goza nos dedos do seu papi, então, vai” ele fala no seu ouvidinho 🪦🪦🪦🪦
agustin: aconteceria enquanto ele te chupa, mais especificamente quando ele tá te fudendo com os dedos em movimentos de ‘vem cá’ com o médio e o anelar e lambendo seu clitóris pra lá e pra cá, com a barba e bigode todos molhados já. quando você tá QUASE gozando, ele tira os dedos mas continua com a língua, beijando sua buceta, não quer cessar totalmente o seu prazer, mas não quer que você goze agora. você já com os olhos cruzados de tanto tesão solta um “papi, por favor…” sem nem pensar duas vezes, mas ele AMA. a-m-a, ele vai rir com a boca ainda na sua buceta, e tirar ela de lá só pra dar uns dois tapinhas nela, fazendo até barulho de tão molhada, e falar “papi, é? pode ficar tranquila, mami, agora que você pediu com jeitinho, o papi vai te deixar gozar”
esteban: aconteceria quando ele tá te fudendo no banho. vocês estão viajando com os colegas de elenco, e depois de um dia de piscina, depois de esteban ter passado o dia inteiro de pau duro só de ver usando um biquíni, ele te chama pra tomar um banho, despretensioso. você aceita, e só descobre a verdadeira intenção dele quando ele começa a te olhar com aquela carinha de lesado enquanto espalha sabonete na sua barriga, depois vai descendo até ficar de joelhos, vai lavando e apalpando suas coxas como quem não quer nada, quando ele vê que você já tá ficando ofegante com os toques, coloca sua perna em cima do ombro e te chupa ali mesmo, nem se importa da possibilidade do sabonete cair nos olhos dele. quando você começa a gemer mais alto, ele levanta e te vira para a parede, “vou te comer gostoso, nena, fica tranquila, mas tem que ficar quietinha, tá?” enquanto passa o pau pela sua buceta molhada. depois, se enfia dentro de você. ele vai te comer com o braço ao redor do seu pescoço, te enforcando um pouquinho, você já completamente burra de tesao solta um “papi”. nisso, os olhinhos dele brilham, ele coloca os dedos dentro da sua boca pra te deixar quietinha, mas não deixa o apelido passar batido: “agora que você tem que ficar quietinha me chama de papi, princesa? que maldade… mas tudo bem, na próxima vez você pode gritar papi o quanto quiser pra mim”
E hoje me bateu uma saudade da sua escrita e só queria você saindo da aposentaria e fazendo uma one do Kuku com a personalidade de professor igual no story que ele divulgou hoje
véi…. eu vi isso e pensei QUE porra é essa…. não estava preparada pra abalos bucetonicos essa hora da manhã ………
sendo mt sincera….. (as in a pessoa q tem hiperfoco em um professor delicioso casado💀) kuku!professor que é ESCROTO.
ele é um professor bom… da pra ver que é inteligente pra caramba, por mais que a docência não fosse seempre o sonho, ele é bom no que faz. paga as contas. não é o tipo de professor que constrói laços com a turma, de vez em quando solta aquela risadinha quando um dos alunos conta algo engraçado, da bom dia e se despede educadamente… nos corredores, só dá um tchauzinho educado, sempre com a bendita mão com a aliança, para tristeza de todas as alunas, que toda semana - em algum momento no almoço - precisam pelo menos falar uma vez o quanto o sr. kukuriczka é gostoso.
o vocês aconteceu em uma festa. evento de trabalho que seus pais estavam, precisava de um vestido.. uma maquiagem mais arrumada.. o cabelo feito, essas coisas. você saiu por só uns minutos, mexendo no seu celular e respondendo o grupo de amigas depois de umas duas taças de champagne que você foi sorrateira ao tomar e, na verdade, nem fizeram efeito. mas, parece que te atingiu igual um caminhão no momento que ouve a voz dele, chamar o seu nome. olha pra cima, perdendo o foco completamente da conversa, esquecendo até mesmo o nome das amigas, mas sorrindo educadamente, como se não fosse nada “oi, professor.. boa noite..”. ele responde com um sorrisinho fraco, relaxado - um que você tem quase certeza que nunca viu na faculdade - , as mãos no bolso, as sobrancelhas um pouco enrugadas ao perguntar o que você estava fazendo ali. você responde. ele acena a cabeça com a boca fazendo um “ahh” baixinho. você bloqueia o celular, segurando ele com as duas mãos e olhando pra vista enquanto um silêncio confortável cai em cima de vocês dois.
“você fuma?” , ele pergunta, por educação. sorri com o cigarro entre os dentes quando você responde que não, “que bom, faz mal pra você”, ele acende.
com uma desculpa que estava com dor de cabeça, fala para os seus pais que está indo embora. “ah não, tá tranquilo. vou pedir um uber”. você sempre odiou entrar em carros com motoristas bebados, mas parece que esteban tirou completamente seu bom senso. e ele não fez nada demais, só perguntou “eu tô indo embora, quer uma carona?” simplesmente. mas você sabe que essa situação não é típica entre um professor e aluna, sabe que essa pergunta segura um peso muito maior do que as palavras realmente deixam explícitas. e ele também. o trajeto é tranquilo, quieto, você passa o tempo todo observando a mão direita, grande, com um relógio no volante. a esquerda com a aliança dourada ocasionalmente, quando ele passava ela em cima da barba, fazia seu estômago embrulhar.
quando chegam no seu destino, você solta um arzinho pelo nariz, ele sai mais tremido do que você antecipava. “bem, obrigada.. pela carona”. ele dá aquele sorrisinho de novo, balança a cabeça “não há de que”. você não abre a porta, ainda. “vem aqui…” ele sussurra, e você vai. se aproxima dele, só até perto do freio de mão, segurando um ar que você não conseguiria soltar nem se quisesse, e ele percebe. ele te olha… coloca a mão esquerda na sua coxa, apalpa ela, devagarinho, cobrindo a barra do vestido e a sua pele, cheia de arrepios. fica observando a própria mão massageando a sua coxa. “ninguém vai saber, tá?”, ele diz baixinho, não é uma pergunta, nem mesmo um aviso pra te tranquilizar. só um fato. ninguém vai saber. e ele sabe que você vai concordar, ele não é idiota, percebe que você é mais reservada do que as outras colegas. e mesmo assim, solta um arzinho pelo nariz junto com um sorrisinho fraco quando você confirma, acenando com a cabeça e as sobrancelhas se juntando mesmo sem sua permissão. te beija, devagar, segura sua nuca e as vezes os dedos viajam até o seu cabelo, segurando ele com um pouco de mais força toda vez que a língua entra mais na sua boca. ele faz carinho por cima da calcinha, e luta contra um sorriso quando percebe o tecido totalmente encharcado. não fala nada. você já sabe, e ele também.
te leva pra um motel. sem muita cerimônia, sem muita conversa. o farol baixo o tempo todo, troca pouquíssimas palavras com o funcionário. e no quarto, não tem muita conversa também. volta a te beijar na cama, se deita em cima de você, as mãos voltam a te fazer aquele carinho, o tipo que te faz gemer dentro da boca dele e mover os quadris sem mesmo perceber, desesperada por mais. ele se afasta, ajoelhado entre suas pernas, levanta seu vestido devagar e observa as mãos trabalhando no tecido, você jura que ouve um arzinho pesado escapar pelo nariz grande quando a calcinha finalmente aparece, permitindo que ele coloque uma imagem no que ele sentiu na ponta dos dedos, branca, rendada, pequenininha, completamente encharcada. ele não é muito da conversa, mas ainda sim age como um cavalheiro - pelo menos nesse momento -, puxa a sua calcinha para o lado e te lambe, para cima e para baixo, devagar e torturante, os olhos fixados no seu rosto. se afasta e retoma com um beijo molhado, a boca ao redor dos seus lábios, afastando devagarinho e retomando com foco no seu clítoris e dois dedos dentro. ele não fala, mas fica metido com o fato de você ter gozado tão rápido, menos de dois minutos. ele senta em cima das canelas, apalpa sua coxa de novo enquanto você olha pra ele, respirando pesado. “você toma pílula?”, a mão vai até a própria virilha, segurando a ereção, apertando. precisando de um tipo de alívio, por menor que seja, e a mão involuntariamente aperta mais forte quando ouve um “sim..”. ele sabe que você não mentiria. engravidar durante o curso, e ainda por cima de um professor. você não é idiota.
ainda na mesma posição, tira a sua calcinha, observa sua carinha enquanto você só fica deitada ali, deixando que ele faça o que você quiser. “tira”, ele manda, a mão da uma puxadinha na barra do vestido. ele te observa tirar, não fala nada. acena com a cabeça até a beirada da cama, luta contra um sorriso quando você obedece, ficando de joelhos enquanto ele senta na beirada. não tira a blusa ainda, mas desfaz o cinto e o botão da calça, desliza ela até os pés, com o olhar fixo em você de joelhos no meio das pernas dele, paciente. esperando. coloca a mão na sua nuca enquanto abaixa o cos da cueca, silenciosamente te permite fazer algo. solta um ar pesado quando sente sua língua na cabecinha que já sujou a cueca de pré gozo. a mão continua na sua nuca, só descansando ali, e os olhos fixados na sua boca ao redor dele, apertando seu pescoço de levinho quando te sente tomar o comprimento todo na boca. a mão começa a apertar mais, guiando sua cabeça pra cima e pra baixo. quanto mais perto, menos se importa com os barulhos de engasgo e a lágrima se formando no cantinho do olho. ele até gosta. sabe que é grande, não tem o que fazer. começa a respirar mais forte quando está chegando perto do orgasmo, as mãos agora segurando seu cabelo em um rabo de cavalo enquanto vai de encontro com os quadris e a sua boca, se esvaziando na sua língua com um grunhido.
respira pesado, te olhando. “tá bem?”, e repete com a cabeça quando você acena, respirando pesado.
“deita”. demora uns segundos pra levantar, se vira e vê que você já está deitadinha, com as pernas fechadas, completamente nua. ele levanta, se desfaz da camisa, e das calças, agora completamente. fica de joelhos entre suas pernas de novo. cospe na mão, leva até o comprimento, sente ficando cada vez mais duro de novo, a mão livre no seu joelho, fazendo com que você abra as pernas pra ele de novo. desliza pra dentro de você com facilidade, devagarinho, e não se deita perto, não beija seu pescoço. só te fode ali, segurando suas coxas e vendo seu rosto se contorcer de prazer, e quando está perto de novo, os olhos automaticamente descem para os peitos que balançam com cada estocada. joga a cabeça pra trás quando goza, se esvazia na sua barriga, nem olha os jatos branquinhos saindo, não consegue levantar a cabeça e abrir os olhos. só vê a bagunça depois de alguns segundos.
te limpa, com uma toalha úmida, joga ela pro lado, se deita em cima de você e te beija de novo. fica duro quando te sente gemer dentro da boca, se afasta um pouco, a mão viaja até seu quadril, e te vira, te observando de costas, pelada na cama. apalpa sua bunda, aperta, segura forte e deixa um tapa estalado. da aquele sorrisinho de novo quando você treme embaixo do toque e solta um gemidinho, mas você não percebe. te empina, deixando você de quatro. uma mão vai para a sua buceta, esfregando e espalhando a umidade com os quatro dedos, fazendo carinho, respirando mais pesado quando ouve o barulhinho molhado e sua respiração ficar irregular. a outra mão volta para o comprimento, com cuspe de novo, dessa vez só dando umas estocadas, passando o dedão na cabecinha e puxando um ar entre os dentes. te fode de quatro, dessa vez geme baixinho, respira pesado, segura a sua bunda e olha o pau entrar e sair de você. olha sua cara contra o travesseiro, percebe os olhos fechados e a boca permanenentemente aberta, soltando gemidinhos fracos com cada estocada, e como as sobrancelhas se franzem de prazer toda vez que deixa um tapa estalado na carne. percebe só depois que deixou ela toda vermelha.
quando está perto de novo, puxa seu cabelo e cola suas costas no peito, segurando seu quadril com a mão livre enquanto te fode. a outra segura seu cabelo, mantém sua cabeça perto da dele, e com o ouvido perto da boca, consegue ouvir os gemidinhos baixos, agora mais evidentes - depois de gozar duas vezes - e mais graves, ofegantes. pode jurar que ouve um “gostosa” baixinho, mas não diz nada a respeito. dessa vez, goza dentro de você, fundo, ofegante, bagunçado. os quadris continuam mexendo devagarinho mesmo depois que se esvazia, a mão do cabelo vai até os peitos e segura os dois com uma mão só, respirando pesado enquanto se recupera do orgasmo.
se vestem, sem muita conversa de novo. te deixa em casa, os faróis ainda baixos. solta um arzinho pelo nariz quando te ouve. “boa noite… e, pode ficar tranquilo, eu não vou contar pra ninguém”
Onde Louis é viciado em cigarro mas encontra algo melhor para livrá-lo do seu vício
Ou
Onde Harry ajuda seu amigo de infância a largar o cigarro, mesmo que de um jeito muito diferente...
Avisos: ltops, hbottom, h!inter, uso de droga, fixação por seios, ambos os personagens virgens (apesar de n darem tanta importância para isso). A história a seguir menciona o uso de menor usando nicotina, mas eu NÃO sou a favor disso e em nenhum momento isso será romantizado, é apenas para a contextualização da história.
Fumar é uma merda.
Vicia, causa dependência, estraga os pulmões, muda o humor e, sem contar, nas outras inúmeras doenças que podem ser acarretadas com o simples ato.
Louis William Tomlinson sabia de todos esses malefícios —claro que sabia—, mas ele apenas não conseguia largar o cigarro. Veja bem, não é bem culpa dele, se for parar para analisar o contexto todo: ele tem contato com a nicotina desde que... Desde que era um bebê? Talvez até mesmo antes.
Seus pais eram fumantes de carteirinha. O pai fumava, pelo menos, um maço e meio de cigarro por dia e sua mãe, se quer havia parado durante sua gestação ou amamentação. Então é, não pode colocar a culpa em Louis por ter o péssimo exemplo dos pais.
Na verdade, não era nem só o exemplo. Louis fumava junto aos pais, já que eles não se preocupavam em abrir janela alguma ou sair para fumar do lado de fora; o garoto praticamente respirava a fumaça tóxica em boa parte do seu dia a dia.
No começo, ele não gostava nem um pouco. Evitava ficar perto dos pais, passando o dia todo trancado no quarto —mesmo que o cheiro ficasse impregnado por toda a casa— ou estendia o tempo na escola, matando tempo na biblioteca ou pedindo ajuda em uma matéria que ele claramente domivana. Mas depois de muito tempo, e ele não sabia dizer se pegou gosto pela coisa ou apenas se acomodou o suficiente com isso, tornou-se familiar, apenas o cheiro da nicotina queimada já não era mais o suficiente.
Por isso, quando seu pai morreu e sua mãe entrou em uma depressão tão profunda que tudo o que existia para ela era trabalho, e quase não ficava em casa para poluir o ar, ele usou seu primeiro cigarro. Tinha oito anos. Muitos podem dizer que foi precoce, mas, sinceramente, qual a diferença de colocar um na boca, para aspirar todo dia aquela mesma fumaça?
A questão era: Louis sabia que fumar era um hábito ruim, mas ele não queria parar. É viciante e ele só conseguia se sentir completamente satisfeito quando colocava um, depois outro, depois outro, e assim por conseguinte até completar cinco cigarros na boca depois que a aula finalmente acabava e ele ia andando para a casa.
E sua vida ia bem assim. Ou, pelo menos, era o que ele achava até um novo vizinho se mudar para a casa ao lado da sua.
Louis se lembrava exatamente do dia. Era um pleno sábado de manhã em que estava sentado na varanda, nas escadas da porta da frente, com um cigarro em mãos e a fumaça saindo pela boca quando o viu.
Um menino magrinho, mas com bochechas gordinhas e lábios bem desenhados, cabelos cacheados e mãos adoravelmente fofas. Ele sorria enquanto levava uma caixa para dentro da casa.
Louis não sabe quanto tempo ficou olhando para a nova família descarregando o caminhão de mudança, porque simplesmente não conseguia desprender os olhos do garoto, mas se deu por si quando viu-se sem mais cigarros dentro da cartela que sempre carregava para todo o lado. Ele devia ter fumado mais de sete —o que não era o usual, nem mesmo para ele.
O sol já estava começando a se pôr na hora que Louis viu o garoto que assistia, andar em sua direção. Calmo, passivo e sorridente.
–Você fede a cigarro– comentou ele, fazendo uma careta desagradável. A voz era fina e melodiosa, quase feminina; apesar de que, combinava bastante com sua idade, ele não tinha cara de quem havia passado pela puberdade ainda.
Olhando mais de perto agora, Louis podia ver melhor seu rosto e todos os traços que o compunha. A primeira impressão que teve, foi de que o garoto a sua frente era um dos garotos mais lindos que já vira. Sim, ele tinha alguns atributos delicados e femininos demais para serem deixados de lado, como os lábios cheios demais, com um arco do cupido bem acentuado, e o queixo delgado, as bochechas fofas e sobrancelhas desenhadas para cima, mas no final, era claramente um menino.
–Obrigado?– soou mais como uma pergunta, analisando o garoto parado a sua frente com certa dúvida. Não soube dizer se ele era sincero demais ou apenas sem noção de chegar nele assim, do nada.
–Não é um elogio. Papai sempre diz que é feio fumar, até mesmo para os adultos. Quantos anos você tem?– ele retrucou, sério.
O sorriso que vira antes em seu rosto não estava mais lá e, por algum motivo que não sabia explicar qual, Louis não gostou disso.
–Seu pai está certo– disse, dando de ombros –Tenho dez e você?
–Quase dez– respondeu, orgulhoso, apesar de o sorriso não ter voltado –Você é realmente muito novo para estar fumando. Acho que não posso ser seu amigo. Papai não vai gostar.
Louis franziu o cenho, tentando se lembrar quando foi que, naquele curto período de tempo que tinham conversado, havia pedido ao garoto para ser seu amigo.
Contradizendo sua fala anterior, o novo vizinho sentou-se ao seu lado na escada e disse:
–Qual seu nome?
–Louis Tomlinson.
–Eu sou Harry Styles– apresentou-se, agora o sorriso voltando com ainda mais intensidade, completando o rosto todo. Sua face toda sorria e os olhos diziam muito: era um riso sincero –Sabe, eu vi você nos espionando... Que mal-educado da sua parte não ajudar seus novos vizinhos, Louis Tomlinson!
Mas o citado sequer respondeu, ocupado demais olhando para cada detalhe bonito de Harry. Não é que ele quisesse ser grosseiro ou algo assim —ele sabia que era muito idiota de sua parte ficar mirando uma pessoa que ele mal conhece desse modo—, mas não é como se ele pudesse evitar também.
Deus, olhar para aquele garoto estupidamente alegre o deixava ansioso e ele se via tentado a fumar novamente.
–Você está sendo esquisito de novo– comentou Harry, trazendo a atenção de Louis de volta a conversa –Pare de ficar encarando assim, seus olhos são grandes e eu consigo ver eles analisando até minha alma.
As bochechas do mais velho coraram.
–Desculpa.
–Você é bem caladão, não parece que tem muitos amigos– pontuou, parecendo pensar em algo quando formou um biquinho fofo com os lábios –Tudo bem, eu posso ser seu amigo. Mas você tem que me prometer que não vai fumar esse negócio fedido na frente do meu pai.
Louis quase riu.
Ele realmente não tinha muitos amigos; apenas Namjoon e Yoongi, com quem ele se sentava no intervalo de almoço na escola —que nem era sempre, já que muitas das vezes ele preferia matar a refeição para ir alimentar seu vício atrás do ginásio.
Talvez um amigo que sabia que ele fumava poderia ser bom, assim ele não precisaria fingir ser uma pessoa que não era —ainda que ele não soubesse muito bem quem fosse, já que era novo demais para tal.
–Prometo não fumar esse negócio fedido perto do seu pai– Louis disse, por fim, deixando um pequeno sorriso aparecer em seu rosto e assistindo um ainda maior crescer no do outro.
E foi assim que a amizade deles começou.
Ambos esperavam que fosse durar muito, pois dentro de meses Harry começou a estudar na mesma escola que Louis e então eles se tornaram inseparáveis. Passavam praticamente o dia todo, de todos os dias, juntos.
E, talvez, por causa disso, Harry tenha ficado cansado, enjoado, enojado, ou qualquer outra sensação ruim, ao sentir o cheiro de cigarro cada vez mais impregnado nas roupas de Louis e, algumas vezes, na dele própria.
Bastou um ano para que Harry colocasse Louis contra a parede. Sim, ele fez exatamente isso: exigiu que o mais velho escolhesse entre ele ou o cigarro.
Não se precisava ser nenhum gênio para descobrir que Louis escolheu Harry; afinal, se tinha um vício que era ainda pior que a nicotina era a presença de Harry.
O garoto era completamente... Apaixonante.
Ele sempre extraia o melhor de Louis. Era carinhoso, engraçado, divertido, atencioso, encantador, inteligente, bonito, paciente e ele adorava Louis, mesmo que o cigarro o fizesse o odiar um pouco as vezes.
Não foi uma luta muito fácil, apesar. Abandonar o cigarro foi uma das coisas mais difíceis que o Tomlinson já teve que fazer em toda a sua curta vida.
Ele passava a maior parte do tempo ansioso, com os dedos tremendo e os dentes rangendo, e na outra parte passava estressado, mascando um chiclete, querendo socar alguém —socar Harry, em primeiro lugar, que o tinha feito escolher, embora nunca tenha compartilhado esse pensamento com ele.
Harry esteve ao seu lado em todo o processo. Ele realmente era uma pessoa de ouro; aguentava todos os maus momentos e os momentos terríveis de Louis —que a maior parte do tempo se resumia a nesses dois. Sorria orgulhoso para ele quando ele passava mais de dois dias sem fumar e lhe dava um carinhoso —e não contém ironia— sermão quando o via tendo uma recaída, sempre escondido atrás do ginásio da escola.
Foi ideia de Styles jogar todos os cigarros de Louis fora.
Eles voltaram da escola, depois de mais uma recaída de Tomlinson, e então Harry propôs. Relutante, o mais velho aceitou e deu todos —todos mesmo— os seus maços escondidos pela casa a Harry, para que ele jogasse fora.
Aquela foi a pior noite que Louis já teve, a qual Harry passou com ele.
Enquanto Harry tomava banho, Louis quebrava a cabeça, mordia o lábio, procurando algo que pudesse ocupar sua boca.
Ele queria muito fumar. Podia chorar e implorar por isso se fosse preciso; não aguentava mais torturar seu beiço com os dentes. E, para piorar tudo, não tinha chiclete em sua casa.
Mas o que Louis não esperava, era que as coisas iriam melhorar para seu lado naquela noite. E tudo o que foi preciso, era Harry ter esquecido a toalha.
–Lou!– chamou o mais novo, do banheiro –Será que você pode me alcançar a toalha? Eu esqueci em cima da sua cama.
Louis agarrou a toalha em mãos, torcendo-a entre seus dedos. Abriu a porta do banheiro sem bater e entregou o pedaço felpudo de pano para um garoto que tremia de frio.
E, mesmo já tendo visto o corpo de Harry nu outras vezes —ele nunca se esqueceria do dia que ficou surpreso quando viu que, entre as pernas do garoto, não tinha a mesma intimidade que a sua—, dessa vez fora diferente.
Louis não sabia o que tinha acontecido, uma hora o corpo de Harry era apenas um corpo e, na hora seguinte, os seios, ainda retos, do mais novo pareciam chamativos. Os mamilos arrepiados chamando por sua boca que necessitava de algo para ser preenchida até que ele se acalmasse por completo.
Louis foi se aproximando aos poucos, bem devagar. Harry observava cada passo com estranheza, franzindo o cenho ao olhar para onde Louis não desviava os olhos.
Foi de repente, quando o maior simplesmente o puxou pelos ombros e cobriu um de seus seios com a boca, sugando o mamilo como um louco.
Era algo completamente inocente; Louis só viu ali, algo que pudesse ocupar sua boca melhor do que um chiclete. E era o suficiente; ou talvez até mais. O peito pequeno cabia inteiro em sua boca, completando todo o espaço que ele sentia faltar dentro dele.
Harry soltou um gritinho baixo pela surpresa e tentou afastar a cabeça do maior, empurrando-o levemente pela testa, mas desistiu quando este mordeu o mamilo com força, como um aviso de que não iria largar.
Louis não interrompeu-se nas succões. Ele apertou os ombros ossudos do menino e o puxou para trás, andando cegamente de costas de volta para o quarto.
–Loueh!– exclamou Harry, soltando um muxoxo dolorido quando a boca sugou o peito com mais força.
Mas o mais velho não ligou, ele apenas continuou caminhando. Harry, o tempo todo com os olhos assustados, sem saber o que estava acontecendo.
Louis sentou-se na ponta da cama, e colocou o menor em seu colo, sentado com as pernas para o mesmo lado. A cabeça estava deitada sobre um peito, enquanto a boca ainda fazia... O que quer que fazia no outro.
Era gostoso e confortável estar ali, parecia que Louis estava aninhado ao colo da mãe e ele conseguia, vagamente, se lembrava do cheiro de nicotina enquanto mamava o leite materno. Agora não havia nem um e nem outro, mas ainda assim era reconfortante o bico sob sua língua e o peito ocupando toda sua boca.
–Ei, Louis, o que você 'tá fazendo?– perguntou Harry, puxando alguns fios do cabelo alheio, tentando afastá-lo de si.
Louis parecia um coala grudado, pois todo o corpo de Harry estava encostado nele; o mais velho o prendia fortemente, com ambos os braços abraçando seu corpo.
Louis reclamou quando sentiu outro puxão e sugou com ainda mais força o peito. Harry soltou um gritinho e jogou a cabeça para trás —aquilo era realmente muito doloroso.
–Se você não vai me soltar, pelo menos vai mais devagar– reclamou Harry, realmente irritado, de cenho franzido, pois tinha a certeza de que ficaria um belo e grande hematoma ao redor de seu mamilo.
Tomlinson soltou um resmungo em concordância e diminuiu a força das sucções. O alívio foi quase instantâneo para Harry, que até soltou um suspiro.
Olhando para baixo novamente, o coração de Harry amoleceu.
Louis estava de olhos fechados, apenas mamando em seu peito como se realmente fosse uma criança com fome. Ele quase se derreteu por essa cena.
Deixou que Louis fizesse o que queria, visto que não conseguia tirá-lo —ele parecia um sangue-suga, sério—, apenas assistindo-o e se encantando pelos vincos que as bochechas formavam a cada vez que ele succionava. Aquilo parecia o deixar calmo, como se o mundo não existisse ao seu redor.
Harry quase achou que ele fosse pegar no sono quando os puxões em seus mamilos foram se tornando cada vez mais fracas, mas Louis abriu os olhos e o encarou de volta.
As bochechas do mais novo esquentaram como nunca antes, finalmente entendendo a situação em que se encontravam.
Ele estava sem roupas ainda, e levemente molhado por causa do banho recente, olhando para o amigo, que acabara de mamar nele como se pudesse ser alimentado por ele. Não havia nada mais constrangedor.
Exceto que havia.
A conversa que teriam a seguir, poderia —e era— mais constrangedora.
Ambos estavam com os rostos corados até as orelhas. Ninguém queria dizer nada, não parecia ter muito o que explicar.
O peito que Louis sugava a momentos antes começou a ganhar uma coloração vermelha escura, chamando a atenção do maior, que encarou o hematoma com ainda mais vergonha. Ele apenas queria enterrar a cara embaixo da terra e esquecer que um dia fez isso como se fosse a coisa mais normal do mundo.
–Er...– iniciou Louis, sem saber muito o que dizer ou por onde começar –Eu... Sinto muito?
–Isso é uma pergunta?– Harry arqueou uma sobrancelha.
Analisou o momento certo em que as bochechas do outro começaram a ficar ainda mais vermelhas; ele parecia ainda mais envergonhado do que Harry, considerando que ele meio que foi o culpado pela situação esquisita de agora.
O menor suspirou fundo e perguntou em seguida:
–Por que fez isso, Louis?
O garoto estremeceu em baixo de si. Parecia ser uma pergunta muito complexa, uma a qual o mais velho não parecia estar pronto para responder —talvez nem ele mesmo soubesse a resposta.
–Bem,... E-Eu... Não sei?– disse ele, novamente soando como uma pergunta.
Parecia tão confuso e envergonhado que dava pena; Harry até se sentiu um pouco melhor.
–É que eu estava muito nervoso por causa da falta do cigarro... E também muito estressado. Não tinha chiclete em casa, ou qualquer coisa que pudesse me ajudar, e... Eu não sei, o seu peito parecia caber perfeitamente na minha boca e eu só... Testei?– explicou, torcendo para que fizesse algum sentido.
Harry pareceu um pouco chocado com o depoimento. O queixo caiu e a boca abriu-se levemente em indignação. Ele não sabia que tipo de resposta esperava, mas com certeza não era essa.
Louis ficou observando suas reações, procurando pelo desgosto ou raiva. Mas Harry realmente não sabia o que pensar.
Ele não era averso a ideia —apesar de parecer um pouco estranho—, entretanto, era um pouco estranho que Louis tivesse visto nele algo que pudesse aliviar seu estresse, sendo que foi ele o causador do problema, para início de conversa.
Sim, as vezes, ele se martirizava um pouco quando via os tremeliques nervosos do mais velho na escola ou em casa mesmo, quando assistiam um filme.
E, pode ter sido a culpa falando mais alto ou ele compreendeu por fim, ou qualquer outra coisa, mas Harry acabou por dizer, em um sussurro baixo, quase mudo:
–É... Acho que tudo bem.
Ele estava olhando para o nada e suas palavras não fizeram nenhum sentido para Louis, que franziu o cenho em confusão.
–É, com certeza está tudo bem– ele repetiu, mais firme agora, deixando um sorriso carinhoso crescer em seu rosto ao baixar o olhar e encontrar com os olhos azuis já o encarando –Tudo bem você precisar de mim. Eu posso te ajudar. Os meus peitos ajudaram você a não pensar no cigarro? Você não está com vontade de fumar?
Louis, ainda confuso, negou com a cabeça. É, realmente a vontade de fumar havia passado, pelo menos por agora.
–Então acho que tudo bem você usar meus peitos para isso, certo?– perguntou Harry, rindo brevemente da cara de espanto que o garoto abaixo de si fez –Qual é! Não é uma ideia absurda, foi você quem começou, afinal. E, contanto que você não morda ou puxe muito forte como você estava fazendo, eu posso te ajudar.
E, apesar da relutância inicial, Louis concordou com aquilo. O peito de Harry realmente o ajudou, ele não pensou no cigarro durante o resto daquela noite —mas também, não daria para pensar quando passou ela toda com a boca sugando o mamilo de Harry enquanto o abraçava de lado.
Então, assim, eles iniciaram aquela parte estranha da amizade. Ninguém sabia que Louis mamava em Harry como um filhote. Nem mesmo seus amigos mais próximos, mas eles podiam ver que a relação entre os dois havia mudado e que Louis se via muito mais apegado a Harry do que jamais fora desde que se conheceram.
Os anos se passaram e Louis e Harry cresceram. Junto com eles, veio a mudança em seus corpos. A puberdade os atingiu com força.
Aos dezessete anos, Louis não era mais um garoto magro —quase esquelético—, com um rosto rechonchudo e infantil.
Ele havia ficado mais forte, com leves resquícios de músculos aparentes, e um maxilar praticamente novo: definido e bem delineado, deixava-o com uma cara mais firme, como o de um homem bem decidido.
E Harry, aos dezesseis, não ficou muito para trás. Porém, seu corpo mudou de uma maneira completamente diferente.
A cintura, que antes era gordinha, agora tinha ganhado curvas acentuadas. As coxas e bunda ficaram ainda maiores, macias e bonitas. O rosto continuou delicado, mas com algumas anuancias graves, como o queixo pontudo e o maxilar quadrado —dependendo do ângulo, ele parecia com uma garota. E os seios, não cresceram muita coisa. Eram pequenos, mas um pouco saltadinhos, se ele não usasse um sutiã, era perceptível os dois montinhos através da camisa.
E, bom, era para aquela relação estranha que eles tinham antes ter mudado, certo? Mas não mudou.
Louis sequer tinha mais vontade de fumar. Ele tinha esquecido os cigarros quando já estava com quatorze, porém nunca comentou isso com o mais novo ou pediu para parar com... O que quer que eles tivessem.
Ele simplesmente não queria.
Poderia ser um outro vício? Sim, definitivamente era, mas não se importava. Mamar os peitos de Harry era muito bom e se tornava cada vez melhor a cada ano que passava.
Harry podia discordar um pouco dessa ideia, em contrapartida.
Quer dizer, não é que ele não gostasse de "amamentar" Louis. Não, com certeza, não era isso. Ele gostava. O problema é, que ele gostava até demais.
Qual é, vamos usar a cabeça: Harry, um garoto inter, em plena puberdade e com os hormônios a flor da pele... Qual poderia ser o problema aí? É, pois é, Harry sentia-se mais quente do que deveria com cada sugada que Louis dava em seus peitinhos.
E deveria ser algo para se martirizar —e realmente era, pois Louis obviamente não via maldade naquilo que faziam.
Harry estava enlouquecendo, ele tinha que cortar aquele mal pela raiz ou, se não, acabaria fazendo algo com seu melhor amigo que se arrependesse.
Por isso, quando Louis simplesmente o arrastou para a sala do conselho estudantil em uma plena quarta-feira e o fez sentar-se sobre seu colo enquanto já levantava a blusa junto do sutiã, Harry o interrompeu.
–Hazza!– reclamou o mais velho, formando o biquinho emburrado.
–Loueh– ele disse, meio incerto de como prosseguir –Acho que a gente tinha que parar com isso.
Louis franziu o cenho.
–Quer dizer, tipo,...– continuou, coçando a nuca, enquanto sentia todo seu corpo arrepiar-se com a respiração de Louis batendo contra seu mamilo exposto –Você não acha que estamos muito velhos 'pra isso, Lou?
–Velhos...? E-Eu, não.
–Porque, veja bem, você 'tá com dezessete e eu com quase isso... Meio que não é mais tão normal, então-
–Onde você tá querendo chegar, Harry?– cortou Louis, questionando.
–É que... Aí, vou falar logo!– respondeu, fechando os olhos para tomar coragem e respirando fundo antes de soltar: –A gente tem que parar com isso, Louis. A gente vai parar com isso!
Louis piscou algumas vezes, atônito. Ele não pensou ter ouvido direito. Exceto que ouviu.
E aquilo magoou um pouco.
–O que? Mas por que?– ele perguntou, em completa descrença.
–Louis, qual é, isso não é normal, voc-
–Eu quero a resposta sincera, Hazza. Eu sei que você não liga para isso de verdade– reforçou Tomlinson, encarando firmemente os olhos do mais novo –Por que?
Mas ao invés de responder, as bochechas fofas de Harry apenas coraram.
Ok, Louis sabia que ele estava mentindo e ele queria saber a verdade. Mas Harry não podia contar a verdade. Não podia contar que sentia um tesão descomunal pelo melhor amigo e tudo apenas se agravava quando o tinha mamando em seus seios sensíveis.
O que ele iria pensar? Acharia que ele é algum tipo de pervertido ou algo assim.
Como não obteve respostas, Louis apenas ergueu mais um pouco da blusa —somente para que ela não o atrapalhasse—, fechou seus lábios sob o botãozinho levemente amarronzado do menor e começou a succionar como se eles não tivessem conversado sobre isso a pouco.
Harry fechou os olhos, deixando-se perder nas sensações gostosas que era ter seu biquinho sugado. Mordeu os lábios, para reprimir o gemido que queria escapar —ele vinha fazendo muito isso ultimamente, já que não podia deixar Louis saber que ele gostava muito disso.
Levou a mão para a nuca do mais velho, prendendo os dedos curtos no cabelo acastanhado dele e puxando, inconscientemente, a cabeça dele para mais perto. Louis não estranhou tal ato, apenas sugou com ainda mais força o seio, deixando vincos profundos moldarem suas bochechas.
Se fosse quando eram mais novos, Harry teria o repreendido, mas, agora, esse puxão forte era totalmente bem-vindo. Porque era muito, muito, bom.
Conforme Louis chupava com mais determinação, Harry começou a ficar molhado. A bucetinha estava soltando a pequena lubrificaçãozinha e manchando toda a calcinha que ele usava.
Foi sem querer, e muito repentino, quando sentou-se mais precisamente no colo do mais velho. A bucetinha encaixou-se certinho no membro adormecido do garoto abaixo de si. E, mesmo estando mole, Harry pôde sentir o comprimento.
E foi ainda mais sem querer e repentino —e foi mesmo—, quando começou a rebolar no colo alheio.
Ele fez sem perceber, queria apenas aliviar a pulsação que sentia na intimidade quente. Esfregou-se, como uma cadela no cio, mas em movimentos leves, em cima do pau inacordado.
Apesar de sutil, Louis percebeu a movimentação nova. Ele deu uma última sugada no mamilo e soltou o peito, encarando um Harry que ele nunca tinha visto antes.
Styles estava com as bochechas muito coradas, a cabeça totalmente jogada para trás e os olhos fechados. A boca semiaberta, soltando pequenos ofegos inaudíveis, enquanto, literalmente, rebolava em cima de si.
Não era uma visão ruim, claro, mas Louis estranhou.
–Harry,– chamou Louis, observando o menor ficar paralisado, como se tivesse sido flagrado fazendo algo errado –O que você 'tá fazendo?
Então, Harry corou novamente, dessa vez pela vergonha. Ele abriu os olhos e encarou, timidamente, Louis, que o olhava de volta em completa dúvida.
Ai meu Deus..., pensou Harry, sentindo o rosto queimar como nunca antes. Tudo o que ele mais temia aconteceu e não tem como disfarçar, Louis havia percebido.
Ele desceu do colo do maior e encolheu-se no sofá que estavam usando. Não tinha mais escapatória, Louis finalmente saberia de seu segredinho sujo.
–Não vai me responder?– perguntou, analisando o garoto ao seu lado –Ah, vamos lá, você pode me contar tudo!
–Cala a boca, Louis– sussurrou Harry, vermelho demais para levantar o rosto que escondia nas próprias mãos –Você não vai entender.
–Não?
–Não.
–Como você pode saber disso? Por que você não tenta explicar?
–Porque...– Harry finalmente levanta a cabeça, encarando Jungkook –Você quer saber por que a gente tem que parar de fazer isso? Porque eu não quero te corromper, Loueh!
–Me corromper?– ele franziu o cenho, não entendendo mais nada daquela conversa –E como isso poderia acontecer?
–É que eu...– Harry estava com muita vergonha de falar –Aí que droga, Louis! É que eu me excito com isso, tá legal?
Estupefato.
Não existia palavra que definia melhor como Louis se sentia naquele momento que essa. Ele estava chocado, impactado, sem saber o que dizer.
Não esperava uma resposta como essa. Na verdade, ele achava que Harry estava ficando enojado com toda aquela situação e não que estivesse... Bem, era chocante.
Afinal, não é todo dia que seu melhor amigo gostosinho fala que se sente excitado com você.
–Você...?
–Não me faça repetir, tá legal– falou, irritadiço –É só que eu não consigo evitar, ok? Tipo, meus seios são sensíveis e o jeito que você chupa eles... É só demais 'pra mim.
–Isso é algum tipo de pedido de desculpas distorcido?– questionou Louis, arqueando uma sobrancelha. Talvez ele estivesse se divertindo um pouco com a situação –Porque se for, você não precisa pedir desculpas, sabe.
–Eu não estou pedindo desculpas– suspirou Harry –Eu só não queria ter te falado isso... As coisas vão ficar tão estranhas agora e eu sei que você não se sente assim quando mama nos meus peitos, você só quer se desestressar. Eu que sou um idiota pervertido.
–Você não é um idiota pervertido– Louis retrucou, aproximando-se mais do amigo –E sim, as coisas vão ficar estranhas agora, mas não acho que isso seja ruim.
–E como pode não ser?– disse Harry, com escárnio, ao revirar os olhos.
–Bom, pode ser uma coisa mútua– respondeu, abrindo um sorriso ladino, o qual Harry ainda não conhecia –Mamar em você não me deixa excitado, realmente, mas se você continuar esfregando sua xoxotinha do mesmo jeito que esfregou agora a pouco... Isso sim me excita.
Harry abriu a boca em completa descrença. Não acreditando nas palavras que acabara de ouvir. Na verdade, se quer sabia o que pensar sobre.
Quer dizer, Louis disse, sim, aquilo. Ele não ouviu coisas. Louis foi bem explícito quanto a isso. E, tão pouco, estava louco, imaginando ou fanficando; não quando o garoto a sua frente aguardava uma reação sua com aquele sorriso malicioso no rosto.
–Sabe, Hazza, faz tanto tempo desde que paramos de tomar banho juntos– falou Louis, tomando a iniciativa de se aproximar do menor, que ainda mantinha as pernas encolhidas encostadas no peito nu –Queria saber por que paramos de fazer isso...
A mão cautelosa, encostou na coxa branquinha e exposta. Harry usava um short xadrez que fazia parte do uniforme do colégio —tá que era parte das vestimentas femininas, mas Harry nunca fora muito atrelado a essa ideia de gênero imposta sob bens materiais—, então suas pernas torneadas estavam a mostra.
Foi um toque tão sutil que quase pareceu puro, se o dono da mão, que subia e descia pelo comprimento da pele macia, não carregasse luxúria nos olhos azuis.
–Você não sente pena de mim, Haz?– perguntou Louis, com uma falsa inocência, um biquinho triste formado nos lábios –Eu sinto tanta falta da nossa intimidade de antes. Você deixaria eu ver sua bucetinha, babe?
Soltando um ôfego que nem sabia que estava prendendo, Harry apenas confirmou com a cabeça. Ele estava hipnotizado.
Hipnotizado por esse Louis que ele não conhecia e hipnotizado pelas palavras fortes e marcantes. Sua boca chegava a salivar apenas de pensar na possibilidade de ter esse homem olhando para seu corpo como se ele fosse um pedaço de carne delicioso que ele precisava comer.
–Agora?– questionou, somente para ter a certeza, já que suas mãos corriam livremente pelas coxas até que pousassem na barra do shortinho.
Harry não respondeu com palavras. Levantou o quadril e deixou que Louis puxasse a peça para fora de seu corpo.
Ele estava muito exposto. A blusa se mantinha presa acima dos peitinhos e meio que ele só tinha a calcinha o cobrindo. Que, para ser sincero, não era a das mais sexys; era daquelas grandinhas, que o faziam se sentir confortável, com pequenos desenhos de picolés. Era meio ridícula.
Harry achou que Louis fosse dar risada e desistir, por um breve momento, até perceber o olhar fixo do garoto no meio de suas pernas. O que realmente atraia a atenção do maior era: a grande mancha de lubrificação que a própria xotinha soltara. Aquilo era muito sexy, porque Louis era a causa daquilo.
A respiração de Styles começou a ficar mais pesada quando viu o maior lambendo os beiços. Deus, aquilo tudo era tão quente, quando não deveria ter passado de alguns momentos usados na sala do conselho para Louis se acalmar.
Sem falar nada, Louis retirou a calcinha também, deixando-a juntamente do short. Observou o modo sem vergonha e cômodo que Harry abria as pernas para si, como se quisesse, em demasia, que ele visse sua intimidade.
Então, Louis aproveitou. Ele analisou a xotinha gorda, com lábios saltados, cercada de curtos pelos castanho escuro iguais ao seu cabelo, completamente babada. Até os pelinhos chegavam a estar enxarcados com o melzinho.
–Lou-Lou– chamou Harry, obtendo a atenção de Louis, que sorriu agraciado com as bochechas coradas do menor –Fala alguma coisa, por favor.
–O que você quer ouvir, Hazza?– indagou, voltando com o sorriso indecente no rosto e as mãos espertas para as coxas lisas.
Harry corou de vergonha.
Ele não sabia o que queria ouvir, apenas queria que o maior dissesse algo porque, ironicamente, aquele silêncio estava ensurdecedor. Nublava sua mente a possibilidade de Louis ter ficado enojado ou coisa parecida.
–Eu não estava esperando isso... Não pude depilar– falou ele, em um sussurro tão baixinho que não preencheu a sala que ocupavam.
–É nisso que você 'tá pensando?– Louis soltou uma risadinha anasalada, debochada –Babe, não existe nada mais natural e bonito que você e a forma que você veio ao mundo. Você é todo lindo, até aqui em baixo.
E, para completar e intensificar sua fala, Louis desliza uma mão para o meio das pernas do menor. Acariciou os pelinhos ao redor, em uma massagem sutil, sentindo a textura e a grossura deles em seu palmo.
Dois dedos se moveram, lentamente, para entre os lábios carnudinhos, afastando-os gentilmente para que pudesse o ver por inteiro.
Harry soltou um suspiro, finalmente estava sendo agraciado onde mais precisava.
–Você queria que eu falasse alguma coisa, né?– perguntou Louis, cortando a quietude tensa –Sua xotinha é uma delícia. Tão vermelhinha que parece um morango e eu tenho vontade de comer.
Tomlinson viu o momento exato em que a bucetinha soltou mais um pouco de babinha pela fenda. Ele passou um dedo por ali, só porque sentiu vontade de espalhar aquela lubrificação por toda a intimidade quente. Harry suspirou outra vez, mordendo os lábios para conter um gemido que quase escapou.
O que não passou despercebido por Louis.
Ele queria ouvir os gemidos de Harry. A porta da sala estava trancada, mesmo se ouvissem do lado de fora, nunca poderiam saber quem estava usando. Então, é, Louis, com certeza, queria que Harry fosse mais alto. Ele tinha a leve impressão que o menor seria manhoso.
Ele esfregou os dedos mais algumas vezes, subindo e descendo, explorando toda a xotinha com a ponta do indicador, como se fosse algo totalmente novo para ele. E era, realmente.
Louis era um virgem de primeira; seu único contato com uma buceta fora quando era mais novo e questionou o porquê de Harry não ter um 'pipi' —como ele mesmo se referiu.
Harry se contorcia no sofá, procurando e querendo um toque mais intenso. Louis estava o torturando.
O quadril rebolava timidamente e as pernas firmavam-se no estofado para conseguir ir cada vez mais para cima, em busca de mais alguns dedos.
Louis notou seu desespero. Ele podia ver os olhos fechados e o rosto todo corado do menor, a boca semiaberta, soltando pequenos ofegos, quase implorando —sem precisar usar palavras— por mais.
E ele estava seriamente pensando em dar mais, mas parece que Louis teve uma ideia melhor, quando simplesmente largou a xotinha melada e ajeitou-se no sofá. Sentou com as pernas abertas e a cabeça escorada no encosto.
Harry abriu os olhos, confuso e frustrado pela falta de contato repentina. Conseguiu ver, de entre suas pernas abertas, a cena quente de Louis tirando o pau para fora da calça e se masturbando vagamente. A bucetinha se contraiu, imaginando-o todinho dentro de si.
O pau de Louis estava babado igual sua intimidade. Era todo vermelho e a cabeça estava um tanto arroxeada, ele devia estar muito necessitado de um toquezinho também —e só agora Harry pensou nisso. As veias saltadas deixavam o membro quase bonito e tinha um comprimento bom. Na verdade, tinha um comprimento ótimo para Harry; nem tão grosso e nem tão grande, 16 centímetros, o ideal.
–Por que você não vem se esfregar aqui, igual 'tava se esfregando antes, hein?– perguntou Louis, com um sorriso ladino e a voz falha pelo carinho que, enfim, recebia.
Harry arregalou os olhos, procurando qualquer sinal que demonstrasse que Louis estava brincando. Mas ele não parecia estar. Apesar do sorriso no rosto, não era o tipo de sorriso que você mostra para tirar com a cara de alguém. Era tão devasso e impuro.
Mordendo os lábios, Harry engatinhou até ele timidamente, montando em seu colo, em seguida, apoiando as mãozinhas nos ombros largos. Sentou-se devagar, sentindo o membro deslizar por toda sua xotinha e os lábios gordos abraçarem e acolherem o pau com gosto.
Era tudo muito molhado, porque ambos estavam muito excitados.
–Isso, Haz, que delícia...– gemeu Louis, bem baixinho, apoiando suas mãos na cintura fina que o menor possuía –Agora se esfrega bem gostoso igual você 'tava fazendo antes, enquanto eu te mamo, sim?
Sem conseguir proferir uma palavra, Harry acenou com a cabeça desesperadamente. Inclinou o tronco para frente, em busca daquela boca, que ele sabia que era insaciável, e iniciou pequenas investidas com o quadril, para frente e para trás, deslizando no membro quentinho de seu melhor amigo.
Louis abocanhou um seio, chupando-o logo em seguida. Todo o corpo de Harry se arrepiou, mas ele não quebrou os movimentos, continuando a se esfregar naquele pau como se tivesse experiência na área.
Uma das mãozinhas foi para o meio das próprias pernas, preensando com mais força o caralho duro em sua bucetinha. Ficou muito mais fácil de se esfregar assim; Louis também gostou, pois soltou um gemido abafado —o arzinho quente provocando o mamilo.
Quando apenas movimentos leves não eram o suficiente, Harry começou a rebolar com mais vigor. Era possível ver o pau inchado vindo e sumindo entre os lábios de sua xotinha, que estava muito sensível, diga-se de passagem.
Harry estava realmente se dedicando a isso, esfregando-se como se sua vida dependesse disso —sua vida talvez não, mas seu orgasmo, com certeza. O quadril ondulava de uma forma muito atrativa e as mãos de Louis não perderam tempo em descer para as nádegas fartas e apertá-las com força, induzindo e conduzindo os movimentos.
Ele não soltava o peito por nada. Sugava e sugava como um bezerrinho, ofegando mesmo com a boca ocupada.
Não estava, costumeiramente, de olhos fechados; pelo contrário, ele mantinha os olhos bem abertos, querendo ver as reações de Harry. Era delicioso poder estar embaixo dele em uma situação como essa e desfrutar das feições bonitas que fazia em um momento de prazer.
Harry estava com a cabeça levemente tombada para trás. A boca semiaberta deixava escapar gemidos mais altos agora —e eles eram mais necessitados do que manhosos— e o cenho estava franzido, preso em uma onda alucinante. Os olhos estavam fechados, como se assim ele pudesse aproveitar melhor, e uma pequena gota de suor descia por sua têmpora. Ele estava tão quente.
A cabecinha gordinha de Louis reslava no clitóris inchadinho e Harry sempre tremia por causa disso. Ele forçava cada vez mais o pau entre seus lábios, apesar de aquilo ser mais que o suficiente, considerando que ele já estava perto. Ele só estava desesperado, fato.
–Ah, Louis– gemeu o menor, correndo a outra mão, que permanecia no ombro até então, para a nuca do mais velho, puxando os fios entre os dedos –Tão gostosinho...
Ouvir aquilo foi como um elixir para Tomlinson. Ele soltou o biquinho com um estalo alto, podendo ver o fio de saliva que conectava sua boca ao peitinho, e subiu, com pequenos selares, para o pescoço leitoso e imaculado. Deixou um chupão forte, mais forte que aqueles que costumava dar no seio, para ter certeza de que sua marca ficaria ali.
Ele nunca fora do tipo possessivo, mas queria que todos vissem o hematoma que ficaria, só porque sabia que eles não conseguiriam ouvir e nem ver Harry do mesmo jeito que ele fazia agora.
–Hum... Lou-Lou, faz de novo– pediu Harry, após morder fortemente o lábio inferior –Faz de novo, por favor.
Louis apenas trocou o lado do pescoço e chupou mais um pedaço de pele novamente, ouvindo Harry gemer mais alto —do jeitinho que ele queria antes.
–Me aperta, usa força– Harry sussurrou, bem baixinho, perto do ouvido do maior. A rebolada começou a ficar ainda mais rápida, o desespero de Styles era quase palpável.
Louis o apertou. As mãos fortes espremeram as bandas entre os dedos, puxando o corpo do menor para mais perto, fazendo com que seu rosto ficasse preso no meio dos seios pequeninos. Ele pousou um pequeno beijo na pele quente e suave.
Havia percebido, recentemente, que Harry estava gostando que usasse a força contra ele, que ele se excitava com isso. Ficou claro depois das reboladas que ele dera em seu pau ainda coberto depois que sugou forte um dos peitinhos.
–Ah, isso, Loueh...– gemeu arrastadinho, deliciando-se com a cabeça da rola friccionando, ininterruptamente, em seu clitóris.
Harry nunca havia se masturbado. Não que ele achasse errado ou coisa do tipo, ele só nunca... Fez. Então a sensação de orgasmo era nova para ele, mas ele sabia que estava perto.
Os toques de Louis começaram a ficar cada vez mais intensos, a bucetinha começou a pulsar e o corpo estava quente.
Começou a rebolar ainda mais rápido, total e completamente desesperado. As pernas ardiam pelo esforço, mas ele não conseguia se importar. Os lábios que abraçavam o caralho do maior se encontravam vermelhinhos já e a grutinha não parava de contrair nem um segundo.
Louis, sabendo que o mais novo estava perto, estimulou-o a ir mais rápido, pousando um tapa leve em uma das nádegas, antes de voltar a agarrá-la com precisão e apertar com força —torcendo, secretamente, para que ficasse as marcas de seus dedos.
Fechou a boca sobre o mamilo anteriormente esquecido e começou a chupar com fome, como se realmente esperasse que saísse algum leite de lá.
Harry, com os braços trêmulos, não se aguentou mais. Ele teve um pequeno espasmo em todo o corpo antes de se desmanchar em uma bagunça de orgasmos e gemidos. O quadril rebolava por impulso, querendo apenas prolongar o prazer que sentia. O clitóris pulsava, clamando por arrego, as sensações fortes demais para serem sentidas de uma só vez, mais ainda assim era bom. Muito bom.
O gemido que soltou assim que a super estimulação começou a ser demais, foi completamente delicioso para Louis. Ele jurou que não havia som melhor no mundo, do que esse: seu melhor amigo em seus braços, gozando por ele e gemendo por causa dele.
Quando as reboladas passaram de movimentos desesperados para pequenos oscilares calmos, até pararem inteiramente, Harry afastou o peitinho da boca e deitou a cabeça no ombro de Louis, completamente acabado e devastado. Fora um primeiro orgasmo muito intenso, acabara com todas as suas forças.
–Viu só como não ia ser estranho de um modo ruim?– perguntou Louis, sentindo a respiração quente e descompassada do menor em seu pescoço –Mas ainda não terminou, babe. Eu também preciso gozar...
E Harry se viu corando mais uma vez naquela tarde. Como pudera se esquecer do prazer de Louis?
–Deixa eu colocar em você?– voltou a falar, tomando o pau em mãos e esfregando por toda a xotinha babada. Ele parou em frente a grutinha, torturando a própria glande –Vai ser bem pouquinho, prometo.
Louis não pode ver, mas havia um biquinho pidão nos lábios cheinhos.
–Vai, babe, só um pouquinho. Não vou colocar tudo– pediu, empurrando um pouco do pau para dentro, sentindo as paredes internas do garoto o apertar –Só a cabecinha...?
Louis sentiu mais do que viu a cabeça cacheada mexer-se para cima e para baixo. Tinha sua permissão.
Começou a invadir a xotinha com lentidão, deixando a cabeça entrar e deliciando-se com o aperto.
Harry era virgem, Louis sabia —e ele também era—, aquilo era novo para ambos.
Nem percebeu, conforme se afundava no interior do garoto, que já havia colocado tudo. Apenas quando sentiu as nádegas cheias tocarem suas coxas, pode perceber que o pau todo se aquecia na grutinha.
–Humm, Lou-Lou, você mentiu– gemeu Harry, revirando os olhos antes de rebolar lentamente sobre o caralho duro. Ele não parecia nem um pouco irritado pela "traição" do maior.
–Desculpa, babe, mas a sua bucetinha é tão boa– ele ofegou quando sentiu a grutinha se apertar ainda mais ao seu redor. Harry contraira a porra da xota!
Louis não conseguia pensar em mais nada que não fosse em como a intimidade de Harry era quente e molhada.
Deus, como era molhada!
E mesmo dilatada pela excitação, a buceta ainda se alargava para guardar seu comprimento.
O mais velho se retirou um pouco, para dar a primeira estocada, e assim que atingiu o fundo novamente ele se viu gozando.
Gozando em abundância e vergonhosamente cedo, até mesmo para uma primeira vez. Mas ele não tinha culpa se estava totalmente rendido pela forma como Harry rebolara em si antes e de como sua bucetinha esquentava seu pau, era como se implorasse para que Louis perdesse o controle.
Styles gemeu alto quando sentiu o pau explodir em seu interior. Revirou os olhos quando a porra começou a se espalhar por toda a grutinha, preenchendo-o em cada lugarzinho.
E com Louis não foi diferente, ele fechou os olhos e gemeu arrastado —a voz rouca, acabada—, segurando as nádegas com força conforme todo o sêmen ia saindo e seu prazer aumentando e diminuindo.
–Lou, hummm– soltou Harry, manhoso e abraçando o pescoço alheio com força.
Louis se retirou de dentro de Harry quando o coração se acalmou, respirando pesado. Olhou nos olhos do menor em seu colo e retirou a mão tarada da bunda para colocá-la sobre o rosto corado, acariciando a bochecha fofa com o polegar.
Sorriu terno quando este se inclinou para o toque, como um gatinho manhoso.
Ele nem percebeu quando desceu o olhar para os lábios atrativos, mas foi iniciativa de Harry se aproximar e selar a boca dele com a sua. Um beijo calmo e leve, pois ambos ainda tinham a respiração irregular. Foi o suficiente, entretanto, para que as borboletas no estômago surgissem e o corpo esquentar de uma maneira diferente de como estava quente a pouco.
–Você ainda vai deixar eu mamar nos seus peitinhos, né?– perguntou Louis, depois que os lábios se separaram e as testas se juntaram, em um ato carinhoso. Harry só conseguiu rir.
–Contanto que você não ligue que eu fique excitado a cada vez– respondeu, sorrindo docemente.
–Se eu puder te saciar assim de novo, eu não ligo– retrucou, puxando o corpo pequeno para mais perto. Ele não queria mais nada, apenas ficar abraçado com ele assim por um tempo. Bom... Talvez ele quisesse apenas uma coisa agora –Será que eu posso mamar um pouquinho?
E Harry riu ainda mais, segurando os fios de cabelo da nuca de Louis, trazendo-o para deitar a cabeça em seus peitos.
Louis nunca iria mudar, mesmo tendo largado o cigarro a tempos, ele sempre iria precisar dos peitinhos de Harry e Harry sempre estaria disponível para isso —e talvez para outras coisas também...