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@ninannabelle
Nina Lafont no Banquete Anual de Salazar Slytherin.
Innocence lost – Banquete Anual de Salazar Slytherin (PT II). @Henri Lafont
Jantares chiques eram sinônimo de comida servida em porções minúsculas e nem sempre saborosas e, especialmente, de momentos de tédio e de rebeldia internalizada. Ouvir conversas revestidas de prepotência e de falsas pretensões intelectuais era demais para ouvidos críticos de Nina. Os falsos tons jocosos, os risos forçados e o veneno escorrendo pelo canto dos lábios de seus familiares e convidados sempre deixava seu estômago ao reverso. “Não vai ser minimamente diferente desta vez, será até pior...” – pensou ao receber o convite do Banquete Anual de Salazar Slytherin, a ser realizada na casa de seus futuros sogros, os Mulciber.
Não tardou para a chegada estabelecida para a reunião. Lafont recebeu o vestido que havia encomendado para a ocasião: era longo, com a saia levemente rodada, feita de tafetá cor de cereja, seu busto era rendado, da mesma tonalidade. Alisou os cabelos negros e os prendeu num rabo de cavalo mais elaborado e, em seguida, corou as maçãs do rosto e pintou os lábios num rosa suave. Prendeu às orelhas grandes brincos de diamantes e rubis, em forma de gotas e calçou seus saltos, ganhando alguns centímetros de altura.
Desceu as escadas do dormitório feminino e não viu nenhum conhecido que estava arrumado o suficiente para ir ao evento em que fora intimada a comparecer, afinal, grande parte dos grifanos tinham pais que não tinham preconceitos em relação ao sangue e, muito menos, obrigavam suas refinadas crias para prestigiarem eventos sociais como aquele jantar. Alguns minutos depois, Nina já se encontrava no pátio do Castelo, junto a outros alunos. Tentou reconhecer alguma expressão de alegria ou ver alguém conhecido, contudo, seu pequeno esforço foi em vão. Pensou em Henri. Será que ele iria a esse trágico jantar? A Lafont mais nova balançou a cabeça de forma negativa para si, tinha consciência que o primo tinha coragem o suficiente para confrontar os pais, ou melhor, seu pai. Deacon Lafont era a versão masculina de Anna Lafont, só que, possivelmente, duas ou três vezes pior do que a mulher.
Era hora de aparatar. Pensou em Henri por mais uma vez antes que pudesse finalmente ter determinação o suficiente para aparatar na casa dos Mulciber.
Nina não poderia esperar nada mais luxuoso quando chegou à casa dos pais de Dylan. Ouro, vidraças antigas, pinturas milionárias, assim como suas belíssimas mobílias. A música que tocava era inebriante, assim como as bebidas que eram servidas pelos elfos domésticos. Pegou uma taça de hidromel e a terminou em meio segundo, afinal, apenas com uma boa dose de álcool que poderia aguentar aquela noite insuportável sozinha. Procurou por Henri mais algumas vezes, contudo, apenas achou à sua mãe.
Suspirou com a aproximação da mulher, que a convidou para sentar-se ao seu lado ao início da refeição. Sem dizer uma palavra, Nina fez o que lhe foi outorgado. “Um casamento será anunciado hoje. Seu amigo Bellanova e Wilhelmina Yaxley.” – disse-lhe a matriarca. – Bellanova? Não pode ser. – falou, os grandes olhos azuis arregalados com os dizeres da Lafont mais velha. Mais um conhecido seu estava fadado ao casamento arranjado. – Espero que eles não tenham de fazer o Voto Perpétuo. – murmurou, os lábios contraídos numa expressão de preocupação e as orbes ansiosas. Sabia que os pais de Nathaniel e Selina eram loucos, mas não sabia se os Yaxley também eram desse jeito, muito provável que fossem, afinal, para Nina, todos os puristas eram desequilibrados.
O jantar se iniciou. Tedioso. Cheio de discursos monótonos, mais parecendo um palanque político da Alemanha nazista. De repente, uma escuridão. Num ímpeto, Nina segurou o antebraço de Anna, que retribuiu o gesto. Podia sentir a respiração ofegante da mulher, bem como de outros convidados. Percebeu que levantar àquela hora não seria algo muito bom, mas conseguiu ouvir estardalhaços perto de si.
Alguém conjurou a mais perigosa das Maldições Imperdoáveis. Avada Kedavra. Um lampejo verde esmeralda surgiu, trazendo de volta toda a iluminação. “É Henri! Henri está morto! Henri Rowle!” – disse Aleister Mulciber em alto tom. O coração de Nina começou a bater de modo frenético ao escutar o nome de Henri. Achou que fosse o primo. Apertou ainda mais o braço de sua mãe. “Antes o fosse.” – sussurrou a mulher. A jovem Lafont se desvencilhou rapidamente, saindo de seu assento. Viu todo o belo salão dos Mulciber em destroços. Que diabos havia acontecido ali? Não compreendia direito. Não havia como ser racional em um momento como aquele. Tudo o que Nina queria fazer era sair dali e retornar à Hogwarts, que sempre lhe pareceu segura.
Correu pelo jardim, os saltos batiam contra as pedras, fazendo com que a jovem não passasse despercebida por um último Comensal da Morte que tentava passava por uma Chave de Portal. – Merda! – falou em alto tom. Pode reconhecer fielmente quem era o rapaz vestido de negro: Maurice Lafont, seu primo, irmão de Henri Lafont. Maurice foi se aproximado de Nina, que logo sacou, disfarçadamente, sua varinha. “Nice dress, cousin. I wish I had Henri’s luck to undress you tonight, but ya’ know, I’m very, very busy right now... You’re distracting me.” – disse, apontando sua varinha para a mais nova. Nina sentiu o estômago revirar e contorceu os lábios numa expressão de repúdio, voltando seu objeto mágico para o Comensal. Sem precisar dizer uma palavra, Maurice tirou a varinha da mão da jovem e tomou o pescoço de Nina, segurando-o com muita força.
Feliz 2015 desde já! E apareça mais, turista! Queremos mais Nina na dash!
ooc: Obrigada, feliz 2015 para você também! Vou tentar aparecer mais. UAHSUAHSUAHSA
Well, good luck with that for I’m still trying to figure myself out. But you do look tenacious enough for the task, and smart enough… so once you find the cryptographic key to decode me, please share it with me.
You’re pretty impressive yourself. I would never expect you to be that… fond of this kind of literature. But then again we should not judge a book by its cover, right? There’s a reason why popular sayings are popular…
Right, we never truly know ourselves... Figure other people out is harder, although we all, as you said, judge a book by its cover...
But we have in common unfortunate souls, that lives in the shadows... Yet, sometimes I think we are lucky enough to not live forever. It's a curse to feel everything so deeply and have our own fate drawn by others who should love and make us feel loved. We were born to suffer and our family teaches that endure is something normal and respectful.
I don't know what I'm talking about anymore.
Lafont, descobri o seu segredinho! O priminho vai bem? Sinto lhe dizer que o meu silêncio custa muito caro.
Mas puxa vida, Avery... Acho que terei de desembolsar todo o dinheiro que tenho para você não contar meu segredo para toda Hogwarts e minha família...
If you had to live your life over again, what one thing would you change?
The family I was born into.
Já ia falar que gostaria sim de ver as caras dela, mas eu diria que a odeio tanto que não ia gostar de vê-la nem que fosse pintada de bosta de dragão. E espero não ter te ofendido, só que a minha tia e sua mãe, bem… Quase sinto pena do dito cujo que vai ter que chamá-la de sogra.
E, bom, eu posso dizer que certamente estarei bem triste também.
Você não deveria ficar perto de quase sentir pena de Dylan... Ele possui uma língua tão ferina quanto à de mamãe. Ele é extremamente perspicaz, sempre tem uma boa resposta maldosa na ponta da língua. Não acredito que direi isso, mas chega a ser um pouco engraçado...
Henri, eu sinto muito a sua falta. Não sei como como vou aguentar quando você for embora.
Pessoas em que mais confia?
Henri e Nate, sem dúvidas.
You and Henri give the expression "blood is thicker than water" a whole new meaning
ooc: Entendi não, kkk. Alguém explica?
Drunk: What is a word/phrase that you dread to hear?
"Nina, it’s time to get ready for your wedding!"
finish this: i hate it when...
People don’t let me finish a sentence. Really. Specially my mother. It’s annoying.
Top 5 garotos mais bonitos de Hogwarts
Ainda fazem esse tipo de pergunta?
ooc: Nina's myers briggs type
ooc: Acabei de fazer o teste, kkk; Nina é ISFJ (ou seja, “Introvertido, Sensitivo, Emotivo, Julgador”).
Os ISFJ são: muito solidários, entusiasmados, leais e trabalhadores, imaginativos e observadores, confiáveis e pacientes e têm boas habilidades práticas. Também são humildes e tímidos, ficam sobrecarregados, levam as coisas para o lado pessoal, são reprimidos e são muito altruístas.
Enfim, só li vdds, kkk.
Quem quiser ler mais ta aí: http://www.16personalities.com/br/personalidade-isfj
Drunk: You find one that owns your heart. What would you say to him?
Sweet Jesus, I would say, please, please, run away with me. We could stay under the Pont des Arts, living like stray dogs without a bone, but please… Please stay with me and take me away from all this madness.