Cosimo Galluzzi

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@msriorson
sei la, to afim de ler mais um livro aleatório hoje só pelo fun of it
e estou indo pro quinto livro do mês. julho sozinho já venceu meu 2025
Você me olha
sinto tanto
que perco o ritmo
mas o coração não
uma veia dança no pescoço
e eu te procuro com as mãos
quero te alcançar
calar seu riso
com o meu
até te sentir,
assim como eu,
sem ar
Atravessando as barreiras que eu mesmo criei.
Sem Filtro, Sem Metáfora
Não existe poesia naquilo que te corrói por dentro.Não há beleza em sentir o peito comprimido como se o ar recusasse entrar, nem em ver o próprio corpo trair a pouca paz que resta. A ansiedade dói na pele e nos ossos: É a tensão que trava os ombros e pesa nas costas. É a exaustão física de quem passa o dia inteiro em estado de alerta.
É o nó na garganta que nunca desfaz. E dói, acima de tudo, na alma. Um desgaste invisível que rouba momentos, que destrói certezas, que consome o presente e deixa apenas o medo no lugar. Eu me recuso a romantizar esse desgaste. Recuso-me a disfarçar o prejuízo de frases prontas ou de aceitar a dor como se ela fosse um preço obrigatório a se pagar. Não há nada de normal em ter que conviver com algo que só tira. A rotina virou um campo de batalha interno entre quem eu sou e o ruído da minha mente. E a verdade nua é esta: Tem dias em que eu perco. Dias em que a ansiedade vence, toma conta, e tudo o que resta é recolher os cacos e esperar a poeira baixar. E tem dias em que não há reservas. Dias em que preciso rasgar o vazio, buscar força exatamente de onde não sobrou nada, apenas para garantir a vitória de mais um dia. Reconhecer esse cansaço sem enfeitar a ferida é a única forma de respeitar a própria resistência.
Carolina Alves
abstinência de bolo de cenoura com cobertura de chocolate
e tem um culpado
descobri que estou escutando música de IA que ódio