Jessica Chastain interviewed for 50’ Inside
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@mvrivn
Jessica Chastain interviewed for 50’ Inside
ritmeyzrs:
“ah, não! olha quem está falando mal de cerveja. isso é inadmissível, a gente teve mais de um porre de cerveja, esqueceu?” soltou uma gargalhada, a mente rapidamente indo até essas lembranças. sabia que a outra não brincava totalmente; a delegada, no entanto, ainda amava a bebida. apenas mais uma das diferenças entre elas que, para falar a verdade, faziam nadine amar a relação ainda mais. enquanto a outra procurava pelo vinho, já preparada duas taças ao mesmo tempo que terminava de mexer os cogumelos, diminuindo o fogo. “mark. fucking. white.” soltou, pausadamente, esperando pela surpresa da outra. sabia que falava como uma adolescente e amava a sensação. “além desse nome péssimo, agora ele decidiu que sou a única que pode ajudar com a pesquisa dele. o idiota ainda não entendeu que eu não ajudo em pesquisas, só lidero as minhas que, aliás, consomem tempo que já não tenho.”
“Na verdade, sim. Me esqueci de todos eles: o passado está no passado, Nadine Ritmeyer, gentileza deixá-lo assim.” Ela também riu com a lembrança de infinitas loucuras feitas na época da universidade. “Porra, eram bons tempos.” Marion se ergueu, tendo finalmente encontrado a garrafa do vinho importado, com uma careta no rosto que muito se diferencia das expressões altivas e frias que dirige às pessoas na sua rotina. Ela dedicava à Nadine a parte mais espontânea de sua personalidade, livre de máscaras. “O que ele quer? Não entendi. Como é que você vai ajudá-lo com a pesquisa? Isso, pra mim, é nada mais nada menos que uma desculpa pra te visitar aqui tarde da noite.”
rowan-g:
A rotina de Rowan poderia ser bastante monotona e ela não podia detestar mais esse fato. Há todo momento a morena buscava uma forma de fazer algo diferente, nem que fosse mudar os móveis da clinica do lugar com ajuda de algum dos outros funcionários do lugar, mas muitas vezes isso não era suficiente para que o dia despertasse algum interesse dela. Quando fora avisada que Marion estava a sua espera, a morena agracedeu mentalmente pela aparente telepatia das duas e se direcionou ao lugar tirando o jaleco que usava durante os atendimentos no caminho até ela. – Nem precisa pedir duas vezes, I’m yours! – Dramatizou em meio a um suspiro cansado e um riso expontâneo. Se tinha algo que Rowan Gardner adorava eram surpresas. – Você só podia ter me dado algum dica, estou com essa roupa desde que sai de casa. – Comentou olhando rapidamente para a miga e depois para as próprias roupas, querendo estar um pouco mais apresentável para um noite como aquela. – Eric, estou saindo, o último paciente desmarcou. – Gritou para o rapaz que estava atrás do balcão principal, pegando sua bolsa no armário próximo as duas, direcionando a saida para a amiga em seguida. – O que você tem em mente para nós hoje?
“Bom, eu também estou com a mesma roupa desde que saí de casa.” Abaixou o olhar para a saia e blusa sociais, depois atentou-se para o que Rowan vestia. “Você está bonita, Rowie, não se preocupe.” Só respondeu à dúvida da veterinária quando se acomodaram dentro do táxi. Marion dificilmente abandonava seu aparelho celular para qualquer coisa. Enquanto contava os planos, digitava uma mensagem à sua secretária. “Gold Nightclub. Vamos unir o útil ao agradável.” Ela ergueu um olhar inocente do iPhone para a Gardner, pois estava admitindo que tinha intenção de trabalhar ao mesmo tempo em que se divertiam. Lá no Gold encontraria um de seus informantes. “Não reclame, ok? Há quanto tempo você não sai da rotina, aliás? Você deveria me agradecer de joelhos.”
por: anônimo // @mvrivn
ritmeyzrs:
tinha que desenvolver novos hobbies. sabia disso e vivia falando para os colegas de trabalho o fazerem. fosse pintura, dança, qualquer coisa que os distraísse mesmo que minimamente do clima pesado constante. era isso que tentava fazer quando cozinhava, mas estar sozinha nesses momentos os tornava um tanto inúteis, uma vez que seus pensamentos sempre voltavam pra caso x ou vítima y. estar com alguém com quem poderia falar sobre qualquer outra coisa era perfeito, a deixava respirar, coisa que esquecia de fazer muitas vezes. “hmmmm. fazem mil anos que não bebo vinho, acho que só o faço com você. deve ser porque é muito mais chique do que a típica cerveja dos garotos.” se referia, é claro, aos policiais. logo mordeu o lábio, tentando se impedir de falar sobre trabalho e qualquer coisa que fizesse parte. “não, mas agora quero uma taça de vinho. acho que ainda tenho do que você trouxe da última vez que veio, pode procurar? aliás, falando em procurar, adivinha quem vem me procurando? eu devo ter recebido uns oito e-mails só essa semana.” começou e não pode evitar uma risada. não sabia qual tinha sido a última vez que fofocava sobre algo.
"Cerveja é para pessoas de estômago fraco e paladar pobre." Ela curvou a boca em um sorriso para fingir um mínimo que brincava, afinal, já havia sido uma exímia bebedora de cerveja, principalmente nos tempos de Harvard e Nadine se lembraria bem disso. "Posso, claro." A ruiva se enfiou nos armários da delegada para procurar pela garrafa de vinho italiano 2011 que tinha levado consigo até ali na última visita. Ajoelhada sobre os saltos para olhar numa prateleira baixa, ergueu a cabeça vermelha para encarar a amiga. “Oh God, quem? Por favor, que não seja aquele Mark-Não-Sei-O-Quê. The guy is fucking creepy.”
@rowan-g — 𝐑𝐄𝐐𝐔𝐄𝐒𝐓𝐄𝐃 𝐀 𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑
Foi encontrar a amiga na porta da clínica veterinária, como sempre abrindo o caminho à sua frente, sem muita questão de se apresentar ou se explicar. O segurança até tentou iniciar uma conversa casual, mas Marion estava ocupada demais com seu celular até a chegada de Rowan. Não tinha avisado que apareceria, de modo que a outra seria pega de surpresa. “Ei, vim te buscar pra gente beber. Você pode retocar sua maquiagem dentro do táxi. Vamos? Não aceito não como resposta.”
@cdlarge — 𝐑𝐄𝐐𝐔𝐄𝐒𝐓𝐄𝐃 𝐀 𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑
É a segunda noite em menos de um mês que Marion se enfia em um bar de Orange Province pela madrugada; em tempo assim, a única forma de colocar os pensamentos para descansar é justamente tirá-los para fora de casa. Mentiria se dissesse que o homem não lhe chamava a atenção, há muito tempo um homem não lhe chamava a atenção, diga-se de passagem, mas não foi pela aparência dele que se aproximou. Ou talvez tenha sido, o inconsciente tem suas formas de pregar peças. “Quero uma dose do que você tiver de mais forte. Please.”
𝐅𝐋𝐀𝐒𝐇𝐁𝐀𝐂𝐊 — the o.p.today
"Deixe ela entrar.” Marion anunciou para a secretária, referindo-se a @emmajvne. Estava de costas para a porta, parada frente a sua estante de livros, organizando-os meticulosamente para fazer o melhor de seu tempo até ter também seus pensamentos em ordem. A morte do secretário havia estampado a primeira página do jornal naquela manhã, aquilo chacoalhava muita coisa nos bastidores da política da cidade. E a Carrington sabia que Emma deveria estar quase tão preocupada quanto ela. “Pode se assentar, querida.” Disse, assim que notou a presença a mais em sua sala, ainda sem se virar para a outra direção.
@hvrrietgen — 𝐑𝐄𝐐𝐔𝐄𝐒𝐓𝐄𝐃 𝐀 𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑
A presença de jornalistas em momentos delicados costuma ser um tanto controversa. Apesar disso, tendo conhecimento do estado de saúde de Philip Hudson, Marion se dirigiu para o hospital com o buquê de gérberas que sua assistente pessoal comprou. Perguntava-se se encontraria Xavier Hudson por lá e o que o homem estaria sentindo e pensando nessa altura, se teria desistido por completo de seus planos. Como ela lidaria com isso? Não sabia. Em vez de Xavier, contudo, encontrou na sala de espera a mais nova dos filhos do enfermo. Não a via há tanto tempo e era difícil não pensar que tratava-se de uma garota adorável — talvez como sua filha, que estava em alguma parte do estado, do país. “Genevieve, certo? Como sua avó.” Sorriu um mínimo. A Carrington sabe mais do que a maior parte das pessoas quando se trata do passado das grandes famílias da cidade. “Não sei se você se lembra de mim, sou a Marion. Are you alone here, dear?”
@mvrivn
haviam poucas pessoas no mundo com quem nadine sentia-se completamente segura. vivia com a imagem mais controlada e forte possível, tentando manter uma energia positiva em volta de si apesar do trabalho absurdamente cansativo. se sentia esgotar aos poucos e sabia que bastava um telefonema para sentir tudo bem de novo. foi o que fizera naquela manhã, tratando de convidar a amiga para um jantar em sua casa mais tarde. precisava de conforto, se sentir bem e entender que podia ser ela mesma por completo. isso, de fato, acontecia com tanta facilidade quando estava perto de marion que, se pudesse, a manteria por perto o tempo todo. “hoje você vai experimentar a melhor comida vegetariana da história da humanidade, ri. é sério, cogumelo é tudo de bom. ‘tá sentindo esse cheiro? é de sucesso culinário.”
Estava em vias de concluir o editorial quando recebeu a ligação de uma das poucas pessoas que tem a confiança de poder chamar de amiga naquela cidade. Não fosse a consciência do que estava fazendo, de como estava dançando perto demais do fogo, provavelmente teria adiado esse encontro até concluir a última linha do texto quando chegasse do trabalho mais tarde, mas Marion sabia que seria bom oxigenar o cérebro e possibilitar uma leitura com novos olhos, no dia seguinte. Seria uma melhor revisora de si mesma dessa forma. “Eu tenho um vinho que harmonizaria perfeitamente bem com cogumelos.” Comentou ao abrir um sorriso e assentir à pergunta. Estava, sim, sentindo o cheiro e era reconfortante. “Precisa de ajuda em alguma coisa por aí? Se eu não tivesse dispensado os empregados para escrever, pediria para um deles trazer o vinho para nós duas.”
Celebrity conversations: Jessica Chastain
— c a l l .
responda A para um starter com a marion.
responda B para um starter com o jax.
responda C para um starter com o joel.
responda D para um starter com a aliyah.
sem limites até eu mudar de ideia. closed.
xvvivr:
“There’s a crazy for everything, right? Eu preferia fugir.” seguiu o olhar dela, dando uma sutil risada que cessou em pouco tempo. “Merda? É, eu sei. Eu admito que estou sendo hipócrita, mas não tive muita escolha com essa sendo a única bebida que estão servindo. Acredite, eu preferia um uísque do Rose Garden.” piscou para ela, achando graça na relutância. “Infelizmente acho que meu cachorro está de saco cheio, o que eu não julgo… E não vi nada de tão inédito assim. A não ser que você discorde que dois humores ácidos não vão combinar, prefiro continuar com essa conversa. Trust me, I’m not in that mood tonight.”
“Por que não foge, então?” Ergueu uma sobrancelha em desafio, fitando com o canto dos olhos para depois olhar para a frente. Negou com a cabeça. Dinheiro sujo é o que tinha pensado como complemento à frase anterior. Tudo naquela cidade era sujo e Marion podia sentir o gosto podre do dólar em cada uma das coisas servidas ali. É a desvantagem do conhecimento. “Eu prefiro o que tenho em casa. Beber sem ninguém em volta continua sendo a melhor escolha.” A Carrington abriu os lábios e sorriu. Meu cachorro está de saco cheio. “Bom, pra você existe uma ou outra garota com pernas bonitas. Orange Province sempre receberá esse tipo de visita, os tais rostos inéditos. Mas, se quer mesmo manter essa conversa, você poderia muito bem me oferecer um cigarro e, enquanto fumamos lá fora, poderíamos retomar nossos assuntos... profissionais.”
“Funny, isn’t it? As pessoas procuram por respostas e acabam com bolo, champanhe barato e uma música ruim.” Xavier comentou com a pessoa mais próxima, logo após ter comido o último pedaço da sobremesa que tinha no prato em mãos, que fora rapidamente trocado pela bebida que caçoou quando um garçom passou por perto. “Eu sei que não faz sentido ver alguém reclamando da festa e estar aproveitando do, hm, melhor dela.” torceu o nariz para a taça, dando de ombros em seguida e abrindo o sorriso debochado. “Mas eu estava passando tempo demais falando com meu cachorro. Preciso mesmo de novos amigos.”
“Você sabe o que eu penso: this city is fucked up. It’s what I love about it.” Marion desceu um olhar de julgamento para as mãos de Xavier, para a taça que ele segurava. “Não sei como você consegue beber isso aí. Meu paladar não aceita essa porcaria comprada com...” Calou-se, fitando o rosto do Hudson. Era melhor guardar suas palavras, por mais irritadiça que estivesse. Não com tudo que vem acontecendo. É sábio manter a boca fechada. “Se quer mesmo novos amigos, posso te apontar um ou outro rostinho inédito por aqui. Mas se decidir ficar conversando comigo, devo avisar que meu humor está perfeitamente intragável. Melhor voltar para seu cachorro.”
Charlie’s Angels (2000) dir. McG
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