Agora eu sou um menininho decente e escrevo coisas fofas.
Dedicado para o John, a Barbie, a Cam e a Court.
A hora em que eu me deitei foi a última coisa que eu lembrava.
Depois da escuridão do sono eu vi a margem do rio. De alguma forma eu sabia que aquele era o mundo inferior. Nunca estive lá (nem pretendo chegar lá tão cedo), mas eu sabia. Também não era como eu esperava. Não tinha fogo, não tinha corpos mutilados pelo caminho, nem cemitérios por toda parte. Parecia uma grande e escura cidade negra.
A entrada estava lotada, mas ninguém parecia me ver. Isso só confirmava que eu não estava realmente lá. O cachorro gigantesco não me viu passar; nem as almas esperando em fila. Os campos de Ásfodelos, agora menos lotados devido à um grande viaduto que estava sendo construído, passaram rápido sob os meus pés. Quando me dei por mim estava as portas dos Elísios. Eu não tinha planejado ir para lá, mas sabia que era para onde eu deveria. Meu coração apertou um pouquinho quando eu cheguei lá.
Na beira de um lago de água muito azul eu vi uma garota sentada a margem; uma parte de mim sabia que eu a conhecia. A outra parte estava doida para conhecer.
Tudo ficava exponencialmente mais bonito lá. Até a grama parecia mais verde. Então não era surpresa que todos estivessem ao ar livre.
Fui chegando mais perto. Só quando estava quase em cima dela vi que não estava sozinha. Tinha um rapaz deitado na grama, com a cabeça em seu colo. Um cachorrinho corria em volta deles. Quando eu cheguei perto o suficiente para ver os seus rostos meu coração parou.
- Eu não acredito que você realmente morreu – minha voz soou estranha. Mais musical e suave que o normal.
- Oi Nate – John respondeu me olhando do chão. Me abaixei rapidamente e abracei o meu amigo. Não sabia porquê, mas senti as lágrimas me descendo o rosto.
- Eu te perdoo – disse rapidamente – por tudo. Inclusive por ter morrido.
Ele sorriu para mim, feliz.
- Oi pra você também, Barbie – a garota me olhava de cima, com um olhar um tanto curiosa – eu sinto sua falta também. De vocês dois – disse olhando para o garoto.
- Mas nós estamos felizes aqui – ela disse sorrindo suavemente. Eles exalavam felicidade.
- Eu sei que estão – disse, secando as lágrimas – mas mesmo assim....
Eu sentei a beira do lago com eles, mas estava inquieto. Eu sabia que não deveria ficar muito tempo ali. Tinha mais gente para ver.
- Eu espero que não se importem – eu disse me levantando e caminhando pela grama – que eu continuo denegrindo a imagem de vocês com ficção de qualidade duvidosa – falei antes de cair numa gargalhada. Eles riram comigo.
- Não esperaria menos de você – Barbie disse.
- Adeus – eu acenei e continuei caminhando. Por um lado era um momento feliz falar com eles.
Os Campos Elísios era um lugar impossivelmente belo. Era quase irreal que tudo aquilo estivesse realmente debaixo da terra. O sol, o vento, os pássaros, tudo era perfeito e paradisíaco.
- Oi – eu sorri à distância. Ela não tinha me visto ainda. Mas quando me viu correu e me abraçou.
- Oi Cam – eu enterrei meu rosto em seu cabelo. Ela cheirava alguma coisa doce. As lágrimas foram mais rápidas de novo – eu sinto sua falta – disse por fim
- Eu também sinto a sua, mas estou meio que feliz que você não esteja aqui – ela respondeu se afastando para me olhar nos olhos – prometa que vai se cuidar. E arrumar alguém. E ser feliz.
- Eu... eu prometo – eu respondi por fim. Ela sorriu – eu tenho que ir agora, eu acho – eu disse. Não sabia explicar como, mas eu sabia que era a coisa a se fazer.
Ela me abraçou e me beijou na bochecha, apertou minha mão e depois a soltou. Antes que eu me desse conta ela já tinha sumido de novo, eu estava só outra vez. Eu sabia que já haviam se passado muitas horas. Eu sabia que estava perto do fim.
Lá na frente eu vi um treinamento de arco e flecha. Eu comecei a correr. Na metade do caminho ela me viu e correu para me encontrar.
- Eu te odeio muito. Muito mesmo. Jamais faça isso de novo! – eu briguei com ela, enquanto a puxava para um abraço apertado. Ela simplesmente sorriu fracamente quando me soltou.
- Não foi minha culpa. Eu estava lutando, por um futuro... – eu entendia e não a julgava.
- Mas eu quero te contar uma coisa: ontem eu fui dar comida à Belinda, e acredite se quiser, eu consegui ficar lá enquanto ela comia meio rato! – eu exclamei empolgado – é meu recorde pessoal. Ela sorriu e bagunçou meus cabelos.
- Eu sabia que você ia superar isso – ela ficou em silêncio por um minuto – cuida da Mel, ok? Por favor – ela pediu.
- Você acha que eu ia deixar ela pra lá? Jamais! – eu prometi enquanto a abraçava de novo – eu... eu acho que eu tenho que ir – eu disse olhando ao meu redor. Nada tinha mudado, mas eu sabia.
- Até algum dia, irmão – ela sorriu e acenou.
Rápido como um piscar de olhos eu acordei. Estava de volta ao meu chalé silencioso. Eu sabia que tinha sido um sonho. Um muito real. Mas eu estava feliz por ele.
E feliz pelos meus amigos no mundo inferior. Eles estavam juntos lá. Eu sorri bobamente.
- Até algum dia – eu respondi, mesmo sabendo que nenhum deles ia ouvir.
Agora falta nossa história Nate, e quando eu provei do ceu cérebro e outras coisas tb? Lembra, estavamos eu, vc e o Cory no chalé 69 quando eu provei do seu "cérebro"... ~flutua e começa a rodar no ar~
Agora falta nossa história Nate, e quando eu provei do ceu cérebro e outras coisas tb? Lembra, estavamos eu, vc e o Cory no chalé 69 quando eu provei do seu "cérebro"... ~flutua e começa a rodar no ar~
"Ousado", "Indecente", "Sem comentários", "Eu não acredito que ele fez isso mesmo", "A MELHOR ATÉ AGORA!", "Eu não vejo porn de qualidade assim desde HornyBeth!" São alguns dos comentários dos críticos sobre minha conclusão par aa trilogia Fifty Shades. Com "Fifty Shades Ainda Mais Pervertidas" John volta ao seu papel dominador.
Dedicatória:
John & Barbie e romance nos Elísios.
O cheiro de suor e sexo podia ser sentido de longe. Os gemidos suaves tomavam conta do lugar. Qualquer um que passasse perto seria arrebatado pela onda de prazer que flutuava ao redor do local.
Os corpos nus roçavam lentamente. Ela, de joelhos na cama recostada nele, fazendo questão de que cada centímetro de seus corpos nus se encostassem. Ele por trás dela, com uma mão entre suas pernas, os dedos trabalhando freneticamente, ainda assim muito gentil; a outra mão tocava seus seios, acariciando-os, fazendo a gemer levemente.
- Eu... quero.... – ela começou, mas perdia a linha dos pensamentos entre gemidos e pequenos urros de prazer
- Eu sei o que você quer – ele respodeu cobrindo a boca dela. Jogou a na cama de modo grosseiro. Ela se encolheu e gemeu de prazer. Ela gostava quando ele fica tão selvagem.
Ele se apoiou nos braços e deitou sobre ela, movendo o quadril num ritmo constante. Cada vez que ele a puxava para perto dele ela sorria maniacamente de prazer.
- Nem eu – ele disse se concentrando, sentindo o sangue pulsar em todo o seu corpo. Com um suspiro exasperado ele terminou e se largou sobre ela. Ambos suspiravam pesadamente, exaustos.
- Não acabou ainda – ela sorriu e abaixou sua cabeça em direção as pernas do garoto. Abrindo a boca ela começou o segundo round.
Nate: Não! Fifty Shades Ainda Mais Pervertidas. Os críticos que leram as preview disseram coisas como "O seu trabalho mais ousado'' e "vai te deixar de queixo caído" e "se você não quis experimentar, você não leu direito"