𖤐 Warnings: Ciúmes bobo, kisses, Wonnie sendo o gatinho mais fofo do mundo quando está com ciúmes.
𖤐 Notes: Em comemoração aos 200 seguidores aqui, muito obrigada pelo carinho!! amo muito vcs 🩶🩶
Você estava deitada de lado na cama, mexendo no celular, enquanto Jungwon estava sentado ao seu lado, meio jogado contra a cabeceira, ouvindo você falar sobre o seu dia. Era a coisa mais comum do mundo — vocês dois juntos, sem pressa, dividindo a rotina. Até que você comentou algo sem nem pensar muito:
— Ah, e hoje o professor novo lá da escola disse que meu sorriso parecia iluminar a sala. — Você riu. — Todo mundo ficou zoando depois, claro.
Foi só isso. Uma frase solta, inocente. Mas você percebeu na hora quando o clima mudou.
Jungwon, que tava com a mão apoiada no seu joelho, parou de se mexer. Você desviou o olhar do celular e viu ele com os braços cruzados, encostado na parede, sem falar nada.
— Ué…? — você franziu a testa. — Que foi?
Ele deu de ombros, sem te encarar.
— Nada não.
Você deixou o celular de lado e sentou devagar, agora de frente pra ele.
— Jungwon… — você chamou com um tom mais manso. — Fala. Você ficou estranho de repente.
Ele passou a língua pelos lábios e respirou fundo, ainda com os braços cruzados e as bochechas visivelmente vermelhas.
— É que eu não gostei disso.
— Disso o quê?
— Desse negócio aí... do professor — ele murmurou. — Ficar elogiando você desse jeito. Você é minha namorada.
Você piscou algumas vezes, tentando conter o riso, mas era impossível. Ele tava tão fofo com aquela carinha emburrada, os bracinhos cruzados, e todo vermelhinho, como se a cabeça dele estivesse fervendo por dentro.
— Ahhh… então o gatinho tá com ciúmes.
— Não tô com ciúmes — ele respondeu na hora, mas desviando o olhar. — Só achei… desnecessário. Sei lá.
— Você ficou todo vermelho — você apontou, rindo. — Até as suas orelhas!
— Para... — ele escondeu o rosto com a mão. — É sério.
Você se aproximou devagar e sentou no colo dele, com um sorriso carinhoso no rosto. Ele ainda tentou manter o ar bravo, mas já tava completamente desmontado.
— Amor — você falou, encostando o nariz no dele — você é o único que consegue fazer meu sorriso brilhar de verdade. Ele só comentou, mas você é quem me faz sorrir assim.
Jungwon mordeu o lábio pra não sorrir, mas não aguentou. Os olhinhos dele fecharam um pouco quando ele finalmente sorriu de volta, tímido, todo entregue. Você aproveitou e deu um beijo rapidinho nos lábios dele, só pra provocar.
— Só isso? — ele perguntou, com a voz baixinha.
— Hm?
— Tô aqui, todo enciumado, quase virando uma fogueira, e você me dá um beijinho de meio segundo?
Você riu e segurou o rosto dele com as duas mãos, puxando pra mais um beijo. Dessa vez mais calmo, mais gostoso, do jeitinho que ele amava. Sentiu ele suspirar baixinho e finalmente descruzar os braços, abraçando sua cintura.
— Melhor agora — ele murmurou, colando o rosto no seu pescoço.
— Vai sonhar comigo hoje? — você perguntou, acariciando o cabelo dele.
— Com certeza. Mas só se você prometer sonhar comigo também.
— Sempre. Mas e se eu sonhar com outro anjo?
Ele levantou o rosto só pra te olhar bem sério.
— Aí eu fico com ciúmes. Muito.
— Mas é só sonho, amor…
— E daí? Nem nos seus sonhos você é solteira.
Você riu, apertou ele mais forte no abraço, e deu mais um beijo nele.
Tocando agora: Pela luz dos olhos teus - Carlos Jobim
₍^. .^₎⟆ - - - Fluffy, kisses, protagonista gravidinha passando seu primeiro dia das mães grávida — ela tá gravida de uma menininha —, bem clichê do jeitinho que vcs amam... e é isso (eu acho...) [minha biblioteca]
Feliz dia das mães para todas as mamães do Tumblr e do mundo todinho!
O cheiro de chuva já começava a entrar pela varanda.
Ainda não chovia de verdade, mas o céu estava coberto por nuvens cinzentas e pesadas, deixando a manhã inteira com aquele ar frio e preguiçoso de domingo. O vento balançava devagar as cortinas claras da sala, trazendo o cheirinho úmido do tempo nublado para dentro da casa. Você adorava manhãs assim. Principalmente agora, quando tudo parecia mais sensível, mais emocional, mais intenso por causa da gravidez.
Você estava parada na varanda usando uma camiseta enorme do Jake que já não escondia mais sua barriga começando a crescer. A barra da camiseta tinha subido um pouquinho, deixando a pele da sua barriga descoberta para o vento frio. Sua mão acariciava o local devagar, distraidamente, enquanto você observava o céu.
Um movimento pequenininho, quase sutil, veio lá de dentro, como se a bebê quisesse dar bom dia.
Foi o suficiente para fazer seu coração inteiro se derreter.
Um sorriso automático apareceu no seu rosto enquanto você abaixava a cabeça, passando a mão sobre a barriga novamente, como se pudesse responder ao toque da bebê. Ainda parecia surreal pensar que havia uma vida crescendo ali dentro. A filha de vocês.
Você soltou uma risadinha baixa sozinha.
— Bom dia pra você também, meu amor…
A voz sonolenta de Jake surgiu atrás de você antes mesmo que você percebesse os passos dele se aproximando. Logo depois, os braços quentes dele envolveram sua cintura cuidadosamente por trás. Jake ainda parecia recém-acordado: cabelo bagunçado, moletom largo, rosto amassadinho de sono. Mesmo assim, ele automaticamente deslizou as mãos até sua barriga, como se aquele já fosse o lugar favorito dele no mundo.
— Ela tá acordada? — perguntou baixinho, encostando o queixo no seu ombro.
Você assentiu, ainda sorrindo.
— Faz uns minutinhos. Ela tá mexendo bastante hoje.
Jake abriu um sorriso tão genuíno que quase doeu no peito olhar para ele. Toda vez que a bebê mexia, ele reagia como se fosse a primeira vez da vida dele. Como se nunca conseguisse se acostumar com aquilo.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, apenas acariciando sua barriga junto com você. Então abaixou a cabeça e deixou um beijo demorado no seu ombro.
Depois outro na sua nuca.
E outro perto da sua orelha.
Você soltou uma risada baixa.
— Jake…
— Hm?
— Você tá muito carinhoso.
— Eu sempre sou carinhoso.
— Não desse jeito suspeito.
Ele riu baixinho contra sua pele e apertou sua cintura.
— Talvez eu tenha motivos hoje.
Você virou o rosto um pouquinho, desconfiada.
— Que motivos?
Jake fez aquela expressão convencida que você conhecia tão bem.
— Primeiro… feliz dia das mães, meu amor.
Seu coração falhou uma batida.
Porque era verdade, era o seu primeiro dia das mães mesmo com a bebê ainda crescendo dentro de você, mesmo sem ela ter nascido ainda.
Você não tinha percebido o quanto aquelas palavras mexeriam tanto com você até ouvi-las saindo da boca dele.
Os olhos arderam imediatamente.
Jake percebeu na hora.
— Ah não… já começou? — ele riu baixinho, segurando seu rosto com cuidado.
Você deu uma risadinha chorosa.
— A culpa é sua.
— Nem te dei o presente ainda.
Você piscou.
— Que presente?
Jake sorriu imediatamente.
Aquele sorriso bonito e animado de quem estava se segurando para não estragar uma surpresa.
— Vem comigo.
Ele segurou sua mão e guiou você para dentro da casa, mas parou antes da sala.
— Fecha os olhos.
— Amor...
— Confia em mim.
Você obedeceu, ainda ouvindo ele andar de um lado para o outro pela sala parecendo nervoso. Ele murmurava algumas coisas sozinho, arrastava alguma coisa, e você conseguia imaginar perfeitamente a expressão concentrada dele naquele momento.
Então ele falou:
— Tá. Agora pode abrir.
Quando você abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi vontade de chorar de novo.
A sala inteira estava linda.
Ele claramente tinha passado muito tempo preparando tudo.
Flores estavam espalhadas por vários cantos da sala, em tons delicados que você amava: rosas clarinhas, peônias, lavandas e margaridas pequenas. Havia velas acesas com cheiro suave de baunilha e algodão, deixando o ambiente aconchegante junto com a luz nublada entrando pelas janelas.
E no centro de tudo, em cima da mesa de centro…
Uma cesta enorme.
Você levou a mão à boca imediatamente.
— Amor...
Ele parecia absurdamente orgulhoso de si mesmo.
— Eu quase enlouqueci escolhendo isso tudo. Então você tem obrigação de gostar.
Você se aproximou devagar, completamente emocionada. A cesta estava cheia de coisinhas cuidadosamente escolhidas, daquelas que deixavam óbvio o quanto ele prestava atenção em você.
Tinha cremes hidratantes próprios para gravidez porque sua pele andava muito sensível.
Óleos corporais.
Máscaras faciais.
Um robe novinho absurdamente macio.
Pantufas felpudas.
Sachês de chá.
Uma garrafinha térmica nova porque Jake vivia brigando com você para beber mais água.
Frutinhas cortadas em potinhos.
Cookies.
Chocolate.
Balinhas de gengibre para os enjoos que ainda atormentavam você quase todos os dias.
E vários envelopes pequenos espalhados entre as flores.
Você pegou um deles primeiro.
Jake imediatamente cruzou os braços, sorrindo.
— Essa é a melhor parte.
Você abriu.
“Vale 50 beijinhos sem reclamações.”
Sua gargalhada saiu automática.
— Jake!
— O quê? Achei útil.
Você abriu outro.
“Vale cafuné até você dormir.”
Outro.
“Vale uma massagem nos pés a qualquer hora.”
Outro.
“Vale uma noite inteira vendo filmes escolhidos por você sem reclamações sobre romances.”
Você olhou para ele rindo.
— Isso foi muito específico.
— Porque você me faz assistir umas coisas tristinhas.
— E você chora vendo metade delas.
— Não muda de assunto, continua lendo as cartinhas.
Você continuou abrindo os vales entre risadinhas, completamente encantada. Alguns eram bobinhos, outros ridiculamente românticos.
“Vale café na cama.”
“Vale beijinhos extras na barriga da mamãe.”
“Vale colo quando os hormônios estiverem malvados.”
E então você pegou o último envelope.
Esse era diferente.
A letra dele parecia um pouco mais cuidadosa ali.
Você abriu devagar.
“Vale lembrar você todos os dias que você já é a melhor mãe do mundo.”
Seu rosto desmontou na mesma hora.
Porque gravidez fazia tudo ficar mais intenso, você andava insegura às vezes, porque ainda parecia surreal imaginar uma bebê dependendo completamente de você.
E porque Jake, com aquelas coisas simples e sinceras, fazia você se sentir segura de um jeito que ninguém mais conseguia.
As lágrimas começaram a cair silenciosamente.
Jake imediatamente saiu da pose convencida e se aproximou preocupado.
— Ei… amor…
Você começou a rir no meio do choro.
— Eu odeio o quanto isso foi bonito…
Ele segurou seu rosto com delicadeza.
— Você merece coisas bonitas.
Você tentou responder alguma coisa, mas Jake beijou sua testa antes.
Depois beijou o cantinho do seu olho molhado.
Sua bochecha.
Seu nariz.
E então sua boca.
Beijinhos lentos, demorados, carinhosos, daqueles que pareciam cheios de cuidado. Você segurou o moletom dele entre os dedos enquanto ele continuava roubando mais beijinhos que claramente não estavam planejados.
— Esses também vêm com vale? — você perguntou baixinho entre risadas.
Jake sorriu contra seus lábios.
— Esses são bônus especiais de dia das mães.
Você riu outra vez, e ele aproveitou para beijar você direito agora. Um beijo lento, quente, cheio daquele carinho tranquilo que fazia tudo parecer mais leve. As mãos dele seguravam sua cintura com cuidado automático, como se você fosse a coisa mais preciosa do mundo inteiro.
Quando o beijo terminou, Jake se ajoelhou na sua frente sem aviso.
Você arregalou os olhos.
Ele levantou devagar a barra da sua camiseta, deixando sua barriga completamente à mostra, e olhou para ela por alguns segundos com aquela expressão apaixonada que sempre fazia seu peito apertar.
Então deixou um beijo bem no centro da sua barriga.
Outro.
E mais outro.
— Feliz dia das mães pra você também, pequenininha — ele murmurou para a bebê.
Você sentiu os olhos encherem de lágrimas de novo imediatamente.
Jake olhou para cima ao perceber.
— Meu Deus… você tá chorando desde que acordou.
— A culpa é hormonal…
— Aham. Claro.
Você riu chorando enquanto passava os dedos no cabelo dele.
Então a bebê mexeu outra vez.
Jake arregalou os olhos na mesma hora, completamente encantado.
— Ah, ela gostou! Tá vendo?
— Ou ela tá mandando você parar de ser convencido.
— Impossível. Ela puxou isso de mim.
Você riu alto, e Jake ficou olhando você daquele jeito apaixonado, como se não acreditasse completamente que aquela era a vida dele agora.
A esposa dele;
A filhinha de vocês crescendo ali;
A vida finalmente se tornando um motivo de felicidade;
Você usando a camiseta dele enquanto segurava a barriga com os olhos brilhando.
Ele levantou devagar e segurou seu rosto mais uma vez.
— Você sabe que vai ser incrível nisso tudo, né?
Você mordeu o lábio, emocionada.
— Dá medo às vezes…
Jake assentiu imediatamente.
— Eu sei. Mas você já ama ela antes mesmo de conhecer o rostinho dela. E sinceramente? Acho que é aí que começa.
Você sentiu o peito apertar forte.
Jake encostou a testa na sua.
— Nossa filha vai crescer sabendo exatamente o quanto é amada. Porque você ama ela de um jeito que dá pra ver nos seus olhos toda vez que ela mexe.
Você acabou beijando ele de novo antes que começasse a chorar ainda mais.
Jake riu baixinho no meio do beijo.
— Acho que meus vales de beijinho vão acabar hoje mesmo.
— Então faz mais. Você que inventou isso.
— Pode deixar, mamãe da minha bebê. Vou renovar o estoque inteiro.
Ele te deu um selinho demorando, abraçando-te com um carinho gigante, perceptível apenas pelo toque.
nerd!yang jeongin x leitora ── smut +18
word count: 3.8k
conteúdo/avisos: conteúdo sexual explícito, university!au, termos sobre programação e outras nerdices, menção a consumo de álcool, dry humping, corruption kink, dirty talk aos montes, sexo semi-público (biblioteca), masturbação mútua, cowgirl, fingering, creampie, sub!jeongin, pussy drunk!jeongin, jeongin é relativamente inexperiente, pp é uma loba fem dom do jeito que a gente gosta 🐾
menores não interajam!
notas da autora: se esse menino não se travaria todo vendo uma gostosa na frente dele eu não me chamo nene! aproveitem! <3
now playing: put u on - danileigh
❝something you might not be used to,
i’m gonna show you that new-new❞
Não sabe bem onde estava com a cabeça quando escolheu fazer engenharia da computação pro resto da vida. Embora gostasse muito de programar e adorava ver suas ideias tomando forma, essa época do ano ── a das provas finais ── sempre ameaçava a te fazer perder as estribeiras.
Estava começando a surtar com os sistemas operacionais, especificamente um código absurdamente gigante que estava há mais ou menos 40 minutos na biblioteca tentando rodar, e não conseguia. Uma linha vermelha ao final escrito "ERRO" estava te tirando do sério. A própria palavra "erro" não fazia sentido mais na sua cabeça. Solta um suspiro frustrado.
Já havia checado uma por uma das 572 linhas diversas vezes, e nunca achava nada fora do comum. Olha para a janela à sua direita e arregala os olhos. Já estava anoitecendo! Não se lembra há quanto tempo estava ali, mas lembra de ter sentando pra estudar de manhã. Coça os olhos e corre as mãos pelo rosto em desespero. Meu Deus, o que mais poderia fazer? Antes que enlouquecesse completamente, decide simplesmente guardar suas coisas e voltar para seu apartamento; não chegaria em lugar nenhum nesse estado.
Ao abrir sua porta e acomodar suas coisas em seu sofá, recebe uma ligação de sua colega de sala e amiga Yuri. A garota te convida para uma festinha da atlética que teria em uma república mais tarde, nem se dando conta de que era uma sexta-feira. Vocês tinham sorte de serem as duas únicas mulheres da sala e também que fossem convencionalmente atraentes, pois conseguiam convites para eventos assim ── além de atenção indesejada de garotos esquisitos, é claro.
── Amiga, vamo', por favor... ── tentava te convencer, mas você tinha pra si que estava exausta demais. ── Você não tira a cara do computador a semana toda... ── Era fato, talvez você realmente precisasse de uma válvula de escape. Quer saber? Foda-se. Vai nessa festa pra pelo menos deixar sua vida interessante.
── Ai, tá bom, eu vou, vai... Que horas vai ser? ── Ouve sua amiga comemorar os planos aceitos. Não sabia se realmente queria sair pra beber bebida barata numa casa suja, mas era o que tinha pra hoje.
── Acho que é às 8, mas podemos chegar um pouco depois. ── Te tranquiliza, pois definitivamente precisaria de um banho depois do dia inteiro na biblioteca. ── Eu te aviso, ok? ── Se despede e termina a chamada.
Você toma um banho e come algo rápido pra forrar o estômago. Se veste do traje da atlética nas cores laranja e preto, e faz uma maquiagem simples. Coloca brincos de argola dourados, que combinam muito com seu cabelo. Se sentia uma grande gostosa. Passa seu perfume noturno favorito e espera a chamada da amiga para poderem ir juntas. Um pouco após as 20:30, Yuri te busca em seu apartamento e vocês se dirigem até a casa.
[20:42]
Chegam à casa bagunçada, enfeitada com pôsteres e luzes das cores temáticas da Liga de Engenharias de sua faculdade, e o lugar quase que cheirava à testosterona. Não é novidade que em seu meio haviam poucas mulheres, mas acha que nunca tinha visto tantos homens juntos em um só lugar. Não sabe se fica triste ou comemora, afinal, nem todos ali eram bonitos. Alguns mal tomavam banho, diga-se de passagem.
Cumprimenta alguns de seus amigos, até encontrar um amigo próximo, Felix, que trabalhava no bar durante a festa. Estava sem camisa, vestindo um abadá por cima do tronco e bermuda preta. Não estudavam na mesma sala, mas conversavam bastante de vez em quando. ── E aí, barman! ── Fala entre o balcão com um sorriso para o amigo, que logo nota a presença de vocês.
── 'Oloco, vocês vieram! E aí? ── Sai do bar para cumprimentar vocês com um abraço. ── Já querem começar os trabalhos? ── pergunta gesticulando para o bar, repleto das vodkas e drinks mais baratos que tinham num supermercado.
── Vê duas ices pra gente. ── Yuri responde por você, pedindo sua bebida favorita. Ou talvez, a única dali que não tivesse gosto de etanol. O garoto volta para a posição inicial e abre o cooler gigante.
── É pra já! ── Pega as duas garrafas com o líquido translúcido sabor limão e as entrega com um sorriso, que vocês retribuem. Felix nota mais um grupo de garotos chegando pelo portão de entrada e os chama. Era composto por 5 meninos que tinham a mesma fonte: óculos, posturas um pouco desajeitadas e a famosa carinha de ter medo de mulher.
Não podia negar, isso te atraia demais. E um em específico te chama a atenção, era um gatinho. Faria questão de perguntar ao amigo quem era depois. Por enquanto, conversam um pouco com outros grupos e dançam músicas "insalubres" por um tempo. Realmente, precisava um pouco disso. Yuri te pede licença e acaba ficando com um garoto de outra sala, e se demoram; seja lá o que estejam fazendo.
Começa a ficar um pouco entediada pela solidão, e vai atrás de Felix pra cumprir sua missão. O garoto ainda estava no bar, mas distraído, conversando com o mesmo grupo de antes. ── Opa, apareceu! ── Te cumprimenta de novo com um sorriso largo, provavelmente um pouco bêbado.
── Yuri me largou pra pegar um cara. ── Solta uma risadinha e um sorriso horizontal. Estava orgulhosa da amiga embora não parecesse, não era sempre que se soltava nesses lugares. ── Tá em algum canto aí. ── Dá um gole de sua caneca, e então o garoto te apresenta ao resto do grupo.
── Galera, essa aqui é a ______. É da turma 02. ── Os garotos te olham e te cumprimentam desajeitados, sem fazer muito contato visual. Tirando um deles, que te olha um pouco demais. Era exatamente o garoto que havia te interessado quando havia chegado. Usava óculos com a armação preta, tinha o cabelo preto e liso e covinhas maravilhosas.
Os meninos se apresentam mas você não presta muita atenção, o que importa é que seu alvo tinha um nome: Yang Jeongin. O jeito com que o garoto se gaguejava para conversar mexe com você ── que obviamente havia arrumado uma desculpa pra puxar assunto com ele. Descobriu que eram da mesma sala, mas nunca tinha notado a presença dele. Se sente um pouco mal por isso, mas logo consegue quebrar o gelo com o menino reclamando de suas provas.
── Cara, essa matéria de Lógica de Programação tá me deixando louca... ── começa, notando o garoto olhar para seus lábios e soltar sorrisos tímidos de vez em quando. ── Não presto pra programar em Rust. ── balança a cabeça e o garoto ri, segurando sua garrafa de cerveja.
── Pô, você acha? Acho mó de boa... ── ele começa, um pouco mais solto pela bebida. Sem querer, acaba olhando pro seu decote por mais tempo do que deveria, e você percebe. ── N-não que seja fácil, não é isso, mas- ── O garoto gagueja, tentando se explicar sem motivo. ── Eu posso te ajudar se quiser. ── Solta e sente seu rosto enrubescer; saiu sem querer. Claro que você não aceitaria ajuda de um garoto como ele, né?
── Ah, eu adoraria. ── Bingo. Já havia achado uma desculpa pra vê-lo de novo. ── Realmente preciso. ── Solta uma risada gostosa e o garoto te espelha. Trocam números de telefone, e promete que mandaria mensagem pra ele quando estivesse disponível. Jeongin mal conseguiu esconder seu nervosismo e euforia, não era sempre que garotas bonitas falam com ele assim. Muito menos pra encontrá-lo à sós.
Após sua amiga voltar do “abate”, ficam mais um pouco na festa e decidem ir embora, afinal já ficava bem tarde. Yuri ficou o caminho todo contando sobre o garoto que havia ficado, não esquecendo nenhum detalhe. As vezes esquecia da intimidade que haviam criado, e riem muito. Adorava passar tempo com ela.
Acorda um pouco mais cedo do que deveria, dada sua ressaca do dia anterior. Havia combinado um pouco mais cedo de se encontrar com Jeongin na biblioteca do seu bloco, para te ajudar a destravar seu código. Quem diria que usaria seu sábado à tarde pra estudar, tudo por causa de um homem? Você quase não se reconhecia mais. Havia vestido um conjunto confortável, mas que também avantajava seu corpo nos lugares certos. Se complementou com o de sempre: maquiagem, perfume, bijuterias e acessórios ── e então, se dirige ao prédio da biblioteca.
Precisamente no horário marcado, Jeongin estava lá, sentado nos pufes coloridos que ficavam na entrada. Vestia um suéter preto e calças jeans, ainda com os óculos de armação preta. Te olha por cima dos óculos ao você se aproximar e rapidamente se levanta, um pouco menos nervoso do que ontem.
── Oi, ____. ── Sorri tímido e você o cumprimenta de volta, tomando a iniciativa de lhe dar um abraço. O garoto retribui, meio desengonçado. ── Eu reservei a sala de computadores lá do fundo, se você não se importar. ── Começa a andar pelo corredor e você o segue, curiosa com a ideia. Sala reservada, é? Interessante.
── Ah sim, me parece uma boa ideia. ── Você responde, um pouco atrás do garoto. Chegam à salinha e Jeongin abre a porta para você entrar, seguindo logo depois. Não era uma sala grande, mas tinham alguns computadores, janelas grandes e cortinas blackout. Se acomodam em uma das mesas, já que dividiriam o computador.
Você abre seu código e mostra para o garoto, que analisava as linhas que você havia escrito. Suas cadeiras estavam bem próximas, e enquanto lia, Jeongin aproxima o tronco de você, podendo ver seu rosto mais de perto. Nerdices à parte, ele era muito lindo. O sorriso largo, as covinhas, o cabelo sempre bem repartido. E graças a Deus, ele era cheiroso. Bastante, até. Quase um cheiro fresco de banho tomado. Era exatamente seu tipo: tímido, bonito, cheiroso e nerd. O coração errava as batidas.
O menino passa bons minutos analisando suas linhas. Até que então, quebra o silêncio ao descobrir seu erro. ── Aha! Achei! ── Aponta para a linha 143, que havia sido sinalizada por estar com erro. Você aproxima seu rosto da tela. ── Aqui tem um borrowing incorreto. ── Sobe o mouse para algumas linhas acima. ── Aqui você tem uma referência imutável, e na outra uma referência mutável. O Rust não permite os dois ao mesmo tempo. ── O garoto te olha, e você abre a boca no reflexo de finalmente ter entendido seu erro de principiante.
── Caramba, é verdade! Como eu não vi isso? ── Leva a mão à cabeça por frustração e franze a testa, soltando uma risada envergonhada. O garoto ri de volta, sem querer esbarrando o próprio braço no seu.
── Relaxa, você mandou bem demais mesmo assim. É uma linguagem bem rigorosa. ── Te tranquiliza com um sorriso ao você virar o rosto para o garoto.
── Obrigada, Jeongin. ── sorri doce, fazendo questão de olhar para o garoto até que ele ficasse envergonhado e cortasse o contato visual. Achava uma gracinha. De fato, estava agradecida. Não sabe se teria visto o erro a tempo. ── Mas isso significa que eu vou ter que trocar a referência em todas as outras linhas que estão com ela, né? ── pergunta, com os lábios comprimidos em uma linha reta, frustrada com o retrabalho.
── Hã... Sim... ── Solta um risinho leve. ── M-mas não se preocupa, eu te ajudo. A gente termina rápido. ── Não conseguia conter seu sorriso ao ouvir os convites generosos do garoto. Como poderia ser tão adorável? Tão gostoso? Faria o que desse para essa sessão de estudos demorar o máximo possível.
Passa quase que uma hora até que você consiga arrumar todas as linhas. Estava ficando louca, literalmente. Em certo ponto, Jeongin se distrai e começa a olhar em volta, esperando você terminar. Até que, por obra do reflexo, descansa seus olhos sobre seu corpo levemente envergado para frente, focada no computador.
O garoto começa a notar suas curvas, e como o formato do seu corpo ficava quando você ficava sentada. A bunda e o quadril se avantajavam ainda mais, causando um leve “siricotico” no menino. Não pôde se segurar, e só te olhava. Analisava. Pensando se algum dia teria a chance de tocá-lo.
Os pensamentos pervertidos cessam ao você inesperadamente virar para ele, prestes a tirar uma dúvida sobre seu código. Então você nota exatamente por onde os olhos dele estavam. O garoto é pego no flagra e arregala os olhos, ficando vermelho logo em seguida. Você acha adorável.
De repente, se aproxima dele até que fique uns 10 cm de distância do rosto do menino. Desce os olhos rapidamente pela boca desenhadinha e volta aos olhos. Jeongin mal consegue respirar. Não tiraria uma dele ainda, só queria provocar por enquanto. ── Consegue me ajudar? ── Você fala baixo e doce, quase manhosa, tombando a cabeça pro lado de forma sedutora e apontando para a tela. Se certifica de deixar seu decote ainda mais à mostra, já que notou os olhares nele ontem à noite.
O garoto limpa a garganta e tenta se concentrar na sua tela de novo. ── Hmmm... A-aqui, deu um erro de lifetime. Como a gente excluiu as referências erradas, o Rust precisa garantir que as referências novas não apontam pra algo que já foi destruído, sabe? ── Falava, gesticulando com as mãos trêmulas. Você já nem prestava atenção para o que o garoto dizia. Apoiava sua cabeça em sua mão, assistindo o garoto falar quase que apaixonada.
Agora que sabia que era correspondida dessa forma, não conseguia esconder a onda de tesão que o garoto te causou. Queria calar a boca dele de 20 formas diferentes. Jeongin nota seu olhar e o desvia novamente, até que você segura em sua mão que descansava em sua coxa.
── Acho tão fofa a forma como você tem me ajudado... ── Acaricia a mão do menino, que sentia que estava sonhando. O olhava com os olhos semicerrados, tentando passar a mensagem. Ele continuava imóvel. ── Você é uma graça, sabia? ── Chega perto do ouvido do garoto, o fazendo arrepiar. Passeia a mão por sua coxa, num toque leve como uma pena.
── A-ah... Eu... ── Jeongin não consegue terminar sua frase, estava vermelho como pimenta. Você leva a mão à sua nuca e faz um carinho leve e gostoso nos cabelos por ali. O menino fecha os olhos e solta um suspiro trêmulo.
── Eu vi o jeito que você me olhou. ── Tentava encontrar o olhar dele, mas ele sempre desviava, envergonhado demais com a situação. Porém também não poderia esconder o tesão subindo em seu corpo, a ereção já mais do que óbvia.
── C-como assim? ── consegue dizer, com a respiração entrecortada. Se faz de desentendido, como se não tivesse sido pêgo no flagra.
── Você sabe. ── Você tomba a cabeça, dando a entender que era óbvio. Ao perceber que o garoto não ia admitir, chega bem perto de seu ouvido. ── Olhando pra minha bunda. ── Corre os dedos pelo cabelo escuro dele, os penteando para trás. ── No meio da biblioteca ainda? Que pervertido… ── Continua, mordendo seu lábio inferior e apertando os olhos. O garoto entraria em pânico se não visse estampado em seu rosto sua expressão de desejo.
Se aproxima do ouvido de Jeongin de novo descendo os dedos pelo maxilar definidinho, e continua sua provocação. ── Mas acho que sou pior que você... Você me deixou excitada. ── Mordisca o lóbulo adornado pelo brinco, e faz o garoto arrepiar por completo. Já havia se tornado uma bagunça ofegante pelo seu toque, completamente anestesiado.
Segura o rosto do garoto pelo queixo e o puxa para os próprios lábios. Não se segurou por muito tempo vendo a sua carinha de otário sem saber o que fazer com uma mulher como você. Quase o engole com o beijo, que só depois de alguns segundos consegue entrar no seu ritmo. Viram uma bagunça de língua e saliva em poucos instantes, os dois tomados pelo desejo reprimido pelo ambiente educacional em que estavam.
Se posiciona sobre o colo do menino, que enrijece o próprio corpo em reação. Não era sempre que uma garota ficava em seu colo. Na verdade, só havia transado uma vez na vida, com sua ex-namorada que o deixou logo depois. Não demora em começar a se esfregar sobre o membro duro, e só aí percebe que as mãos de Jeongin ainda apertavam os braços da cadeira. As move para seu quadril e o garoto hesita antes de te dar um aperto em motivação para continuar as reboladas. Desce seus lábios até o pescoço quentinho dele, dando leves chupões que arrancam gemidos manhosos de sua boca.
── Posso te agradecer direitinho? ── Você pausa o beijo e encontra o rosto do menino, que já não esboçava a mesma vergonha de antes. Você sorri e ele assente desesperado, curioso para ver o que faria em seguida. Retira seu short e o joga no chão, já com uma leve mancha escura de sua lubrificação. Volta ao colo e o garoto fita sua roupa íntima de renda branca, hipnotizado.
Escuta seus pensamentos intrusivos e leva uma de suas mãos à sua intimidade coberta, massageando de leve. Ele mesmo solta um gemido ao sentir a umidade, sem acreditar que era o autor disso. ── V-você ‘tá tão molhada... ── Diz com a voz trêmula, e você solta grunhidos pela pressão gostosa.
── Uhum... pra você. ── Diz baixo e volta a beijá-lo, sentido os lábios macios e quentes. ── Olha o que você fez comigo. ── Se afasta de novo e coloca a calcinha pro lado, o convidando a te tocar. Jeongin pisca pesado se certificando de que aquilo era real. Leva seus dedos às suas dobras, sentindo sua lubrificação o encharcar. Solta um sorriso involuntário ao você lançar a roupa íntima pra longe. Você sorri de volta e mordisca o lábio inferior, apertando o pau duro por cima da calça. Ele poderia gozar só assim.
Captura os lábios do menino de novo e é pega de surpresa ao sentir os dedos dele te adentrarem. Escorregaram. Começa a sentar nos mesmos, fazendo o garoto gemer alto em meio ao beijo. Os te encostam lá no fundo, bem no seu pontinho mais sensível. Não se segura em soltar um gemido estridente, firmando-se ao enrolar os cabelos escuros em seus dedos. Se continuasse assim, Jeongin gozaria na própria calça.
── _____... S-senta em mim, por favor... ── Pede com a voz já hipersensível. Era tão fofo. Você tinha pensado em conduzir tudo, mas se amolece com o pedido manhoso. Poderia dar isso pra ele. O faria gozar em poucos minutos.
Sai de cima de seus dedos e abre a calça e a cueca do garoto, abaixando o suficiente para deixar o pau e as bolas pra fora. Por um momento se assusta com o tamanho. Não era grande demais, mas era muito grosso. Já estava lambuzado pelo pré-gozo e completamente cor-de-rosa. Se era possível, fica ainda mais empolgada com a ideia de se satisfazer no membro. Mas antes que pudesse se posicionar em cima, tem uma ideia melhor.
── Se toca pra mim, amor. ── Sua ideia assusta o garoto, que arregala os olhos. Desce de seu colo e se posiciona sobre os joelhos, embaixo da mesa onde estavam. No caminho até lá, não tira os olhos de seu rosto.
── T-tipo, na sua frente? ── Estava boquiaberto, nunca tinha feito isso com plateia. Não que não tivesse se masturbado ontem ao chegar em casa, mas não te contaria. Pelo menos por enquanto.
── Aham... ── O olha pidona e desliza suas unhas afiadas pela extensão, que lateja com o carinho. Jeongin cede e começa a bombear o pau freneticamente perto de seu rosto, as bolas pulando no mesmo ritmo. Você sorri de lado e leva sua mão à sua intimidade a circulando sobre seu clitóris, se aliviando diante da cena erótica. O garoto não consegue conter seus gemidos, que estavam altos como nunca, sem nem se importar com onde estavam.
── Você quer me comer, não quer? Não quer que eu sente nessa piroca até gozar em mim? ── Você provoca, algo que sente que tem mais efeito em você do que nele. Jeongin aumenta a velocidade com que se masturbava, se é que era possível. ── Então precisa merecer.
── Porra... Por favor... ── Joga a cabeça para trás e aperta os olhos, tentando não esporrar no seu rostinho com as provocações obscenas que ouvia. ── Quero te sentir. ── Abria a boca descontroladamente diante do prazer absurdo, deixando os gemidos saírem sem segurar nenhum.
Decide não o torturar mais e volta ao seu colo, posicionando o pau em sua entrada rapidamente. Jeongin arfa manhoso com a sensação quente e apertada de sua buceta. Sentia uma leve dorzinha no começo pela grossura, mas logo se acostumava.
Quica devagar, aumentando a velocidade aos poucos. Os óculos do garoto desciam pelo nariz e embaçavam, graças ao suor que seu corpo produzia. Os barulhos molhados de suas intimidades ecoam no ambiente originalmente silencioso, como um som de “flep flep flep”. Jeongin sente que poderia chorar se não gozasse logo, e você também.
Por reflexo, você envolve uma mão no pescoço do garoto, que solta um sorriso satisfeito com a pressãozinha gostosa. Pega uma das mãos e coloca dois dedos em sua boca, chupando até o final sem cessar o contato visual com Jeongin. Os lambe e chupa até a pontinha.
── Goza, meu amor. Goza na minha bucetinha. ── Você diz desesperada e ofegante em seu ouvido em meio as sentadas fortes. O garoto volta a apertar sua cintura tentando se segurar. Não precisava implorar, quando se deu conta já sentia o leitinho quente em seu buraquinho. Mas não parou de sentar até que sentisse o fluido pegajoso escorrendo por sua perna.
Jeongin se tremia como se tivesse levado um choque, e respirava desengonçado. Não se lembra da última vez que havia gozado assim, se é que já tivesse. Entrelaça os braços tonificados em volta de sua cintura, os dois imóveis pelo cansaço. Se recupera aos poucos, e você se retira de cima de seu corpo, voltando para seu assento de início. Não se segura e beija a boquinha que quase babava, ainda sem ar.
── Puta que pariu... ── É o que consegue falar após a sensação de euforia passar. Corre a mão pelo próprio cabelo, se trazendo pra realidade. ── Você é perfeita. ── Diz em admiração, como se você fosse uma entidade divina diante de seus olhos. Não se segura em rir, achando uma fofura. Algo clica em sua cabeça e a vira para sua direção em um movimento instantâneo. ── ‘Pera, você não gozou...
── Não se preocupa, meu bem. ‘Tô satisfeita. ── Você sorri doce e acaricia o ombro do garoto.
── Sério mesmo? ── Pergunta, se certificando que não estava falando da boca pra fora. Mal sabia ele que o ver naquele estado já era um refresco e tanto, mesmo que tivesse que se satisfazer sozinha mais tarde. Você assente, dando um beijinho em sua bochecha. Vocês se arrumam e começam a juntar suas coisas para deixar o local. Se preocuparia com o resto de seu código depois, não importava agora.
── Se bem que você pode compensar comigo qualquer dia. ── O olha de lado e sorri travessa. O garoto volta ao seu estado natural de vergonha e ri olhando para os próprios pés.