"Rapaz, eu não passo esse nervoso com o Marrocos desde a novela O Clone."
"Mas caralho como pode você ser pago pra fazer só uma coisa e ser RUIM nisso."

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@malkavianns
"Rapaz, eu não passo esse nervoso com o Marrocos desde a novela O Clone."
"Mas caralho como pode você ser pago pra fazer só uma coisa e ser RUIM nisso."
( quero trazer um muse novo pra cá. que é....... um cultivador de wuxia.)
"o amor não existe, klaus." yekun se recostou no balcão atrás de si. "as criaturas chamam muitas coisas de amor. dependência. obsessão. costume. devoção. fome. culpa... —" uma breve pausa, desviando o olhar para outro canto da sala sem nenhuma pretensão. "—medo de ficar sozinho." voltou a olha-lo. "e ninguém seria maluco o suficiente de vir me questionar sobre os meus contratos."
Os olhos de Klaus se arregalaram diante de uma afirmação tão categórica. Então ele riu — uma risada surpreendentemente sincera, daquelas que o fazem levar a mão à boca para esconder os caninos afiados, mesmo que elas durem apenas alguns instantes.
“Me desculpe. Eu devia ter imaginado que você diria algo assim.” Havia ainda um vestígio do riso em sua expressão quando voltou a encará-lo. “Você fala disso com muita convicção.”
( gostaria de informar que estão ocorrendo movimentações para responder turno. vem aí a qualquer momento, galera!)
ai, pelo inferno... como gostava de brincar com klaus. "veja bem, uma pessoa se sentir amada ou ser amada... é muito mais de acordo com o que a pessoa acha que é o amor. algumas pessoas acham que são palavras, outras, que são atitudes. presentes. presença."
"outro método é eu vasculhar na cabecinha daquela pobre alma, alguém que ela goste e qual a sua linguagem do amor. então, tomo a forma daquela pessoa e passo algum tempo agindo como o contratante sempre sonhou."
O vampiro assentiu, como quem absorve cada palavra dita pelo demônio. “Mas você não ama essa pessoa.” Observou de forma calma, quase casual. “Se o desejo é ser amado, alguém poderia contestar a sua parte da barganha com base nisso, não?” Havia um brilho curioso em seu olhar enquanto fitava Yekun. Klaus não pretendia chegar a lugar algum com aquela linha de raciocínio, estava apenas pentelhando o outro.
fui numa feira de artes no domingo e comprei uma coisa boa demais pra não postar aqui
um de seus muses recebeu uma caixinha com um barulhinho saindo de dentro... tic tac, tica tac, tica ta— oops!!
a caixinha explodiu um monte de glitter n
“O que é isso?” Questionou a bruxa, aproximando a caixinha do próprio ouvido enquanto a chacoalhava violentamente e então... poof! ✨✨✨✨
O som que escapou da boca de Marion foi um misto de grito e suspiro de surpresa, quase engolindo um punhado de glitter no processo.
Ele se sente um pouco derrotado no momento. Com os restos da caixinha ainda nas mãos, os ombros caídos e metade do rosto parecendo ter saído diretamente de uma briga contra um exército de pixies.
"na verdade, não é difícil. tem algumas opções." yekun inclinou a cabeça também, o olhando com um sorrisinho. "ás vezes, eu posso simplesmente modificar as memórias da pessoas que fez o contrato para que ela ache que foi concluído. mas como você deve saber, eu odeio fazer isso, então ficaria de último caso." analisando a reação dele.
“Claro que odeia.”
Em algum lugar de sua mente, Klaus teve a sensação de estar caminhando para uma espécie de armadilha. Mesmo assim, como costuma fazer quando se trata de Yekun, optou por morder a isca.
“E como você preferiria fazer isso, então?”
A cabeça continuou inclinada, o olhar ainda afiado. Ainda assim, ele deu um passo quase descompromissado para mais perto do outro homem.
"Aaaah~ Você é um querido!" Hana separou os docinhos e começou a ajeitar as coisas para finalmente ir embora daquela praça pra poder cozinhar alguma coisa super saborosa em casa e— ! Parou de se mexer. Poderia ficar muito brava agora? Poderia. Porque aquilo ali tinha uma carinha de ser uma meteção de louco só pra não gastar dinheiro... mas dessa vez vai deixar passar. "Não acredito, sério? Será que não te furtaram? Essa área aqui é meio pancada as vezes. Quer ajuda pra procurar?"
Ah. Que inconveniente.
Klaus fez uma careta, pressionando o polegar entre as sobrancelhas franzidas enquanto tentava lembrar quando fora a última vez que vira a carteira.
"Não, eu teria percebido." Respondeu, a voz levemente distante enquanto pensava. "Ah… se você não se incomodar." Aceitou a oferta da jovem, soltando um suspiro pesado.
"Eu me ofereceria para lhe transferir o valor, porém..." Pescou do bolso um flip phone de tom azul metálico, esperando que fosse explicação o suficiente. "Sinto muito por isso. Deve estar em algum lugar por aqui…" Comentou enquanto observava o espaço ao redor deles.
Ah, seria um problemão se não a encontrasse. Para começar, o cartão que levava por aí sequer era dele.
dessa vez foi o demônio quem abriu um sorriso, soltando uma leve risada nasal e então, suspirou. "com certeza. há muitos humanos por aí com ambições tão rasas quanto uma poça. quando estão desesperado e cegos de desejo, então..." fez uma breve pausa. "uma refeição decente, conhecer um lugar, ser amado... acho que foram os contratos mais fáceis que consegui."
"E como funciona um contrato cujo desejo é ser amado?" Klaus inclinou a cabeça, cruzando os braços enquanto estudava Yekun. "Fazer uma pessoa ser amada é diferente fazer uma pessoa se sentir amada. Imagino que esse tipo de semântica seja relevante."
"...." a pequena ficou olhando... analisando... pensando... "então é menina?"
"Não necessariamente. Só uma bruxa mesmo. Algumas bruxas são meninos, também... Ou nenhum dos dois"
"você é menino ou menina?"
"Eu? Eu sou uma bruxa." Certamente uma boa ideia falar isso para uma criança.
childhood memories
send me ( humor ) for my muse to tell a joke they remember from their childhood
send me ( tears ) for my muse to discuss a childhood memory that makes them sad
send me ( lost ) for my muse to talk about an item from childhood they wish they still had
send me ( anger ) for my muse to discuss a memory from childhood that makes them mad
send me ( smiles ) for my muse to talk about a childhood memory that makes them happy
send me ( rage ) for my muse to talk about how anger affected them throughout their childhood
send me ( doubt ) for my muse to discuss a time they weren’t believed as a child, due to their age
send me ( taught ) for my muse to talk about a time in their childhood when they learned a valuable lesson
send me ( memento ) for my muse to talk about an item they still carry with them from childhood, and its significance
send me ( discipline ) for my muse to talk about how the way their parent(s) / guardian raised them has affected their life, now
send me ( rose tinted ) for my muse to talk about a childhood memory they used to view as positive, but now see as negative
send me ( inspiration ) for my muse to talk about someone they knew as a child who inspired them to be who they are, currently
( quero fazer muse de honkai star rail :( )
( às vezes lembro que o motivo pro klaus ser alemão é porque eu gostava muito de tokio hotel com 13 anos — e ainda gosto aos 25 — e isso me levou a ter um repertório considerável de história e cultura alemã)
se tinha algo que yekun achava engraçado e gostava muito, era saber que falavam de si. por nenhum motivo em especial, mas era interessante saber como era visto pelos olhos alheios. e perto de tudo o que já havia aprendido , cozinhar era o de menos.
"bom, quando você precisa performar e chamar a atenção das pessoas ao seu redor, é preciso saber de tudo um pouco." klaus e suas piadas, ele parecia se divertir bastante com isso. o demônio apenas o olhou com um sorrisinho. "sim, isso mesmo. venderam a alma pra mim porque queriam comer um bolo de nozes. e eu, como uma alma pura e benevolente, aceitei."
O vampiro deu um sorriso breve, daquele tipo que beira um riso curto “Isso é muito filantrópico da sua parte” Disse ele, com clara ironia. “Mas você já teve? Contratantes cujos desejos eram tão modestos quanto kaffee und kuchen, quero dizer. Ou desejos humanos são sempre pequenos para você?”
starter | @scaryskv
“Há algum tempo, ouvi alguém dizer que você é um bom cozinheiro.”
O contexto desse comentário fora uma discussão sobre Yekun ser ou não atraente — detalhe bobo —, na qual Klaus assumira a posição de defender que sim — detalhe ainda mais bobo —, e essa habilidade acabou sendo apontada como o único ponto positivo do demônio — sem comentários —.
“E eu fiquei pensando: o que levaria um demônio milenar a aprender a cozinhar? Algum de seus antigos contratantes trocou a alma por um bolo de nozes?”