Eu sempre quis saber escrever uma história original, daquelas que roubam o fôlego do leitor, que mexem com a cabeça. Acho que muitos pensam dessa forma e se frustram por não conseguir ou por procrastinar para o eterno amanhã. E o amanhã não nos pertence, é sempre depois e é sempre passos a nossa frente e quando percebemos, o nosso quintal é do tamanho de bolinha de gude e bolinha de gude é passado, não é mais momento. É como quando percebemos que já não há pureza e que os adultos de outrora nos roubaram o direito a sonhar, nos deram relógios dos quais escravos nos tornamos e vivemos aquele inferno bíblico diariamente e sim, ele é eterno, nos causa sofrimento. E eu só queria uma história marcante que fizesse o leitor perder o fôlego.













