Entre as cidades do País que mais desflorestaram essa vegetação, a principal foi Itapipoca, no litoral Oeste, suprimindo 281 hectares
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Entre as cidades do País que mais desflorestaram essa vegetação, a principal foi Itapipoca, no litoral Oeste, suprimindo 281 hectares
Devido aos impactos das ações humanas em área de preservação ambiental na Sabiaguaba, o Ministério Público realizou uma vistoria no local
Entrevista sobre o projeto Restaura Cocó sobre os impactos dos incêndios no Parque Estadual do Cocó.
Da água ao ar, tudo de que o ser humano precisa depende da natureza – mas a relação dele com ela tem sido de degradação. No Ceará, em 2022,
Quem vive nos centros urbanos cearenses, em cenários construídos por concreto e asfalto, pode estranhar um dado: mais da metade do Ceará é
Empresa de materiais de construção, reforma e decoração, responsável pela implantação do projeto, disse que haverá espaços verdes urbanizado
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Da água ao ar, tudo de que o ser humano precisa depende da natureza – mas a relação dele com ela tem sido de degradação. No Ceará, em 2022,
Entrevista à Agência UFC sobre a biogeografia e conservação dos campos rupestres da Amazônia.
Atividades do BioVeg em 2019
O ano de 2019 foi muito produtivo para o Laboratório de Biodiversidade e Estudos da Vegetação do Labomar, da Universidade Federal do Ceará. Publicamos esse ano cinco artigos científicos em revistas, tivemos a primeira tese de doutorado defendida, da Roberta Moriconi, recebemos quatro alunos de mestrado (Lucas, Izaíra, Sâmila e Samuel), tivemos quatro trabalhos de TCC defendidos e nossos alunos levaram quatro resumos para quatro diferentes eventos no Brasil (ENEA, ENECAMB, Semana da Oceanografia e Encontro sobre Florestas Sazonalmente Secas). E olha que os Encontros Universitários ainda nem chegaram, pois teremos vários trabalhos apresentados lá. Também aprovamos um projeto de parceria internacional entre o BioVeg e a St Andrews University e Kew Gardens e recebemos um computador de alto desempenho para o laboratório via projeto. Também estamos colaborando com o José Luiz da Fiocruz em pesquisas e com a Clarice do Sesc na extensão. Temos tido a ativa participação do Mário em várias pesquisas, ampliando os projetos do laboratório. No total, tivemos esse ano uma bolsa de extensão, uma de Iniciação científica, três da BIA, uma de Monitoria, e quatro de mestrado, além dos diversos voluntários. Foram dadas quatro entrevistas para jornais, sites e à TV e temos vários trabalhos de graduação e pós-graduação em desenvolvimento que vão fazer o laboratório se destacar ainda mais ano que vem. Obrigado a todos por fazerem parte dos nossos projetos! Sem vocês o laboratório não teria sentido.
Documentário do programa Repórter Assembleia (da TV Assembleia do Ceará) sobre a Serra de Baturité. Vários pesquisadores são entrevistados sobre a história e biodiversidade da Serra.
Chamada para cargo de Pesquisador Colaborador/Pos-doc na Universidade Federal do Ceará na área de Fitossociologia, Biodiversidade e Conservação da Caatinga.
Projeto "Sensoriamento remoto para promover o uso sustentável das florestas tropicais sazonalmente secas (Remote Sensing for sustainable use of seasonally dry tropical forests- Learning to live with the forest)”
O projeto “Sensoriamento remoto para promover o uso sustentável das florestas tropicais sazonalmente secas” será um projeto multi-institucional na área de Ciências Ambientais a ser desenvolvido em uma parceria que envolverá a St Andrews University, na Escócia, o Royal Botanic Gardens, Kew, na Inglaterra, a Universidade Federal do Ceará, no Brasil, além de outros órgãos de pesquisa e tecnologia do Science and Technology Facility Council do Reino Unido. O projeto será financiado pela STFC e visa aplicar métodos de fitossociologia e florística e métodos de sensoriamento remoto em drones para monitoramento da estrutura da vegetação e para avaliação do estado de conservação de áreas degradadas do núcleo de desertificação de Irauçuba, Ceará. O projeto terá a participação de pesquisadores das áreas de engenharia, geografia, física e biologia, os quais farão o levantamento por sensoriamento remoto. A este grupo se juntará o Pesquisador Colaborador selecionado, a quem caberá realizar o inventário florístico e fitossociológico das áreas de caatinga estudadas. Dados de solo e dados espaciais serão associados posteriormente por meio de computadores ao levantamento da vegetação.
Este projeto busca selecionar, portanto, um botânico experiente, com doutorado na área de Biologia Vegetal, Botânica, Ecologia ou Ciências Florestais, para fazer levantamentos de campo, tanto florísticos quanto fitossociológicos. A pessoa selecionada irá atuar no laboratório BioVeg da UFC, e também em campo, em áreas de caatinga desertificadas em Irauçuba, interior do Ceará, bem como em outras áreas de caatinga que venham a ser de interesse do projeto. O pesquisador selecionado poderá optar por transformar seu vínculo de Pesquisador Colaborador em um vínculo de pós-doutorado, se assim o desejar. O selecionado receberá uma bolsa de R$ 5.000,00 mensais até março de 2021, sem vínculo empregatício (mas com vínculo de pesquisador colaborador) junto ao Labomar-UFC.
As seguintes habilidades são desejadas:
Profunda Motivação em realizar pesquisa de campo;
Vontade de atuar colaborativamente no laboratório de Biogeografia e Estudos de Vegetação (BioVeg), do Labomar UFC;
Experiência com levantamentos florísticos, depósito de material botânico em herbário e identificação de plantas;
Experiência com levantamentos fitossociológicos;
Conhecimento da Flora da Caatinga.
A pessoa selecionada trabalhará em parceria com o grupo interdisciplinar e terá oportunidades para aprender a usar estatística multivariada, análises biogeográficas, elaboração de mapas, uso de ferramentas de SIG, etc. Também ajudará os alunos de graduação e mestrado a desenvolver seus projetos, auxiliando na formação de recursos humanos.
A meta final do projeto é produzir conhecimento e publicações sobre a flora da Caatinga e os impactos da desertificação sobre sua biodiversidade.
Para se candidatar, cada candidato deve redigir uma carta de intenção, de no máximo duas páginas, explicando o porquê do interesse na vaga e como espera contribuir com o estudo da biodiversidade e impactos da desertificação na Caatinga. Deve adicionar um pequeno currículo explicando sua trajetória acadêmica, formação e ressaltando as habilidades que considera importante para a participação neste projeto. Deve também adicionar o link ao seu currículo Lattes atualizado. A carta de intenção, currículo, e link do Lattes deve ser encaminhado até o dia 25/10/2019 para o e-mail [email protected]
|FORTALEZA | Ocupação imobiliária agressiva ao redor dos mananciais vem afetando ao longo de décadas seus ecossistemas. Algumas lagoas desapareceram e outras diminuíram. Poluição também preocupa
Entrevista dada ao Jornal O Povo, do Ceará, sobre os impactos ambientais impostos às lagoas de Fortaleza.
Classificação fitogeográfica do Brasil
Em 1824 von Martius publicou o primeiro trabalho de classificação sobre a vegetação brasileira, o livro “Die Physiognomie des Pflanzenreiches in Brasilien” (disponível online em: https://books.google.com.br/books?id=bkMPAAAAQAAJ&printsec=frontcover&dq=von+martius&hl=en&sa=X&redir_esc=y#v=onepage&q=von%20martius&f=false ). Ele também produziu o mapa "Tabula Geografica Brasiliae", que foi publicado após sua morte, em 1906, no volume I da Flora Brasiliensis (o volume I foi o último a ser publicado da série e trazia, além do primeiro mapa biogeográfico do Brasil, belas pranchas com desenhos das paisagens brasileiras no século XIX).
Fig. 1- Mapa fitogeográfico do Brasil, de von Martius (Fonte: http://exposicoesvirtuais.arquivonacional.gov.br/pt-br/exposicoes/74-nacao-brasilica-180-anos-de-independencia/372-missao-austriaca ).
Fig. 2- Prancha de uma área de mata atlântica em São Paulo no século 19, publicada no volume I da Flora Brasiliensis (Fonte: http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus?vol=1&part=1 ).
Fig. 3- Prancha de uma área de floresta Amazônica no século 19, publicada no volume I da Flora Brasiliensis (Fonte: http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus?vol=1&part=1 ).
Fig. 4- Prancha de uma área de cerrado de Minas Gerais no século 19, publicada no volume I da Flora Brasiliensis (Fonte: http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus?vol=1&part=1 ).
Fig. 5- Prancha de uma área de caatinga na Bahia no século 19, publicada no volume I da Flora Brasiliensis (Fonte: http://florabrasiliensis.cria.org.br/opus?vol=1&part=1 ).
O mapa de Martius é, em muitos sentidos, uma produção incrível. Criado a partir de observações de Martius e Spix ao longo de suas viagens a cavalo e de barco ao interior do Brasil, o mapa é muito semelhante ao mapa de biomas produzido séculos mais tarde pelo IBGE com uso de tecnologias bem mais modernas. Os mapas fitogeográficos modernos são, em boa medida, apenas ajustes e modificações do mapa original de Martius que, em sua proposta original, colocou nomes de ninfas gregas aos domínios fitogeográficos brasileiros.
Fig. 6- Mapa de “biomas” do IBGE, que classifica o território brasileiro em seis grandes regiões naturais (Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtm )
Perceba como o mapa acima é semelhante ao de Martius. A localização dos limites entre os biomas do IBGE e a classificação de Martius são diferentes (afinal, Martius passou apenas por uma pequena parte do território a cavalo ou barco, enquanto atualmente dispomos de imagens de satélite, aerofotogrametrias e mapas bem mais completos do projeto Radam Brasil), mas a proposta de classificação é basicamente a mesma.
Falando em limites entre biomas, um avanço de percepção veio com a proposta do Geógrafo Aziz Ab’Saber. Ele publicou no livro “Domínios de Natureza no Brasil” um mapa de “Domínios Morfoclimáticos”, que tem uma grande sobreposição com os “Domínios Fitogeográficos” representados pelos biomas do IBGE. Seu mapa, muito parecido com o de Biomas do IBGE, mostra os grandes domínios de natureza do país, onde, no centro de cada domínio, haveria uma área nuclear (“core” em inglês), onde condições relativamente homogêneas e congruentes de clima e relevo típicas de cada domínio ocorreria. Áreas com morros e planaltos e chuvas abundantes na Mata Atlântica do Sudeste, áreas de clima semiárido e com chuvas erráticas e drenagem intermitente no semiárido nordestino, etc, constituiriam as condições nucleares típicas de cada domínio. E essas condições típicas de cada domínio são os condicionantes que determinam o tipo predominante de vegetação em cada região do Brasil, a qual é composta por uma flora adaptada às condições de clima e relevo das áreas core de cada Domínio. Entre um domínio e outro, haveria extensas faixas de transição (ecótonos), onde as características de um domínio vão sendo substituídas gradualmente pela do outro e, naturalmente, a flora e a vegetação também vão se alterando. As diferenças básicas entre o mapa de Ab’Saber e o do IBGE são as seguintes. O IBGE indica uma linha precisa onde um tipo de bioma acaba e o próximo começa. Ab’Saber considera incongruente indicar uma linha exata onde um domínio acaba e outro começa. Ele considera que há faixas ecotonais entre cada domínio e transições mais graduais. Além disso, Ab’Saber não reconhece o pantanal como um domínio próprio, mas sim como uma grande área de transição entre o Cerrado e o Chaco Boliviano. Em seu sistema, Ab’Saber também reconhece as florestas subtropicais com Araucária (Araucaria angustifolia) dos planaltos do Sul e Sudeste do Brasil como uma unidade separada, diferente da Mata Atlântica, enquanto IBGE enquadra essas florestas como parte da Mata Atlântica.
Fig. 7- Mapa de Domínios Morfoclimáticos de Ab’Saber, os quais têm forte correspondência com a fitogeografia do Brasil (Fonte: http://geografia-ensinareaprender.blogspot.com.br/2011/11/dominios-morfoclimaticos-do-brasil.html).
Vale destacar que dentro de cada domínio, também há encraves de outros tipos de vegetação dos domínios adjacentes. Em meio à Caatinga encontramos tanto manchas de vegetação de cerrado (ex: Floresta Nacional do Araripe, no Ceará e cerrados da Chapada Diamantina, na Bahia) quanto de mata atlântica (os chamados brejos de altitude, que ocorrem nas serras de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará). Em meio às grandes florestas brasileiras, tanto Amazônica quanto a Mata Atlântica, há áreas de vegetação de cerrado em meio à floresta, etc. Classificar biogeograficamente uma região extensa como o Brasil é de fato um desafio. Os encraves de um tipo de vegetação em meio a outro, as mudanças de composição florística seguindo tipos de solo ou gradientes climáticos ou diferentes tipos de relevo, tudo isso torna o desafio ainda maior. Entretanto, podemos reduzir o território do Brasil a um número relativamente pequeno de grandes unidades ecológicas, que o IBGE chama de biomas e Ab’Saber de Domínios. E, fazendo isso, ainda que haja exceções, melhoramos nossa compreensão da distribuição dos grupamentos vegetais e da geografia de nosso país. Curiosamente, essa empreitada começou, e de algum modo se manteve bastante estável, com os olhos argutos dos naturalistas que passaram há quase 200 anos por nosso país em barcos e sobre o lombo dos cavalos.
RELAÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS PARA ARBORIZAÇÃO EM FORTALEZA
A arborização das cidades brasileiras é notavelmente dominada por espécies exóticas, ignorando a rica biodiversidade nativa de nosso país. Sensível a esta questão, o Botânico e Eng. Agrônomo Antônio Sérgio Farias Castro produziu o texto abaixo, que posto neste blog. No texto, Castro discute sua visão sobre a problemática da desvalorização das espécies nativas e presenteia a cidade de Fortaleza com uma importante contribuição: uma lista de árvores nativas do Ceará que podem ser usadas como árvores ornamentais nas cidades costeiras do Estado.
RELAÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS PARA ARBORIZAÇÃO DE FORTALEZA
Antônio Sérgio Farias Castro
Eng. Agrônomo e Botânico
Abril de 2017
As populações humanas no planeta estão cada vez mais concentradas nas cidades, o que gera uma série de problemas, como a redução drástica da cobertura vegetal, o que por sua vez irá ocasionar uma perda significativa de qualidade de vida destas populações. Cidades saudáveis, mais agradáveis de viver dependem de uma boa cobertura vegetal natural e de uma boa arborização, é inconteste. Esta consciência tem se ampliado nos últimos anos e há iniciativas várias de plantio de árvores em muitas cidades do Brasil só que em muitos casos, sem o devido conhecimento técnico, uma vez que, infelizmente com plantas, muitos acham que sabem e fazem de qualquer jeito, desperdiçando recursos, energia e tempo. Um dos principais pontos para o sucesso dos plantios é a seleção criteriosa das espécies, devendo ser previstas uma maior quantidade e diversidade de espécies nativas dos ecossistemas do entorno. O emprego de espécies nativas na arborização e ajardinamento público e privado traz diversas vantagens como contribuir com a conservação da biodiversidade, com a introdução ou apenas manutenção no caso de nativas remanescentes da vegetação original ou ainda as que surgem por propagação espontânea; trazem um embelezamento distinto do "normal", com texturas, cores e formas diversas, com a "cara do lugar"; efeito educativo, uma vez que muitos são os que só irão conhecer as espécies nativas, por toda sua vida, se inseridas ou conservadas em ambientes urbanos. Outra vantagem do uso de nativas é a formação de Corredores Ecológicos proporcionando assim o fluxo de genes, animais e plantas entre os remanescentes florestais existentes. Também as nativas, por serem adaptadas ao meio tem mais vigor e são mais resistentes à pragas e doenças, intempéries e condições adversas, o que reduz ademais os custos de manutenção para que forneçam todos os benefícios da vegetação nos meios urbanos de forma durável, como a melhor infiltração de águas, proteção de mananciais, abrigo e alimentação da fauna autóctone, filtro de poluentes e ruídos, amenização de temperaturas, beleza paisagística e conforto psicológico.
O objetivo deste trabalho é apresentar uma Lista de Árvores Nativas do estado do Ceará, com possibilidade de uso na arborização urbana de Fortaleza, separadas apenas pelo porte. É sabido que a maioria dessas espécies não está disponível nos viveiros da região, onde predominam exóticas, contudo esta Lista irá por certo, despertar a atenção para as muitas possibilidades em nossa desconhecida flora, para uso em projetos de arborização, incentivando a coleta de propágulos e a produção de mudas, a partir do conhecimento. Necessário haver nas equipes quem conheça essas espécies em campo, de preferência botânicos, para que orientem as coletas e seu melhor emprego e manejo conforme as características e a ecologia das espécies. Se a espécie é heliófila ou umbrófila, caducifólia ou perenifólia, de locais secos ou úmidos, formato da copa, etc.
Gameleira tem raízes muito agressivas, devendo ser plantada longe de edificações e tubulações. Juazeiro apresenta brotações com abundância de espinhos, que devem ser removidas. Araticum-do-brejo é própria de solos encharcáveis, devendo ser plantada em margens de rios e lagoas. Embiratanha perde as folhas na época seca, sendo inadequada onde a intenção seja sombra plena e não é adequada a podas. Limãozinho possui muitos acúleos no tronco devendo ser inserida afastada da circulação.
Também importa dizer que há lacunas nesta área em relação ao comportamento de algumas espécies em meio urbano quanto a raízes, tolerância a podas, necessidade de maior ou menor irrigação, velocidade de crescimento, resistência de galhos, melhores espaçamentos, etc. Estudos e práticas são altamente recomendáveis.
Buscamos uma mudança de paradigma, não é mais possível que só tenhamos gramados, palmeiras e yucas, sem falar das exóticas invasoras, nas cidades do país da megadiversidade.
RELAÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS PARA ARBORIZAÇÃO DE FORTALEZA
ESPÉCIES NATIVAS DE PEQUENO PORTE (Até 4m)
Açoita-cavalo (Hirtella ciliata)
Arapiraca (Chloroleucon acacioides)
Angelca (Guettarda platypoda)
Angelim (Dahlstedtia araripensis)
Araticum-do-brejo (Annona glabra)
Catingueira (Cenostigma nordestinum)
Chifre-de-carneiro (Godmania dardanoi)
Côco-babão (Syagrus cearensis)
Freijorge-louro (Cordia glabrata)
Imburana (Commiphora leptophloeos)
João-mole (Guapira laxa)
Jucá (Libidibia ferrea)
Mangaba (Hancornia speciosa)
Milhomens (Leptolobium dasycarpum)
Murta (Eugenia punicifolia)
Pau-branco (Cordia oncocalyx)
Peroba (Tabebuia roseoalba)
Pereiro (Aspidosperma pyrifolium)
Piqui (Caryocar coriaceum)
Pitiá (Aspidosperma ulei)
Pau-violeta (Dalbergia cearensis)
Sabonete (Sapindus saponaria)
Ubaia (Eugenia luschnathiana)
Ubaia-de-cachorro (Eugenia azeda)
ESPÉCIES NATIVAS DE MÉDIO PORTE (4-8m)
Aldrago (Pterocarpus rohrii)
Almescla (Protium heptaphyllum)
Amargoso (Vatairea macrocarpa)
Burra-leiteira (Sapium glandulosum)
Cajueiro (Anacardium occidentale)
Caraúba (Tabebuia aurea)
Caroba (Jacaranda brasiliana)
Catanduba (Pityrocarpa moniliformis)
Coaçu (Coccoloba latifolia)
Cumaru (Amburana cearensis)
Embiratanha (Pseudobombax marginatum)
Freijorge (Cordia trichotoma)
Gonçalo-alves (Astronium fraxinifolium)
Ingaí (Inga laurina)
Ingazeira (Inga vera affinis)
Inharé (Brosimum gaudichaudii)
Ipê-verde (Cybistax antisyphilitica)
Jataí (Apuleia leiocarpa)
Jatobá (Hymenaea courbaril)
Jenipapo (Genipa americana)
Juazeiro (Ziziphus joazeiro)
Limãozinho (Zanthoxylum rhoifolium)
Marfim (Agonandra brasiliensis)
Mulungu (Erythrina velutina)
Murici (Byrsonima sericea)
Mutamba (Guazuma ulmifolia)
Pacotê (Cochlospermum vitifolium)
Paineira-de-dunas (Pachira endecaphylla)
Pajeú (Triplaris gardneriana)
Pau-branco-louro (Cordia glazioviana)
Pau-d'arco-roxo (Handroanthus impetiginosus)
Pau-d'arco-amarelo (Handroanthus chrysotrichus)
Pau-d'arco-amarelo (Handroanthus serratifolius)
Pau-d'arco-sapucaia (Zeyheria tuberculosa)
Pau-jangada (Cordia toqueve)
Pau-sangue (Pterocarpus villosus)
Pitomba (Talisia esculenta)
Praíba (Simarouba versicolor)
Quina-quina (Coutarea hexandra)
Rabujeira (Platymiscium floribundum)
Trapiá (Crateva tapia)
Xixá (Sterculia striata)
ESPÉCIES NATIVAS DE GRANDE PORTE (> 8m)
Angelim (Andira surinamensis)
Angico-branco (Albizia niopoides)
Barriguda (Ceiba glaziovii)
Bordão-de-velho (Samanea tubulosa)
Cajá (Spondias mombin)
Carnaúba (Copernicia prunifera)
Cássia-rosa (Cassia grandis)
Cedro (Cedrela odorata)
Gameleira (Ficus elliotiana)
Oiti (Licania tomentosa)
Oiticica (Licania rigida)
Pau-pombo (Tapirira guianensis)
Macaúba (Acrocomia intumescens)
Madeira-nova (Pterogyne nitens)
Marizeira (Geoffroea spinosa)
Mirindiba (Buchenavia tetraphylla)
Piroá (Basiloxylon brasiliensis)
Sabiá-tiúba (Colubrina glandulosa)
Tarumã (Vitex polygama)
Timbaúba (Enterolobium timbouva)