⥠mensagens com o cast de lsdln: edição especial esteban kukuriczka âĄ
a/n: nosso boy from interior de minas gerais favorito đâ€ïž te amo kuku homem que nasceu pra casar e constituir famĂlia te amo. jĂĄ imaginam quem seja o prĂłximo? đïžđïž pois nem eu pq esqueci! rssss
O tronco de Blas se inclina mais uma vez sobre o seu, os lĂĄbios pairando sobre os teus e as arfadas quentes de ar que escapam da boca dele te fazem choramingar, as sobrancelhas franzindo com força enquanto o encara por entre os cĂlios.
"TĂŁo gostosa, nena," ele elogia, gemendo contra sua boca, ainda sem a beijar. Entre suspiros, os quadris dele se chocam contra os seus e, olhando para baixo, vocĂȘ percebe que as coxas dele estĂŁo ficando vermelhas pelo atrito. Blas percebe o seu olhar, e por mais que sinta falta de te ter o encarando com tanta admiração, sente a necessidade de implicar, "TĂĄ vendo como vocĂȘ tĂĄ me engolindo?"
sentiu o mundo girar e o estĂŽmago contrair, enjoado, pronto para expelir todo o conteĂșdo de repente indesejado. havia perdido milhares de noite de sono pensando em como seria o momento que se reencontrariam, como agiria e reagiria ao vĂȘ-lo novamente depois de tanto tempo, todavia, em todos os cenĂĄrios que antecipou na sua cabeça sempre se imaginou fazendo algo muito mais maduro e racional do que simplesmente fugir covardemente igual uma gatinha apavorada.Â
âpreciso irâ, avisou as amigas rapidamente, sequer dando tempo para que elas tentassem te convencer a ficar mais um pouco ou se oferecessem para ir junto, e literalmente saiu correndo, aos tropeços, da boate, desesperada para ficar o mais longe possĂvel daquele fragmento do seu passado irresoluto.
jĂĄ de volta ao apartamento, que em poucas horas deixaria de ser seu, nĂŁo pĂŽde evitar de pensar em tudo que no Ășltimo ano tanto se esforçou para esquecer, hiperventilando com o turbilhĂŁo de sentimentos adormecidos que resolveram despertar todos de uma vez sĂł. a essa altura, felipe deveria ser uma pĂĄgina virada da sua histĂłria, algo distante e incapaz de perturbar a paz supostamente inabalĂĄvel que tanto lutou para estabelecer. nĂŁo conseguia entender o que tinha de errado consigo. nĂŁo era isso que vocĂȘ queria?! estava a um passo de alcançar a vida tranquila, monĂłtona e rotineira que sempre sonhou e, ainda assim, seu coração se retorcia dentro do peito como se vocĂȘ estivesse prestes a tomar a pior decisĂŁo de todas.
o apelido escorrendo pelos lĂĄbios carnudos e rosados com tanto escĂĄrnio enviou um choque diretamente para a parte de trĂĄs da sua cabeça, que instantaneamente se converteu em uma pontada azucrinante de dor. perdeu o ar, sentindo-se minĂșscula ante a presença asfixiante, enorme, despreocupadamente encostada no batente da sua porta, e o ruĂdo em seus ouvidos triplicou de altura.
âfelipe, por que vocĂȘ tĂĄ aqui?â, conseguiu, finalmente, balbuciar uma pergunta.Â
a vontade de vomitar te invadiu novamente. nĂŁo tinha preparo para lidar com pipe, nunca teve. ele era inconstante, irregular, incontrolĂĄvel⊠um furacĂŁo impossĂvel de prever, logo, impossĂvel de se preparar. passava truculento e imperdoĂĄvel, bagunçando tudo que encontrava pelo caminho e principalmente vocĂȘ, que inevitavelmente acabava com a vida virada de cabeça para baixo, completamente desarranjada. sentiu no fundo da garganta o gosto amargo daquele sentimento de vulnerabilidade que te acompanhou durante todo o tempo que passaram juntos, como namorados, causado justamente pela agonia de nĂŁo ter o controle da situação, de ter a existĂȘncia nas mĂŁos de outra pessoa, longe do seu alcance.
âdeixa eu te dar um presente de casamentoâ, pediu com aquele tom de voz baixo e servil, embebido de desejo, sabendo bem como sĂł aquilo era suficiente para te deixar toda molinha, prontinha para ele. os olhos tremeram sobre as pĂĄlpebras e soltou um grunhido fraquinho, sentindo aquele calor conhecido envolver a sua pele arrepiada, fazendo seu sangue borbulhar dentro das veias.
âpipe, eu me caso em algumas horasâŠâ, o restinho de consciĂȘncia que existia em vocĂȘ suspirou contra o rosto dele, tĂŁo prĂłximo, e nem sabia mais para quem exatamente estava dizendo aquilo: se era para ele ou para si mesma.
âmira eso⊠mal encostei em vocĂȘ e jĂĄ tĂĄ se esfregando em mim igual uma perrita no cioâ, caçoou, estalando a lĂngua em uma falsa desaprovação para esconder o ego masculino amaciado. âque foi, nenita? nĂŁo estĂŁo te comendo direito? ay, pobrecitaâŠâ
resmungou um palavrĂŁo baixinho, envergonhada, se contorcendo toda ao sentir ele erguer um pouquinho mais a perna e pressionar a intimidade sensĂvel bem de levinho, sĂł para te provocar e provar a prĂłpria teoria. e, para pontuar ainda mais a provocação, o homem deslizou a mĂŁo esquerda para o nĂșcleo incandescente e pressionou a palma contra intimidade dolorida, sentindo toda a umidade que jĂĄ escorria abundante pelas dobrinhas delicadas, encharcando a calcinha branca de algodĂŁo. balançou a cabeça para os lados, produzindo um tsc, tsc, tsc baixinho, fingindo estar decepcionado, todavia incapaz de disfarçar o sorriso vaidoso que se pintou na face extasiada ao constatar que, mesmo apĂłs tantos meses, vocĂȘ ainda reagia tĂŁo bem aos toques dele e que, pelo jeitinho entregue â o mesmo que ficava quando passavam um tempinho mais longo sem sexo, o que era raro na relação de vocĂȘs, mas vez ou outra acontecia â, nenhum outro foi capaz de te proporcionar o mesmo que ele.
arrastou a pontinha dos dedos pela carne coberta, alcançando o pontinho de nervos e o circulou com suavidade, os olhos vidrados na sua expressĂŁo sofrida e deleitosa, a boquinha entreaberta permitindo que os suspiros sĂŽfregos deslizassem dengosos pela sua lĂngua. ele afastou o tecido branco para o lado, soltando um gemido deliciado ao ter o veludo avermelhado derretendo-se diretamente sobre os dĂgitos calejados, a entradinha negligenciada apertando-se ao redor de nada. âpipeâŠâ, o chamou em sĂșplica, fincando as unhas nos ombros largos sob o tecido da camiseta preta, ensandecida com o tesĂŁo que queimava sob sua pele.
entĂŁo, empurrou aqueles pensamentos para o fundo da mente, de onde nunca deveriam ter saĂdo, e deixou que os dedos fossem engolidos pelo buraquinho necessitado, junto com o ressentimento, torcendo para que seus fluĂdos lavassem o sentimento amargo do sistema dele.
esfregou a cabecinha dolorida do pau nos lĂĄbios encharcados, embebedando-se com a sua essĂȘncia, misturando-a a dele, e vocĂȘ gemeu audivelmente em resposta, ansiosa, arqueando-se para ficar o mais perto possĂvel de pipe, numa vontade louca de fundir os dois corpos em um sĂł. o argentino franziu o cenho, um misto de mĂĄgoa e tesĂŁo o atingindo como um soco na boca do estĂŽmago. nĂŁo conseguia nĂŁo devanear com uma circunstĂąncia diferente, em que o vestido branco embolado na cintura seria um de noiva de verdade e o anel brilhando no seu dedo seria uma aliança dourada com o nome dele gravado na parte interna.Â
vocĂȘ seria a mais bela das noivas, disso ele tinha certeza.
incapaz de conter o sentimentalismo, se viu entrelaçando os dedos aos seus, puxando-os de encontro a face e depositando um beijo delicado no diamante solitĂĄrio, assim como faria se a ilusĂŁo fosse verdadeira, antes de empurrar o membro endurecido profundamente dentro de vocĂȘ, sentindo suas paredes o apertando numa pressĂŁo semelhante a que fazia o coração dele, estilhaçado, dentro do peito.
aquela era a terceira destruição que vocĂȘ causava na vida de pipe, entretanto, dessa vez, ele iria garantir que fosse a Ășltima.
sentiu o mundo girar e o estĂŽmago contrair, enjoado, pronto para expelir todo o conteĂșdo de repente indesejado. havia perdido milhares de noite de sono pensando em como seria o momento que se reencontrariam, como agiria e reagiria ao vĂȘ-lo novamente depois de tanto tempo, todavia, em todos os cenĂĄrios que antecipou na sua cabeça sempre se imaginou fazendo algo muito mais maduro e racional do que simplesmente fugir covardemente igual uma gatinha apavorada.Â
âpreciso irâ, avisou as amigas rapidamente, sequer dando tempo para que elas tentassem te convencer a ficar mais um pouco ou se oferecessem para ir junto, e literalmente saiu correndo, aos tropeços, da boate, desesperada para ficar o mais longe possĂvel daquele fragmento do seu passado irresoluto.
jĂĄ de volta ao apartamento, que em poucas horas deixaria de ser seu, nĂŁo pĂŽde evitar de pensar em tudo que no Ășltimo ano tanto se esforçou para esquecer, hiperventilando com o turbilhĂŁo de sentimentos adormecidos que resolveram despertar todos de uma vez sĂł. a essa altura, felipe deveria ser uma pĂĄgina virada da sua histĂłria, algo distante e incapaz de perturbar a paz supostamente inabalĂĄvel que tanto lutou para estabelecer. nĂŁo conseguia entender o que tinha de errado consigo. nĂŁo era isso que vocĂȘ queria?! estava a um passo de alcançar a vida tranquila, monĂłtona e rotineira que sempre sonhou e, ainda assim, seu coração se retorcia dentro do peito como se vocĂȘ estivesse prestes a tomar a pior decisĂŁo de todas.
o apelido escorrendo pelos lĂĄbios carnudos e rosados com tanto escĂĄrnio enviou um choque diretamente para a parte de trĂĄs da sua cabeça, que instantaneamente se converteu em uma pontada azucrinante de dor. perdeu o ar, sentindo-se minĂșscula ante a presença asfixiante, enorme, despreocupadamente encostada no batente da sua porta, e o ruĂdo em seus ouvidos triplicou de altura.
âfelipe, por que vocĂȘ tĂĄ aqui?â, conseguiu, finalmente, balbuciar uma pergunta.Â
a vontade de vomitar te invadiu novamente. nĂŁo tinha preparo para lidar com pipe, nunca teve. ele era inconstante, irregular, incontrolĂĄvel⊠um furacĂŁo impossĂvel de prever, logo, impossĂvel de se preparar. passava truculento e imperdoĂĄvel, bagunçando tudo que encontrava pelo caminho e principalmente vocĂȘ, que inevitavelmente acabava com a vida virada de cabeça para baixo, completamente desarranjada. sentiu no fundo da garganta o gosto amargo daquele sentimento de vulnerabilidade que te acompanhou durante todo o tempo que passaram juntos, como namorados, causado justamente pela agonia de nĂŁo ter o controle da situação, de ter a existĂȘncia nas mĂŁos de outra pessoa, longe do seu alcance.
âdeixa eu te dar um presente de casamentoâ, pediu com aquele tom de voz baixo e servil, embebido de desejo, sabendo bem como sĂł aquilo era suficiente para te deixar toda molinha, prontinha para ele. os olhos tremeram sobre as pĂĄlpebras e soltou um grunhido fraquinho, sentindo aquele calor conhecido envolver a sua pele arrepiada, fazendo seu sangue borbulhar dentro das veias.
âpipe, eu me caso em algumas horasâŠâ, o restinho de consciĂȘncia que existia em vocĂȘ suspirou contra o rosto dele, tĂŁo prĂłximo, e nem sabia mais para quem exatamente estava dizendo aquilo: se era para ele ou para si mesma.
âmira eso⊠mal encostei em vocĂȘ e jĂĄ tĂĄ se esfregando em mim igual uma perrita no cioâ, caçoou, estalando a lĂngua em uma falsa desaprovação para esconder o ego masculino amaciado. âque foi, nenita? nĂŁo estĂŁo te comendo direito? ay, pobrecitaâŠâ
resmungou um palavrĂŁo baixinho, envergonhada, se contorcendo toda ao sentir ele erguer um pouquinho mais a perna e pressionar a intimidade sensĂvel bem de levinho, sĂł para te provocar e provar a prĂłpria teoria. e, para pontuar ainda mais a provocação, o homem deslizou a mĂŁo esquerda para o nĂșcleo incandescente e pressionou a palma contra intimidade dolorida, sentindo toda a umidade que jĂĄ escorria abundante pelas dobrinhas delicadas, encharcando a calcinha branca de algodĂŁo. balançou a cabeça para os lados, produzindo um tsc, tsc, tsc baixinho, fingindo estar decepcionado, todavia incapaz de disfarçar o sorriso vaidoso que se pintou na face extasiada ao constatar que, mesmo apĂłs tantos meses, vocĂȘ ainda reagia tĂŁo bem aos toques dele e que, pelo jeitinho entregue â o mesmo que ficava quando passavam um tempinho mais longo sem sexo, o que era raro na relação de vocĂȘs, mas vez ou outra acontecia â, nenhum outro foi capaz de te proporcionar o mesmo que ele.
arrastou a pontinha dos dedos pela carne coberta, alcançando o pontinho de nervos e o circulou com suavidade, os olhos vidrados na sua expressĂŁo sofrida e deleitosa, a boquinha entreaberta permitindo que os suspiros sĂŽfregos deslizassem dengosos pela sua lĂngua. ele afastou o tecido branco para o lado, soltando um gemido deliciado ao ter o veludo avermelhado derretendo-se diretamente sobre os dĂgitos calejados, a entradinha negligenciada apertando-se ao redor de nada. âpipeâŠâ, o chamou em sĂșplica, fincando as unhas nos ombros largos sob o tecido da camiseta preta, ensandecida com o tesĂŁo que queimava sob sua pele.
entĂŁo, empurrou aqueles pensamentos para o fundo da mente, de onde nunca deveriam ter saĂdo, e deixou que os dedos fossem engolidos pelo buraquinho necessitado, junto com o ressentimento, torcendo para que seus fluĂdos lavassem o sentimento amargo do sistema dele.
esfregou a cabecinha dolorida do pau nos lĂĄbios encharcados, embebedando-se com a sua essĂȘncia, misturando-a a dele, e vocĂȘ gemeu audivelmente em resposta, ansiosa, arqueando-se para ficar o mais perto possĂvel de pipe, numa vontade louca de fundir os dois corpos em um sĂł. o argentino franziu o cenho, um misto de mĂĄgoa e tesĂŁo o atingindo como um soco na boca do estĂŽmago. nĂŁo conseguia nĂŁo devanear com uma circunstĂąncia diferente, em que o vestido branco embolado na cintura seria um de noiva de verdade e o anel brilhando no seu dedo seria uma aliança dourada com o nome dele gravado na parte interna.Â
vocĂȘ seria a mais bela das noivas, disso ele tinha certeza.
incapaz de conter o sentimentalismo, se viu entrelaçando os dedos aos seus, puxando-os de encontro a face e depositando um beijo delicado no diamante solitĂĄrio, assim como faria se a ilusĂŁo fosse verdadeira, antes de empurrar o membro endurecido profundamente dentro de vocĂȘ, sentindo suas paredes o apertando numa pressĂŁo semelhante a que fazia o coração dele, estilhaçado, dentro do peito.
aquela era a terceira destruição que vocĂȘ causava na vida de pipe, entretanto, dessa vez, ele iria garantir que fosse a Ășltima.
sentiu o mundo girar e o estĂŽmago contrair, enjoado, pronto para expelir todo o conteĂșdo de repente indesejado. havia perdido milhares de noite de sono pensando em como seria o momento que se reencontrariam, como agiria e reagiria ao vĂȘ-lo novamente depois de tanto tempo, todavia, em todos os cenĂĄrios que antecipou na sua cabeça sempre se imaginou fazendo algo muito mais maduro e racional do que simplesmente fugir covardemente igual uma gatinha apavorada.Â
âpreciso irâ, avisou as amigas rapidamente, sequer dando tempo para que elas tentassem te convencer a ficar mais um pouco ou se oferecessem para ir junto, e literalmente saiu correndo, aos tropeços, da boate, desesperada para ficar o mais longe possĂvel daquele fragmento do seu passado irresoluto.
jĂĄ de volta ao apartamento, que em poucas horas deixaria de ser seu, nĂŁo pĂŽde evitar de pensar em tudo que no Ășltimo ano tanto se esforçou para esquecer, hiperventilando com o turbilhĂŁo de sentimentos adormecidos que resolveram despertar todos de uma vez sĂł. a essa altura, felipe deveria ser uma pĂĄgina virada da sua histĂłria, algo distante e incapaz de perturbar a paz supostamente inabalĂĄvel que tanto lutou para estabelecer. nĂŁo conseguia entender o que tinha de errado consigo. nĂŁo era isso que vocĂȘ queria?! estava a um passo de alcançar a vida tranquila, monĂłtona e rotineira que sempre sonhou e, ainda assim, seu coração se retorcia dentro do peito como se vocĂȘ estivesse prestes a tomar a pior decisĂŁo de todas.
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âdeixa eu te dar um presente de casamentoâ, pediu com aquele tom de voz baixo e servil, embebido de desejo, sabendo bem como sĂł aquilo era suficiente para te deixar toda molinha, prontinha para ele. os olhos tremeram sobre as pĂĄlpebras e soltou um grunhido fraquinho, sentindo aquele calor conhecido envolver a sua pele arrepiada, fazendo seu sangue borbulhar dentro das veias.
âpipe, eu me caso em algumas horasâŠâ, o restinho de consciĂȘncia que existia em vocĂȘ suspirou contra o rosto dele, tĂŁo prĂłximo, e nem sabia mais para quem exatamente estava dizendo aquilo: se era para ele ou para si mesma.
âmira eso⊠mal encostei em vocĂȘ e jĂĄ tĂĄ se esfregando em mim igual uma perrita no cioâ, caçoou, estalando a lĂngua em uma falsa desaprovação para esconder o ego masculino amaciado. âque foi, nenita? nĂŁo estĂŁo te comendo direito? ay, pobrecitaâŠâ
resmungou um palavrĂŁo baixinho, envergonhada, se contorcendo toda ao sentir ele erguer um pouquinho mais a perna e pressionar a intimidade sensĂvel bem de levinho, sĂł para te provocar e provar a prĂłpria teoria. e, para pontuar ainda mais a provocação, o homem deslizou a mĂŁo esquerda para o nĂșcleo incandescente e pressionou a palma contra intimidade dolorida, sentindo toda a umidade que jĂĄ escorria abundante pelas dobrinhas delicadas, encharcando a calcinha branca de algodĂŁo. balançou a cabeça para os lados, produzindo um tsc, tsc, tsc baixinho, fingindo estar decepcionado, todavia incapaz de disfarçar o sorriso vaidoso que se pintou na face extasiada ao constatar que, mesmo apĂłs tantos meses, vocĂȘ ainda reagia tĂŁo bem aos toques dele e que, pelo jeitinho entregue â o mesmo que ficava quando passavam um tempinho mais longo sem sexo, o que era raro na relação de vocĂȘs, mas vez ou outra acontecia â, nenhum outro foi capaz de te proporcionar o mesmo que ele.
arrastou a pontinha dos dedos pela carne coberta, alcançando o pontinho de nervos e o circulou com suavidade, os olhos vidrados na sua expressĂŁo sofrida e deleitosa, a boquinha entreaberta permitindo que os suspiros sĂŽfregos deslizassem dengosos pela sua lĂngua. ele afastou o tecido branco para o lado, soltando um gemido deliciado ao ter o veludo avermelhado derretendo-se diretamente sobre os dĂgitos calejados, a entradinha negligenciada apertando-se ao redor de nada. âpipeâŠâ, o chamou em sĂșplica, fincando as unhas nos ombros largos sob o tecido da camiseta preta, ensandecida com o tesĂŁo que queimava sob sua pele.
entĂŁo, empurrou aqueles pensamentos para o fundo da mente, de onde nunca deveriam ter saĂdo, e deixou que os dedos fossem engolidos pelo buraquinho necessitado, junto com o ressentimento, torcendo para que seus fluĂdos lavassem o sentimento amargo do sistema dele.
esfregou a cabecinha dolorida do pau nos lĂĄbios encharcados, embebedando-se com a sua essĂȘncia, misturando-a a dele, e vocĂȘ gemeu audivelmente em resposta, ansiosa, arqueando-se para ficar o mais perto possĂvel de pipe, numa vontade louca de fundir os dois corpos em um sĂł. o argentino franziu o cenho, um misto de mĂĄgoa e tesĂŁo o atingindo como um soco na boca do estĂŽmago. nĂŁo conseguia nĂŁo devanear com uma circunstĂąncia diferente, em que o vestido branco embolado na cintura seria um de noiva de verdade e o anel brilhando no seu dedo seria uma aliança dourada com o nome dele gravado na parte interna.Â
vocĂȘ seria a mais bela das noivas, disso ele tinha certeza.
incapaz de conter o sentimentalismo, se viu entrelaçando os dedos aos seus, puxando-os de encontro a face e depositando um beijo delicado no diamante solitĂĄrio, assim como faria se a ilusĂŁo fosse verdadeira, antes de empurrar o membro endurecido profundamente dentro de vocĂȘ, sentindo suas paredes o apertando numa pressĂŁo semelhante a que fazia o coração dele, estilhaçado, dentro do peito.
aquela era a terceira destruição que vocĂȘ causava na vida de pipe, entretanto, dessa vez, ele iria garantir que fosse a Ășltima.
acabei de ler isso aqui e honestly? a win is a win (muito triste pelo fernando que na minha cabeça foi o cameo pro noivo, mas nós mulheres de coração muito grande somos assim)
âïž that's how you get the girl. fem!reader x felipe otaño (parte 2)
đȘ minha masterlist
» continuação desse one-shot, por favor não leia a parte 2 sem ter lido a 1!
» cw: smut! por favor sĂł interaja se for +18 ; angst + fluff; pipe romĂąntico hihihiii; fingering; um pouco de dry humping; oral f recieving; p in v; sexo sem proteção; creampie; praise kink; manhandling e pipe!possessivo but in a romantic way; o puro suco de love making âš.
» wn: parte final e feliz dessa historinha, ebaa! espero que vocĂȘs gostem đđ
Se sentia mal em pensar no garoto que te magoou quando estava prestes a sair com outro. SerĂĄ que eu deveria ter aceitado o pedido de desculpas? E agora? Realmente o perdi pra sempre? SerĂĄ que ele conheceu outra menina que fez ele esquecer de vocĂȘ?
VocĂȘ deveria ter imaginado, sabia que Felipe era completamente apaixonado por vocĂȘ, era claro que ele gravaria momentos seus assim, era a musa dele. O vĂdeo acabou e vocĂȘ sentiu os olhos se encherem de lĂĄgrimas, que finalmente escorreram quando leram a legenda: âEu exagero, mas sĂł por vocĂȘ. Te amo, gatinha. Feliz aniversĂĄrio.â
Respirou fundo, com a cabeça apoiada nas mĂŁos. Pegou a bolsa e pediu um Uber, para o Ășnico destino possivel.
SilĂȘncio preenche a sala do apartamento do garoto, ele nĂŁo sabe como reagir, o que falar, nĂŁo quando vocĂȘ o olha com essa carinha de quem estĂĄ tĂŁo mexida quanto ele. Ele fica parado ali que nem um fantasma.
â Aquele dia eu terminei com vocĂȘ porque tinha muito medo do que sentia, era um amor fora do comum. NĂŁo conseguia te falar o que eu sentia, eu mesmo nĂŁo entendia como era possĂvel sentir tanto por vocĂȘ em tĂŁo pouco tempo. â Ele dizia, carinhoso, enquanto acariciava seu rosto. â Hoje eu entendo que nĂŁo importa o que eu faça, nĂŁo importa o quanto eu me afaste de vocĂȘ, isso nĂŁo vai mudar. Eu vou te querer sempre, no melhor e no pior. Eu sou seu, desde a primeira vez que eu te beijei. Agora, eu sĂł quero que vocĂȘ volte a ser minha. â VocĂȘ abriu os olhinhos ao ouvir isso sair da boca do garoto, que sorria bobinho, feliz.
Enquanto respirava mais forte, ainda com os olhinhos fechados e sensibilizada do seu clĂmax, sentiu as mĂŁos de Felipe subirem pelo seu corpo, quando pararam no seu rosto, passou o polegar na sua bochecha, o lugar que, hĂĄ alguns minutos atrĂĄs, estava molhado de lĂĄgrimas. âTe amoâ, ele sussurrou antes de te beijar. âTe amo, te amoâ ele repetia enquanto te dava selinhos, e vocĂȘ sorriu ao ouvir a declaração carinhosa, e logo apĂłs começou a rir quando ele te dava beijinhos no rosto e pescoço, uma mistura de felicidade e cĂłcegas.
Pipe começou a te dar estocadas fundas, atingindo o lugar perfeito, que sĂł ele conseguia. Enquanto o garoto te comia por trĂĄs, gemia no seu ouvido enquanto se declarava para vocĂȘ, de forma bagunçada e ofegante, atordoado de tanto prazer. âTava morrendo de saudade de te comer, nena. Sonhando em encher essa buceta gostosa de porraâ. Os gemidos e os barulhos do quadril dele batendo contra sua bunda preenchiam o apartamento, vocĂȘ sentia seu orgasmo se aproximando novamente e enfiava suas unhas nos bĂceps do garoto que estavam ao lado do seu tronco, jĂĄ que as mĂŁos grande agarravam seus peitos que balançavam. Felipe afundou o rosto coradinho no seu pescoço, a fim de abafar os prĂłprios gemidos e tentar se concentrar para ficar o mĂĄximo que pudesse dentro de vocĂȘ, mas ao respirar seu perfume, se perdeu por completo.
Com o portuguĂȘs quebrado e um sorriso encantadinho, porque sabia que tinha conquistado a garota de volta, ele respondeu: âEu te amo mais, gatinha.â
sentiu o mundo girar e o estĂŽmago contrair, enjoado, pronto para expelir todo o conteĂșdo de repente indesejado. havia perdido milhares de noite de sono pensando em como seria o momento que se reencontrariam, como agiria e reagiria ao vĂȘ-lo novamente depois de tanto tempo, todavia, em todos os cenĂĄrios que antecipou na sua cabeça sempre se imaginou fazendo algo muito mais maduro e racional do que simplesmente fugir covardemente igual uma gatinha apavorada.Â
âpreciso irâ, avisou as amigas rapidamente, sequer dando tempo para que elas tentassem te convencer a ficar mais um pouco ou se oferecessem para ir junto, e literalmente saiu correndo, aos tropeços, da boate, desesperada para ficar o mais longe possĂvel daquele fragmento do seu passado irresoluto.
jĂĄ de volta ao apartamento, que em poucas horas deixaria de ser seu, nĂŁo pĂŽde evitar de pensar em tudo que no Ășltimo ano tanto se esforçou para esquecer, hiperventilando com o turbilhĂŁo de sentimentos adormecidos que resolveram despertar todos de uma vez sĂł. a essa altura, felipe deveria ser uma pĂĄgina virada da sua histĂłria, algo distante e incapaz de perturbar a paz supostamente inabalĂĄvel que tanto lutou para estabelecer. nĂŁo conseguia entender o que tinha de errado consigo. nĂŁo era isso que vocĂȘ queria?! estava a um passo de alcançar a vida tranquila, monĂłtona e rotineira que sempre sonhou e, ainda assim, seu coração se retorcia dentro do peito como se vocĂȘ estivesse prestes a tomar a pior decisĂŁo de todas.
o apelido escorrendo pelos lĂĄbios carnudos e rosados com tanto escĂĄrnio enviou um choque diretamente para a parte de trĂĄs da sua cabeça, que instantaneamente se converteu em uma pontada azucrinante de dor. perdeu o ar, sentindo-se minĂșscula ante a presença asfixiante, enorme, despreocupadamente encostada no batente da sua porta, e o ruĂdo em seus ouvidos triplicou de altura.
âfelipe, por que vocĂȘ tĂĄ aqui?â, conseguiu, finalmente, balbuciar uma pergunta.Â
a vontade de vomitar te invadiu novamente. nĂŁo tinha preparo para lidar com pipe, nunca teve. ele era inconstante, irregular, incontrolĂĄvel⊠um furacĂŁo impossĂvel de prever, logo, impossĂvel de se preparar. passava truculento e imperdoĂĄvel, bagunçando tudo que encontrava pelo caminho e principalmente vocĂȘ, que inevitavelmente acabava com a vida virada de cabeça para baixo, completamente desarranjada. sentiu no fundo da garganta o gosto amargo daquele sentimento de vulnerabilidade que te acompanhou durante todo o tempo que passaram juntos, como namorados, causado justamente pela agonia de nĂŁo ter o controle da situação, de ter a existĂȘncia nas mĂŁos de outra pessoa, longe do seu alcance.
âdeixa eu te dar um presente de casamentoâ, pediu com aquele tom de voz baixo e servil, embebido de desejo, sabendo bem como sĂł aquilo era suficiente para te deixar toda molinha, prontinha para ele. os olhos tremeram sobre as pĂĄlpebras e soltou um grunhido fraquinho, sentindo aquele calor conhecido envolver a sua pele arrepiada, fazendo seu sangue borbulhar dentro das veias.
âpipe, eu me caso em algumas horasâŠâ, o restinho de consciĂȘncia que existia em vocĂȘ suspirou contra o rosto dele, tĂŁo prĂłximo, e nem sabia mais para quem exatamente estava dizendo aquilo: se era para ele ou para si mesma.
âmira eso⊠mal encostei em vocĂȘ e jĂĄ tĂĄ se esfregando em mim igual uma perrita no cioâ, caçoou, estalando a lĂngua em uma falsa desaprovação para esconder o ego masculino amaciado. âque foi, nenita? nĂŁo estĂŁo te comendo direito? ay, pobrecitaâŠâ
resmungou um palavrĂŁo baixinho, envergonhada, se contorcendo toda ao sentir ele erguer um pouquinho mais a perna e pressionar a intimidade sensĂvel bem de levinho, sĂł para te provocar e provar a prĂłpria teoria. e, para pontuar ainda mais a provocação, o homem deslizou a mĂŁo esquerda para o nĂșcleo incandescente e pressionou a palma contra intimidade dolorida, sentindo toda a umidade que jĂĄ escorria abundante pelas dobrinhas delicadas, encharcando a calcinha branca de algodĂŁo. balançou a cabeça para os lados, produzindo um tsc, tsc, tsc baixinho, fingindo estar decepcionado, todavia incapaz de disfarçar o sorriso vaidoso que se pintou na face extasiada ao constatar que, mesmo apĂłs tantos meses, vocĂȘ ainda reagia tĂŁo bem aos toques dele e que, pelo jeitinho entregue â o mesmo que ficava quando passavam um tempinho mais longo sem sexo, o que era raro na relação de vocĂȘs, mas vez ou outra acontecia â, nenhum outro foi capaz de te proporcionar o mesmo que ele.
arrastou a pontinha dos dedos pela carne coberta, alcançando o pontinho de nervos e o circulou com suavidade, os olhos vidrados na sua expressĂŁo sofrida e deleitosa, a boquinha entreaberta permitindo que os suspiros sĂŽfregos deslizassem dengosos pela sua lĂngua. ele afastou o tecido branco para o lado, soltando um gemido deliciado ao ter o veludo avermelhado derretendo-se diretamente sobre os dĂgitos calejados, a entradinha negligenciada apertando-se ao redor de nada. âpipeâŠâ, o chamou em sĂșplica, fincando as unhas nos ombros largos sob o tecido da camiseta preta, ensandecida com o tesĂŁo que queimava sob sua pele.
entĂŁo, empurrou aqueles pensamentos para o fundo da mente, de onde nunca deveriam ter saĂdo, e deixou que os dedos fossem engolidos pelo buraquinho necessitado, junto com o ressentimento, torcendo para que seus fluĂdos lavassem o sentimento amargo do sistema dele.
esfregou a cabecinha dolorida do pau nos lĂĄbios encharcados, embebedando-se com a sua essĂȘncia, misturando-a a dele, e vocĂȘ gemeu audivelmente em resposta, ansiosa, arqueando-se para ficar o mais perto possĂvel de pipe, numa vontade louca de fundir os dois corpos em um sĂł. o argentino franziu o cenho, um misto de mĂĄgoa e tesĂŁo o atingindo como um soco na boca do estĂŽmago. nĂŁo conseguia nĂŁo devanear com uma circunstĂąncia diferente, em que o vestido branco embolado na cintura seria um de noiva de verdade e o anel brilhando no seu dedo seria uma aliança dourada com o nome dele gravado na parte interna.Â
vocĂȘ seria a mais bela das noivas, disso ele tinha certeza.
incapaz de conter o sentimentalismo, se viu entrelaçando os dedos aos seus, puxando-os de encontro a face e depositando um beijo delicado no diamante solitĂĄrio, assim como faria se a ilusĂŁo fosse verdadeira, antes de empurrar o membro endurecido profundamente dentro de vocĂȘ, sentindo suas paredes o apertando numa pressĂŁo semelhante a que fazia o coração dele, estilhaçado, dentro do peito.
aquela era a terceira destruição que vocĂȘ causava na vida de pipe, entretanto, dessa vez, ele iria garantir que fosse a Ășltima.
â â â â â â â â â â â â âââââ đąÖŽà»đŠ
A SUA ATENĂĂO DESLOCA DO LIVRO em mĂŁos para o som dos passos descalços sobre o assoalho. Inclina a cabeça, a figura franzina do francĂȘs se formando a partir do corredor do apartamento. Os olhinhos azuis correndo pela sala de estar, apressado, coçando o cotovelo quase que num tique nervoso. Sem camisa, o fecho da calça desfeito e o cĂłs da cueca sobressaindo. MĂŽ, te chama com um bico bonitinho, em portuguĂȘs, igualzinho aprendeu contigo, viu minhaâŠ
E pausa sem finalizar o raciocĂnio, quando pĂ”e os olhos em ti; deitada no tapete felpudo, uma das panturrilhas apoiando na mesinha de centro. Ah, achei, ele conclui, abrindo um sorriso.
VocĂȘ passa a mĂŁo na camisa estampada que estĂĄ usando, âdesculpaâ, diz, ânĂŁo sabia que cĂȘ ia usar pra sair. TĂĄ velha.â
O seu marido estica outro sorriso, mais de canto, sem mostrar os dentes. O foco vai da sua face risonha pro exemplar de capa dura que ele te deu de presente no mĂȘs passado; pra estampa com o desenho icĂŽnico da personalidade revolucionĂĄria histĂłrica; e, por fim, se perde na visĂŁo tentadora das suas pernas desnudas, a calcinha de fundo primaveril. âQuer que eu tire?â, a sua pergunta ecoa sozinha pelo ambiente. O homem parece preso demais ao que vĂȘ para sequer cogitar usar um neurĂŽnio que seja para prestar atenção em outra coisa. Hm?, ele murmura, escapando do mar de pensamentos sĂłrdidos que o inundou a cabeça.Â
âEu perguntei se vocĂȘ quer que eu tire a blusaâ, vocĂȘ repete, âPensei que fosse usar aquela que tava em cima da cama, e essa tava pendurada atrĂĄs da portaâŠâ
E vocĂȘ acerta um tapinha no ombro alheio, que desrespeito com o comandante, brinca. âNĂŁo, relaxaâ, ele tem uma resposta na ponta da lĂngua, âtenho certeza que o camarada sabia conciliar o tesĂŁo e a luta de classes.â
Quando vocĂȘ descuida, estĂĄ completamente dominada pelo francĂȘs, sob o peso do corpo magro, sentindo as mĂŁos dele descendo pelos cantos, o rosto afundado na curva do seu pescoço. Suspirando contra a sua pele, um sorrisinho de puto toda vez que te mira. Os olhos azuis se perdendo nos seus lĂĄbios esticados num sorriso de alucinadinha. Sente o perfume que ele emana; o sabonete fresquinho, algumas mechas dos cabelos grisalhos ainda molhadas, o cheirinho do seu shampoo cai tĂŁo bem que nem te dĂĄ Ăąnimo de zangar.Â
O seu marido toma o teu riso como uma confirmação, se pĂ”e a escorregar os beijos da sua clavĂcula abaixo. Sobe a barra da blusa, as mĂŁos se deliciando por baixo, quando encontram seus seios soltos. O beijo chega molhado na sua barriga, na mordidinha que ele arranha justo num Ăąngulo que te faz cĂłcegas. E com os dentes, o homem puxa a sua calcinha, os dedos se juntando Ă soma para te livrar da peça.Â
Ele vira o rosto com o impacto, e quando vem retornando o olhar para ti novamente, um sorriso pequeno começa a florescer.Â
âTe odeio, nossaâ, a sua fala entre dentes serve pra o encorajar a estender o sorriso, os lĂĄbios se esticando sem mostrar os dentes. âSeu putoâŠâ
Pipe quando viu que vocĂȘ tinha uma gatinha tricolor nĂŁo deu muita bola, afinal, ele prefere cachorro. Mas conforme ele passa a frequentar sua casa ele se apega Ă gatinha manhosa da mesma forma que ela se apega a ele.
Para quem nĂŁo ligava tanto para gato, Pipe super assume o papel de pai de felino. Um dia ele deixa a camisa do River em cima da sua cama enquanto vai tomar um banho e quando volta e vĂȘ a gata em cima do manto sagrado (possessiva & abusada, do jeito que tem que ser) ele começa a te infernizar dizendo que vocĂȘ PRECISA comprar uma roupinha do river para a gatinha (ele sabe que vocĂȘ nĂŁo vai comprar, entĂŁo ele mesmo faz isso e sempre obrigada a coitada a usar em dias de jogo).
Todos os dias vocĂȘ se pergunta como vocĂȘ conseguiu a proeza de arrumar um gato com a mesma personalidade do seu namorado (Freud explica?), pois os dois sĂŁo igualmente encapetados.
Enzo tem muito respeito pela felina e sempre que vocĂȘs vĂŁo ter um momento Ăntimo, ele faz questĂŁo de te levar pro quarto e fechar a porta, pois segundo ele "ela nĂŁo precisa ver a mĂŁe sendo uma cachorra, chega a ser ofensivo pra ela" e vocĂȘ sabe se acha isso fofo, excitante ou ridĂculo da parte dele.
Quando Pardella chegou no seu apartamento a primeira vez depois de vocĂȘ ter adotado o gatinho frajola, o animal correu pela prĂłpria vida, se escondeu debaixo da sua cama, e sĂł saiu de lĂĄ quando seu namorado foi embora.
Um dia o gato mia loucamente para Pardella, que ouve atentamente, como se estivesse entendendo todas as reclamaçÔes do filho de quatro patas. "amor, vocĂȘ botou comida pra ele?"
thief!simĂłn que vocĂȘ conheceu quando ainda tinha dezessete anos. vocĂȘ dançava num bar a troco de ter uns trocados, a regra era que nĂŁo te tocassem, mas vocĂȘ podia os tocar, se quisesse, e se aproveitava para surrupiar as pequenas correntes e relĂłgios de pulso quando os homens estavam embriagados o suficiente. reparou no rapaz aos fundos do salĂŁo te observando enquanto tomava alguma bebida, era bonito, e ao contrĂĄrio dos que deliravam na sua figura indecente ele ficava indiferente â o que nĂŁo te impediu de se aproximar, nĂŁo se ofereceria, nunca o fazia, mas com muita sutileza e destreza nos dedos abria o fecho de um pequeno terço de ouriço que ele tinha
thief!simĂłn que havia perguntado de forma tĂŁo indiferente e estĂșpida se vocĂȘ queria segui-lo que a situação se tornava cĂŽmica quando vocĂȘ se pegou no ford granada marrom que ele tinha, os vidros abertos e o rĂĄdio tocando alguma mĂșsica desconhecida, rumando para qualquer distrito hĂĄ alguns quilĂŽmetros de distĂąncia do anterior
thief!simĂłn que via em vocĂȘ uma mina de ouro, principalmente quando tinham acabado de conseguir alugar um quarto e cozinha, e ele aproveitara para te levar para comprar algumas roupas. as palavras o fugiam assim que vocĂȘ saĂa do provador com um vestido branco solto com uma fita na cintura â a vendedora tinha feito questĂŁo de arrumar seu cabelo com um fiilho no mesmo tom â , estava perfeita, uma boneca
thief!simĂłn que nĂŁo poupou em gastar no mercado depois da pequena fortuna que tinham arrancado do homem, ameaçando-o de contar para a famĂlia, filhos e clientes o quĂŁo sujo ele era por cobiçar uma jovem prometida. comprou vinhos, doces e charutos â os quais te ensinou a fumar apesar de vocĂȘ preferir os cigarros mentolados normais.
thief!simĂłn que apesar de nĂŁo demonstrar ficava cada vez mais apegado Ă sua figura, se sentia doente e nauseado por nĂŁo conseguir evitar aqueles sentimentos quando vocĂȘ o acordava vestindo as camisas dele, ou entĂŁo quando te via enrolando os cabelos para um penteado novo â toda delicada de frente ao espelho â, quando o abraçava por trĂĄs enquanto ele fazia as contas do quanto precisariam roubar para continuar com o mesmo estilo de vida. sentimentos tĂŁo inoportunos que ele se alcoolizava quando se tornava demais para suportar
thief!simĂłn que era diferente quando bebia daquele jeito, como se estivesse fora de si. nĂŁo te chamava de âbelladonaâ, reprimia suas tentativas de se aproximar, de tocĂĄ-lo, te dizia âeres una chica estĂșpida e ingrata! â as palavras sendo cuspidas - nada te alcanza, ya sea dinero, joyas o todo lo que tengo!â, âsimĂłn... eu nĂŁo entendo, mas por favor nĂŁo fica as-â, âcĂĄllate!â, erguendo a mĂŁo na sua direção, mas retesando quando vocĂȘ se encolhia. quando se acalmava a Ășnica coisa que dizia era âvou dormir fora hojeâ
thief!simĂłn que agia como se nada tivesse acontecido depois, que te deixava sem saber das negociaçÔes, que te tratava como burra e nova demais para se envolver nos assuntos que realmente importavam no final das contas, mas justificava dizendo que nĂŁo queria te dar rugas, e que vocĂȘ podia ficar sĂł com a parte divertida que era gastar e ser uma boa mulher pra ele, âa mais lindaâ, soprando e segurando seu queixo antes de te beijar
thief!simĂłn que quando se mudaram de novo arranjou uma cartada grande, um polĂtico muito influente que era conhecido pelo gosto nefasto por mulheres novas; por corrompĂȘ-las. e assim o garoto tinha outro plano em mĂŁos, te introduzindo num bazĂĄr beneficente como a irmĂŁ mais nova, filha do segundo casamento da mĂŁe, tĂŁo pura, te fazendo usar lentes coloridas e uma maquiagem fina e leve que naturalmente fazia com que todos quisessem saber mais sobre vocĂȘ
thief!simĂłn que no entanto, viu tudo ir por ĂĄgua abaixo; a sucessĂŁo de acontecimentos sendo muito rĂĄpida pra ele sequer digerir. o senador se encantava por vocĂȘ, perguntava tudo, nome, idade, se estava na escola e o que gostava mais de aprender lĂĄ, e era respondido, com mentiras, mas nĂŁo poderia parecer mais satisfeito. assim que conseguiam atraĂ-lo para o estacionamento, o homem, nĂŁo tĂŁo velho assim, sacava um calibre, colocando o bucal prensado contra a sua lombar, te arrastando para um carro que nĂŁo conheciam
thief!simĂłn que entrou em estado de frenezi, saindo de sua posição e nĂŁo dando dois minutos que estavam dentro do veĂculo, abrindo a porta com violĂȘncia e puxando o outro pelo colarinho, nĂŁo dando tempo para que este reagisse, socando o rosto com uma fĂșria reprimida desde muito, o cigarro preso no canto dos lĂĄbios que se apertavam e a pele cobrindo os ossos da mĂŁo rasgando com os impactos. um zumbido ensurdecedor o parava quando o disparo acontecia
thief!simĂłn que evitava olhar para o seu semblante catatĂŽnico pelo resto da noite, porque precisava ficar focado em arrumar as malas no hotel e colocar tudo no porta-malas de forma amontoada, porca, pisando no acelerador tĂŁo fundo que os pneus cantavam quando estavam na estrada; mas era isso, vocĂȘs nunca podiam ficar muito tempo mesmo
thief!simĂłn que desligou o rĂĄdio quando a transmissĂŁo começava a falar sobre um casal de jovens golpistas foragidos dando a descrição de cada um, e que nĂŁo conseguiu dormir pelos prĂłximos trĂȘs dias assombrado com o fato de que ele tinha estragado mais uma vida, tirado as chances de vocĂȘ se tornar algo melhor e maior... com propĂłsito, talvez
thief!simĂłn que ouviu as sirenes bem antes de vocĂȘ, e numa Ășltima tentativa de salvar ambos te acordava apressado, sem explicaçÔes, segurando sua mĂŁo e te puxando para o carro â lembrava de pegar uma Ășnica mala que nĂŁo estava desfeita e a bolsa com o dinheiro, sem se importar com mais nada.
thief!simĂłn que ignorou os megafones que davam voz de prisĂŁo e o cerco que se formava na rodovia, ainda tentando contornar as viaturas e os homens fardados que empunhavam suas armas
thief!simĂłn que nĂŁo deixou de segurar sua mĂŁo mesmo naquele momento, segredando baixo que vocĂȘs tentariam correr quando ele abrisse a porta
thief!simĂłn que tomou a frente quando os oficiais atiraram, o corpo perdendo as forças quando trĂȘs dos vĂĄrios disparos o acertavam
thief!simĂłn que naquela manhĂŁ te deixou. vocĂȘ sem saber quantos anos ele tinha de verdade, sem saber de onde ele vinha, sem saber sua histĂłria e sem nunca ter ouvido que ele a amava â apesar de sentĂ-lo com imensidĂŁo.
thief!simĂłn que nunca saberia que depois de acatar o Ășltimo pedido dele vocĂȘ tinha passado pelo jĂșri do caso e sido inocentada
thief!simĂłn que nunca te veria tendo a vida normal que ele sonhara outrora, com um marido que te respeitava e te cuidava e com dois garotinhos lindos que te chamavam de mamĂŁe
thief!simĂłn que apesar de nĂŁo ter tido isso tudo, ainda tinha vivido sua melhor fase ao seu lado, ao lado de sua belladona.
ok agora mandando o link certo đđ» pfvrrrrr divinha, se possĂvel e se for do seu agrado, eu iria amar ouvir seus pensamentos pensantes sobre esses dois đ„ș
releva o errado eu sou meio lesa Ă s vezes SHDSJSOSBAOABSOSNB um beijo pra ti mwah mwah đđ
KKKKKKKKKKKKKKK sem problemas, bestie, eu dou vĂĄrias dessa tbm
warnings: corruption kink (kinda?), dubcon, double penetration, nipple play, oral [f and m receiving], face sitting, dirty talk etc etc etc (nĂŁo tenho controle sobre o que isso se tornou)
vocĂȘ fica morrendo de vergonha, toda coradinha e nervosa, sem saber o que falar, suando frio, e demorando horrores pra conseguir soltar um "acho que threesome" num gaguejo fraquinho, quase inaudĂvel, mas que atingiu os ouvidos certos. quase que imediatamente ao te ouvir, enzo e fernando se encaram, num misto de surpresa e cumplicidade, sĂł para confirmar que as duas cabeças (ou, melhor, as quatro) estavam maquinando sobre a mesma coisa.
âachei que a gente tinha te dito que vocĂȘ poderia nos pedir ajuda pra qualquer coisa que precisasseâ, enzo diz, ressentido, a mĂŁo virando seu rostinho nervoso para que o olhasse nos olhos.
âe, quando dissemos qualquer coisa, era qualquer coisa mesmo.â, fer pontua, firme.
quando viu, estava sendo amassada em um sanduĂche apertado, fer na frente e enzo atrĂĄs, te fazendo sentir cada pedacinho dos corpos robustos, fortes, te tocando, pressionando, te jogando para lĂĄ e para cĂĄ igual uma bonequinha de pano. o argentino, mais novo, era mais ansioso, pouco delicado, marcava a clavĂcula com mordidas e chupĂ”es, enquanto o uruguaio, por ser mais velho e experiente, era mais calmo, tranquilo, beijava e lambia carinhosamente a nuca, fazendo sua cabecinha girar com as dinĂąmicas completamente opostas, sem saber no que se concentrar direito.
suspirou afetada com os pares de mĂŁo percorrendo todo seu corpinho arrepiado, duas se concentrando nos peitos cobertos pelo cropped, sem sutiĂŁ, alcançando os biquinhos tesos, e duas invadindo sua saia jeans, apertando energeticamente sua bunda, praticamente toda descoberta pela calcinha minĂșscula. vocĂȘ fechou os olhinhos, fraca, a mente enuviada com tantas sensaçÔes novas criando um caos em seus neurĂŽnios.
(vamos fingir que tem uma baita transição aqui, eles levando ela pro apartamento do enzo, tirando a roupa e blablabla pq jå tå enorme e ainda tem mais coisa pra desenvolver)
enzo deitou recostado na cabeceira da cama e bateu nas pernas, te chamando para sentar ali. puxou a face vermelhinha com delicadeza, te beijando com amor e desejo, e vocĂȘ gemeu contra a boca dele ao perceber a cabecinha do pau de fernando batendo na sua entradinha apertada, penetrando-lhe firmemente, nem precisando de muito para que vocĂȘ alcançasse o primeiro orgasmo da noite, e despejando-se em vocĂȘ logo em seguida.
sem nem ter tempo de respirar direito ou se recuperar da onda de prazer, jĂĄ se vĂȘ sendo girada em cima do corpo de enzo, ficando de quatro, os joelhos abertos para comportar o tronco amplo do uruguaio entre eles e as mĂŁozinhas apoiadas nas coxas grossas dele.
tomou um susto ao sentir as palmas grandes do homem abaixo na sua barriga, te puxando mais para trĂĄs. buscou os olhos enegrecidos de luxĂșria do contigiani, que pacientemente bombeava o membro ainda teso com a destra. ele sorriu para vocĂȘ, âseja boazinha e fica paradinha, ok?â, pediu.
o que seria impossĂvel, principalmente quando a lĂngua quente de enzo percorreu toda a extensĂŁo da sua bucetinha recheada, lambendo cada dobrinha sensĂvel, sugando gotinha por gotinha dos fluĂdos misturados e afundando o nariz grande em toda sua umidade. vocĂȘ fincou as unhas curtas nos mĂșsculos sobre as palmas, apertando com força para tentar sustentar o peso nos braços trĂȘmulos e quase gritou ao sentir o rosto masculino se prensando ainda mais fundo no seu sexo, mordiscando levemente o pontinho de nervos inchado e pulsante, todavia, foi imediatamente calada pelo falo latejante do argentino, que aproveitou a deixa para se empurrar por inteiro para dentro da cavidade molhada, te causando um engasgo, os olhos ardendo com as lĂĄgrimas que embaçavam a vista.
o quarto virou uma desordem de sons: os gemidos altos de fernando, seus grunhidos abafados pelo pau que pulsava sobre sua lĂngua e o barulho indecente que enzo produzia ao chupar com força seus lĂĄbios sensibilizados.
enzo concorda, âvocĂȘ olha esse rostinho de garotinha inocente e nem imagina que por baixo tem uma putinha suja que ama ficar toda entupidinha de porra.â
ELIEEEEEEEEEEEEEEEE đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ«đ”âđ« VOCĂ QUANDO FAZ MAIS PELO BRASIL QUE BRASĂLIA INTEIRA JUNTA EU TĂ PASSANDO MAL
ai só consigo pensar nesses tontos vendo o espelho, parando no meio da rua e se amontoando um em cima do outro pra sair todo mundo na foto (e eu tenho ctz que foi ideia do pipe fonte = vozes da minha cabeça)