Task: In family ( Letter on the table )
“Rita, eu preciso da minha gravata branca.” Morrison solicitou o serviço da empregada. A mulher estava acostumada a ver o patrão apenas de cueca tipo boxer andando pela casa.
Scott foi até a área de serviços do apartamento de luxo, ela estava no balcão passando o terno completo preto, assim como a camisa. Tudo ja pendurado em ganchos para que ele pudesse pegar. “O que seria de mim sem você na minha vida?” Beijo a bochecha dela e voltava para o quarto, vestindo as roupas em tempo recorde, tinha uma reunião com a diretora de uma outlet, a intenção de dar novos vestuários para as garotas.
O som do interfone lhe desperto o interesse, mas Rita cuidaria disso também. Em poucos segundos ela estava dentro de seu quarto, tinham uma relação muito bom e mesmo que a mulher tivesse uns quarenta anos, era muito bonita e latina. Mais Scott lhe tinha extremo respeito, diferente do que ele bordava quando estavam com os outros.
- Senhor Morrison, o seu pai está subindo. -
A fala da mulher o deixo travado. Rita que tomo a atitude de andar até ele e passar a gravata branca e engomada em seu pescoço, o virando pra ela.
- Não pode se assustar, ele não tem mais controle por sua vida. Já é um homem e cuida de tudo o que é seu, sua mãe se certifico disso. -
Rita ja era empregada de sua mãe, praticamente veio com o pacote de herança e era ela quem vinha lhe aconselhando e ajudando em tudo no seu dia a dia. A campainha foi tocada e ela após deixar sua gravata impecável se afastou. Scott terminou de vestir o colete e o terno, deixando ele aberto enquanto andava na direção da sala. Os sapatos stilo italiano eram de um couro cru e opaco, mas que acentava muito bem ao restante do conjunto. Perfumado, ele chegou na sala. Rita servia um cappuccino ao homem onipotente em seu terno fino e azul marinho.
- Não foi a reunião dos investidores. -
O homem iniciava, se levantando pra tocar sua mão. “ Não tenho nenhuma ação.”
- Tem as que eu te dei. -
Scott o olho nos olhos. “ Pode retirar, tenho tudo de que preciso a….”
- Esse bordel de bairro não paga a sua qualidade de vida. -
“Não preciso de qualidade. Só das minhas contas.” O homem depois de levantar, deixo o envelope em cima da mesinha de centro. O rapaz ficou parado encarando o volume, sabia que era sua mesada mensal. Um homem de 30 anos que ganhava mesada do papai.
- Não perca a próxima reunião, te espero lá embaixo, quero conhecer seu bordel. -
“ Rever, e é uma boate de striptease. ” Alfineto, sabia que o pai havia conhecido sua mãe ali e tinha bancado praticamente todo o bw nos anos para manter ela calada. A estória ainda mexia com Scott, não tinha sofrido em sua vida e nem sentido verdadeira falta da mãe. Mais estar no apartamento dela, vivendo com as coisas dela e a vida dela era quase como se a conhecesse melhor agora. E a amava. Ser cafetina, empresária e ex-garota de programa e stripper, era apenas uma coisa boa a vista do americano agora. “Amava a minha mãe, podia ter escolhido não me criar. Mais ficou comigo porque eu era filho dela… A pagava não pelo silencio, mais pra garantir que ela nunca mais precisaria se deitar com outro homem por dinheiro.” O homem respirou fundo e andou até a porta.
- Isso não importa mais. Ela está morta, e você está aqui. -
“ Dinheiro não é amor, pai.” O homem deixou a xicara no balcão e saiu do apartamento. Quem era Scott pra dizer a diferença se pra ele tudo era apenas luxo e sexo? Ele fico encarando a porta fechada e só percebeu quando Rita ofereceu o cappuccino de Scott, ele beberia antes de sair. Mais olhou pra latina e ria pra evitar parecer ressentido. “ Não pareço tão independente. ”
- Sinto muito, Sr Morrison.-












