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@mutismos
“E a vida continua, com ou sem qualquer um.”
— Caio Fernando Abreu.
Aprendi que as folhas das árvores servem para nos ensinar a cair sem alardes.
Manoel de Barros
você é o café
que eu bebo
às 2 da manhã;
amargo,
frio
e num gole só,
com ânsia
de que se acabe
sem deixar o
gosto na língua.
— eternidadepoetica/Instagram
“Não é carência. Eu não preciso encher a cara até não me lembrar onde estou. Não preciso conhecer pessoas novas. Não é isolamento. É apenas um cansaço na mente, no coração, na alma. Vai passar.”
— Letícia Amanda
Parte de mim quer se afastar
de tudo e todos.
Sumir e não voltar tão cedo.
Mas a outra parte sabe que não vai funcionar
o que me mata tá dentro de mim,
e vai comigo pra qualquer lugar.
“Antes de ir, eu já estava partido.”
— Eu me Chamo Antônio.
A ti algumas linhas arrancadas, porque me dar em palavras há muito não me acontece. Eu costumava escrever, ou achava que o fazia, mas me partia em pedaços para que outro pudesse me juntar. Deixava nas entrelinhas a inocência e me despia, abandonando verdades e caminhos, desflorescendo em cada noite acompanhada pela solidão. Fui arrancada do meu pé, terra firme, solo fértil, e perdi o chão. Perdi as pétalas e as sutilezas. Sobrou à armadura, os espinhos. Restou esse solo infértil, terra arrasada, meu chão salgado. De sol a sol, floresci. A toda flor, à poda. Chegou você. Florida, impura e maliciosa, não me abri. E nesse jardim de flores e dores, você passou. Porque não se trata de arrancar pétalas, palavras ou raízes. Se trata de me ter inteira, ficar e ser, mas você sempre se foi.
E eu continuei flor.
“Aí o telefone tocou. Deixei tocar. Nunca atendia ao telefone na parte da manhã. Tocou cinco vezes e parou. Eu estava sozinho comigo mesmo. E, por mais repugnante que fosse, era melhor que estar com alguém, qualquer um, todos lá fora fazendo seus pequenos truques e piruetas. Puxei as cobertas até o pescoço e esperei. Decidi ficar na cama até o meio-dia. Talvez então a metade do mundo estivesse morta e ele seria menos difícil de enfrentar.”
— Charles Bukowski.
Na cerca de (in)certezas de minh’alma pousou um pássaro. O pôr do sol assentou também, dobrou-se sobre o horizonte e beijou o infinito. Ambos sussurraram histórias mudas que invejaram o céu. A ave em canto chorou saudade e seu pranto ninou o astro rei. A Noite, ambiciosa, derramou escuridão. Amanheceu. O c(éu) também sabia sentir. Havia esperança.
Sobre pássaros que voam cedo demais. Mutismos.
“O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente. E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver.”
— Mario Quintana.
NGC 4522 - A Spiral Galaxy Being Stripped of Its Gas Content