clairelamartine:
FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #1
@marzcuk; @catiexsalazar; @helgx & @labelle-lafleur

shark vs the universe
Misplaced Lens Cap
The Bowery Presents

PR's Tumblrdome

izzy's playlists!

@theartofmadeline

No title available

titsay

Product Placement
macklin celebrini has autism
taylor price
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
No title available
★

Discoholic 🪩
Doug Jones

#extradirty
Today's Document

ellievsbear
The Stonewall Inn
seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye

seen from Bangladesh

seen from United States
seen from Portugal
seen from United States

seen from Portugal
seen from United States
seen from Philippines
seen from Saudi Arabia
seen from Iraq

seen from Mexico
seen from Switzerland

seen from Netherlands
seen from United States
seen from Pakistan
seen from Australia

seen from United Kingdom
seen from Philippines
@marzcuk-blog
clairelamartine:
FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #1
@marzcuk; @catiexsalazar; @helgx & @labelle-lafleur
❝You're so drunk when I'm pretty.❞
[text to Cuzão] guarde isso pra alguém que se importe, babaca
[texto to Cuzão] é engraçado pra caralho você me acusar de trocar sua poção pra um Beijo de Veela, e depois falar isso
[text to Cuzão] *emoji de dedo do meio*
--- Nenhuma surpresa por aqui quando aparece no jornal que o Quiberon Quafflepunchers foi pra a final e está liderando o campeonato francês. Já já a Copa Mundial de Quadribol vai começar, e eu quero estar preparada. Quer dizer, falta pelo menos cinco ou seis meses, mas quem liga? A gente precisa começar se preparar agora, e eu obviamente vou torcer para a França. Você vai torcer pra quem?
“The big screens, the plastic-made dreams Say you don’t want it, say you don’t want it It’s our world, the picture-book girls Say you don’t want it, say you don’t want it Don’t you ask me if it’s love, my dear Love don’t really mean a thing ‘round here The fake scenes the plastic-made dreams Say you don’t want it, say you don’t want it”
--- Essa sou eu olhando para você dizer para si mesma que não gosta de garotas. Fala sério, vai negar esse rostinho lindo? Como assim, Magenta? Olha a heresia, vai pro inferno, viu?
@pinkpurplemagenta
girls do it better — m & i
Uma das melhores coisas sobre a Fraternité era o fato de que Margot podia andar pelos corredores com basicamente um shortinho e a camisa do pijama, já que sentia muito calor sempre. Na verdade, quase todas as meninas da casa faziam isso, já que só tinham meninas e elas ficavam mais confortáveis. Outra coisa muito importante era o acesso quase irrestrito aos dormitórios umas das outras, o que para Margot era ótimo, sexualmente falando. Os benefícios de existirem várias garotas que também gostavam de garotas em um mesmo lugar, sem vigilância constante... Ah, Margot tinha boas memórias para recordar na posteridade.
Ultimamente, uma garota nova tinha despertado seu interesse, com cabelos flamejantes e o sotaque tão americano, que fazia a francesa esboçar um pequeno sorriso entretido. Nada tinha demais acontecido, mas Margot gostava de conversar com ela, flertar com ela, até olhar pra ela enquanto ela estava concentrada fazendo outra coisa. Às vezes Margot ia para o ouro dormitório do sétimo ano vê-la, às vezes ela usava a desculpa de ir falar com Lakshmi -- que era colega de quarto dela -- sobre algo relacionado a quadribol. Não que Margot precisasse mesmo de alguma desculpa, mas não queria deixar na cara às vezes.
Margot e Indigo tinham combinado de se ver de noite, no dormitório de Indigo, e estava indo para lá quando viu a ruiva no corredor no meio do caminho. Franziu a sobrancelha, confusa.
--- Hey, eu estava indo para lá agora. Tá tudo bem?
@teindigo
they’re in the ring and they’re coming for blood — m & c
clairelamartine:
Aquele era o plano perfeito e Claire estava empolgada como nunca. Desde o primeiro ano, a francesa queria dizer umas boas verdades sobre aquela escola. Já começava em detestar a forma como as casas eram divididas, em uma divisão de gêneros totalmente desnecessária. O racismo e homofobia era clara, além da bullying que muitos alunos faziam naquela escola. Ela própria era bolsista, mas tinha sorte de ter uma personalidade que fazia com que as pessoas temessem se meter com aquele assunto. No entanto, existiam muitos outros que sofriam por ter uma condição financeira inferior. Existiam muitas injustiças ali para venderem a escola como um local perfeito.
Achara uma ótima ideia continuarem com a tradição do garoto que pichava as paredes da escola, a diferença era que Claire não queria se manter anônima. Margot conseguira lhe convencer que era o melhor a se fazer, já que ela com toda certeza perderia a bolsa ou seria expulsa de uma vez e apesar de tudo, Lamartine não queria aquilo. Na noite anterior ao que iriam até a biblioteca resolveu que escolheria um apelido para colocar nas pichações. Assim sentiria-se melhor por não estar fazendo tudo tão escondido.
Chegou na biblioteca e começou a observar o local para escolher onde seria melhor para escreverem tudo o que pretendiam. Escutou o assobio da amiga e abriu um sorriso de canto antes de assobiar de volta. Estendeu o braço e fez um gesto para que Margot andasse até ela. “Preparada?” Questionou arqueando a sobrancelha e levantando a varinha. “Eu pensei em um apelido para usar. Vou assinar como Morgana.” Confidenciou a outra. Em nome da Fada Morgana, Claire achava aquele um nome forte e colocava as mulheres em uma posição de poder.
Margot conseguia sentir um arrepio descer pela sua espinha, e adrenalina corria pelas suas veias, fazendo-a ter certeza de que o que estava fazendo era o certo. Suas mãos estavam geladas, e seus cabelos longos estavam presos em um coque firme, reflexo direto de momentos em que estava estressada e agitada. Nada podia atrapalhar aquele plano de ser colocado em execução. Assim que a porta da biblioteca foi aberta, entrou rapidamente com o feitiço de invisibilidade intacto, mas a poucos minutos de ser desfeito. Aproveitou esse tempo para escurecer os quadros, a maioria estava dormindo, então não perceberam, mas seria só questão de tempo. Fazendo-os ficarem cegos a elas, finalizou lançando um “Abaffiato” nas duas, para que suas vozes não fossem ouvidas por eles e posteriormente reconhecidas. Sentiu o feitiço de invisibilidade se desfazer pouco tempo antes da porta ser trancada.
--- Pronta pra jogar a merda toda no ventilador. --- Meneou com a cabeça de forma veemente, indo até Claire quando viu o gesto que esta fez. Arqueou as sobrancelhas quando ouviu o que disse, e sua boca automaticamente se abriu em surpresa. --- Isso é genial, eu adorei pra caralho. ---- Após alguns segundos pensando, disse. --- Eu vou assinar como Ártemis. Vamos nessa, temos que andar rápido aqui. Vamos falar sobre o quê primeiro? Eu queria falar sobre a homofobia clara da La Voisin, escrever umas frases no ar com um feitiço e deixar flutuando, sabe? E talvez pintar as paredes com a cor da bandeira LGBT, é bem fácil fazer isso. --- Margot se recostou na mesa atrás de si, olhando para o andar de cima da biblioteca, algo e imponente, com um olhar analítico. --- E colocar aquela bandeira da La Voisin que nós fizemos flutuando lá no teto, só que aumentamos muito mais, tipo como fica o rosto do Ministro no Ministério. --- Pontuou, se referindo à imagem que fizeram do rosto da diretora em uma bandeira preta, com um bigode de Hitler. Aquilo tinha sido fruto de um comentário que ouviu de um nascido-trouxa uma vez, comparando a diretora com o ex-ditador. Claramente Margot não sabia quem era Hitler, mas nada que uma pesquisa não bastasse.
rouxnate:
A temporada esportiva sempre me deixa muito estressado. O pessoal espera muito da gente, tem cobrança pra caramba, e ainda tenho que conduzir os testes pro time de Quadribol. Ando tão frustrado que estou me sentindo meio inchado ultimamente, não que eu tenha encontrado alguma ligação direta entre os dois fatos; minha irmã tem me comparado com um occami, dá pra acreditar nisso? Enfim, agora fiquei curioso: se você pudesse ser qualquer animal fantástico, qual escolheria?
--- Eu sei bem, Nate, eu acho que as meninas estão apostando pelas minhas costas quanto tempo eu vou durar até ter um AVC. Fala sério, eu tenho um coração mais forte do que isso, vaso ruim não quebra, não. Nem me fala nesses testes, eu estou com expectativas altas e acho que vou me decepcionar. É a primeira vez que eu faço esse tipo de coisa, já que a ex-capitã saiu do cargo ano passado e agora eu que mando nessa porra, né. A parte de mandar é ótimo, o negócio é saber mandar certo. Sabe, eu tenho uma intolerância escrotíssima à lactose e glúten, eu não posso comer porque eu passo mal de verdade. Talvez com você seja isso também, só que ligado ao emocional, sabe? Nossa, que pergunta aleatória. Eu acho que seria um Occami também, já que é o mascote da Fraternité, né. Mas eu acho que um dragão também é legal, eu posso voar e fazer churrasquinho.
"Shit, what did I do?"
Margot colocou um dedo por cima dos lábios de Claire, puxando-a para dentro de uma das milhares de salas vazias da escola, enquanto tentava fazê-la ficar em silêncio.
— Fica quieta, você não fez nada. Ainda. Eu só queria confirmar se a gente vai mesmo amanhã você sabe. Abaixo à Rainha Branca. — Margot fechou silenciosamente a porta da sala, verificando que esta só tinham dois quadros, ausentes de sua moldura no momento. Se referiu ao plano de vandalizar a biblioteca, o que provavelmente seria a palavra que a La Voisin usaria assim que toda a coisa vazasse. Olhava cúmplice para Claire, enfatizando com o olhar para manter a discrição.
Para Margot, o plano tinha duas fases. A primeira era “Abaixo à Rainha Branca”, uma clara referência à Rainha Vermelha de Alice in Wonderland, e considerando os boatos sobre a La Voisin ser a reencernação de Antoinette, era bem apropriado. A segunda fase era simples: “Ding dong, the bitch is dead”, só uma consequência da primeira: jogar a merda no ventilador e deixar todo mundo ver quem era mesmo a La Voisin.
Olha só quem está chegando em Beauxbatons! Seu nome é MARGOT MARZOUK, mas se parece demais com BELLA HADID. Dizem que seu status sanguíneo é PURO-SANGUE, tem DEZESSETE anos, e nasceu em MARSELHA – FRANÇA. Aqui na Academia de Magia de Beauxbatons, ela está no SÉTIMO ANO, e faz parte da casa FRATERNITÉ. Os mais próximos dizem que ela é CONFIANTE e SINCERA, mas os haters dizem que ela é AGRESSIVA e EGOÍSTA.
ELETIVAS: Batedora e capitã do time de quadribol da Fraternité, Adivinhação, Duelos, Mitologia, Arte e Cultura Trouxa e Moda Bruxa.
VARINHA: Azevinho, núcleo de pele de Occami, muito flexível e 28,9 cm.
PATRONO: Urso.
ANIMAL DE ESTIMAÇÃO: Nenhum.
Esther Marzouk era a personificação de tudo o que o dinheiro podia comprar, e sinceramente, ela não estava muito interessada em sair disso. Estar nas graças da família era o que importava para aproveitar seu dinheiro. Sendo os Marzouk uma grande família franco-palestina, ganhavam uma quantidade absurda de galeões na exportação de pó-de-flu vindo do Oriente Médio, vendendo para toda a Europa. Isso gerava mais festas de gala do que era saudável para o seu ego, e mais oportunidades para incentivar seu desvio de caráter, pois ao que parecia, era algo genético. Todos da família Marzouk tinham uma “personalidade forte”, o que poderia significar “spoiled rich” por alguns. Esther estudou em Beauxbatons e se formou com louros, mas depois disso, se dedicou em apoiar os negócios da família, e fazer o que sabia de melhor: ser rica.
Conhecida pelos tablóides franceses por ser uma bruxa feminista ativista, não foi muita surpresa quando Esther apareceu grávida e afirmava que foi uma “inseminação artificial”. Ela declarou que não precisava de um homem para criar uma filha, que seu maior desejo era ser mãe, e isso se repetiu por duas vezes seguidas, em um intervalo curtíssimo de tempo. A família Marzouk não gostou muito disso, pelo caráter mais tradicional palestino. Como eram mais flexíveis, usaram a imagem do feminismo que Esther de fato acreditava, para transformar o que poderia ser um problema em algo positivo para a família. Desde então, a reputação dela perante a família se tornou a de uma rebelde, ou intransigente. Se vendo sozinha com duas filhas para criar, Esther percebeu que estava na hora de mudar algumas coisas. Margot jamais teve uma palavra de ruim para falar sobre sua mãe, que sempre dava o máximo de si para ser a melhor mãe possível. Tudo o que Fleur tinha, Margot também tinha, e vice versa. Não lhes faltava amor ou atenção, muito menos as brigas na hora que eram necessárias.
Quando completou onze anos, viu a mãe começar a se relacionar com um belga estranho, afinal, para Margot, foi um choque ver a mãe se prender a alguém que não fosse ela ou a Fleur. Foi complicado para ela gostar de Nikolaj, no início, não queria que ela e a irmã tivessem que dividir a atenção da mãe com ele. Pareceu ser recíproco para o filho dele. Alek também não gostava muito de ter uma mulher por perto, o que parecia ser compreensível para Margot, já que estavam em posições semelhantes. No entanto, com o passar do tempo, a relação foi ficando mais séria, fazendo com que o Van Damme e a Marzouk se casassem. Após certo tempo, Margot percebeu que não era tão ruim assim ter eles dois na família, e a contragosto, começou a ter Nikolaj como figura paterna.
Nunca soube quem era seu pai biológico, não importava quanto a mãe dissesse que não sabia, pois havia sido um doador anônimo. O tempo fez com que ela amadurecesse o assunto, mas nunca acreditou nem por um segundo na história do doador, mesmo que todo mundo parecesse acreditar. Margot e Fleur tentaram investigar e ir mais à fundo na história, sem sucesso. As irmãs Marzouk, inclusive, são melhores amigas, completamente inseparáveis.
Foi difícil para Margot ver Fleur ir para Beauxbatons sozinha, enquanto ela ficava em casa. Nesse período se comunicava periodicamente com Fleur por correspondências, e suas expectativas para a escola cresceram. No ano seguinte, foi sua vez de ir para Beauxbatons, e amou a escola cada segundo. Teve vários problemas por conta de seu comportamento agressivo e inconsequente, o que permanece até hoje. Foi selecionada de cara para a Fraternité, e ama as meninas da casa, tendo convicção de que está no lugar certo. Acredita muito em sororidade e aplica isso sempre.
Desde criança era apaixonada pelo time de quadribol Quiberon Quafflepunchers, e via os jogos completamente hipnotizada, o que a inspirou para tentar entrar no time de quadribol. Não passou de primeira, decepcionada em seus doze anos, e usou isso como motivação para tentar novamente no ano seguinte, e só passou quando estava no quarto ano. Galgou seu caminho arduamente pelo time de quadribol, e esse ano recebeu o distintivo de capitã da Fraternité. Tem muito orgulho disso, e pretende se esforçar para fazer jus ao cargo.
É razoável em todas as matérias, estudando o suficiente para passar direto, não é aluna destaque por conta de suas notas, provavelmente pela sua falta de esforço. A única exceção é Poções, matéria que se dedica muito e ama, fazendo questão de tirar as maiores notas que consegue, além de fazer leituras extracurriculares. Percebendo seu talento na matéria, começou a fazer poções por encomenda de colegas, e vende quase todo tipo de poção em troca de alguns exorbitantes galeões. Não é como se a maior parte dos alunos não pudesse pagar.
A conduta de Margot é parecida com a da mãe; confrontativa e inconsequente, que via de regra causa confusão, e só percebe a merda que fez bem depois. Ela é ambiciosa, persegue o que quer e o que acredita ser certo, e às vezes dissimulada, mas não somente como forma de defesa em situações que se sente ameaçada. Ao contrário da mãe, preza pela lealdade, acredita e segue até o fim em quem confia. Seu jeito é agressivo, o que pode afastar um pouco as pessoas dela por se sentirem atacados, desconfortáveis, irritados ou um pouco intimidados. Isso também já fez Margot pegar várias detenções por acabar desrespeitando professores. Geralmente é sincera com o que pensa, não se importando com opiniões alheias. É confiante sobre si mesma, e geralmente sabe o que quer, todavia, quando não sabe, não faz questão de esconder isso. Usa isso como forma de disfarçar o fato de que é pensa muito em si, colocando suas necessidades antes dos outros sem perceber. Mimada por toda a família, não é raro ver isso em qualquer jovem do ciclo social que ela frequenta. Margot é uma alma livre, e detesta se sentir presa, motivo pelo qual tem certa aversão a compromissos. Tem consciência de que, uma vez que se apaixona por alguém, é de uma vez só, rápido e intenso, só tendo olhos para aquela pessoa. Também é muito comunicativa e tenta ser amigável, mesmo que essa não seja a impressão que passe para algumas pessoas.
Cresceu brincando com a irmã e os primos no conjunto residencial da família, voando na vassoura e jogando quadribol, tendo aulas infinitas de etiqueta e ballet, mesmo que não gostasse mesmo da dança.
Às vezes Nikolaj ia às reuniões de pais e mestres, dava bronca nela quando ela fazia besteira, aconselhava, ensinava dicas de quadribol e amenizava a fúria de Esther quando Margot aprontava. Ele até fazia chocolate quente! Logo após o casamento, se mudaram para a Bélgica, o que foi bem ruim para Margot, pois morou a vida toda na França e não estava acostumada a um local tão frio. Ficaram lá até os 14 anos, quando se mudaram de volta para Marselha.
Margot adora festas, e um de seus hobbies favoritos é beber champagne comprado ilegalmente em Bonnabri nas dependências da escola.
Jamais passou pela cabeça de Margot mudar de casa. Por mais que seja egoísta, é extremamente leal e possui um senso de sororidade enorme, amando sua casa e defendendo-a sempre.
Sempre desconfiou que não fosse heterossexual, mas só teve a prova concreta quando beijou uma garota pela primeira vez em uma das primeiras festas que frequentou, com seus quinze anos. Desde então, diz que é bissexual, mas não gosta de se rotular e acredita que sexualidade é fluida.
Tem uma intolerância absurda a lactose e glúten, e esses dois itens estão banidos de sua alimentação. Toda vez que acaba comendo um deles por acidente, passa mal por pelo menos três dias, com uma sensação constante de enjoo, prisão de ventre e barriga estufada.
Listen I’m bi as Heck and as much as I love girls, I also love boys? Boys are amazing and pure and liking boys is a wonderful feeling? I never see a lot of posts talking about cute boys so
Some Boy Aesthetics™ I’m in love with include:
Their tired grins? Have you seen a cute boy grin when he’s tired? Life Changing
Sleeves rolled up to forearms is all good and Well but also when they have Sweater Paws in their hoodies or jumpers? Makes the tallest of them seem so smol? I’m lov?
When they run their hand through their hair and it sticks up in places and it looks So Good
Collar Bones
Soft pudgy stomachs they absolutely make me melt
When ya boy gets flustered A++ Bonus points if he giggles Boys giggling is Everything
I think this is like the first positive post about boys that isnt to do with a celebrity for ages and it is actually super nice to read????
MOODBOARD ☆ GLAMOUR AT ITS FINEST
they’re in the ring and they’re coming for blood — m & c
Margot se impressionava em quantos séculos uma tradição podia ser perpetuada com poucos desvios. Beauxbatons era a personificação de como a elite bruxa podia ser escrota, e ela nem sabia se começava pelo racismo com bruxos de outras raças, pela exigência monetária exorbitante exigida para entrar na escola, ou a LGBTfobia de alguns professores. Mas o que tirava Margot completamente do sério era o incrível sexismo perpetuado até hoje por todos, incluindo a Diretora La Voisin. A gota d’água havia sido quando a Marzouk ouviu a diretora comentar sobre como a Fraternité e a Liberté eram sodoma. Ou seja, a face de diretora boa era só uma fachada, para uma pessoa extremamente LGBTfóbica. Margot quis muito interferir na hora, mas Claire tapou sua boca, já que elas só se foderiam no fim, e nem era para elas estarem na sala da diretora. Por causa de uma aposta idiota, entraram em uma passagem secreta do abandonado, e só foram descobrir que dava na sala da diretora bem depois.
Fazia uma semana que isso havia acontecido, e desde então as duas estavam bolando uma revanche contra a escola, mais especificamente, contra a La Voisin. Era ridículo? Era. Inconsequente? Com certeza. Exatamente algo que as duas fariam. Mas desde que o anônimo que pichava coisas nas paredes de Beauxbatons havia desaparecido sem traços, Margot teve a ideia de tomar o lugar dele momentaneamente. Discutiram isso na sala secreta do Salão Ônix, cortesia de seu irmão, que contou para Claire um dia sobre a existência da sala e como entrar. Lá era melhor, sem vigilância, então podiam discutir todos os detalhes. Invadiriam a biblioteca, e diriam exatamente o que pensavam sobre aquela merda de escola. Um feitiço permanente, e tudo ficaria perpetuado por um bom tempo.
A primeira coisa que elas precisavam, era garantir que não seriam pegas. Isso ficou por conta de Margot, que teve a ideia das duas ficarem invisíveis em seu caminho até a biblioteca, e ao chegarem lá, colocariam um feitiço que escurecia por uma hora os quadros da biblioteca, fazendo com que eles não conseguissem enxergar nada. Tirariam os feitiços de invisibilidade, e começariam a colocar seu plano em ação.
Margot saiu do salão comunal da Fraternité, e caminhou com passos rápidos até a porta da biblioteca. Quando chegou lá, para sondar o lugar e saber se Claire estava por ali, assobiou baixinho a música combinada. Imediatamente ouviu o assobio de volta, sabendo que Claire estava lá, abriu a porta da biblioteca.
Era a hora do show.
i know that you got daddy issues, and i do too — b & m
Margot não era uma garota muito sensível, delicada, ou qualquer coisa que remetesse ao tipo babygirl que a escola projetava sobre o que uma garota devia ser. Margot era bruta, honesta, ride or die, desbocada. Não parava para remoer sobre um assunto e sofrer por isso, ela resolvia seus assuntos na hora, e de um jeito mais agressivo do que seria recomendado. Não deixava nada para depois, era puramente get shit done, e honestamente, não estava se preocupando muito com o que as outras pessoas pensavam dela. Aprendeu com a mãe que as pessoas a julgariam a vida inteira, independente do que Margot fizesse, então ela podia muito bem ser julgada pelas coisas que queria e gostava de fazer mesmo, fodam-se os outros.
Era uma madrugada de terça-feira, e o vitral que cobria a piscina externa emitia um brilho bonito, enquanto era iluminado pela luz da lua. Margot julgava ser um vidro encantado que absorvia a luz do sol durante o dia e deixava passar só a iluminação necessária, assim nunca ficava muito calor ou iluminado demais lá dentro. À noite a luz da lua entrava em conflito com a do sol quando seus raios batiam no vitral. Era algo bonito de se ver. Deixava Margot confortável, e a acalmava de uma forma em que ela não estava acostumava. Não ouvia mais o sangue pulsando em seus ouvidos como de costume, ou o impulso inconsciente de fazer a primeira coisa que desse na telha. Se sentia serena, e conseguia controlar sua respiração, enquanto seu corpo estava parte submerso na piscina. A temperatura era gelada, porque Bayard havia ajustado magicamente a temperatura.
Por mais que ela prezasse sua individualidade, era bom não estar ali sozinha. Bayard era um dos seus melhores amigos, e o entendia porque ele tinha o mesmo jeito bruto e impulsivo de Margot, o que gerava brigas às vezes, mas principalmente conversas interessantes. Não havia muitos assuntos que Margot não se sentia confortável em falar com ele, mas a conversa nunca havia chegado no ponto daddy issues. Haviam consensos que não precisavam ser estabelecidos em voz alta, e um desses era o fato de que ambos evitavam falar sobre seus pais. Por mais que Margot negasse e ignorasse, ela sentia o coração apertado por não saber quem seu pai era. Depois de tanto tempo conhecendo Bayard, sabia como era o pai dele, que inclusive já havia expressamente censurado a conduta dos Marzouk.
Mas Margot estava cansada e meio bêbada, e Bayard provavelmente também estava. Garrafas de champagne se acumulavam ao redor deles sem muito motivo, e agora estavam na metade da segunda. Podiam ter quantas taças quisessem, de cristal ou até de prata de duende, mas não havia forma melhor de beber champagne do que direto da boca da garrafa. O gosto doce e forte explodia na boca de Margot a cada gole, e a consolava sentir a textura das bolhas na boca.
--- Sabe, a coisa perigosa do champagne é que ele te embebeda sem você perceber. Ele é doce e suave, e quando você percebe, já bebeu quase cinco garrafas. --- Refletiu em voz alta, com a sensação da água da piscina a levar, e sabendo que isso era bem acentuado pelo seu estado de embriaguez. --- É como se apaixonar, quando você nota, sabe que está completamente fodido. Ou lembrando de coisas que você não queria lembrar. Eu costumo deixar pra lá toda a questão da inseminação artificial e o fato de que eu provavelmente nunca vou saber quem é mesmo meu pai. Mas às vezes eu penso nisso no dia dos pais, quando meu padrasto não está olhando. Eu adoro ele, sabe? Ele é incrível, mas eu queria saber de onde eu vim. Às vezes eu acho que essa história de inseminação é uma puta mentira pra minha mãe esconder o fato de que eu e a Fleur somos bastardas. É algo que ela faria. --- Suspirou, inconscientemente expressando seus pensamentos, e tocando em um assunto que nunca havia falado abertamente sobre. Deu mais um gole no champagne, e passou a garrafa para Bayard, sentindo o frio da piscina congelar até os ossos.
i. SHE WANTED TO BE A CLOUDBURST, INCARNATE. For her heart had been molded into thunder, and the liquid in her veins had been soaked up & spat out: until it was not earthly anymore. (Olympians all knew that Zeus does not forgive.) ii. SHE WANTED TO BE A TURMOIL, INCARNATE. for no one bid her be a canvas, so she became one herself. She painted a castle with pomegranate juice and called herself a queen. (Zeus takes the picture, and he frames it.) iii. SHE WANTED TO BE SANCTITY, INCARNATE. for her mother’s meadows were her sole place to hide whenever she heard thunder in the distance. Moons ago, the girl smothered with tall grass did not know how she would come to withstand and defy them. iv. (Zeus raises his glass, and says: this is how you breed a goddess.)
( Demi Ev. ) Persephone’s Girlhood (via nehmesis)
os irmãos van damme em: a mandrágora grávida
A matéria favorita de Margot era, sem dúvidas, poções. Ela era muito talentosa na área, e gostava mesmo de estudar o assunto. Por tabela, acabava estudando herbologia e criaturas mágicas também, precisava saber a propriedade das coisas que colocava nas poções. Não queria dizer que ela era boa nisso, especialmente em herbologia. Bom, ao menos na parte prática.
--- Eu odeio essa matéria, eu só estudo mesmo porque eu preciso. Pelo menos eu fiquei com você aqui, poderia ter sido pior, eu podia ter ficado com alguém insuportável. --- Reclamou, olhando para a mandrágora em sua frente com uma expressão de desgosto, observando a planta se contorcer no pote. Tinha o abafador de ouvidos no lugar, ou provavelmente já teria ficado surda naquela altura do campeonato, e conseguia se comunicar com Alek através de leitura labial.
Depois de tanto tempo aprontando juntos, e se colocando em problemas especialmente por coisas que Margot havia feito de errado e acabou arrastando o irmão adotivo junto, haviam se aperfeiçoado nisso. Era assombroso como eles se comunicavam bem, e compreendiam muito um ao outro, apesar das evidentes diferenças entre os dois.
@aleklvandamme