Um quarto virtual onde posso me despir, me vestir, observar a deterioração do meu corpo e da minha mente. Me masturbar ou desejar nunca ter existido. Me manter consciente de cada ciclo menstrual, ou perder a consciência quando tudo começa a me sufocar. Viver a opressão de estar presa em um corpo que, ao mesmo tempo, me proporciona prazer e agonia. Na superfície da minha penteadeira, eu limpo o pó, desejando me livrar dele — ou, um dia, nos tornarmos um só.










